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Q3204510 Português

Leia o texto a seguir para resolver à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

No trecho “Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e[,] principalmente[,] o custo.” (4º parágrafo), as vírgulas, sinalizadas com colchetes, foram empregadas para isolar um(a) 
Alternativas
Q3204509 Português

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Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Analisando-se as informações apresentadas no primeiro parágrafo do texto, NÃO é possível pressupor que, no Brasil, em 2023,
Alternativas
Q3204508 Português

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Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Leia as afirmativas a seguir.

I. Auxilia no desenvolvimento de um pensamento crítico.
II. Possibilita alterações na pirâmide social.
III. Desenvolve a capacidade de manipulação das redes sociais.
IV. Permite o acesso a ideias e a perspectivas diversas.

De acordo com o texto, são ações propiciadas pelos livros e pela leitura as afirmativas indicadas na opção
Alternativas
Q3204507 Português

Leia o texto a seguir para resolver à questão.


Um país (quase) sem leitores


Livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos


Estado de Minas | 08 de janeiro de 2024



    Uma pesquisa encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e divulgada no fim do ano passado apresentou um dado estarrecedor, mas que acabou sendo pouco discutido. Segundo a pesquisa "Panorama do Consumo de Livros", aplicada pela Nielsen BookData em 16 mil pessoas com 18 anos ou mais, entre os dias 23 e 31 de outubro de 2023, aproximadamente 84% da população brasileira acima de 18 anos não comprou nenhum livro nos últimos 12 meses. Ou seja, em 2023, apenas 16% das pessoas se dispuseram a ir a uma livraria ou a um site para comprar um livro sobre qualquer assunto. Além disso, apenas 25 milhões dos 214,3 milhões de brasileiros se consideram consumidores de livros, ou seja, menos de 10%.


    É um sinal de alerta que não pode ser ignorado. Mesmo sendo uma pesquisa sobre a compra de livros – outros modos de acesso, como bibliotecas, não foram considerados –, o número revela, de modo claro, a ausência de interesse pela leitura da população brasileira, o que traz implicações mais amplas para a educação e o desenvolvimento da sociedade.


    Afinal, livros não são meros acervos de palavras: são janelas para outros mundos, portadores de experiências e ensinamentos acumulados ao longo dos séculos. Eles são um dos principais dispositivos que a humanidade dispõe de transmissão de conhecimento ao longo de gerações, e são ferramentas fundamentais para o aprendizado e a educação. Além disso, a leitura, ao estimular o pensamento crítico, promove a capacidade de análise e de síntese. São habilidades fundamentais para um mundo cada vez mais dominado pelas telas e pelos algoritmos das redes sociais. A educação proporcionada pelos livros torna-se um antídoto poderoso contra a superficialidade e a desinformação. A leitura é um instrumento democratizador do conhecimento, permitindo que indivíduos de todas as origens tenham acesso a ideias e perspectivas que enriquecem sua compreensão do mundo e leva a uma mobilidade na pirâmide social. 


    Mudar o cenário de baixo interesse pelos livros e ampliar a base de consumidores e leitores no Brasil é possível, mas não será simples. Os próprios dados da pesquisa apontam alguns dos problemas a serem combatidos para resolver a questão. Entre os 84% de entrevistados que não compraram livros em 2023, 60% afirmaram que consideram o hábito da leitura importante, mas se sentem desmotivados para isso. Entre os motivos para o desânimo estão a ausência de livrarias próximas, a falta de tempo e, principalmente, o custo.


    É preciso, portanto, que o debate sobre o estímulo à leitura seja ampliado. O preço do livro no Brasil, por exemplo, vem sendo exaustivamente discutido por editoras, livreiros, entidades e políticos desde a consolidação da Amazon – acusada de praticar uma concorrência desleal contra livrarias e prejudicar toda a cadeia produtiva do livro –, mas raramente inclui a opinião do consumidor final, ou seja, o leitor. Outras ações para o incentivo à leitura, como programas educacionais, campanhas de conscientização e parcerias entre governos, empresas e organizações da sociedade civil também podem desempenhar um papel vital nesse esforço conjunto e devem ser considerados. Afinal, investir na educação, com foco na promoção da leitura, é investir no futuro. Ao garantir que mais brasileiros tenham acesso a livros e se sintam motivados a explorar suas páginas, a mudança que virá não vai se refletir apenas em conhecimento, mas também em um país mais culturalmente rico e promissor para todos.


UM país (quase) sem leitores. Estado de Minas, 08 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.em.com.br/opiniao/2024/01/6781938-um-pais-quase-semleitores.html. Acesso em: 09 jan. 2024. Adaptado.

Analisando-se as características de forma e de conteúdo do texto apresentado, pode-se afirmar que ele é de caráter
Alternativas
Q3029497 Enfermagem
Do sigilo profissional presente no Código de Ética do Profissional de Enfermagem, assinale a assertiva que representa uma proibição.
Alternativas
Q3029495 Enfermagem
Considerando as vacinas indicadas no Calendário de Vacinação do Ministério da Saúde para o público adulto e idoso, assinale a afirmação CORRETA.
Alternativas
Q3029494 Enfermagem
Segundo o Calendário de Vacinação do Ministério da Saúde, assinale a opção que apresenta a vacina contra sarampo.
Alternativas
Q3029493 Enfermagem
Segundo o Ministério da Saúde, sobre o sarampo, marque a afirmação INCORRETA.
Alternativas
Q3029492 Enfermagem
Associe a Coluna B, pela Coluna A, relacionando o nome da doença as suas características.

COLUNA A
I. Varíola. II. Hepatite. III. Poliomielite. IV. Dengue. V. Varicela.

COLUNA B
( ) Pode afetar o sistema nervoso e a musculatura, provocando paralisia e atrofia muscular.

( ) Febre alta, dor nas juntas, dor de cabeça e, em alguns casos, manchas vermelhas na pele são os principais sintomas dessa doença.

( ) Causa um grande número de pequenas feridas pelo corpo, geralmente, sem deixar cicatrizes.

( ) Forma pústulas na pele. Acredita-se que tenha sido erradicada do mundo, graças a vacinação.

( ) Esta doença afeta o fígado e, dependendo do vírus, pode se tornar crônica.


Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3029491 Enfermagem
A AIDS é a doença causada pela infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV é a sigla em inglês). Sobre a AIDS, assinale a afirmação INCORRETA.
Alternativas
Q3029490 Enfermagem
O Pós-operatório que se inicia a partir da saída do paciente da sala de cirurgia e perdura até sua total recuperação, pode ser dividido em pós-operatório imediato, mediato e tardio. Assinale a alternativa que apresenta as intervenções de enfermagem CORRETAS no pós-operatório imediato.
Alternativas
Q3029489 Enfermagem
Considerando momentos do processo cirúrgico e tempos cirúrgicos, leia e analise as afirmativas a seguir.

I. Pré-operatório mediato é o período desde a decisão de realizar a cirurgia, até 24 horas antes do procedimento operatório.

II. Pré-operatório imediato são as 24 horas que antecedem a cirurgia.

III. Transoperatório compreende desde o momento em que o paciente é recebido na sala de cirurgia até quando é admitido na sala de recuperação pós-anestésica.

IV. Pós-operatório Imediato são as primeiras 24 horas depois da cirurgia.

V. Pós-operatório Mediato engloba de 24 horas depois da cirurgia, até um mês depois.

VI. Pós-operatório Tardio é o período de um mês depois da cirurgia, até a alta do acompanhamento relacionado ao procedimento operatório.



Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3029488 Enfermagem
Conforme a Resolução do Cofen 567 de 2018 que regulamenta a atuação da Equipe de Enfermagem no Cuidado aos pacientes com feridas, assinale a afimação CORRETA com relação aos cuidados que o técnico de enfermagem deve ter com pacientes nessas condições.
Alternativas
Q3029487 Enfermagem
Conforme o Protocolo para prevenção de lesão por pressão do Ministério da Saúde de 2013, são essenciais seis etapas de uma estratégia de prevenção de lesão por pressão (LPP). Podemos citar, EXCETO o que se apresenta na opção
Alternativas
Q3029486 Enfermagem
A higienização das mãos é a medida individual mais simples e necessária que o técnico de enfermagem tenha conhecimento sobre o processo de lavagem de mãos. Com relação ao uso das luvas, assinale a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q3029485 Enfermagem
Conforme a RDC n° 15 de 2012 que dispõe sobre os requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde quanto ao processamento de artigos hospitalares, assinale a afirmação CORRETA.
Alternativas
Q3029484 Segurança e Saúde no Trabalho
Assinale a alternativa que NÃO indica um equipamento de proteção individual, segundo a NR-32: segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde.
Alternativas
Q3029483 Enfermagem
Materiais perfurocortantes devem ser descartados separadamente, no local de sua geração, imediatamente ao uso ou à necessidade de descarte. Para atender à norma ANVISA- RDC Nº 222, de 28 de março de 2018, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3029482 Enfermagem
Analise as proposições a seguir.
A NOB-SUS 01 / 96, aponta para uma reordenação do modelo de atenção à saúde, na medida em que redefine

I. os papéis de cada esfera de governo e, em especial, no tocante a diferentes direções.

II. os instrumentos gerenciais para que municípios e estados superem o papel exclusivo de prestadores de serviços e assumam seus respectivos papéis de gestores do SUS.

III. os mecanismos e fluxos de financiamento, reduzindo progressiva e continuamente a remuneração por produção de serviços e ampliando as transferências de caráter global, fundo a fundo, com base em programações ascendentes, pactuadas e integradas.

IV. os vínculos dos serviços com os seus usuários, privilegiando os núcleos familiares e comunitários, criando, assim, condições para uma efetiva participação e controle social.


Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3029481 Enfermagem
Conforme a Lei n°8.142/1990, o Sistema Único de Saúde (SUS) contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as instâncias colegiadas: Conferência e Conselho de Saúde. Com relação ao conselho de saúde, assinale a afirmação CORRETA.
Alternativas
Respostas
1121: D
1122: B
1123: E
1124: C
1125: D
1126: D
1127: C
1128: B
1129: A
1130: E
1131: C
1132: B
1133: C
1134: D
1135: E
1136: C
1137: E
1138: C
1139: C
1140: A