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Q3421558 Psicologia
Sobre o diagnóstico por meio da teoria do Psicodrama, marque a alternativa incorreta.
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Q3421557 Segurança e Saúde no Trabalho
Desde as primeiras leis trabalhistas, diferentes órgãos institucionais, normas e protocolos foram criados para atender às demandas dos trabalhadores e atuar no sentido da defesa de seus direitos, dentre eles, o direito à saúde. Contudo, o processo de adoecimento se mantem como um desafio a ser superado. Diante desta realidade é adequado reconhecer que:
Alternativas
Q3421556 Psicologia
A teoria de Erikson sobre o desenvolvimento psicossocial enfatiza a busca pela identidade durante os anos da adolescência. O desenvolvimento psicossocial engloba a forma como o conhecimento que as pessoas têm de si mesmas, umas das outras e do mundo à sua volta modifica-se durante o curso do desenvolvimento. Assinale o termo que define o quinto estágio da teoria de Erikson. Durante esse estágio, as pessoas tentam determinar o que lhes é peculiar, tentam descobrir quem são, quais são seus pontos fortes e sua identidade.
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Q3421555 Psicologia
Ao iniciar o processo psicodiagnóstico, é indispensável a coleta de informações aprofundadas sobre o avaliando, destacando as áreas mais importantes de sua vida e os motivos que direcionaram para o atendimento. Na aplicação da entrevista de anamnese o psicólogo deve compreender que: 
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Q3421554 Psicologia
O modelo dos Grandes Cinco Fatores da personalidade é mais conhecido como:
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Q3421553 Psicologia
No que se refere aos conceitos básicos da perspectiva humanista da personalidade, marque a alternativa incorreta.
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Q3421552 Administração Geral
A teoria de sistemas proporciona uma visão integrada e abrangente do funcionamento organizacional. Conforme o modelo de sistema geral uma organização é um sistema aberto que interage com forças e fatores ambientais. Considerando as características deste sistema, marque a resposta incorreta.
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Q3421551 Psicologia
Ao chegar para consulta, a Sra Nina mostrava-se sonolenta, dando a impressão de reduzida habilidade para integrar as informações sensoriais oriundas do ambiente e dificuldade de concentração. Observa-se leve rebaixamento do nível de consciência, compreensão dificultada e pensamento confuso. O termo que indica as características descritas é:
Alternativas
Q3421550 Psicologia
Com relação Teste de Aprendizagem Auditivo-Verbal de Rey (RAVLT), marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3421549 Psicologia
Considerando os mecanismos de defesa em que se transfere um sentimento sobre um objeto (ou uma resposta a ele) que causa desconforto para outra pessoa ou objeto, geralmente menos ameaçadores, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3421548 Psicologia
Considerando a identificação de sinais precoces do TEA, marque a alternativa que não se refere a sinais precoces associados com um diagnóstico posterior de autismo.
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Q3421547 Psicologia
Pedro, 10 anos, estudante do 5º ano de uma escola pública, apresenta menor interesse acadêmico, humor irritado, dificuldade para dormir, agitação e reduzida concentração mesmo em tarefas que gostava. Em entrevista clinica afirma "Sinto-me cada vez mais sozinho, sem utilidade e com vontade de chorar". Resultado dos exames preliminares EBADEP-IJ = 82 pontos*.

* Tabela normativa da EBADEP-IJ: escore T > 80, categoria grave/severo.

Considerando o caso clinico e os critérios do DSM-V-TR, marque a alternativa correta.
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Q3421546 Psicologia
Kátia, 9 anos, diagnosticada aos 4 anos de idade com Atraso global do desenvolvimento (F88). A criança nasceu com 33 semanas, pesando 1,800 kg, 40 cm. Ficou 19 dias na incubadora para ganhar peso. Sem intercorrências, saiu com 2,000 Kg da maternidade. Apresentou hipoglicemia transitória e atraso no desenvolvimento neuropsicomotor. Aos 5 anos foi para a escola e demonstrou bom nível de adaptação. Atualmente, encontra-se no 4º ano do ensino fundamental. Há 2 meses o neuropediatra solicitou nova avaliação tendo em vista o bom desempenho acadêmico da criança. Resultado dos exames preliminares indicam QI Total WISC IV = 112 pontos compostos, percentil 79 (Intervalo de Confiança 95% 107-117*).

* Tabela normativa WISC IV.

Considerando o caso clinico descrito, marque a alternativa correta: 
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Q3421545 Psicologia
O vínculo emocional positivo que se desenvolve entre uma criança e que marca o desenvolvimento social infantil é denominado:
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Q3421544 Psicologia
Joana, 52 anos, curso superior completo, foi encaminhada por sua neurologista para avaliação psicológica por apresentar queixas de esquecimento. Paciente com histórico de depressão na adolescência. O episódio atual coincide com sua separação e necessidade de adaptação à nova rotina. A avaliação incluiu diferentes instrumentos, entre eles os que avaliam memória. Marque a alternativa que corresponde ao nome do instrumento utilizado com o objetivo de avaliar memória episódica. 
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Q3421537 Psicologia
"Tenho mais de 50 anos e só quero trabalhar: os desafios de quem enfrenta o etarismo." (Fonte: OLiberal.com / Data: 18.03.2024). Sobre o etarismo, analise as afirmativas a seguir e marque a alternativa correta:

I- O etarismo é caracterizado pelo preconceito baseado em estereótipos de idade, o etarismo está entranhado na sociedade.
II- O etarismo ocorre apenas nos casos em que pessoas com mais de 50 (cinquenta) anos de idade sofrem preconceitos por conta da idade.
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Q3421536 Gestão de Pessoas
"Saiba o que são as 'mad skills', diferencial no mercado de trabalho que agrega valor aos candidatos. Administrador afirma que, no cenário dinâmico do mercado de trabalho atual, é preciso observar habilidades e competências para se destacar." (Fonte: OLiberal.com / Data: 10.06.2024). Sobre as "mad skills" apenas não se pode afirmar:
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Q3421524 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O DIREITO DE NÃO AMAR


Se o homem destrói aquilo que mais ama como afirmava Oscar Wilde, a vontade de destruição se aguça demais quando aquilo está amando um outro. O egoísmo, sem dúvida o traço mais poderoso de qualquer sexo, transborda então intenso e borbulhante como água em pia entupida, artérias e canos congestionados na explosão aguda: "nem comigo nem com ninguém!" Deste raciocínio para o tiro, veneno ou faca, vai um fio.


A segunda porta foi a que escolheu aquele meu colega de Academia quando descobriu que a pior das vinganças é não matar mas deixar o objeto amado viver, viver à vontade, "pois que ela viva!" − decidiu ele na sua fúria vingativa.


Amou-a perdidamente. Acho que nunca vi ninguém amar tanto assim, talvez com a mesma intensidade com que amava o primo, disse isso mesmo numa hora de impaciência, estou apaixonada por outro, quer ter a bondade de desaparecer da minha frente? Mas o meu colega (vinte anos?) acreditava na luta e como ele lutou, meu Deus, como ele lutou! Tentou conquista-la com presentes, era rico. Depois, com intermináveis poemas de amor, era poeta. Na fase final, no auge da cólera − era violento − começou com as ameaças. Ela guardou os presentes, rasgou os poemas, fez a queixa a um tio que era delegado da seção de homicídios e foi cair nos braços do primo sem o recurso das rimas e dos diamantes mas que conseguia fazê-la palpitar mais branca e perfumada do que a açucena do campo.


Meu colega dava murros nas paredes, nos móveis. Puxava os cabelos, "ela não tem o direito de me fazer isso!". Com a débil voz da razão, tentei dizer-lhe que ela bem que tinha esse direito de amar ou não amar, vê se entende essa coisa tão simples! Mas ele era só ilogicidade e desordem: "Vou lá, dou-lhe um tiro no peito e me mato em seguida!" - jurou. Mas a tantos repetiu esse juramento que fiquei mais tranquilizada, com a presença de que a energia canalizada para o ato acabaria se exaurindo nas palavras.


O que aconteceu. Uma noite me procurou todo penteado, todo contido, com um sorrisinho no canto da boca, sorriso meio sinistro, mas lúcido: "Achei uma solução melhor", foi logo dizendo. "Vou ficar quieto, que se case com esse tipo, ótimo que se casem depressa porque é nesse casamento que está minha vingança. No casamento e no tempo. Se nenhum casamento dá certo, por que o deles vai dar? Vai ser infeliz à beça! Pobre, com um filho debiloide, já andei investigando tudo, ele tem retardados na família, ih! O quando ela vai se arrepender, por que não me casei com o outro? Vai ficar gorda, tem propensão para engordar e eu estarei jovem e lépido porque sou esportista e rico, vou me conservar, mas ela, velha, obesa, ô delícia!".


Há ainda uma terceira porta, saída de emergência para os desiludidos do amor, não, nada de matar o objeto da paixão ou esperar com o pensamento negro de ódio que ela vire uma megera jogando moscas na sopa do marido hemiplégico, mas renunciar. Simplesmente renunciar com o coração limpo de mágoa ou rancor, tão limpo que em meio do maior abandono (difícil, hem!) ainda tenha forças para se voltar na direção da amada como um girassol na despedida do crepúsculo. E desejar que ao menos ela seja feliz.


(Lygia Fagundes Telles)
As aspas, o travessão e o verbo de elocução, no 2º parágrafo, indicam:
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Q3421519 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O DIREITO DE NÃO AMAR


Se o homem destrói aquilo que mais ama como afirmava Oscar Wilde, a vontade de destruição se aguça demais quando aquilo está amando um outro. O egoísmo, sem dúvida o traço mais poderoso de qualquer sexo, transborda então intenso e borbulhante como água em pia entupida, artérias e canos congestionados na explosão aguda: "nem comigo nem com ninguém!" Deste raciocínio para o tiro, veneno ou faca, vai um fio.


A segunda porta foi a que escolheu aquele meu colega de Academia quando descobriu que a pior das vinganças é não matar mas deixar o objeto amado viver, viver à vontade, "pois que ela viva!" − decidiu ele na sua fúria vingativa.


Amou-a perdidamente. Acho que nunca vi ninguém amar tanto assim, talvez com a mesma intensidade com que amava o primo, disse isso mesmo numa hora de impaciência, estou apaixonada por outro, quer ter a bondade de desaparecer da minha frente? Mas o meu colega (vinte anos?) acreditava na luta e como ele lutou, meu Deus, como ele lutou! Tentou conquista-la com presentes, era rico. Depois, com intermináveis poemas de amor, era poeta. Na fase final, no auge da cólera − era violento − começou com as ameaças. Ela guardou os presentes, rasgou os poemas, fez a queixa a um tio que era delegado da seção de homicídios e foi cair nos braços do primo sem o recurso das rimas e dos diamantes mas que conseguia fazê-la palpitar mais branca e perfumada do que a açucena do campo.


Meu colega dava murros nas paredes, nos móveis. Puxava os cabelos, "ela não tem o direito de me fazer isso!". Com a débil voz da razão, tentei dizer-lhe que ela bem que tinha esse direito de amar ou não amar, vê se entende essa coisa tão simples! Mas ele era só ilogicidade e desordem: "Vou lá, dou-lhe um tiro no peito e me mato em seguida!" - jurou. Mas a tantos repetiu esse juramento que fiquei mais tranquilizada, com a presença de que a energia canalizada para o ato acabaria se exaurindo nas palavras.


O que aconteceu. Uma noite me procurou todo penteado, todo contido, com um sorrisinho no canto da boca, sorriso meio sinistro, mas lúcido: "Achei uma solução melhor", foi logo dizendo. "Vou ficar quieto, que se case com esse tipo, ótimo que se casem depressa porque é nesse casamento que está minha vingança. No casamento e no tempo. Se nenhum casamento dá certo, por que o deles vai dar? Vai ser infeliz à beça! Pobre, com um filho debiloide, já andei investigando tudo, ele tem retardados na família, ih! O quando ela vai se arrepender, por que não me casei com o outro? Vai ficar gorda, tem propensão para engordar e eu estarei jovem e lépido porque sou esportista e rico, vou me conservar, mas ela, velha, obesa, ô delícia!".


Há ainda uma terceira porta, saída de emergência para os desiludidos do amor, não, nada de matar o objeto da paixão ou esperar com o pensamento negro de ódio que ela vire uma megera jogando moscas na sopa do marido hemiplégico, mas renunciar. Simplesmente renunciar com o coração limpo de mágoa ou rancor, tão limpo que em meio do maior abandono (difícil, hem!) ainda tenha forças para se voltar na direção da amada como um girassol na despedida do crepúsculo. E desejar que ao menos ela seja feliz.


(Lygia Fagundes Telles)
A expressão destacada em: "É desejar que ao menos ela seja feliz." pode ser substituída sem alteração semântica por:
Alternativas
Q3421518 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O DIREITO DE NÃO AMAR


Se o homem destrói aquilo que mais ama como afirmava Oscar Wilde, a vontade de destruição se aguça demais quando aquilo está amando um outro. O egoísmo, sem dúvida o traço mais poderoso de qualquer sexo, transborda então intenso e borbulhante como água em pia entupida, artérias e canos congestionados na explosão aguda: "nem comigo nem com ninguém!" Deste raciocínio para o tiro, veneno ou faca, vai um fio.


A segunda porta foi a que escolheu aquele meu colega de Academia quando descobriu que a pior das vinganças é não matar mas deixar o objeto amado viver, viver à vontade, "pois que ela viva!" − decidiu ele na sua fúria vingativa.


Amou-a perdidamente. Acho que nunca vi ninguém amar tanto assim, talvez com a mesma intensidade com que amava o primo, disse isso mesmo numa hora de impaciência, estou apaixonada por outro, quer ter a bondade de desaparecer da minha frente? Mas o meu colega (vinte anos?) acreditava na luta e como ele lutou, meu Deus, como ele lutou! Tentou conquista-la com presentes, era rico. Depois, com intermináveis poemas de amor, era poeta. Na fase final, no auge da cólera − era violento − começou com as ameaças. Ela guardou os presentes, rasgou os poemas, fez a queixa a um tio que era delegado da seção de homicídios e foi cair nos braços do primo sem o recurso das rimas e dos diamantes mas que conseguia fazê-la palpitar mais branca e perfumada do que a açucena do campo.


Meu colega dava murros nas paredes, nos móveis. Puxava os cabelos, "ela não tem o direito de me fazer isso!". Com a débil voz da razão, tentei dizer-lhe que ela bem que tinha esse direito de amar ou não amar, vê se entende essa coisa tão simples! Mas ele era só ilogicidade e desordem: "Vou lá, dou-lhe um tiro no peito e me mato em seguida!" - jurou. Mas a tantos repetiu esse juramento que fiquei mais tranquilizada, com a presença de que a energia canalizada para o ato acabaria se exaurindo nas palavras.


O que aconteceu. Uma noite me procurou todo penteado, todo contido, com um sorrisinho no canto da boca, sorriso meio sinistro, mas lúcido: "Achei uma solução melhor", foi logo dizendo. "Vou ficar quieto, que se case com esse tipo, ótimo que se casem depressa porque é nesse casamento que está minha vingança. No casamento e no tempo. Se nenhum casamento dá certo, por que o deles vai dar? Vai ser infeliz à beça! Pobre, com um filho debiloide, já andei investigando tudo, ele tem retardados na família, ih! O quando ela vai se arrepender, por que não me casei com o outro? Vai ficar gorda, tem propensão para engordar e eu estarei jovem e lépido porque sou esportista e rico, vou me conservar, mas ela, velha, obesa, ô delícia!".


Há ainda uma terceira porta, saída de emergência para os desiludidos do amor, não, nada de matar o objeto da paixão ou esperar com o pensamento negro de ódio que ela vire uma megera jogando moscas na sopa do marido hemiplégico, mas renunciar. Simplesmente renunciar com o coração limpo de mágoa ou rancor, tão limpo que em meio do maior abandono (difícil, hem!) ainda tenha forças para se voltar na direção da amada como um girassol na despedida do crepúsculo. E desejar que ao menos ela seja feliz.


(Lygia Fagundes Telles)
"Vou lá, dou-lhe um tiro no peito e me mato em seguida!". Sobre o excerto, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
441: C
442: A
443: B
444: B
445: A
446: D
447: D
448: C
449: A
450: A
451: C
452: C
453: D
454: A
455: A
456: B
457: A
458: C
459: C
460: D