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Q3634716 Português
    Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

    Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

    A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

(CÁSSIO DA SILVEIRA)
Considere as seguintes orações:

I. Os alunos que não estudaram se darão _______ nas provas objetivas da unidade.
II. A _________ de direitos hereditários pode ser base para o pedido de adjudicação compulsória.
III. Em ofício à Receita, solicita-se __________ com superintendentes sobre mobilização.
IV. O presidente impõe restrições ____ impressa.

Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas:
Alternativas
Q3634715 Português
    Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

    Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

    A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

(CÁSSIO DA SILVEIRA)
O vocábulo “absenteísmo”, na linha 19 do texto, pode ser substituído, sem prejuízo de sentido e correção gramatical, por:
Alternativas
Q3634714 Português
    Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

    Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

    A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

(CÁSSIO DA SILVEIRA)
Assinale a alternativa que apresenta um vocábulo escrito em desacordo com as regras de ortografia da língua portuguesa:
Alternativas
Q3634713 Português
    Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

    Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

    A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

(CÁSSIO DA SILVEIRA)
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3634712 Português
    Numa época em que tantos parecem ter tanta certeza sobre tudo, vale a pena pensar no prestígio que a dúvida já teve. Nos diálogos de Platão, seu amigo Sócrates pulveriza a certeza absoluta de seus contendores abalando-a por meio de sucessivas perguntas, que os acabam convencendo da fragilidade de suas convicções. Séculos mais tarde, o filósofo Descartes ponderou que o maior estímulo para se instituir um método de conhecimento é considerar a presença desafiadora da dúvida, como um primeiro passo.

    Lendo os jornais e revistas de hoje, assistindo na TV a entrevistas de personalidades, o que não falta são especialistas infalíveis em todos os assuntos, na política, na ciência, na economia, nas artes. Todos têm receitas imediatas e seguras para a solução de todos os problemas. A hesitação, a dúvida, o tempo para reflexão são interpretados como incompetência, passividade, absenteísmo. É como se a velocidade tecnológica, que dá o ritmo aos nossos novos hábitos, também ditasse a urgência de constituirmos nossas certezas.

    A dúvida corresponde ao nosso direito de suspender a verdade ilusória das aparências e buscar a verdade funda daquilo que não aparece. Julgar um fato pelo que dele diz um jornal, avaliar um problema pelo ângulo estrito dos que nele estão envolvidos é submeter-se à força de valores já estabelecidos, que deixamos de investigar. A dúvida supõe a necessidade que tem a consciência de se afastar dos julgamentos já produzidos, permitindo-se, assim, o tempo necessário para o exame mais detido da matéria a ser analisada. A dúvida pode ser o primeiro passo para o caminho das afirmações que acabam sendo as mais seguras, porque mais refletidas e devidamente questionadas.

(CÁSSIO DA SILVEIRA)
Considere as afirmações abaixo.

I. No 1º parágrafo, pode-se compreender que é através da dúvida que se instala uma metodologia exitosa para a construção do conhecimento.
II. No 2º parágrafo, o autor do texto aborda sobre a urgência que os indivíduos tem de se apoiarem nos meios tecnológicos. Esses meios são capazes de ditar as nossas necessidades e certezas.
III. O 3º parágrafo apresenta a dúvida como um meio capaz de promover a consciência e se distanciar dos julgamentos já construídos.

Em relação ao texto, assinale:
Alternativas
Q3634591 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual é a data em que Olho D’Água Grande celebra a sua festa da Emancipação Política?  
Alternativas
Q3634590 Português
No trecho "Se teus filhos imigram com os outros\ Na esperança de um dia voltar\ Tem na alma bravura ardente\ Deste berço feliz, deste altar", do hino, qual é o sentimento expresso em relação aos filhos que saem da cidade em busca de oportunidades em outros lugares? 
Alternativas
Q3634589 História e Geografia de Estados e Municípios
Fator que deu origem ao nome "Olho D'Água Grande" para o povoado: 
Alternativas
Q3634587 Conhecimentos Gerais
Qual é o termo utilizado para descrever a quantidade total de bens e serviços produzidos em um país durante um determinado período, geralmente medido em um ano, e que serve como uma referência da atividade econômica nacional? 
Alternativas
Q3634584 Conhecimentos Gerais
Qual das seguintes afirmações é verdadeira sobre agrotóxicos? 
Alternativas
Q3634583 Conhecimentos Gerais
O cangaço foi um fenômeno social e cultural que ocorreu no nordeste do Brasil durante o final do século XIX e início do século XX. Sobre o cangaço e seus principais protagonistas, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3634581 Português

Complete a lacuna abaixo:


As redes sociais e plataformas de comunicação online têm influenciado ____________ formas de convivência em sociedade, permitindo a conexão e interação entre indivíduos de diferentes partes do mundo. 

Alternativas
Q3634580 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta sobre o principal objetivo do isolamento social durante uma pandemia, como a de COVID-19. 
Alternativas
Q3634579 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual das festividades abaixo é uma das duas principais do calendário de Olho D'Água Grande?
Alternativas
Q3634576 Português
SEGURANÇA


O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados. Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.
Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda.
Nem as babás. Nem os bebês. Mas os assaltos continuaram. Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar. Mas os assaltos continuaram. Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram. Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno. Mas os assaltos continuaram. Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.
Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua. Mas surgiu outro problema. As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade. A guarda tem sido obrigada a agir com energia.

Publicado originalmente em: VERÍSSIMO, Luís
Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio
de Janeiro: Objetiva, 2001. p.97-99. 

Considere as seguintes orações:


I. São políticas alternativas de combate ______ inflação além dos juros altos.


II. Entenda o ________ de certas faixas estarem indisponíveis na rede social.


III. A ___________ desempenha um papel fundamental em nossa saúde mental e emocional.


Assinale a alternativa adequadamente as lacunas: 

Alternativas
Q3634572 Português
SEGURANÇA


O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados. Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.
Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda.
Nem as babás. Nem os bebês. Mas os assaltos continuaram. Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar. Mas os assaltos continuaram. Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram. Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno. Mas os assaltos continuaram. Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.
Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua. Mas surgiu outro problema. As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade. A guarda tem sido obrigada a agir com energia.

Publicado originalmente em: VERÍSSIMO, Luís
Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio
de Janeiro: Objetiva, 2001. p.97-99. 
Sobre o texto, marque a alternativa correta. 
Alternativas
Q3628520 Pedagogia
Leia com atenção:
Asserção: As práticas pedagógicas baseadas na BNCC promovem a diversidade e a inclusão na Educação Básica.
Razão: A BNCC estabelece diretrizes que orientam a construção dos currículos escolares em todo o país, valorizando a formação integral dos alunos e contemplando aspectos como a promoção da inclusão e o respeito à diversidade.

Acerca da asserção e da razão apresentada acima, julgue as assertivas abaixo:

I. A asserção e a razão são verdadeiras, e a razão justifica a asserção.
II. A asserção e a razão são verdadeiras, mas a razão não justifica a asserção.
III. A asserção é verdadeira, mas a razão é falsa.
IV. A asserção é falsa, mas a razão é verdadeira.

Assinale:
Alternativas
Q3628519 Pedagogia
Considere as seguintes afirmações:

I. Na tendência tradicional, a escola é vista como um ambiente de preparação para a vida. Desse modo, essa tendencia reocupa-se com a maneira com que os alunos aprendem algum conteúdo e o verdadeiro conteúdo escolar é o aprender a aprender, através dos conhecimentos acumulados não precisam ser transmitidos, aprende-se naturalmente.

II. A tendência escolanovista enfatizou o ensino centrado no aluno, levando em conta seus interesses.

III. Na tendência libertária, interessa-se mais pela forma de apreensão dos conteúdos.

IV. Na tendência liberal tradicional, a função da educação escolar se restringe a organizar o processo de aquisição de habilidades, atitudes e conhecimentos específicos, úteis e necessários para que os indivíduos se integrem na máquina do sistema social global, a qual intenta enfrentar a perspectiva de reprodução social defendida por Durkheim.

V. Paulo Freire defende a pedagogia Histórico-crítica, a qual se preocupa com os conteúdos culturais universais, destacando que a avaliação deve ser uma prática dialógica, estimulando a autonomia e a criticidade dos alunos.



Estão corretos os itens:
Alternativas
Q3628518 Pedagogia
Com relação às bases psicológicas da aprendizagem, julgue os itens seguintes atribuindo C para as assertivas corretas e E para as assertivas erradas.

(___) As proposições de Vygotsky acerca do processo de formação de conceitos nos remetem à discussão das relações entre pensamento e linguagem, à questão da mediação cultural no processo de construção de significados por parte do indivíduo, ao processo de internalização e ao papel da escola na transmissão de conhecimentos de natureza diferente daqueles aprendidos na vida cotidiana.

(___) De acordo com Vygotsky, a cultura torna-se parte da natureza humana num processo histórico que, ao longo do desenvolvimento da espécie e do indivíduo, molda o funcionamento psicológico do homem.

(___) A teoria construtivista de Piaget considera que a aprendizagem depende do nível de desenvolvimento da criança.

(___) De acordo com Vygotsky, a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) se refere a interação entre aprendizagem e desenvolvimento.

(___) Na concepção construtivista de Piaget, dois conceitos são fundamentais para pensar o processo de desenvolvimento da criança e são eles: acomodação e assimilação. Na assimilação o indivíduo é obrigado a se modificar internamente para se ajustar às demandas do meio.

(___) De acordo com Vygotsky, as funções psicológicas superiores são construídas ao longo da história social do homem.

(___) De acordo com Vygotsky, o ser humano constitui-se enquanto tal na sua relação com o outro social.

(___) O terceiro estágio delimitado por Jean Piaget denomina-se operatório e subdivide-se em concreto e abstrato. Para Piaget, ocorre nessa fase as trocas cognitivas e intelectuais já acontecem de maneira mais explícita, conscientes por parte da criança e de certa forma, equilibrada.



De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Alternativas
Q3628517 Pedagogia
Leia atentamente as assertivas abaixo e atribua V para as assertivas verdadeiras e F para as assertivas falsas.

(___) Paulo Freire destaca que a avaliação deve ser uma prática dialógica, estimulando a autonomia e a criticidade dos alunos.

(___) Jean Decroly defende que a avaliação deve se limitar à medição objetiva dos conhecimentos adquiridos pelos alunos.

(___) O PPP é fruto das alianças, consensos e lutas históricas das políticas públicas educacionais. Desse modo, o PPP deve ser entendido como uma proposta de avaliação partilhada pelos docentes, a qual deverá ser seguida no ano seguinte.

(___) A avaliação somativa configura-se fundamental para o processo de ensino-aprendizagem, sobretudo no âmbito da educação inclusiva, tendo em vista que se baseia na verificação de interesses, possibilidades e problemas específicos de aprendizagem dos alunos, o que contribui para o favorecimento do desenvolvimento da autocrítica.

(___) A avaliação institucional interna deve ser prevista no projeto político pedagógico e detalhada no plano de gestão, levando em consideração as orientações contidas na regulamentação vigente e mediante ação dos diversos segmentos da comunidade educativa.

(___) A avaliação de redes de Educação Básica ocorre periodicamente, sendo, portanto, realizada por órgãos externos à escola.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Alternativas
Respostas
201: A
202: D
203: D
204: E
205: D
206: B
207: C
208: E
209: A
210: C
211: D
212: D
213: C
214: D
215: D
216: D
217: A
218: B
219: B
220: A