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Q2001411 Contabilidade Pública
Analise as afirmativas a seguir sobre as técnicas utilizadas na Contabilidade para atingir seus objetivos.
I. Os restos a pagar do exercício são computados na receita extraorçamentária para compensar sua inclusão na despesa orçamentária. II. A aquisição de bens móveis é mutação patrimonial ativa. III. Os restos a pagar do exercício não são computados na receita extraorçamentária para equilibrar o balanço patrimonial. IV. A aquisição de bens móveis é mutação patrimonial passiva.
Assinale a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S). 
Alternativas
Q2001410 Contabilidade Pública
As despesas empenhadas no exercício em que não foram pagas até 31 de dezembro são denominadas 
Alternativas
Q2001409 Contabilidade Pública
Acerca da execução da Contabilidade Pública, analise as alternativas a seguir e coloque (V) para as Verdadeiras e (F) para as Falsas. 
( ) Diante da legislação, material de consumo, serviços de terceiros e encargos diversos são considerados despesas correntes. ( ) Exercício Financeiro é o período no qual as atividades administrativas e financeiras relativas à execução do orçamento são executadas. ( ) Exercício de Competência é o período no qual às atividades administrativas e financeiras relativas à execução do orçamento são executadas. ( ) Serviços de terceiros não são considerados despesas correntes.
Marque a opção que indica a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2001408 Contabilidade Geral
Com relação às Normas Brasileiras de Contabilidade, analise as afirmativas a seguir.
I. Orçamentos, notas fiscais, folhas de pagamento, recibos, duplicatas, faturas, cheques, notas promissórias e contracheques são documentos contábeis e fiscais. II. Orçamentos, notas fiscais, folhas de pagamento, recibos, duplicatas, faturas, cheques, notas promissórias e contracheques são documentos apenas contábeis. III. Orçamentos, notas fiscais, folhas de pagamento, recibos, duplicatas, faturas, cheques, notas promissórias e contracheques são documentos apenas fiscais. IV. A Escrituração é a técnica contábil que registra todos os eventos que afetam o Patrimônio, cronologicamente, no idioma e na moeda do País em que a entidade está instalada. 
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q2001407 Contabilidade Geral
Na Contabilidade, o termo Azienda refere-se a que tipo de entidade?
Alternativas
Q2001406 Contabilidade Pública
Acerca dos Princípios da Contabilidade, analise as afirmativas a seguir.
I. Analisando os Princípios da Entidade, podemos concluir que não existe uma separação entre o Patrimônio da Entidade e o dos sócios. II. O Princípio da Oportunidade determina que o processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais deve produzir informações íntegras. III. A competência faz parte dos Princípios da Contabilidade no sentido mais amplo da Ciência Social. IV. Os Princípios da Entidade determina que o patrimônio dos sócios e o da Entidade devem ser exatamente os mesmos.
Assinale a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
Alternativas
Q2001405 Contabilidade Pública
Quais são princípios da Contabilidade Pública baseados nos conceitos, nas doutrinas e na teoria analisados pela Ciência da Contabilidade?
Alternativas
Q2001404 Contabilidade Geral
Com relação às características do Princípio da Entidade, analise as afirmativas a seguir. 
I. Estabelece o patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial. II. Pode ou não ser prevista no orçamento.
III. É um princípio secundário à Ciência da Contabilidade. IV. Deve haver diferenciação de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes independentes de quem pertença.
Marque a opção que indica as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q2001403 Contabilidade Geral
Sobre os conceitos básicos da Contabilidade, analise as afirmativas a seguir.
I. Patrimônio é o conjunto de bens, valores, direitos e obrigações de uma pessoa física ou jurídica que possa ser avaliado pecuniariamente e que seja utilizado na consecução dos objetivos da empresa. II. Contabilidade é a ciência que estuda, registra, controla e interpreta os fatos ocorridos no patrimônio das entidades. III. A Contabilidade visa, como ciência, o estuda do patrimônio das entidades com objetivos de prestar apenas informações fiscais.
Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S). 
Alternativas
Q1999139 Português
Marque a opção em que o fonema em negrito NÃO é consoante de ligação.
Alternativas
Q1999138 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
Do texto, “com mil mesuras” configura-se como
Alternativas
Q1999137 Português
Assinale a afirmativa INCORRETA sobre assuntos gramaticais.
Alternativas
Q1999136 Português
...”mandeis” no mais-que-perfeito composto do indicativo, conservando a mesma pessoa e o mesmo número, assume a seguinte forma: 
Alternativas
Q1999135 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
Assinale a alternativa CORRETA em relação à análise sintática dos termos. 
Alternativas
Q1999134 Português
Assinale a alternativa em que existe erro de colocação do pronome átono. 
Alternativas
Q1999133 Literatura
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
O autor do texto filia-se à Escola Literária
Alternativas
Q1999132 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
Do texto, “nobreza solarenga” é aquela que 
Alternativas
Q1999131 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
Assinale a alternativa CORRETA sobre o vocábulo capenga em “rei capenga” quanto à sua classe gramatical e sua formação.
Alternativas
Q1999130 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
Marque a opção CORRETA que apresenta o mesmo sentido do verbo “capengar” na 1ª estrofe do texto.
Alternativas
Q1999129 Português
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
A resposta do réu, quando interrogado, faz lembrar um velho adágio popular. Assinale-o. 
Alternativas
Respostas
3761: D
3762: C
3763: E
3764: D
3765: E
3766: X
3767: D
3768: D
3769: B
3770: B
3771: C
3772: D
3773: D
3774: D
3775: B
3776: E
3777: D
3778: A
3779: A
3780: E