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Q3533880 Engenharia Química e Química Industrial
Processos biológicos aeróbios de tratamento de resíduos em meio aquoso e abertos à atmosfera são afetados por variações de temperatura. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3533879 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a ABNT NBR 17.100-1 - Gerenciamento de resíduos - Parte 1: Requisitos gerais, dentre alguns dos requisitos aplicáveis ao gerador de resíduos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3533878 Engenharia Ambiental e Sanitária
Dentre os possíveis tratamentos térmicos possíveis para resíduos perigosos, qual dos apresentados a seguir não produz nenhum resíduo sólido residual ainda a ser tratado ou disposto no final do processo?
Alternativas
Q3533877 Engenharia Ambiental e Sanitária
O aterro sanitário é uma forma ambientalmente adequada de disposição final de resíduos sólidos no solo segundo normas técnicas específicas, contudo, em seu interior, ocorrem processos que lentamente vão degradando a matéria orgânica putrescível aterrada. Dentre estes processos, qual predominantemente consome a matéria orgânica no interior de um aterro sanitário de resíduos sólidos urbanos?
Alternativas
Q3533876 Meio Ambiente
Segundo a Política Nacional do Resíduos Sólidos - PNRS (Lei nº. 12.305 de 2010), na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade:  
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Q3533870 Matemática
O menor número inteiro que é múltiplo de todos os inteiros entre 2 e o sexto número primo é:
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Q3533858 Inglês

Texto para a questão



Leveraging Student Interests to Teach Critical Analysis



     Critical analysis often feels burdensome to students—an exercise in sorting hazy ideas with no clear payoff. Yet, when learners glimpse something of value—a “gem” amid the clutter—the process becomes not just manageable but invigorating. By tapping into topics they already care about, we can model the habits of mind involved in deep thinking before guiding students into unfamiliar territory. In this way, what begins as an exploration of personal passion becomes a transferable skill for any subject.


   First, invite students to choose a subject that genuinely interests them—whether it’s dissecting the social commentary in a favorite song or debating the ethics of a beloved athlete’s off-field behavior. Guide them through selecting an analytical angle, unpacking layers of meaning, and celebrating discoveries. As they experience critical analysis as an energizing process rather than a dry requirement, they build confidence in their own intellectual curiosity and learn to seek connections between ideas.


    Next, when faced with assignments that initially seem remote—say, an art critique or a historical essay—provide a lens that resonates with each student’s strengths. A budding fiction writer, for example, can approach a painting as she would a story: considering character, narrative arc, and emotional impact. By framing unfamiliar topics through familiar mindsets, you grant students an entry point that makes critical analysis feel both relevant and compelling.


    Once students have internalized the underlying process, encourage them to take the reins. Rather than asking, “What does this mean?” shift to, “What does this mean to me?” Students might analyze ecological themes in a novel from their passion for climate justice, or reinterpret a political speech through the lens of family heritage. These personal connections transform assignments from obligatory tasks into opportunities for authentic inquiry.


    Ultimately, teaching critical analysis in this way moves learners from guided practice to independent exploration. By beginning with their interests, scaffolding new angles, and then inviting student-driven investigations, educators can help every learner—from the avid gamer to the reluctant essay-writer—carry these skills into diverse subjects. In doing so, critical analysis becomes not a chore but a doorway to richer understanding.



Edutopia, May, 1st, 2025 

Assinale a alternativa que apresenta, resumidamente, o sentido geral do texto.  
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Q3533852 Português
Texto para a questão


     Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C.-44 a.C.) já mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou um advento que mudou a história dos livros - a invenção da prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma turma que inflou com a chegada da emergente burguesia. Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os leitores, que, na década de 1930, receberam um belo empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está escasseando, como confirma de forma perturbadora um recente levantamento que se concentrou na população brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição, agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida pelo instituto Ipec.


Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025. 
A progressão apresentada no texto permite compreender que
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Q3533848 Português
Texto para a questão


Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025.
No trecho “Para complicar, as emoções são reações...”, a locução “Para complicar” tem como principal efeito de sentido a
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533845 Noções de Primeiros Socorros

A ilustração a seguir demonstra o procedimento utilizado para tratar a Obstrução das Vias Aéreas Superiores por Corpo Estranho (OVACE) em adultos e bebês:



Imagem associada para resolução da questão




Esse procedimento é denominado de


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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533844 Noções de Primeiros Socorros
Ao realizar uma ronda no departamento, um vigilante presencia a queda de um trabalhador que escorregou de uma escada. Ao se aproximar, observa que o acidentado apresenta uma lesão na perna, com sangramento, deformidade, e uma parte do osso visível através da pele. A vítima está consciente, sente dor intensa e demonstra ansiedade. Considerando a função do vigilante no atendimento de primeiros socorros, assinale a alternativa que apresenta a conduta inicial correta.
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533843 Noções de Primeiros Socorros

A Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) é realizada por meio de um conjunto de manobras de primeiros socorros, dentre elas, a compressão torácica demonstrada na imagem a seguir:



Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Samu 192 



Considerando as diretrizes da American Heart Association (AHA) e o Ministério da Saúde, assinale a alternativa que apresenta a frequência correta das compressões torácicas para garantir uma RCP de alta qualidade em indivíduos adultos.

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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533842 Noções de Primeiros Socorros
Durante o atendimento inicial em um acidente, a aferição dos sinais vitais é fundamental para avaliar o estado geral da vítima e repassar informações precisas ao serviço de emergência. Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta os sinais que devem ser avaliados e a forma adequada de observá-los. 
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533841 Noções de Primeiros Socorros
Durante seu turno de trabalho, um vigilante observa que uma pessoa apresenta sinais claros de um quadro de convulsão: queda repentina, movimentos corporais involuntários, rigidez muscular, salivação intensa e perda de consciência. Considerando os procedimentos de primeiros socorros, qual a conduta correta?
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533840 Noções de Primeiros Socorros
Um colaborador sofre uma queimadura ao ter contato direto com uma superfície extremamente aquecida durante uma atividade no ambiente de trabalho. Assinale a alternativa que apresenta a conduta correta de um primeiro socorrista no atendimento inicial da queimadura, de acordo com os protocolos de primeiros socorros.
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533839 Noções de Primeiros Socorros
Em meio a um evento universitário, um estudante começa a apresentar comportamentos alterados, como agitação extrema, fala desconexa, delírios de perseguição e tentativa de fuga sem motivo aparente. Ele não aceita ser tocado e acredita que todos estão envolvidos em uma conspiração contra ele. Um vigilante do campus é chamado para auxiliar na situação. Como primeiro socorrista e considerando um possível surto psicótico, qual é a conduta mais adequada ao prestar os primeiros socorros a essa vítima?
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533838 Noções de Primeiros Socorros
Uma pessoa colapsa, repentinamente, no decurso de uma caminhada em um parque. Ao se aproximar, você percebe que ela está consciente, porém apresenta pele, lábios e unhas azulados, além de dificuldade para respirar. Considerando os conhecimentos em primeiros socorros, a cianose (coloração azulada da pele e mucosas) é um sinal de
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533837 Direito Administrativo

Texto para a questão.



    “A teoria geral do direito deteve-se muitas vezes e com prazer na diferença entre a obediência a uma norma ou ao ordenamento em seu conjunto, que é uma atitude passiva (e pode ser também mecânica, puramente habitual, instintiva), e a aceitação de uma norma ou do ordenamento em seu conjunto, que é uma atitude ativa, que implica, se não um juízo de aprovação, pelo menos uma inclinação favorável a se servir da norma ou das normas para guiar a própria conduta e para condenar a conduta de quem não se conforma com ela ou elas.


    Enquanto contrária à obediência, a resistência compreende todo comportamento de ruptura contra a ordem constituída, que ponha em crise o sistema pelo simples fato de produzir-se, como ocorre num tumulto, num motim, numa rebelião, numa insurreição, até o caso limite da revolução; que ponha o sistema em crise, mas não necessariamente em questão. Enquanto contrária à aceitação, a contestação se refere, mais do que a um comportamento de ruptura, a uma atitude de crítica, que põe em questão a ordem constituída sem necessariamente pô-la em crise. E, com efeito, se a resistência culmina essencialmente num ato prático, numa ação ainda que apenas demonstrativa, a contestação, por seu turno, expressa-se através de um discurso crítico, num protesto verbal, na enunciação de um slogan. Decerto, na prática, a distinção não é assim tão nítida: numa situação concreta, é difícil estabelecer onde termina a contestação e onde começa a resistência. O importante é que se podem verificar os dois casos-limite, o de uma resistência sem contestação e o de uma contestação que não se faz acompanhar por ato subversivo que possa ser chamado de resistência. Enquanto a resistência, ainda que não necessariamente violenta, pode chegar até o uso da violência e, de qualquer modo, não é incompatível com o uso da violência, a violência do contestador, ao contrário, é sempre apenas ideológica”.



Norberto Bobbio. A era dos direitos, p. 144-145 (adaptado)

Na hipótese da questão anterior, caso o(a) Pró-Reitor(a) que preside a sessão demande a intervenção da guarda universitária por entender que as manifestações estão repetindo o mesmo argumento, é possível afirmar que a intervenção solicitada é
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533836 Conhecimentos Gerais

Texto para a questão.



    “A teoria geral do direito deteve-se muitas vezes e com prazer na diferença entre a obediência a uma norma ou ao ordenamento em seu conjunto, que é uma atitude passiva (e pode ser também mecânica, puramente habitual, instintiva), e a aceitação de uma norma ou do ordenamento em seu conjunto, que é uma atitude ativa, que implica, se não um juízo de aprovação, pelo menos uma inclinação favorável a se servir da norma ou das normas para guiar a própria conduta e para condenar a conduta de quem não se conforma com ela ou elas.


    Enquanto contrária à obediência, a resistência compreende todo comportamento de ruptura contra a ordem constituída, que ponha em crise o sistema pelo simples fato de produzir-se, como ocorre num tumulto, num motim, numa rebelião, numa insurreição, até o caso limite da revolução; que ponha o sistema em crise, mas não necessariamente em questão. Enquanto contrária à aceitação, a contestação se refere, mais do que a um comportamento de ruptura, a uma atitude de crítica, que põe em questão a ordem constituída sem necessariamente pô-la em crise. E, com efeito, se a resistência culmina essencialmente num ato prático, numa ação ainda que apenas demonstrativa, a contestação, por seu turno, expressa-se através de um discurso crítico, num protesto verbal, na enunciação de um slogan. Decerto, na prática, a distinção não é assim tão nítida: numa situação concreta, é difícil estabelecer onde termina a contestação e onde começa a resistência. O importante é que se podem verificar os dois casos-limite, o de uma resistência sem contestação e o de uma contestação que não se faz acompanhar por ato subversivo que possa ser chamado de resistência. Enquanto a resistência, ainda que não necessariamente violenta, pode chegar até o uso da violência e, de qualquer modo, não é incompatível com o uso da violência, a violência do contestador, ao contrário, é sempre apenas ideológica”.



Norberto Bobbio. A era dos direitos, p. 144-145 (adaptado)

Com base no texto, é possível afirmar que a ação coordenada por um grupo de alunos, durante uma sessão de um dos Conselhos Centrais da Universidade em que uma importante deliberação deverá ser feita e com a qual os alunos não concordam, de pleitearem a palavra e apresentarem suas reivindicações configura-se como
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Agente de Vigilância |
Q3533835 Legislação de Trânsito
Com relação às placas de trânsito, é correto afirmar que as placas de fundo
Alternativas
Respostas
1121: A
1122: B
1123: C
1124: D
1125: B
1126: E
1127: E
1128: A
1129: D
1130: E
1131: C
1132: C
1133: D
1134: E
1135: B
1136: D
1137: B
1138: D
1139: D
1140: A