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I. O nome do programa é Mais Educação São Paulo.
II. Uma das principais mudanças está na progressão continuada, que não se baseará mais na aprovação automática.
III. As provas bimestrais serão trocadas por provas semestrais.
IV. A prefeitura pretende aumentar o apoio ao aluno com a criação da recuperação intensiva nas férias e no período letivo.
É correto o que se afirma em
“O Ministério do Meio Ambiente contratou uma consultoria ao custo de R$800 mil para criar uma ferramenta de engenharia que vai monitorar o andamento dos planos setoriais de redução de emissões de gases e adaptação às mudanças climáticas por setores.”
I. Os setores abrangidos são, exclusivamente, dois: o da indústria e o dos transportes.
II. O governo tentará cumprir, até 2020, as metas de redução de gases de efeito estufa que integram a Política Nacional sobre Mudanças do Clima.
III. O compromisso foi assumido de forma voluntária em 2009, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 15, realizada em Copenhague.
É correto o que se afirma em
“Procurando simplificar o processo de aprendizagem do Sistema __________________, uma empresa desenvolveu, com o apoio do Programa Fapesp Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), uma ferramenta por meio da qual já se escreve o sistema em alto-relevo, batizada de reglete positiva. Com o novo dispositivo, o espelhamento dos pontos não é mais necessário, diminuindo o tempo de aprendizado para o sistema, possibilitando aos alunos mais tempo para desenvolver suas habilidades em leitura e escrita, além de poderem dedicar mais tempo às demais atividades de aprendizado na escola.”

Com base no gráfico, analise as assertivas abaixo.
I. A altura relativa à base BC é de 3 unidades de comprimento.
II. A área desse triângulo é 10 unidades de área.
III. A área desse triângulo é 7,5 unidades de área.
É correto o que se afirma em
Sr. Francisco gosta muito de alface, agrião, salsinha e couve. Como ele mora em uma chácara, resolveu fazer uma horta cujas medidas, em metros, estão representadas na figura abaixo. (OBS.: os desenhos foram feitos fora de escala.)

Diante do exposto, é correto afirmar que a área destinada à plantação de alface é de
O dono de uma joalheria registrou, em uma tabela, a
quantidade de pedras que tem no estoque e o valor de
venda de cada uma.
Com a venda de todas essas peças, é correto afirmar que

I. O número de candidatos com menos de 11 anos de escolaridade é 19.
II. O número de candidatos com 8 anos de escolaridade supera o número de candidatos com 11 anos de escolaridade em 3 candidatos.
III. A quantidade de candidatos com 8 ou menos anos de escolaridade é o dobro da quantidade de candidatos com 11 ou mais anos de escolaridade.
É correto o que se afirma em
Meios de transporte Representação decimal
Ônibus 0,18
Automóvel 0,37
Bicicleta 0,20
A pé 0,25
Com base nesses dados, é correto afirmar que o número total de alunos pesquisados que foram à escola de bicicleta ou a pé é

Tereza precisa construir uma dessas embalagens. Assinale a alternativa que apresenta uma possível planificação desse sólido.
Não foram poucos os cineastas que filmaram o levante das máquinas contra o Homem. Em “2001 - Uma Odisseia no Espaço”, o computador HAL se cansava de computar e partia pra um motim solitário, dominando a nave com sua melancólica agressividade.
Em “Blade Runner”, androides superinteligentes saíam matando quem fosse preciso, em busca de uma recarga que estendesse seus curtos dias sobre a Terra. Em “O Exterminador do Futuro”, os robôs se davam conta de que já não precisavam mais da gente pra passar WD-40 nas juntas e, sem muita explicação, resolviam nos eliminar do planeta. Nos três casos, o embate se dava no futuro distante e o pega pra capar (ou pra desparafusar) era explícito.
Ninguém percebeu que o golpe das engrenagens já estava em marcha - e na surdina - há mais de cem anos. E como perceberia? Que mente anticlimática criaria filme tão triste em que os humanos seriam dominados não por gigantescos computadores, por replicantes perfeitos ou robôs soltando mísseis pelas ventas, mas por este aparelhinho ridículo chamado telefone?
Agora, olhando pra trás, tudo faz sentido; quase podemos ouvir o ruído da nossa liberdade sendo sugada, pouco a pouco, pelos furinhos do bucal. Ora, uma geringonça que permite que você seja encontrado em casa, a qualquer momento, por qualquer pessoa, só podia estar mal-intencionada.
Eis o plano inicial do telefone: jogar uns contra os outros, deixando os funcionários sob o controle dos chefes, as sogras próximas das noras, as ex-namoradas a poucos cliques dos bêbados; os chatos experimentaram um salto no poder de alcance inédito desde a invenção da roda.
Felizmente, enquanto o inimigo estava preso à parede, como um cão à coleira, ladrava, mas não mordia. Bastava sair de casa e o cidadão tornava-se inatingível. Ah, as novas gerações não conhecem o Éden perdido! “Onde está fulano?”, “Saiu”, “Pra onde?”, “Não sei” - e lá ia você com as mãos no bolso, assoviando, livre para beber sua cerveja no bar, para jogar boliche em Mongaguá ou fazer amor em Guadalupe.
Incapaz de nos seguir por aí, a máquina recrutou capangas: secretárias eletrônicas que esperavam o incauto cidadão voltar de suas errâncias para, como bombas-relógio, explodir afazeres, cobranças e más notícias. Bipes que, como drones, podiam bombardear um dos nossos em qualquer canto do globo.
Mesmo com bombas e drones, no entanto, até uns 20 anos atrás, ainda era possível escapar, não ouvir os recados, viver sem bipe. Então veio o golpe mortal, assustador como Daryl Hannah piruetando em direção ao Caçador de Androides, traiçoeiro como o dedo-espeto de mercúrio do Exterminador: o celular.
O verdugo não estava mais apenas em nossos lares: morava em nosso corpo. Não só falava e ouvia como fotografava, filmava, enviava cartas, bilhetes, contas, planilhas, demitia funcionários, terminava casamentos, passava clipes do Justin Bieber, sermões do Edir Macedo e oferecia promoções de operadoras às 8h11 da manhã de domingo.
Lá por 2017, o celular já era ubíquo. Pelas ruas e ônibus, pelas escolas e repartições, parques e praias, só se via o ser humano curvado, de cabeça baixa, servil como cachorrinho a babar sobre as telas de cristal líquido, para onde quer que se olhasse - mas quem olhava?
PRATA, A. Folha de S.Paulo, São Paulo, p. C2. 12 jan. 2014. Adaptado.
I. A pergunta final do texto “mas quem olhava?” colabora para a criação de um clima de mistério.
II. No último parágrafo do texto, a mudança de “o ser humano” para “seres humanos” tornaria obrigatória a flexão do verbo “ver” no plural.
III. O título do texto não só guarda relação com a temática neste abordada, mas também se relaciona com a opinião do autor a respeito do tema tratado.
É correto o que se afirma em