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Q2009126 Direito Constitucional
A deficitária segurança pública nas cidades brasileiras é notória. Observa-se que, em todas as regiões do País (Norte, Nordeste, Centro-oeste, Sudeste e Sul), os governos locais não conseguem combater a criminalidade que toma conta das cidades. Nesse sentido, o Presidente Michel Temer assinou, no dia 16 de fevereiro de 2018, um decreto para realizar intervenção federal no(s) Estado(s) do(s)(de)
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Q2009124 Engenharia Ambiental e Sanitária
A crise hídrica que tem afetado o Nordeste nos últimos anos vem levando várias cidades nordestinas a declararem estado de emergência ou calamidade pública no período entre 2015 a 2017. Nesse contexto, para enfrentar a escassez de água, algumas atitudes devem ser adotadas. As ações envolvem o nível governamental, comunitário e individual. Assinale a alternativa que NÃO está entre as atitudes que devem ser adotadas.
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Q2009108 Português
Em qual das orações a seguir ocorre ambiguidade?
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Q2009107 Português
Marque a opção em que a vírgula foi usada para separar o vocativo.
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Q2009106 Português
Em “O ator estava cercado de fãs.”. A função sintática do termo destacado é
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Q2009105 Português
É um verbo da segunda conjugação.
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Q2009104 Português
É um substantivo é abstrato.
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Q2009103 Português
Qual das palavras a seguir NÃO deve receber acento?
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Q2009102 Português
Marque a opção em que a palavra foi formada por hibridismo.
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Q2009100 Português
Observe os períodos a seguir.
I. Comprava-se muito com pouco dinheiro antigamente. II. Comprava-se muita coisa com pouco dinheiro antigamente.
Marque a opção INCORRETA.
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Q2009099 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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“Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.” Qual a função sintática do termo sublinhado? 
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Q2009098 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações... O termo destacado pode ser substituído, mantendo o mesmo valor sintático, por
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Q2009097 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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“E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha...” Percebe-se, nesse trecho, um desvio gramatical referente à
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Q2009096 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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Sobre o texto, é INCORRETO afirmar que
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Q2009095 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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O pronome destacado não se refere ao “investigador” em
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Q2009094 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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Segundo o texto, há uma parte criadora em cada trabalho científico que começa quando o investigador
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Q2009093 Português
Trabalho de detetive

      Um dos maiores físicos do século XX, Albert Einstein, comparou o trabalho de um cientista ao trabalho de um detetive.
     “Em quase todo romance policial, chega um momento em que o investigador já coletou todos os fatos de que necessita para solucionar pelo menos uma das etapas de seu problema. Esses fatos parecem frequentemente estranhos e incoerentes, inteiramente sem relação entre si. Contudo, o grande detetive percebe não serem necessárias mais investigações no momento e que somente o raciocínio o levará a correlacionar os fatos coletados. Então, ele toca o seu violino ou descansa na sua poltrona, deliciando-se com seu cachimbo, quando, de repente, lhe ocorre a solução. E não somente tem a explicação para os indícios que dispunha, mas também sabe que outros acontecimentos devem ter ocorrido. Sabendo agora exatamente onde buscar o que deseja, poderá, se quiser, coletar mais dados para a confirmação de sua teoria.
      O cientista, lendo o livro da natureza, se nos permitem repetir esse lugar-comum, deve obter a solução por si, porque ele não pode, como fazem os leitores impacientes de outras histórias, ir logo ao final do livro. Em nosso caso, o leitor é também o investigador, procurando explicar, pelo menos em parte, as relações entre os acontecimentos em sua forma mais completa. Para obter uma solução, mesmo parcial, o cientista tem de coletar os fatos desordenados disponíveis e, por meio do seu pensamento criador, torná-los coerentes e inteligíveis.”

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Qual a finalidade do texto?
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Ano: 2018 Banca: CETREDE Órgão: Prefeitura de Itaitinga - CE
Q1210611 Administração Geral
A base para a abordagem que sustenta um sistema de gestão ambiental é fundamentada no conceito Plan-DoCheck-Act (PDCA). O ciclo PDCA fornece um processo iterativo utilizado pelas organizações para alcançar a melhoria contínua. O ciclo PDCA pode ser aplicado a um sistema de gestão ambiental e a cada um dos seus elementos individuais. Analise as afirmativas a seguir sobre o ciclo PDCA, e marque (V) para as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS. O ciclo PDCA pode ser brevemente descrito como sendo:
( ) Plan (planejar): estabelecer os objetivos ambientais e os processos necessários para entregar resultados de acordo com a política ambiental da organização. ( ) Do (fazer): implementar os processos conforme planejados. ( ) Check (checar): monitorar e medir os processos em relação à política ambiental, incluindo seus compromissos, objetivos ambientais e critérios operacionais, e reportar os resultados. ( ) Act (agir): tomar ações para melhoria contínua.
Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
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Ano: 2018 Banca: CETREDE Órgão: Prefeitura de Itaitinga - CE
Q1210453 Saúde Pública
De acordo com a Portaria de Consolidação nº 5, de 28 de setembro de 2017 - anexo XX, do Controle e da Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano e seu Padrão de Potabilidade, em seu Art. 7º descreve o que compete à Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS). Análise a seguir as competências da SVS/MS.
I. Promover e acompanhar a vigilância da qualidade da água para consumo humano, em articulação com as Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e respectivos responsáveis pelo controle da qualidade da água. II. Estabelecer ações especificadas no Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (VIGIAGUA). III. Estabelecer as ações impróprias dos laboratórios de saúde pública, especificadas pela Secretara de Segurança Pública. IV. Estabelecer diretrizes da vigilância da qualidade da água para consumo humano a serem implementadas pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios, respeitados os princípios do SUS. V. Estabelecer prioridades, objetivos, metas e indicadores de vigilância da qualidade da água para consumo humano a serem pactuados na Comissão Intergestores Tripartite. VI. Executar ações de vigilância da qualidade da água para consumo humano de forma complementar à atuação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. 
Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS. 
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Q1013399 Direito Penal

“Dos crimes contra a pessoa” Correlacione a coluna B pela coluna A


COLUNA A

I. Lesão corporal.

II. Furto.

III. Roubo.

IV. Extorsão.

V. Extorsão indireta.

VI. Estelionato


COLUNA B

( ) Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem.

( ) Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar de fazer alguma coisa.

( ) Subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel.

( ) Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência.

( ) Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.

( ) Exigir ou receber, como garantia de dívida, abusando da situação de alguém, documento que pode dar causa a procedimento criminal contra a vítima ou contra terceiro.


Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.

Alternativas
Respostas
5701: E
5702: D
5703: A
5704: D
5705: C
5706: D
5707: C
5708: B
5709: A
5710: A
5711: C
5712: E
5713: C
5714: E
5715: D
5716: A
5717: D
5718: D
5719: D
5720: A