Questões de Concurso
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Subgrupo de formação com fisionomia típica e característica restrita a áreas areníticas lixiviadas com solos profundos, ocorrendo em um clima tropical eminentemente estacional. Apresenta sinúsias lenhosas de micro e nanofanerófitos, tortuosos com ramificação irregular, providos de macrófitos esclerófitos perenes ou semidecíduos, ritidoma esfoliado corticoso rígido ou córtex maciamente suberoso, com órgãos de reserva subterrâneos ou xilopódios, cujas alturas variam de 6 a 8 m. Em alguns locais, apresenta sinúsias lenhosas de meso e microfanerófitos com altura média superior aos 10 m, sendo muito semelhante, fisionomicamente, a Florestas Estacionais, apenas diferindo destas na sua composição florística (Manual Técnico da Vegetação Brasileira, IBGE)
O texto refere-se à vegetação brasileira chamada de
Observe a escala gráfica a seguir.

Qual seria a escala numérica da mesma?
O conceito de “espaço” de Milton Santos liga-se principalmente à
Outra corrente de renovação do pensamento é a da Geografia Humanística e Cultural, assentada na fenomenologia, no existencialismo, no idealismo e na hermenêutica. Esta corrente valoriza a subjetividade, a intuição, os sentimentos. Sendo assim, não separa sujeito do objeto ao entender que a consciência, meio para o conhecimento, só pode ser entendida se dirigida a um objeto; e este, por sua vez, só se define em relação à consciência. Há uma relação intrínseca e dialética entre sujeito e objeto, que são separados analiticamente, mas, na realidade, encontram-se fundidos. Ao utilizar como ferramenta de trabalho a experiência vivida, o espaço se apresenta como sendo aquele da representação simbólica, o espaço vivido associado à experiência, ao cotidiano, ao afetivo e ao imaginário. (SILVA, Vânia Regina Jorge da. Os conceitos geográficos e sua importância na formação do professor parauma didática escolar. In: Revista Digital Simonsen. Rio de Janeiro, n.4, Jun. 2016.)
Analisando o texto, percebemos que o conceito geográfico cuja análise foi destacada na Geografia Humanístíca e Cultural, foi o(a)
Nesse sentido, a Geografia Crítica contribuiu ao priorizar temas sociais para explicar o processo de produção e reprodução do espaço geográfico, fundamentando-se no materialismo histórico-dialético. Nessa nova dimensão da Geografia, conceitos como modos de produção, relações de produção, divisão internacional do trabalho, globalização, problemas ambientais, entre outros, foram e são usados a partir de uma análise crítica do espaço geográfico, o que, de uma forma ou de outra, contribuiu para a transformação da ciência geográfica apesar da forte influência de concepções conservadores pautadas no chamado neopositivismo. (Breves considerações acerca do pensamento geográfico: elementos para análise Geografia Ensino & Pesquisa, vol. 17, n. 3, set./ dez. 2013, p.64-78)
Considerando esse texto, podemos compreender sobre a Geografia Crítica que
O texto acima se refere a que período do pensamento geográfico?
I. Os quilombos se tornariam um avanço na luta contra a escravidão, uma vez que a fuga isolada marginalizava o negro foragido, ao passo que as comunidades quilombolas facilitavam a sobrevivência de seus componentes. II. A destruição dos quilombos tornou-se uma obsessão das autoridades e dos proprietários de escravos. Era comum a organização de expedições apoiadas pela Polícia para aprisionar os escravos aquilombados. III. Muitos quilombos formavam-se próximos às cidades e vilas com as quais mantinham relações tanto com as populações livres como escravas. Podemos citar como exemplo os quilombos formados próximos a Vila Rica, Pelotas e Porto Alegre.
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( ) Em meados do século XIX, pouco se encontravam escravos nos centros urbanos brasileiros, especialmente em cidades como Salvador, onde o contingente de negros africanos era pífio. ( ) Nas cidades, os escravos estavam presentes em todos os lugares, desempenhando as mais variadas funções e ofícios trabalhando como carpinteiros, ferreiros, sapateiros, marceneiros etc. Eram os chamados escravos de ofício. ( ) Nos centros urbanos, os escravos que eram alugados para prestarem serviços como o transporte de mercadorias pesadas e de gente nos palanquins, ou mesmo atuarem como vendedores, eram chamados de negros de ganho. ( ) As casas mais ricas podiam possuir até setenta escravos. Uma pequena parte dos cativos cuidava dos serviços domésticos; outra ficava destinada às necessidades pessoais dos senhores e senhoras e os demais findavam trabalhando como escravos de ganho.
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( ) Segundo Le Goff, os monumentos são heranças do passado, ao passo que os documentos são uma escolha do historiador. Assim, o que sobrevive ao tempo não é conjunto daquilo que existiu no passado, mas uma escolha feita quer pelas forças que operam no desenvolvimento temporal do mundo e da humanidade, quer pelos que se dedicam à ciência do passado e dos tempos passados, os historiadores. ( ) Em fins do século XIX e início do século XX, apesar de ser compreendido como o resultado de uma escolha do historiador, o documento histórico era entendido também como o fundamento do fato histórico e, por conseguinte, como uma prova. Desse modo, o documento era visto como portador de uma objetividade que se opunha à intencionalidade do monumento. ( ) Posteriormente, em 1929, os fundadores da Revista dos Anais insistiram sobre a necessidade de alargar a noção de documento, afirmando que a história se faz, sim, com documentos escritos, quando estes existem, mas pode e deve fazer-se sem essa tipologia documental quando necessário. ( ) O alargamento das fontes pode ser compreendido como uma revolução ao mesmo tempo quantitativa e qualitativa. Assim, o interesse da História já não reside exclusivamente sobre os grandes homens e acontecimentos, mas por todos os homens e faz emergir uma nova compreensão do conceito de documento.
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I. Em seu ofício, o historiador busca ao mesmo tempo, pensar a sua própria prática, na medida em que opera o conhecimento histórico, e as práticas individuais e/ou coletivas consideradas relevantes e transformadoras para a vida social em determinada época. II. Há muito tempo, a História bem como outras ciências sociais abandonaram a concepção positivista de uma verdade calcada na exposição e no encadeamento dos fatos, e na mera exposição de datas, acontecimentos e heróis. III. O trabalho do historiador não é meramente técnico, não se trata de uma especialidade dissociada das tramas sociais e políticas que conferem sentido à nossa sociedade e ao tempo presente.
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