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Q2048686 Arquivologia
É o arquivo que tem sob sua custódia os documentos resultantes da experiência humana num campo específico, como, por exemplo, os arquivos médicos ou hospitalares, arquivos de imprensa, arquivos de engenharia. Essa afirmativa faz referência ao arquivo
Alternativas
Q2048685 Secretariado
Analise a texto a seguir:
Faz parte da rotina de recebimento e classificação de correspondências: separar a correspondência de caráter ______ da de caráter _______ e encaminhar a correspondência _______ aos respectivos destinatários. Abrir a correspondência ________.
Marque a opção que completa, CORRETA e respectivamente, as lacunas. 
Alternativas
Q2048684 Direito Administrativo
Considera-se critério de desempate em licitações em casos de igualdade de condições: Dar preferência aos bens ou serviços produtos ou prestados por empresas.
Alternativas
Q2048681 Noções de Informática
Tendo em vista os arquivos relacionados a seguir, marque a opção que indica aquele que pode representar uma imagem, devido a sua extensão.
Alternativas
Q2048680 Sistemas de Informação
Analise as afirmações sobre a Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) assinalando (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.
( ) AS TICs podem ser definidas como um conjunto de recursos tecnológicos, utilizados de forma integrada, com um objetivo comum. ( ) Na educação, ou seja, no processo de ensino aprendizagem, são pouco utilizadas porque prejudicam a ação docente, causando desgaste na relação professor e aluno. ( ) Na Educação a Distância, as TICs são as únicas ferramentas de viabilização e avaliação dessa modalidade de ensino. ( ) As TICs são utilizadas das mais diversas formas, por exemplo: na indústria (no processo de automação), no setor de investimentos (informação simultânea e comunicação imediata). ( ) O desenvolvimento de hardwares e softwares garante a operacionalização da comunicação e dos processos decorrentes em meios virtuais.
Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2048679 Atualidades
Em entrevista à rádio CBN, o comandante do Corpo de Bombeiros de Mariana, Adão Severino Júnior, afirmou que a situação é “dramática”. Segundo a Polícia Militar, a lama chegou a 2 metros e meio de altura e atingiu uma distância de oito quilômetros da barragem. Cerca de 600 moradores viviam no distrito de Bento Rodrigues. O comandante dos Bombeiros da região acredita que 80% do distrito esteja coberto por lama.De acordo com Adão Severino Júnior, a lama é tóxica.
— Onde passa, não nasce nem capim — disse ele.
O desastre ecológico está sendo classificado por especialistas como 
Alternativas
Q2048678 Atualidades
O desastre ambiental que aconteceu em Minas Gerais foi ocasionado pelo rompimento de uma barragem com rejeitos de uma
Alternativas
Q2048677 Atualidades
As barragens em Mariana

Imagem associada para resolução da questão
Sobre este acidente ecológico, analise as afirmativas a seguir.
I. Duas barragens de rejeitos de mineração, de Fundão e de Santarém, se romperam no dia 5 de novembro no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais. II. A enxurrada de lama destruiu vários imóveis e atingiu o distrito vizinho de Paracatu de Baixo. Moradores da região foram soterrados. III. De acordo com a prefeitura, somente uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas. A vítima seria um homem que sofreu um mal súbito. IV. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Extração de Ferro e Metais Básicos de Mariana (Metabase), 100 pessoas desapareceram. V. As equipes do Corpo de Bombeiros, agentes da Guarda Municipal e Defesa Civil Municipal trabalharam no local com dificuldade de acesso por causa da lama.
Marque a opção que indica as alternativas CORRETAS.
Alternativas
Q2048676 Conhecimentos Gerais
A desigualdade social e a pobreza são problemas sociais que afetam a maioria dos países na atualidade. A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos, mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre principalmente em países não desenvolvidos.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que indica o conceito de desigualdade social.
Alternativas
Q2048671 Raciocínio Lógico
Analise a figura a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Com relação à parte sombreada do diagrama, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q2048656 Português
Analise a seguinte frase:
A polícia _______ no assalto e _____ os ladrões.
Complete as lacunas com os verbos intervir e deter respectivamente, no futuro do presente do indicativo e marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q2048655 Português
Marque a opção que contém uma metáfora.
Alternativas
Q2048653 Português
Assinale a opção que tem a CORRETA regência verbal.
Alternativas
Q2048652 Português
Indique a opção em que a concordância está INCORRETA.
Alternativas
Q2048651 Português
Em qual dos períodos a seguir, podemos observar a circunstância de causa?
Alternativas
Q2048650 Português
Assinale o período em que há uma oração adjetiva restritiva.
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Q2048649 Português
No período “Pela minha cabeça passavam, às pressas e truncados, os sucessos do dia.”. Qual a função sintática do termo destacado?
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Q2048648 Português
A liberdade e o consumo

    No plano intelectual, o tema da liberdade ocupa as melhores cabeças, desde Platão e Sócrates, passando por muitos outros. Como conciliar a liberdade com a inevitável ação restritiva do Estado? Como as liberdades essenciais se transformam em direitos do cidadão? Essas questões puseram em choque os melhores neurônios da filosofia, mas não foram as únicas a galvanizar controvérsias.
    Mas vivemos hoje em uma sociedade em que a maioria já não sofre agressões a essas liberdades tão vitais, cuja conquista ou reconquista desencadeou descomunais energias físicas e intelectuais. Nosso apetite pela liberdade se aburguesou. Foi atraído (corrompido?) pelas tentações da sociedade de consumo.
    O que é percebido como liberdade para um pacato cidadão contemporâneo que vota, fala o que quer, vive sob o manto da lei (ainda que capenga) e tem direito de mover-se livremente?
    O primeiro templo da liberdade burguesa é o supermercado. Em que pesem as angustiantes restrições do contracheque, são as prateleiras abundantemente supridas que satisfazem a liberdade do consumo (não faz muitas décadas, nas prateleiras dos nossos armazéns ora faltava manteiga, ora leite, ora feijão). Não houve ideal comunista que resistisse às tentações do supermercado.
     A segunda liberdade moderna é o transporte próprio. BMW ou bicicleta, o que conta é a sensação de poder sentar-se ao veículo e resolver em que direção partir. Podemos até não ir a lugar algum, mas é gostoso saber que há um veículo parado à porta, concedendo permanentemente a liberdade de ir, seja aonde for..
    A terceira liberdade é a televisão. É a janela para o mundo. É a liberdade de escolher os canais (restritos em países totalitários), de ver um programa imbecil ou um jogo, ou estar tão perto das notícias quanto um presidente da República. É estar próximo de reis, heróis, criminosos, superatletas ou cafajestes metamorfoseados em apresentadores de TV.
    Uma ''liberdade'' recente é o telefone celular. É o gostinho todo especial de ser capaz de falar com qualquer pessoa, em qualquer momento, onde quer que se esteja. Importante? Para algumas pessoas é uma revolução no cotidiano e na profissão. Para outras, é apenas o prazer de saber que a distância não mais cerceia a comunicação, por boba que seja.
    Há ainda uma última liberdade, mais nova, ainda elitizada: a internet e o correio eletrônico. É um correio sem as peripécias e demoras do carteiro, instantâneo, e que está a nosso dispor, onde quer que estejamos, onde se compra e vende, consomem-se filosofia e pornografia, arte e empulhação.
    Causa certo desconforto intelectual ver substituídas por objetos de consumo as discussões filosóficas sobre liberdade e o heroísmo dos atos que levaram à sua preservação em múltiplos domínios da existência humana. Mas assim é a nossa natureza, só nos preocupamos com o que não temos ou com o que está ameaçado. Se há um consolo nisso, ele está no saber que a preeminência de nossas liberdades consumistas marca a vitória de havermos conquistado as outras liberdades mais vitais.

Cláudio de Moura Castro - Veja 1712
“Nosso apetite pela liberdade se aburguesou.” O termo sublinhado significa tornar-se
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Q2048647 Português
A liberdade e o consumo

    No plano intelectual, o tema da liberdade ocupa as melhores cabeças, desde Platão e Sócrates, passando por muitos outros. Como conciliar a liberdade com a inevitável ação restritiva do Estado? Como as liberdades essenciais se transformam em direitos do cidadão? Essas questões puseram em choque os melhores neurônios da filosofia, mas não foram as únicas a galvanizar controvérsias.
    Mas vivemos hoje em uma sociedade em que a maioria já não sofre agressões a essas liberdades tão vitais, cuja conquista ou reconquista desencadeou descomunais energias físicas e intelectuais. Nosso apetite pela liberdade se aburguesou. Foi atraído (corrompido?) pelas tentações da sociedade de consumo.
    O que é percebido como liberdade para um pacato cidadão contemporâneo que vota, fala o que quer, vive sob o manto da lei (ainda que capenga) e tem direito de mover-se livremente?
    O primeiro templo da liberdade burguesa é o supermercado. Em que pesem as angustiantes restrições do contracheque, são as prateleiras abundantemente supridas que satisfazem a liberdade do consumo (não faz muitas décadas, nas prateleiras dos nossos armazéns ora faltava manteiga, ora leite, ora feijão). Não houve ideal comunista que resistisse às tentações do supermercado.
     A segunda liberdade moderna é o transporte próprio. BMW ou bicicleta, o que conta é a sensação de poder sentar-se ao veículo e resolver em que direção partir. Podemos até não ir a lugar algum, mas é gostoso saber que há um veículo parado à porta, concedendo permanentemente a liberdade de ir, seja aonde for..
    A terceira liberdade é a televisão. É a janela para o mundo. É a liberdade de escolher os canais (restritos em países totalitários), de ver um programa imbecil ou um jogo, ou estar tão perto das notícias quanto um presidente da República. É estar próximo de reis, heróis, criminosos, superatletas ou cafajestes metamorfoseados em apresentadores de TV.
    Uma ''liberdade'' recente é o telefone celular. É o gostinho todo especial de ser capaz de falar com qualquer pessoa, em qualquer momento, onde quer que se esteja. Importante? Para algumas pessoas é uma revolução no cotidiano e na profissão. Para outras, é apenas o prazer de saber que a distância não mais cerceia a comunicação, por boba que seja.
    Há ainda uma última liberdade, mais nova, ainda elitizada: a internet e o correio eletrônico. É um correio sem as peripécias e demoras do carteiro, instantâneo, e que está a nosso dispor, onde quer que estejamos, onde se compra e vende, consomem-se filosofia e pornografia, arte e empulhação.
    Causa certo desconforto intelectual ver substituídas por objetos de consumo as discussões filosóficas sobre liberdade e o heroísmo dos atos que levaram à sua preservação em múltiplos domínios da existência humana. Mas assim é a nossa natureza, só nos preocupamos com o que não temos ou com o que está ameaçado. Se há um consolo nisso, ele está no saber que a preeminência de nossas liberdades consumistas marca a vitória de havermos conquistado as outras liberdades mais vitais.

Cláudio de Moura Castro - Veja 1712
“O primeiro templo da liberdade burguesa é o supermercado.” Sobre as classes de palavras presentes nesse período, marque a opção INCORRETA.
Alternativas
Q2048646 Português
A liberdade e o consumo

    No plano intelectual, o tema da liberdade ocupa as melhores cabeças, desde Platão e Sócrates, passando por muitos outros. Como conciliar a liberdade com a inevitável ação restritiva do Estado? Como as liberdades essenciais se transformam em direitos do cidadão? Essas questões puseram em choque os melhores neurônios da filosofia, mas não foram as únicas a galvanizar controvérsias.
    Mas vivemos hoje em uma sociedade em que a maioria já não sofre agressões a essas liberdades tão vitais, cuja conquista ou reconquista desencadeou descomunais energias físicas e intelectuais. Nosso apetite pela liberdade se aburguesou. Foi atraído (corrompido?) pelas tentações da sociedade de consumo.
    O que é percebido como liberdade para um pacato cidadão contemporâneo que vota, fala o que quer, vive sob o manto da lei (ainda que capenga) e tem direito de mover-se livremente?
    O primeiro templo da liberdade burguesa é o supermercado. Em que pesem as angustiantes restrições do contracheque, são as prateleiras abundantemente supridas que satisfazem a liberdade do consumo (não faz muitas décadas, nas prateleiras dos nossos armazéns ora faltava manteiga, ora leite, ora feijão). Não houve ideal comunista que resistisse às tentações do supermercado.
     A segunda liberdade moderna é o transporte próprio. BMW ou bicicleta, o que conta é a sensação de poder sentar-se ao veículo e resolver em que direção partir. Podemos até não ir a lugar algum, mas é gostoso saber que há um veículo parado à porta, concedendo permanentemente a liberdade de ir, seja aonde for..
    A terceira liberdade é a televisão. É a janela para o mundo. É a liberdade de escolher os canais (restritos em países totalitários), de ver um programa imbecil ou um jogo, ou estar tão perto das notícias quanto um presidente da República. É estar próximo de reis, heróis, criminosos, superatletas ou cafajestes metamorfoseados em apresentadores de TV.
    Uma ''liberdade'' recente é o telefone celular. É o gostinho todo especial de ser capaz de falar com qualquer pessoa, em qualquer momento, onde quer que se esteja. Importante? Para algumas pessoas é uma revolução no cotidiano e na profissão. Para outras, é apenas o prazer de saber que a distância não mais cerceia a comunicação, por boba que seja.
    Há ainda uma última liberdade, mais nova, ainda elitizada: a internet e o correio eletrônico. É um correio sem as peripécias e demoras do carteiro, instantâneo, e que está a nosso dispor, onde quer que estejamos, onde se compra e vende, consomem-se filosofia e pornografia, arte e empulhação.
    Causa certo desconforto intelectual ver substituídas por objetos de consumo as discussões filosóficas sobre liberdade e o heroísmo dos atos que levaram à sua preservação em múltiplos domínios da existência humana. Mas assim é a nossa natureza, só nos preocupamos com o que não temos ou com o que está ameaçado. Se há um consolo nisso, ele está no saber que a preeminência de nossas liberdades consumistas marca a vitória de havermos conquistado as outras liberdades mais vitais.

Cláudio de Moura Castro - Veja 1712
Pode-se afirmar que o Texto I é, predominantemente,
Alternativas
Respostas
7301: E
7302: B
7303: C
7304: B
7305: A
7306: D
7307: E
7308: D
7309: C
7310: D
7311: B
7312: E
7313: A
7314: D
7315: E
7316: C
7317: A
7318: B
7319: D
7320: E