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SANTOS, R. M. S.; KATER, C. O projeto A música da gente: entrevista com Carlos Kater. Revista da FAEEBA, n. 48, jan.-abr. 2017 (adaptado).
Considerando esse texto, o planejamento das práticas musicais deve ter como foco
Com base nas abordagens teóricas sobre diferentes perspectivas acerca da inteligência musical e seu desenvolvimento, estas perspectivas são referentes aos seguintes pesquisadores:
Em uma escola de Ensino Fundamental, uma professora de Música propôs um projeto com um grupo de crianças dos Anos Iniciais, com o objetivo de realizar uma apresentação vocal coletiva ao final do semestre. A proposta teve início com uma pesquisa de repertório, em que as crianças foram convidadas a escutar diferentes músicas, discutir significados, negociar preferências e selecionar as músicas que iriam para sua apresentação. A cantiga Canto da formiga foi escolhida para esse projeto de performance vocal coletiva.
TEXTO 2
Canto da formiga

Pronúncia
andê teti ni (4x)
eixa un tentê, on tendnio betkã cata in mã rrê tin cata in mã rrê tin
eixa un tentê tiia tindimbru co tin cata in mã rrê tin
andê tetini (4x)
Tradução
O que carregas? (4x)
Quando vejo a mulher socando algo (no pilão) eu fico feliz
Quando como as migalhas do socado da mulher eu fico feliz
O que carregas? (4x)
PUCCI, M.; ALMEIDA, B. Cantos da floresta: iniciação ao universo musical indígena. São Paulo: Peirópolis, 2017.
Considerando essa partitura, qual ação se alinha aos princípios da Educação Musical com foco no protagonismo infantil?



Nesse contexto, uma proposta prática coerente apontou para a
HIKIJI, R. S. G. A etnografia da performance instrumental. Horizontes Antropológicos, n. 24, jul.-dez. 2005.
A performance pode ser um locus de apresentação do que foi aprendido, ensaiado, assimilado ao longo do processo pedagógico do ensino de música, seja ele na Educação Básica ou em outros espaços de aprendizagem musical. Qual alternativa apresenta aspectos da formação humana que podem ser trabalhados em um projeto de prática instrumental coletiva?
MORATO, C. T.; COSTA, M. C. S. Ensino de música para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo. Orfeu, n. 1, jun. 2023 (adaptado).
Uma escolha de repertório do cancioneiro popular no contexto da educação musical infantil que promova a inclusão de uma criança com TEA e que contribua para a aprendizagem musical deve priorizar
1 Brô MCs, o primeiro grupo de rap indígena do Brasil, formado em Dourados (MS), em 2008, por jovens Guarani-Kaiowá, com músicas que misturam português e guarani.
2 Arandu Arakuaa, banda de metal indígena, formada em Brasília (DF), em 2008, com músicas em tupi, xerente e xavante.
3 Oz Guarani (2015) e Wera Trap MC (2011), ambos Guarani Mbya, da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo (SP), que integravam o extinto Xondaro’s (2009), primeiro grupo de rap indígena de São Paulo.
4 Kaê Guajajara, rapper e escritora Guajajara, natural do Maranhão, mora atualmente no Rio de Janeiro (RJ) e integra o coletivo Aldeia Maracanã.
5 Kunumi MC, rapper solo e escritor publicado desde 2014, Guarani da Aldeia Krukutu, entre São Bernardo do Campo e São Paulo (SP).
6 Katú Mirim, rapper desde 2017, Boe-Bororo nascida e criada em Campo Limpo Paulista (SP), faz música em guarani e em português, começando a escrever músicas em bororo.
7 Djuena Tikuna, cantora, jornalista, pesquisadora da música Tikuna, com músicas em língua tikuna.
8 Androyde Sem Par, banda formada no Rio Grande do Norte e radicada em São Paulo, que busca resgatar a memória indígena no RN.
9 Nory Kayapó, funkeiro Kayapó do Pará, faz funk consciente em língua kayapó sobre o jeito de viver e amar de seu povo.
10 Brisa Flow, artista Mapuche, filha de imigrantes chilenos. Mineira de Sabará, é MC, rapper, musicista e cantora que discute as vivências da mulher indígena em contextos urbanos, em português e espanhol.
FERREIRA CAMARGO, L. Contemporary Brazilian Indigenous Artists’ Discourse: Music, Survival, and Linguistic Resistance. Cadernos de Linguística, n. 2, 2021.
Considerando o quadro de artistas indígenas, selecione a afirmação que proponha uma prática pedagógica para o ensino da música que valorize histórias, culturas e produções artísticas dos povos indígenas.
MONTARDO, D. L. O. A música indígena no mundo dos projetos: etnografia do projeto Podáali — valorização da música Baniwa. Trans — Revista Transcultural de Música, n. 15, 2011. Disponível em: www.sibetrans.com. Acesso em: 9 maio 2025.
Qual ação avaliativa valoriza os saberes dos povos indígenas apresentados nesse texto?
A canção Po Hamek nos deu as boas-vindas! Na mesma hora, fomos fisgados por aquela música animada, entoada pelas crianças como se fosse uma brincadeira. Mais tarde descobrimos que essa canção faz parte do ritual Taru Andek, quando os Krenak invocam os Maret, espíritos da natureza que ligam o céu e a terra e comandam os relâmpagos. Ailton Krenak contou que eles costumam cantar Po Hamek em reuniões no quintal das casas ou no pátio das escolas, como se fosse uma cantiga de roda.
PUCCI, M.; ALMEIDA, B. A floresta canta: uma expedição sonora por terras indígenas do Brasil. São Paulo: Peirópolis, 2014 (adaptado).
TEXTO 2
Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista.
KRENAK, A. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Cia das Letras, 2020.
Considerando esses textos, qual alternativa apresenta uma ação músico-pedagógica que dialogue com a concepção socioambiental?

. O pantógrafo da Figura 1 satisfaz também a relação
, assim, o
instrumento amplia em duas vezes (razão de 2 : 1) ou reduz pela metade (razão de 1 : 2) o tamanho das imagens. Se
, então
os desenhos triplicam de tamanho (razão de 3 : 1) ou se reduzem (razão de 1 : 3). Caso seja modificada essa relação, as ampliações
e reduções se modificam.
Figura 2: Planta baixa ampliada.
Sabe-se que as medidas das paredes da planta baixa original estão corretas, que foi utilizado um pantógrafo de relação
e que a escala da planta baixa original para a casa real é de 1 : 150 (cada centímetro do desenho equivale a 150 cm na realidade).
Ao discutir a produção do grupo com a turma, o professor constatou que a planta baixa ampliada está com uma das medidas
incorreta, dado que o pantógrafo utilizado triplica o tamanho da figura. Se as medidas estivessem corretas, qual seria o custo
estimado da obra? 
. O pantógrafo da Figura 1 satisfaz também a relação
, assim, o
instrumento amplia em duas vezes (razão de 2 : 1) ou reduz pela metade (razão de 1 : 2) o tamanho das imagens. Se
, então
os desenhos triplicam de tamanho (razão de 3 : 1) ou se reduzem (razão de 1 : 3). Caso seja modificada essa relação, as ampliações
e reduções se modificam.