Questões de Concurso
Comentadas para nce-ufrj
Foram encontradas 2.382 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
É um dispositivo de segurança que inibe a ação criminosa, uma vez que permite o monitoramento de áreas independentemente da presença do agente de segurança e possibilita ainda a identificação do infrator:
Uma ação delituosa, na grande maioria das vezes, não acontece de maneira fortuita. Trata-se de um evento adverso que passa por um processo de construção pelo delinqüente. A esse respeito, analise as afirmativas a seguir:
I - A pré-eleição do alvo é a primeira fase de preparação do delito; nessa etapa o agente escolhe o tipo de vítima que será abordada.
II - Na escolha do alvo, a vulnerabilidade da vítima é um dos fatores centrais da decisão; muitas vezes a desatenção da vítima é o maior aliado do delinqüente.
III - O delinqüente também tem a sua ação de vigilância; é nessa fase, imediatamente antes do ataque, que ele verifica a situação e avalia os riscos da ação criminosa.
IV - Durante a abordagem, que é efetivamente o ataque do delinqüente à vítima, é o melhor momento para efetuar ações que evitem a consumação do delito. As afirmativas corretas são somente:
A função de segurança patrimonial requer que sejam mantidas permanentemente a atenção e a vigilância, de modo que o profissional esteja pronto para atuar na prevenção do delito ou do fato adverso. Sendo assim, pode-se afirmar que é correto:
Existem métodos de extinção que são apropriados para cada tipo de incêndio, pois apresentam maior eficiência em relação ao combustível presente. O melhor método de extinção para os combustíveis que compõem a classe C de incêndio é:
Considere a ocorrência de um incêndio no oitavo andar de um prédio de 50 andares, em que se localiza determinada empresa, na sala em que funcionam os terminais de computadores que controlam o departamento de pessoal e o estoque. Devem ser tomadas as seguintes ações:
Correlacione as duas colunas, considerando as definições a respeito da ciência do fogo:
I - temperatura mínima na qual o corpo combustível começa a desprender vapores que se incendeiam em contato com uma chama ou centelha e mantém-se queimando, mesmo com a retirada do agente ígneo;
II - temperatura mínima na qual o corpo combustível começa a desprender vapores que se incendeiam em contato com uma chama ou centelha, entretanto a chama não se mantém sem a presença do agente ígneo;
III - temperatura mínima na qual os vapores desprendidos do combustível entram em combustão apenas pelo contato com o oxigênio do ar atmosférico, independente da presença de chama ou centelha;
IV - transferência de calor de um corpo para o outro, através de ondas denominadas caloríficas ou radiantes; nesse processo não há necessidade de suporte material nem de transporte de matéria;
V - transferência de calor de um ponto para o outro, através de um corpo contínuo, transferência essa realizada sem que haja transporte de matéria;
VI - transferência de calor de um ponto para o outro, através do deslocamento de matéria, em geral a fumaça, que por ser menos densa que o ar atmosférico, move-se para cima.
( ) convecção;
( ) ponto de ignição;
( ) irradiação;
( ) ponto de fulgor;
( ) ponto de combustão;
( ) condução.
A seqüência correta é:
Em uma parada cardio-respiratória, é fundamental a rápida atuação do socorrista para que aumentem as chances de sobrevida da vítima. No protocolo conhecido como cadeia da sobrevivência, o "ABC da Vida" determina as ações essenciais a serem imediatamente realizadas, que são:
Numa atuação de primeiros socorros, o socorrista deve estar atento às medidas preliminares quando se depara com a situação, pois é essa avaliação que terá influência decisiva na qualidade do atendimento prestado e, conseqüentemente, no aumento de chances de redução de seqüelas da vítima. Compõem essas medidas as seguintes avaliações:
Para as questões de número 21 até 30, considerar as configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares citados na sua versão em português.
Um usuário deseja visualizar um arquivo com a extensão html armazenado no disco rígido de sua própria máquina. O requisito mínimo para visualizar esse arquivo é ter instalado em sua máquina:
Para as questões de número 21 até 30, considerar as configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares citados na sua versão em português.
No MS-Windows 2000, a maneira correta de adicionar um programa à barra de ferramentas Iniciar rapidamente é:
Para as questões de número 21 até 30, considerar as configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares citados na sua versão em português.
A função usada no MS-Excel 2000 para converter letras maiúsculas de um texto em letras minúsculas é:
Para as questões de número 21 até 30, considerar as configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares citados na sua versão em português.
Um usuário deseja digitar no MS-Word 2000 uma lista de itens, cada um deles começando por um asterisco, mas cada vez que ele pressiona a tecla Enter para passar para a linha seguinte, o asterisco se transforma em um marcador. Para resolver esse problema, o usuário deve percorrer a seguinte seqüência de comandos:
Para as questões de número 21 até 30, considerar as configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares citados na sua versão em português.
Considere as seguintes afirmações relativas a um atalho no MS-Windows:
I. um atalho ocupa tanto espaço quanto o arquivo original;
II. um atalho é utilizado para agilizar o processo de carregar um aplicativo na memória;
III. atalhos podem ser utilizados somente para referenciar itens armazenados em dispositivos removíveis, do tipo pendrives;
IV. atalhos não podem referenciar itens armazenados em dispositivos removíveis, do tipo pendrive.
A quantidade de afirmativas corretas é:
Para as questões de número 21 até 30, considerar as configurações padrões e/ou típicas de instalação dos softwares citados na sua versão em português.
Uma mensagem de correio eletrônico com um arquivo anexo é enviada simultaneamente a vários destinatários utilizando também cópias (CC) e cópias ocultas (CCO). Nesse cenário, é correto afirmar que:
TEXTO 1
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo
O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
– "Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue..."; a forma verbal abaixo que, por não apresentar uma forma correta de presente de subjuntivo, NÃO poderia substituir as formas telefone ou xingue:
TEXTO 1
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo
O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
– "-Ahn, sim, bom, mmm..."; essas palavras indicam, por parte de quem é atendido pela secretária eletrônica:
TEXTO 1
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo
O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
– Como se pode ver no texto, o verbo xingar é grafado com X; o vocábulo abaixo que NÃO deve ser grafado com essa mesma letra é:
TEXTO 1
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo
O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
– "...porque errou a colocação do pronome"; a frase abaixo em que ocorre erro na utilização de pronomes, segundo a norma culta da língua, é:
TEXTO 1
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo
O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
– O trecho entre parênteses no segundo parágrafo – que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue – tem a função de:
TEXTO 1
SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo
O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.
Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.
É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.
- Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.
O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.
Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.
Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:
- De Augustín Lara...
E gravam um bolero.
Talvez seja a única atitude sensata.
- "A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida"; a "expectativa" referida no texto é a de que: