Questões de Concurso Para fuvest

Foram encontradas 3.598 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3300413 Segurança e Saúde no Trabalho
Uma instalação que realiza pesquisas com modelos animais infectados por microrganismos de Nível de Biossegurança 3 (NB-3) enfrenta problemas com o descarte adequado de resíduos biológicos. Durante uma inspeção, foi constatado que resíduos contaminados estão sendo descartados junto com o lixo comum. Esse problema pode colocar em risco os trabalhadores e o meio ambiente. Com base na situação descrita, assinale a alternativa que apresenta a ação correta para garantir a biossegurança no descarte de resíduos biológicos.
Alternativas
Q3300412 Veterinária
Em uma unidade que trabalha com camundongos geneticamente modificados para estudos de câncer, foi identificado que o fluxo de entrada e saída de pessoas na instalação não segue um protocolo específico de barreira sanitária. Os pesquisadores entram e saem do biotério usando os mesmos jalecos que utilizam em outras áreas do laboratório. Com base nas diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, qual é a prática correta a ser adotada para minimizar o risco de contaminação em um biotério?
Alternativas
Q3300411 Segurança e Saúde no Trabalho
Uma instalação animal de Nível de Biossegurança 2 (NB-2) trabalha com estudos de vacinas. Durante uma inspeção, foi identificado que profissionais sem treinamento específico em biossegurança têm acesso às áreas experimentais, pois o controle de entrada é realizado apenas por meio de chaves mecânicas compartilhadas. Além disso, novos membros da equipe não recebem treinamento formal antes de iniciar suas atividades. De acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, qual é a prática correta para o controle de acesso e treinamento em instalações de biossegurança?
Alternativas
Q3300410 Veterinária
Um laboratório que trabalha com modelos experimentais de infecção viral possui diferentes seções para animais de várias espécies, incluindo roedores e primatas. Durante uma auditoria de biossegurança, foi observado que a área destinada a roedores, onde as infecções virais são estudadas, não possui um protocolo claro para a desinfecção e descarte de materiais contaminados, o que pode resultar em risco de contaminação para outras áreas da instalação. De acordo com o Guia Brasileiro de Produção, Manutenção ou Utilização de Animais em Atividades de Ensino ou Pesquisa Científica, qual é a ação mais adequada para garantir a biossegurança na instalação de animais?
Alternativas
Q3300409 Técnicas em Laboratório
Com relação as metodologias para titulação viral, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3300408 Técnicas em Laboratório
Você foi designado para realizar o isolamento de um vírus em amostras biológicas coletadas de um paciente com sintomas respiratórios. As amostras foram enviadas ao laboratório para análise, e você deve adotar a metodologia mais adequada para garantir que o isolamento viral seja realizado corretamente, com base na situação apresentada, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3300407 Técnicas em Laboratório
Em um laboratório de pesquisa, os cientistas estão investigando a expressão de uma proteína específica em amostras de tecido de um paciente com câncer. Para isso, eles utilizam a técnica de imunohistoquímica a fim de localizar e visualizar a distribuição da proteína nas células do tecido. Após realizar a análise, os pesquisadores observam que a proteína está localizada principalmente no núcleo celular das células tumorais, sugerindo um possível papel na regulação celular do câncer. Agora, os pesquisadores precisam validar os resultados e entender como a técnica foi aplicada. Com base neste cenário, assinale a alternativa correta sobre o uso da técnica de imunohistoquímica.
Alternativas
Q3300406 Técnicas em Laboratório
Uma pesquisadora está conduzindo experimentos com fibroblastos primários extraídos de camundongos para estudar a resposta celular ao estresse oxidativo. Durante o cultivo, ela observa que as células apresentam crescimento reduzido e sinais de alteração morfológica. Ao revisar o protocolo, a pesquisa identifica algumas etapas que podem ter afetado negativamente a viabilidade e a proliferação celular. Com base na situação apresentada, assinale a alternativa que apresenta o possível fator causador do problema observado.
Alternativas
Q3300405 Técnicas em Laboratório
Uma equipe de pesquisadores está investigando os mecanismos de sinalização celular em resposta a uma infecção viral. Para determinar a localização intracelular de uma proteína viral recém-descoberta, utilizaram a técnica de imunofluorescência. Os seguintes procedimentos foram adotados:

1. Amostras de células infectadas foram fixadas com paraformaldeído.
2. As células foram permeabilizadas com Triton X-100 para permitir a entrada do anticorpo.
3. Um anticorpo primário específico para a proteína viral foi utilizado, seguido por um anticorpo secundário conjugado com fluoróforo.
4. As células foram analisadas em um microscópio de fluorescência.

Após a análise, foi observado um padrão pontilhado de fluorescência no citoplasma das células infectadas, sem fluorescência significativa no núcleo. Com base nos procedimentos descritos e nos resultados observados, qual conclusão é mais adequada sobre a localização da proteína viral? 
Alternativas
Q3300404 Veterinária
Um pesquisador está realizando um teste para diagnosticar uma infecção viral em uma amostra. O teste envolve a detecção de anticorpos específicos no soro do paciente usando a técnica de ELISA. É necessário que o teste seja realizado para avaliar a presença de anticorpos IgG e IgM contra o vírus. Durante o processo, uma reação enzimática gerou uma mudança de cor visível na placa de microtitulação, indicando a presença de anticorpos contra o vírus no soro da amostra. Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa correta sobre o uso da técnica de ELISA nesse contexto.
Alternativas
Q3300403 Francês
         Le livre Soyez gentil mais pas trop s’adresse aux gentils et gentilles qui, à force d’être trop modestes, altruistes et conciliants, s’oublient en chemin et passent à côté d’occasions. L’auteur et psychiatre François Lelord constate que même si la gentillesse est une qualité, elle est souvent considérée comme une faiblesse. Entrevue.

Quelles sont les caractéristiques des gentils?

       Il y a différents traits de caractère qu’on trouve souvent rassemblés dans ce qu’on appelle la gentillesse. Il y a la modestie, la tendance à ne pas se mettre en avant, la confiance, le fait de ne pas se méfier des gens.

La gentillesse n’est-elle pas assez valorisée dans notre société?

        Être gentil peut être considéré comme une faiblesse. Les gentils finissent par laisser les autres les dominer et se retrouvent en position de perdants dans des interactions sociales, ce qui projette l’image de faiblesse et de naïveté alors qu’au fond, la gentillesse est une grande qualité. Dans le livre, je dis: soyez gentil, car c’est une qualité, voire une valeur, mais pas trop ! C’est bien d’être gentil, mais c’est bien aussi de pouvoir contrôler ce réflexe de gentillesse, car il laisse les autres prendre l’avantage sur vous.

Comment apprivoiser les excès de gentilesse?

      Il faut faire attention à la réciprocité. Si vous vous montrez conciliant et que vous acceptez toujours de rendre service, c’est bien qu’à un moment, il y ait une forme de réciprocité. Il faut apprendre à s’affirmer dans des situations à faible enjeu. Les gentils, très souvent, se disent: je me tais, je ne veux pas créer de problèmes. Il faut être vigilant dans des petites situations, car sinon, on risque de ne pas être préparé quand il y aura des situations à enjeux plus forts où on devra affirmer son point de vue. Le problème des gentils, c’est quand ils ont le sentiment de s’être fait avoir, certains peuvent accumuler du ressentiment et un jour, exploser d’une manière qui paraîtra déplacée.


Disponível em https://lapresse.ca.26/01/25. Adaptado.
No texto, a expressão “le fait de ne pas se méfier des gens” (2º parágrafo) tem sentido oposto a
Alternativas
Q3300402 Francês
         Le livre Soyez gentil mais pas trop s’adresse aux gentils et gentilles qui, à force d’être trop modestes, altruistes et conciliants, s’oublient en chemin et passent à côté d’occasions. L’auteur et psychiatre François Lelord constate que même si la gentillesse est une qualité, elle est souvent considérée comme une faiblesse. Entrevue.

Quelles sont les caractéristiques des gentils?

       Il y a différents traits de caractère qu’on trouve souvent rassemblés dans ce qu’on appelle la gentillesse. Il y a la modestie, la tendance à ne pas se mettre en avant, la confiance, le fait de ne pas se méfier des gens.

La gentillesse n’est-elle pas assez valorisée dans notre société?

        Être gentil peut être considéré comme une faiblesse. Les gentils finissent par laisser les autres les dominer et se retrouvent en position de perdants dans des interactions sociales, ce qui projette l’image de faiblesse et de naïveté alors qu’au fond, la gentillesse est une grande qualité. Dans le livre, je dis: soyez gentil, car c’est une qualité, voire une valeur, mais pas trop ! C’est bien d’être gentil, mais c’est bien aussi de pouvoir contrôler ce réflexe de gentillesse, car il laisse les autres prendre l’avantage sur vous.

Comment apprivoiser les excès de gentilesse?

      Il faut faire attention à la réciprocité. Si vous vous montrez conciliant et que vous acceptez toujours de rendre service, c’est bien qu’à un moment, il y ait une forme de réciprocité. Il faut apprendre à s’affirmer dans des situations à faible enjeu. Les gentils, très souvent, se disent: je me tais, je ne veux pas créer de problèmes. Il faut être vigilant dans des petites situations, car sinon, on risque de ne pas être préparé quand il y aura des situations à enjeux plus forts où on devra affirmer son point de vue. Le problème des gentils, c’est quand ils ont le sentiment de s’être fait avoir, certains peuvent accumuler du ressentiment et un jour, exploser d’une manière qui paraîtra déplacée.


Disponível em https://lapresse.ca.26/01/25. Adaptado.
O texto informa que, segundo François Lelord, o principal risco para pessoas gentis em interações sociais está relacionado à
Alternativas
Q3300401 Francês
       Les emballages alimentaires à base de fibres végétales peuvent contenir des substances nocives et ne sont pas forcément très durables, déplore l’association de consommateurs CLCV (Association nationale de défense des consommateurs et usagers – France) dans une étude.
         Si les tests menés par l’association "ne témoignent pas d’une infraction sanitaire en l’état de la réglementation", ils révèlent cependant "une composition pas toujours très verte et beaucoup trop d’allégations susceptibles de prêter à confusion" pour des emballages à base de fibres végétales, perçus comme plus durables et moins dangereux pour la santé que les contenants en plastique à usage unique qu’ils remplacent.
       Barquette en pulpe de canne à sucre, boîte à pizza en carton ondulé, pots à soupe en carton kraft: l’association CLCV a analysé cinq emballages courants à base de fibres végétales commandés sur des sites fournissant la restauration à emporter. Ces tests ont permis de détecter du bisphénol A dans la boîte à pizza. La présence de ce perturbateur endocrinien, interdit en France depuis 2015, pourrait être liée à l’emploi de carton recyclé, suppose la CLCV.
        Les analyses ont également suggéré la présence, dans la barquette en pulpe de canne à sucre, de composés perfluorés (PFAS). Ces polluants délétères pour la santé sont souvent utilisés pour leurs propriétés imperméabilisantes et de résistance aux fortes températures.
      Ces emballages sont souvent doublés d’un revêtement plastique pour les rendre étanches. Résultat : des "promesses exagérées" en termes de recyclabilité, souligne la CLCV.
    L’association dénonce par ailleurs une "confusion" dans l’emploi des termes "compostables" et "biodégradables". Pour l’association, industriels et professionnels doivent faire preuve de davantage de transparence sur la composition de leurs emballages.
        "Le remplacement des emballages jetables en plastique par d’autres à base de fibres végétales ne semble pas tenir ses promesses en termes de sécurité et de durabilité", résume la CLCV.


Disponível em https://rtbf.be. 08/01/ 2025. Adaptado.
No trecho “Ces polluants délétères pour la santé sont souvent utilisés pour leurs propriétés imperméabilisantes et de résistance aux fortes températures” (5º parágrafo), o pronome “leurs” refere-se 
Alternativas
Q3300400 Francês
       Les emballages alimentaires à base de fibres végétales peuvent contenir des substances nocives et ne sont pas forcément très durables, déplore l’association de consommateurs CLCV (Association nationale de défense des consommateurs et usagers – France) dans une étude.
         Si les tests menés par l’association "ne témoignent pas d’une infraction sanitaire en l’état de la réglementation", ils révèlent cependant "une composition pas toujours très verte et beaucoup trop d’allégations susceptibles de prêter à confusion" pour des emballages à base de fibres végétales, perçus comme plus durables et moins dangereux pour la santé que les contenants en plastique à usage unique qu’ils remplacent.
       Barquette en pulpe de canne à sucre, boîte à pizza en carton ondulé, pots à soupe en carton kraft: l’association CLCV a analysé cinq emballages courants à base de fibres végétales commandés sur des sites fournissant la restauration à emporter. Ces tests ont permis de détecter du bisphénol A dans la boîte à pizza. La présence de ce perturbateur endocrinien, interdit en France depuis 2015, pourrait être liée à l’emploi de carton recyclé, suppose la CLCV.
        Les analyses ont également suggéré la présence, dans la barquette en pulpe de canne à sucre, de composés perfluorés (PFAS). Ces polluants délétères pour la santé sont souvent utilisés pour leurs propriétés imperméabilisantes et de résistance aux fortes températures.
      Ces emballages sont souvent doublés d’un revêtement plastique pour les rendre étanches. Résultat : des "promesses exagérées" en termes de recyclabilité, souligne la CLCV.
    L’association dénonce par ailleurs une "confusion" dans l’emploi des termes "compostables" et "biodégradables". Pour l’association, industriels et professionnels doivent faire preuve de davantage de transparence sur la composition de leurs emballages.
        "Le remplacement des emballages jetables en plastique par d’autres à base de fibres végétales ne semble pas tenir ses promesses en termes de sécurité et de durabilité", résume la CLCV.


Disponível em https://rtbf.be. 08/01/ 2025. Adaptado.
No trecho “Si les tests menés par l´association «ne témoignent pas d´une infraction sanitaire en l´état de la réglementation», ils révèlent cependant «une composition pas toujours três verte et beaucoup trop d´allégations susceptibles de prêter à confusion»” (2º parágrafo), a relação entre “si” e “cependant” indica que
Alternativas
Q3300399 Francês
 On se pose tous la question lorsqu'on monte dans un avion: au fond, à quoi sert ce "mode avion" sur nos smartphones? Et surtout : l'avion risque t-il de s'écraser parce que j'ai oublié de l'activer ?
        Avant d'aller plus loin dans l'explication, rassurez-vous: non, ne pas activer le mode avion en plein vol n'est pas dangereux au sens où cela ne causera pas d'accident d'avion.     
       Mais il y a malgré tout quelques points à prendre en compte. Il est vrai que nos smartphones peuvent, techniquement, causer des interférences avec les systèmes de navigation et de communication de l'avion. Certes, au fil des années, le risque a considérablement diminué. Il est d'ailleurs désormais possible de passer des appels en plein vol, grâce aux "pico-cellules", qui mettent en relation nos smartphones à un satellite, lui-même relié aux antennes terrestres. Mais le risque zéro n'existe pas.
         À vrai dire, la principale raison pour laquelle le mode avion est toujours présent sur nos smartphones, et que l'équipage demande encore de l'activer, c'est pour assurer la tranquillité et un certain confort à bord de l'avion. Un vol durant lequel les appels sont incessants pourrait être perturbé. Les passagers pourraient être agacés, et s'énerver. Ce qui serait bien plus dangereux, notamment pour l'équipage, qu'une quelconque interférence avec le système de pilotage de l'avion.


Disponível em https://rtbf.be. 12/01/2025. Adaptado. 
No contexto do trecho “Il est d´ailleurs désormais possible de passer des appels en plein vol” (3º parágrafo), o advérbio “désormais” indica
Alternativas
Q3300398 Francês
 On se pose tous la question lorsqu'on monte dans un avion: au fond, à quoi sert ce "mode avion" sur nos smartphones? Et surtout : l'avion risque t-il de s'écraser parce que j'ai oublié de l'activer ?
        Avant d'aller plus loin dans l'explication, rassurez-vous: non, ne pas activer le mode avion en plein vol n'est pas dangereux au sens où cela ne causera pas d'accident d'avion.     
       Mais il y a malgré tout quelques points à prendre en compte. Il est vrai que nos smartphones peuvent, techniquement, causer des interférences avec les systèmes de navigation et de communication de l'avion. Certes, au fil des années, le risque a considérablement diminué. Il est d'ailleurs désormais possible de passer des appels en plein vol, grâce aux "pico-cellules", qui mettent en relation nos smartphones à un satellite, lui-même relié aux antennes terrestres. Mais le risque zéro n'existe pas.
         À vrai dire, la principale raison pour laquelle le mode avion est toujours présent sur nos smartphones, et que l'équipage demande encore de l'activer, c'est pour assurer la tranquillité et un certain confort à bord de l'avion. Un vol durant lequel les appels sont incessants pourrait être perturbé. Les passagers pourraient être agacés, et s'énerver. Ce qui serait bien plus dangereux, notamment pour l'équipage, qu'une quelconque interférence avec le système de pilotage de l'avion.


Disponível em https://rtbf.be. 12/01/2025. Adaptado. 
Conforme o texto, ativar o modo avião durante o voo tem como principal objetivo
Alternativas
Q3300397 Francês
       L’art de la table en France connaît une réputation solide depuis des centaines d’années. Les règles se transmettent de génération en génération, mais il reste intéressant de savoir comment elles ont été construites.
       Un verre de vin, un verre à eau, un verre à champagne, le couteau à droite et la fourchette à gauche, dresser une table à la française n’est pas un exercice simple. Cela demande beaucoup de patience et de minutie, car rien n’est laissé au hasard. Mais pour se souvenir de toutes ces traditions à la française, encore faut-il les comprendre. Alors pourquoi placet-on le couteau à droite et la fourchette à gauche de l’assiette?
        Le couteau à droite de l’assiette est une coutume qui existe depuis le XVIe siècle. Cette tradition a été instaurée en hommage à l’épée des chevaliers qui se trouvait à droite. Seuls le couteau et la fourchette à dessert viennent accompagner la cuillère, le tout mis entre les verres et les assiettes. Une autre coutume est née au même siècle, celle de mettre la fourchette à gauche de l’assiette. Autre code très important: les dents de la fourchette doivent être orientées vers la table, et non pas vers le haut, de même que la lame de couteau doit être orientée vers l’assiette. Le dressage de la table se veut ainsi pacifiste et beaucoup plus raffiné. Ce dressage des couteaux et fourchette était primordial au XVIe siècle et cette disposition des couverts est devenue une véritable tradition.
         Les Français étant majoritairement droitiers, il semblait donc plus logique de mettre le couteau à droite et la fourchette à gauche pour plus de praticité pour le convive. C’est en effet la main droite qui vient couper la viande et le poisson, et le couteau sert également à pousser les aliments sur la fourchette qui est donc placée à gauche. L’art de manger et d’utiliser les couverts de manière simple et raffinée s’est aussi imposé de manière logique et c’est pour cela que les codes ont peu changé depuis le XVIe siècle.


Disponível em https://actu.caminteresse.fr. 21/12/2024. Adaptado. 
Considerado o contexto, a expressão “rien n´est laissé au hasard” (2º parágrafo) indica que
Alternativas
Q3300396 Francês
       L’art de la table en France connaît une réputation solide depuis des centaines d’années. Les règles se transmettent de génération en génération, mais il reste intéressant de savoir comment elles ont été construites.
       Un verre de vin, un verre à eau, un verre à champagne, le couteau à droite et la fourchette à gauche, dresser une table à la française n’est pas un exercice simple. Cela demande beaucoup de patience et de minutie, car rien n’est laissé au hasard. Mais pour se souvenir de toutes ces traditions à la française, encore faut-il les comprendre. Alors pourquoi placet-on le couteau à droite et la fourchette à gauche de l’assiette?
        Le couteau à droite de l’assiette est une coutume qui existe depuis le XVIe siècle. Cette tradition a été instaurée en hommage à l’épée des chevaliers qui se trouvait à droite. Seuls le couteau et la fourchette à dessert viennent accompagner la cuillère, le tout mis entre les verres et les assiettes. Une autre coutume est née au même siècle, celle de mettre la fourchette à gauche de l’assiette. Autre code très important: les dents de la fourchette doivent être orientées vers la table, et non pas vers le haut, de même que la lame de couteau doit être orientée vers l’assiette. Le dressage de la table se veut ainsi pacifiste et beaucoup plus raffiné. Ce dressage des couteaux et fourchette était primordial au XVIe siècle et cette disposition des couverts est devenue une véritable tradition.
         Les Français étant majoritairement droitiers, il semblait donc plus logique de mettre le couteau à droite et la fourchette à gauche pour plus de praticité pour le convive. C’est en effet la main droite qui vient couper la viande et le poisson, et le couteau sert également à pousser les aliments sur la fourchette qui est donc placée à gauche. L’art de manger et d’utiliser les couverts de manière simple et raffinée s’est aussi imposé de manière logique et c’est pour cela que les codes ont peu changé depuis le XVIe siècle.


Disponível em https://actu.caminteresse.fr. 21/12/2024. Adaptado. 
Segundo o texto, na tradição francesa, a colocação da faca à direita do prato tem uma explicação histórica relacionada à
Alternativas
Q3300395 Francês
        La course à pied est sans doute l’un des sports les plus accessibles pour celles et ceux qui souhaitent reprendre une activité physique. Vous l’aurez certainement remarqué, certaines personnes privilégient des sorties plus courtes, mais plus intenses, tandis que d'autres préfèrent courir plus lentement, mais plus longtemps. Alors, quelle est l'option à privilégier?

       “Courir plus longtemps, ou méthode classique, consiste à parcourir des kilomètres à un rythme plus lent”, explique Todd McGrath, médecin du sport. Selon lui, faire des séances de course à pied plus longues, mais en courant plus lentement, permet de développer une plus grande endurance musculaire.

     Autre avantage, celui d’augmenter l’endurance cardiovasculaire. “Courir plus longtemps et plus facilement renforce réellement votre cœur et augmente la capacité de vos poumons à faire fonctionner correctement cet ensemble”, ajoute John Vasudevan, professeur associé de médecine physique.

      De plus, cette solution est idéale pour les débutants. En effet, le temps de récupération est plus court et augmenter l’intensité, la distance ou la durée en fonction de la progression se fait plus facilement.

         En revanche, il existe quelques points négatifs. Si le risque de blessure est moindre, il reste présent. Cela peut provoquer des problèmes de genou ou encore des périostites tibiales. Enfin, ce type de course n’est pas efficace si vous souhaitez gagner en masse musculaire.

        Faire une séance de running plus courte, mais plus intense, présente également des avantages. “En termes de temps et d'efficacité, c'est une façon beaucoup plus efficace de s'entraîner”, souligne le Dr Todd McGrath. Cela permet de “développer sa puissance et sa force”, ajoute John Vasudevan. Ce type de course permet d’augmenter la dépense énergétique.

       Mais faire des sessions de course à pied intense présente aussi son lot de points négatifs. L’effort étant plus intense, elle ne convient pas à tout le monde. Elle peut provoquer des douleurs après la séance. Aussi, le temps de récupération sera plus élevé, ce qui peut impacter la régularité.


Disponível em https://femmeactuelle.fr. 20 Janvier 2025. Adaptado. 
No trecho “La course à pied est sans doute l´un des sports les plus accessibles” (1º parágrafo), a expressão “sans doute” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
Alternativas
Q3300394 Francês
        La course à pied est sans doute l’un des sports les plus accessibles pour celles et ceux qui souhaitent reprendre une activité physique. Vous l’aurez certainement remarqué, certaines personnes privilégient des sorties plus courtes, mais plus intenses, tandis que d'autres préfèrent courir plus lentement, mais plus longtemps. Alors, quelle est l'option à privilégier?

       “Courir plus longtemps, ou méthode classique, consiste à parcourir des kilomètres à un rythme plus lent”, explique Todd McGrath, médecin du sport. Selon lui, faire des séances de course à pied plus longues, mais en courant plus lentement, permet de développer une plus grande endurance musculaire.

     Autre avantage, celui d’augmenter l’endurance cardiovasculaire. “Courir plus longtemps et plus facilement renforce réellement votre cœur et augmente la capacité de vos poumons à faire fonctionner correctement cet ensemble”, ajoute John Vasudevan, professeur associé de médecine physique.

      De plus, cette solution est idéale pour les débutants. En effet, le temps de récupération est plus court et augmenter l’intensité, la distance ou la durée en fonction de la progression se fait plus facilement.

         En revanche, il existe quelques points négatifs. Si le risque de blessure est moindre, il reste présent. Cela peut provoquer des problèmes de genou ou encore des périostites tibiales. Enfin, ce type de course n’est pas efficace si vous souhaitez gagner en masse musculaire.

        Faire une séance de running plus courte, mais plus intense, présente également des avantages. “En termes de temps et d'efficacité, c'est une façon beaucoup plus efficace de s'entraîner”, souligne le Dr Todd McGrath. Cela permet de “développer sa puissance et sa force”, ajoute John Vasudevan. Ce type de course permet d’augmenter la dépense énergétique.

       Mais faire des sessions de course à pied intense présente aussi son lot de points négatifs. L’effort étant plus intense, elle ne convient pas à tout le monde. Elle peut provoquer des douleurs après la séance. Aussi, le temps de récupération sera plus élevé, ce qui peut impacter la régularité.


Disponível em https://femmeactuelle.fr. 20 Janvier 2025. Adaptado. 
De acordo com o texto, os principais benefícios da corrida curta e intensa envolvem
Alternativas
Respostas
2081: A
2082: E
2083: A
2084: E
2085: D
2086: C
2087: E
2088: B
2089: D
2090: C
2091: D
2092: A
2093: C
2094: B
2095: C
2096: E
2097: C
2098: B
2099: A
2100: D