Questões Discursivas

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Q2012757 Química
Em 1913, Niels Bohr, um físico dinamarquês, propôs um modelo atômico para o átomo de hidrogênio, baseado em postulados, procurando explicar a instabilidade do modelo de Rutherford. O modelo de Bohr foi baseado no estudo do espectro atômico do átomo de hidrogênio e foi o primeiro a considerar conceitos da física quântica para explicar a estrutura do átomo. De acordo com Bohr, o elétron gira ao redor do núcleo em órbitas (níveis de energia) circulares de raios definidos denominadas órbitas estacionárias. Cada órbita estacionária possui um valor determinado de energia. Nessas órbitas, o elétron pode se mover sem perder ou ganhar energia. Bohr demonstrou que a energia total do elétron em cada órbita era quantizada e determinada pela seguinte equação matemática:
Energia (órbita) = - A 1/n2

Com base na equação de Bohr, podemos afirmar que a frequência mínima aproximada que uma radiação eletromagnética deve ter para ser capaz de ionizar um átomo de hidrogênio é de
Dados:
A = 2,2 10–18 J n = nível de energia (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 ... ∞) h = 6,6 .10-34 J/Hz
Alternativas
Q2012756 Química
O clorato de potássio (KClO3) é conhecido como “Sal de Bertholet”, sua decomposição térmica produz cloreto de potássio(KCl) e gás oxigênio(O2) .
KClO3(s) → KCl(s) + 3/2O2(g)

Essa sua propriedade é frequentemente usada em laboratórios de ensino secundário e superior para produzir gás oxigênio. Nas CNTP, uma amostra de 136 g desse sal com pureza de 90%, em uma decomposição com rendimento de 80%, libera aproximadamente qual volume de gás?
Dados: KClO3 = 122,5u
Volume molar CNTP = 22,7 L
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Q2012755 Química
A pirita (FeS2 – dissulfeto de ferro II) sempre foi conhecida como "ouro de tolo" porque é um mineral amarelo brilhante, podendo enganar os menos experientes. Mas talvez tolo mesmo seja quem jogue a pirita fora. Denis Fougerouse e colegas da Universidade Curtin, na Austrália, descobriram ouro verdadeiro preso dentro dos cristais da pirita. Esse "ouro invisível", que escapou dos olhos e microscópios de cientistas e geólogos até hoje, pode não apenas valorizar as reservas do sulfeto de ferro, como também abrir o caminho para técnicas mais ambientalmente amigáveis de extração de ouro.
Disponível em: <https://engenhariae.com.br/editorial/colunas/pesquisa-descobriu-que-ouro-do-tolo-nao-e-tao-tolo-assim>.Acesso em: 23 set. 2021.
Qual dos compostos a seguir possui um ametal com o mesmo número de oxidação do enxofre na pirita?
Alternativas
Q2012754 Química
Propano (C3H8) e butano (C4H10) são utilizados como gás de cozinha. Essa mistura é conhecida pela sigla GLP (gás liquefeito do petróleo). São obtidos do petróleo por meio de destilação fracionada. A charge a seguir faz uma crítica na forma de ironia em relação ao atual alto preço do GLP.

Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: < https://www.otempo.com.br/charges/charge-o-tempo-15-09- 2021-1.2541733>. Acesso em: 23 set. 2021. 


Na charge o “Sommelier de GLP” identifica a qualidade do gás pelo aroma de um hidrocarboneto. No entanto, os hidrocarbonetos presentes no GLP são inodoros. O odor que sentimos é devido a uma classe de substâncias sulfuradas adicionadas propositalmente à mistura para alertar sobre vazamentos. Essa classe de substâncias é denominada
Alternativas
Q2012660 Português
Observe o trecho: "Na minha vila, a única vila do mundo, as mulheres sonhavam com vestidos novos para saírem." A expressão em negrito, nesse contexto, tem a função gramatical de:
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Q2012659 Português
Em: "[...] as mulheres sonhavam com vestidos novos para saírem". "Para serem abraçadas pela felicidade". Nos dois empregos, o conectivo para expressa ideia de:
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Q2012658 Português
       Na minha vila, a única vila do mundo, as mulheres sonhavam com vestidos novos para saírem. Para serem abraçadas pela felicidade. A mim, quando me deram a saia de rodar, eu me tranquei em casa. Mais que fechada, me apurei invisível, eternamente nocturna. Nasci para cozinha, pano e pranto. Ensinaram-me tanta vergonha em sentir prazer, que acabei sentindo prazer em ter vergonha. Belezas eram para as .mulheres de fora. Elas desencobriam as pernas para maravilhações.[...] Estava tão habituada a não ter motivo, que me enrolei no velho sofá. Olhei a janela e esperei que, como uma doença que passa, a noite passasse. No dia seguinte, as outras chegariam e me falariam do baile, das lembranças cheias de riso matreiro. E nem inveja sentiria. Mais que o dia seguinte, eu espera pela vida seguinte.
A escrita de Mia Couto tem base em histórias de vida com um discurso ideológico e social. Em suas narrativas estão inseridos os costumes moçambicanos, a cultura e outras noções. Considere a leitura do fragmento de "A saia almarrotada" e assinale a alternativa correta em relação à condição feminina, no excerto.  



Em relação à linguagem empregada por Mia Couto, no fragmento de "A saia almarrotada", pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2012657 Português
Leia o fragmento do conto "A saia almarrotada", do escritor moçambicano Mia Couto.
          Na minha vila, a única vila do mundo, as mulheres sonhavam com vestidos novos para saírem. Para serem abraçadas pela felicidade. A mim, quando me deram a saia de rodar, eu me tranquei em casa. Mais que fechada, me apurei invisível, eternamente nocturna. Nasci para cozinha, pano e pranto. Ensinaram-me tanta vergonha em sentir prazer, que acabei sentindo prazer em ter vergonha. Belezas eram para as .mulheres de fora. Elas desencobriam as pernas para maravilhações.[...] Estava tão habituada a não ter motivo, que me enrolei no velho sofá. Olhei a janela e esperei que, como uma doença que passa, a noite passasse. No dia seguinte, as outras chegariam e me falariam do baile, das lembranças cheias de riso matreiro. E nem inveja sentiria. Mais que o dia seguinte, eu espera pela vida seguinte.
A escrita de Mia Couto tem base em histórias de vida com um discurso ideológico e social. Em suas narrativas estão inseridos os costumes moçambicanos, a cultura e outras noções. Considere a leitura do fragmento de "A saia almarrotada" e assinale a alternativa correta em relação à condição feminina, no excerto. 
Alternativas
Q2012656 Português
Observe as seguintes frases do texto "A arte de infantilizar formigas": "Como dizer: Eu pendurei um bentivi no sol..." "O que disse Bugrinha: Por dentro de nossa casa passava um rio inventado". O que nosso avô falou: O olho do gafanhoto é sem princípios." Assinale a alternativa correta quanto ao papel dos verbos dicendi nessas expressões:
Alternativas
Q2012655 Português
Leia o texto "Arte de infantilizar formigas", do escritor sul-mato-grossense Manoel de Barros:
        As coisas tinham para nós uma desutilidade poética. Nos fundos do quintal era riquíssimo o nosso dessaber. A gente inventou um truque pra fabricar brinquedos com palavras. O truque era só virar bocó. Como dizer: Eu pendurei um bentivi no Sol. O que disse Bugrinha: Por dentro de nossa casa passava um rio inventado. O que nosso avô falou: O olho do gafanhoto é sem princípios. Mano Preto perguntava: Será que fizeram o beija-flor diminuído só para ele voar parado? As distâncias somavam a gente para menos. O pai campeava campeava. A mãe faia velas. Meu irmão cangava sapos. Bugrinha batia com uma vara no corpo do sapo e ele virava uma pedra.
É comum coexistirem sequências tipológicas na construção de um gênero textual. Nesse fragmento, os tipos textuais que se evidenciam na organização temática são: 
Alternativas
Q2012654 Português

Leia os versos do escritor sul-mato-grossense Luciano Serafim, publicados no livro Raiz transeunte:



SER


mais pássaro

menos pedra

mais ponte

menos muro

mais rio

menos lago

mais canto

menos grito

mais gente

menos mito

Com base na leitura do poema, pode-se inferir que:
Alternativas
Q2012653 Português

Leia os versos do escritor sul-mato-grossense Luciano Serafim, publicados no livro Raiz transeunte:



SER


mais pássaro

menos pedra

mais ponte

menos muro

mais rio

menos lago

mais canto

menos grito

mais gente

menos mito

A partir da leitura atenta dos versos, pode-se considerar que Luciano Serafim:
Alternativas
Q2012652 Português

Leia os versos do escritor sul-mato-grossense Luciano Serafim, publicados no livro Raiz transeunte:



SER


mais pássaro

menos pedra

mais ponte

menos muro

mais rio

menos lago

mais canto

menos grito

mais gente

menos mito

Na construção desse poema, a poesia lírica contemporânea se compõe a partir de:
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Q2012651 Português
Analise as frases abaixo e assinale a alternativa cujo emprego da crase é facultativo:
Alternativas
Q2012650 Português
Analise a grafia dos vocábulos abaixo e marque a única alternativa cujas palavras estão todas grafadas corretamente:
Alternativas
Q2012649 Português

Leia, atentamente, o excerto do texto a seguir de Paulo Mendes Campos:


O amor acaba


O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; [...]; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, [...]; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; [...]; o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta do nada para o nada; [...]; às vezes o amor acaba como se fosse melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; [...]; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

No fragmento de "O amor acaba”, o autor empregou a palavra "engordurados". Esse vocábulo foi formado pelo seguinte processo:
Alternativas
Q2012648 Português

Leia, atentamente, o excerto do texto a seguir de Paulo Mendes Campos:


O amor acaba


O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; [...]; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, [...]; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; [...]; o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta do nada para o nada; [...]; às vezes o amor acaba como se fosse melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; [...]; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

No trecho em estudo, as palavras "crepúsculos" e "imperceptível", respectivamente, receberam acento por serem:
Alternativas
Q2012647 Português

Leia, atentamente, o excerto do texto a seguir de Paulo Mendes Campos:


O amor acaba


O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; [...]; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, [...]; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; [...]; o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta do nada para o nada; [...]; às vezes o amor acaba como se fosse melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; [...]; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

Considere o fragmento de "O amor acaba" para responder a esta questão. Em todo o excerto, o ponto final foi usado apenas uma vez, na primeira oração. No restante do texto, há o emprego de ponto e vírgula para separar as orações. Esse recurso linguístico se justifica porque:
Alternativas
Q2012646 Português

Leia, atentamente, o excerto do texto a seguir de Paulo Mendes Campos:


O amor acaba


O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; [...]; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, [...]; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; [...]; o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta do nada para o nada; [...]; às vezes o amor acaba como se fosse melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; [...]; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.

Considerando a leitura desse fragmento, o tema central do texto, segundo o autor, é 
Alternativas
Q2012645 Matemática

O mais amplo domínio da função f(x) = √x+4/1-x é dado pelo interval

Alternativas
Respostas
621: D
622: A
623: D
624: E
625: D
626: C
627: B
628: B
629: E
630: D
631: C
632: B
633: A
634: C
635: E
636: D
637: C
638: B
639: A
640: E