Questões de Concurso Comentadas para cetrede

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Q900647 Conhecimentos Gerais

Leia a seguinte notícia.


A Paróquia de Aquiraz (CE) está em festa. Ao comemorar 300 anos de evangelização, a cidade recebe do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Ceará (Iphan-CE), totalmente restaurado, o forro da Capela-mor da Igreja Matriz de São José de Ribamar. A solenidade de inauguração das obras de restauro começa às 18h. Com a parceria da Paróquia de Aquiraz e da comunidade local, o Iphan-CE coordenou os cerca de 11 meses de trabalhos, investindo recursos próprios da ordem R$ 138.000,00. Com o resultado, os paroquianos têm de volta os estimados e valiosos painéis do forro recuperados e novamente integrados à arquitetura do templo.

http://portal.iphan.gov.br/noticias


Esse evento aconteceu em

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Q900646 História e Geografia de Estados e Municípios

Aquiraz foi elevada à categoria de município, com a denominação de Aquiraz, pelo decreto nº 1.156, de 04/12/1933, desmembrado de Cascavel. Atualmente, é um próspero município com um bom desenvolvimento econômico nas áreas de pesca e turismo.


Analise as afirmativas sobre o Município de Aquiraz.


I. Foi a 1ª capital do Estado.

II. Equipamentos culturais: uma biblioteca, dois museus e um teatro.

III. Vegetação: complexo vegetacional da zona litorânea.

IV. Relevo: planície litorânea e tabuleiros pré-litorâneos.

V. Unidades de conservação: Área de Proteção Ambiental do rio Pacoti (Estadual) e Reserva Extrativista do Batoque (Federal).

VI. População estimada: 71.438 habitantes, de acordo com o IBGE 2016.


Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

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Q900645 Conhecimentos Gerais

Com o objetivo de valorizar a identidade do Município, a Secretaria de Cultura de Aquiraz lançou uma campanha de comunicação que trouxe símbolos da cultura de Aquiraz, desde o patrimônio edificado, presente no sítio histórico como o Mercado das Artes, antigo Mercado das Carnes, Igreja Matriz, Casa do Capitão-mor, bem como as manifestações do Coco do Iguape, rendeiras e pescadores, entre outras, e marca a gestão da pasta que incentiva uma atitude empreendedora e busca desenvolver a inclusão, mobilidade e acessibilidade.


“O protagonismo do patrimônio material e imaterial enaltece o quanto criativo e plural é o município de Aquiraz. Estamos juntos, artistas, gestores e comunidade em geral, construindo um presente ativo e um futuro sustentável”, pontua o Secretário William Mendonça.

http://www.aquiraz.ce.gov.br/noticias.php


O texto refere-se à campanha o(a)

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Q900644 Conhecimentos Gerais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA. Monitoramento dos casos de dengue, chikungunya e zika até a Semana Epidemiológica (SE) 19, 2017*.

12 de maio de 2017 | Página 1/13


Com a circulação endêmica de três arbovírus: dengue, chikungunya e zika, novos cenários epidemiológicos são identificados no Ceará em 2017. Há ocorrência epidêmica de arboviroses, principalmente se consideradas as notificações de casos de chikungunya. Desta forma, todo o PROCESSO DE VIGILÂNCIA, desde a notificação, investigação e análise do perfil epidemiológico e principais áreas acometidas, além do MANEJO CLÍNICO adequado do paciente e ações de CONTROLE VETORIAL devem ser enfatizadas e intensificadas pelos profissionais de saúde e gestores dos municípios.

http://www.saude.ce.gov.br/index.php/boletins


Dengue, chikungunya e zika têm em comum

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Q900643 Conhecimentos Gerais
Na era da informação virtual, as redes sociais têm um papel fundamental na comunicação, inovação e divulgação de ideias que pode ser traduzido na seguinte afirmação:
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Q900642 História

Uma revolução industrial é caracterizada por mudanças abruptas e radicais, motivadas pela incorporação de tecnologias, tendo desdobramentos nos âmbitos econômico, social e político. Segundo teóricos, o mundo passa por uma transição de época e estaria no início da 4ª revolução industrial ou da chamada Indústria 4.0. O desenvolvimento e a incorporação de inovações tecnológicas vão mudar radicalmente o mundo como o conhecemos e moldar a indústria dos próximos anos.


Observando os acontecimentos, analise as afirmativas a seguir sobre a revolução industrial.


I. A Indústria 4.0 não se define por cada uma das tecnologias isoladamente, mas pela convergência e sinergia entre elas.

II. Está ocorrendo uma conexão entre o mundo digital, o mundo físico, que são as “coisas”, e o mundo biológico, que somos nós.

III. As três revoluções industriais tiveram início nos países subdesenvolvidos.

IV. A primeira revolução aconteceu movida por tecnologias mecânicas como máquinas a vapor e as ferrovias.

V. A segunda revolução aconteceu na Inglaterra, tendo como principais inovações a eletricidade e seu emprego.

VI. A terceira revolução se iniciou na década de 1960, foi o advento da informática e da tecnologia da informação.


Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.

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Q900627 Português
Quanto ao número de fonemas na palavra, marque a opção INCORRETA. 
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Q900626 Português
Marque a opção CORRETA em relação ao processo de formação das palavras.
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Q900625 Português
Analise as frases a seguir e marque a opção INCORRETA quanto à concordância verbal.
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Q900624 Português
Marque a opção CORRETA em relação à regência dos verbos.
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Q900623 Português
Marque a opção em que há oração substantiva objetiva indireta.
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Q900622 Português

Leia as afirmativas a seguir.


I. Não havia nada _____ em beijá-la ali.

II. Dinheiro nunca é ______.

III. Falou _______.


Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as frases.

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Q900621 Português
Quanto às vozes verbais, marque a opção CORRETA.
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Q900620 Português

Analise as frases a seguir.


I. O livro ___ estou lendo é de Carlos Drummond de Andrade.

II. Aquele senhor, ____ mulher é advogada, é muito doente.

III. Os professores da minha escola, _____ são muito competentes, farão reunião amanhã.


Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.

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Q900619 Português
Marque a opção que contém apenas adjetivos uniformes.
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Q900618 Português

                                           TEXTO I

   

                                    A moça em prantos


      O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.

      Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastantes para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.

      Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.

      E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos.

      Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?

      Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.

                                                                                      Carlos Heitor Cony

Na oração: “Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras”, qual a função sintática do termo destacado?
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Q900617 Português

                                           TEXTO I

   

                                    A moça em prantos


      O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.

      Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastantes para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.

      Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.

      E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos.

      Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?

      Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.

                                                                                      Carlos Heitor Cony

A expressão “nunca esqueceu dessa pedra” pode parecer correta, mas contém um erro de
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Q900616 Português

                                           TEXTO I

   

                                    A moça em prantos


      O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.

      Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastantes para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.

      Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.

      E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos.

      Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?

      Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.

                                                                                      Carlos Heitor Cony

Segundo o eu lírico do Texto I, marque a opção INCORRETA.
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Q900615 Português

                                           TEXTO I

   

                                    A moça em prantos


      O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.

      Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastantes para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.

      Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.

      E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos.

      Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?

      Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.

                                                                                      Carlos Heitor Cony

“Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor.” A expressão em destaque significa
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Q900614 Português

                                           TEXTO I

   

                                    A moça em prantos


      O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.

      Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastantes para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.

      Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.

      E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos.

      Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?

      Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas. A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.

                                                                                      Carlos Heitor Cony

De acordo com o Texto I, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Respostas
6601: C
6602: B
6603: E
6604: A
6605: A
6606: E
6607: E
6608: C
6609: D
6610: C
6611: C
6612: D
6613: B
6614: C
6615: B
6616: A
6617: A
6618: E
6619: D
6620: C