Questões de Concurso Comentadas para fuvest

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Q3532477 Eletricidade
Considere um circuito formado por duas resistências, cada uma com 50 kΩ, que estão associadas em paralelo em um circuito cuja fonte de tensão gera 2,5 mV. Qual a corrente elétrica estabelecida no circuito, quando acionado
Alternativas
Q3531721 Noções de Informática
Em um ambiente de trabalho, três tarefas distintas precisam ser executadas com os programas do Microsoft Office 365, versão em português:

I. Editar um documento com mais de 20 páginas, substituindo todas as ocorrências de uma palavra-chave por outra e padronizando o estilo de títulos automaticamente.
II. Organizar dados de orçamento com fórmulas de soma, aplicar uma formatação visual automática em valores acima de R$ 5.000 e proteger a planilha contra edições acidentais.
III. Sugerir ajustes pontuais em uma apresentação já pronta, sem alterar o conteúdo, utilizando anotações não visíveis na exibição do slide.

Considerando os recursos mais adequados de cada programa para as atividades descritas, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a ferramenta utilizada em cada caso.
Alternativas
Q3531720 Noções de Informática
No PowerPoint, do Microsoft Office 365, é possível tornar as apresentações mais atrativas utilizando efeitos que controlam o modo da entrada e da saída de um slide durante a apresentação. Esses efeitos podem ser personalizados com sons, tempo de duração e tipo de animação. Assinale a alternativa que apresenta: o tipo de recurso para aplicar os efeitos de entrada e saída de um slide durante a apresentação e em qual opção do menu ela é encontrada na versão em português do PowerPoint. 
Alternativas
Q3531712 Direito Administrativo
Nos termos do Estatuto da Universidade de São Paulo, pode-se dizer que a composição do Conselho Técnico-Administrativo das Unidades é
Alternativas
Q3531710 Administração Pública
Segundo as normas da USP, os docentes que assumem funções de Direção e que, por isso, ficam desobrigados de suas atividades docentes, são, além do Reitor,
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Q3531709 Português
“É claro que durante esses anos nós deixamos de ser colônia para constituir o Estado brasileiro e entramos no século XXI, quando a maior parte das previsões apostava que as populações indígenas não sobreviveriam à ocupação do território, pelo menos não mantendo formas próprias de organização, capazes de gerir suas vidas. Isso porque a máquina estatal atua para desfazer as formas de organização das nossas sociedades, buscando uma integração entre essas populações e o conjunto da sociedade brasileira”.
Ailton Krenak. Ideias para adiar o fim do mundo.

O trecho apresentado está inserido num contexto em que o autor critica a
Alternativas
Q3531708 Português
“Pouco tempo depois de publicar meu primeiro romance, fui a uma emissora de TV em Lagos [na Nigéria] para uma entrevista. Uma mulher que trabalhava lá me abordou e disse: ‘Gostei muito do seu romance, mas não gostei do fim. Você precisa escrever uma continuação, e é isso que vai acontecer...’ – então começou a me dizer o que escrever”.

Chimamanda Ngozi Adichie. O perigo de uma história única.

O trecho apresentado está inserido num contexto em que a autora 
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Q3531707 Português
Observe a charge a seguir:

Q46.png (341×213)
Folha de São Paulo, 20.05.2025.

Assinale a alternativa que melhor descreve o sentido da charge em face de recentes circunstâncias vivenciadas na sociedade brasileira.
Alternativas
Q3531706 Inglês
Thirty-six is the new 60


    A recent Finnish study, published in the Annals of Medicine, has drawn attention to the detrimental effects of unhealthy habits, revealing that heavy drinking, smoking, and lack of exercise are associated with declines in health in individuals as young as 36. This research tracked the health of children born in Jyväskylä, Finland, from 1959 onwards, indicating that these habits can cause cumulative damage to physical and mental health. While acknowledging the study's limitations, including its focus on a specific demographic and the exclusion of dietary factors, the core message emphasizes the importance of early intervention to address risky health behaviors. This prompts a broader reflection on personal health practices and the seeming paradox of facing agerelated health concerns at an age that once felt youthful.

    This reflection is juxtaposed with the observation of a rising health consciousness among younger generations, particularly Gen Z, who are demonstrating a decline in traditional vices like smoking and embracing unique wellness trends often popularized through social media. It's considered whether this increased focus on hygiene and health is partly a consequence of pandemic culture, and questions arise about the implications for older individuals who may not have adopted these evolving health priorities. The conflicting messages surrounding healthy living contribute to uncertainty about the most effective path forward.

    The conflicting information is particularly evident in discussions around alcohol consumption. While NHS guidance offers clear benefits for quitting smoking, such as reduced risks of heart attack and lung cancer, advice on alcohol is less definitive. A study in the Canadian Journal of Cardiology even suggests potential cardioprotective effects from white wine, champagne, and fruit, especially for individuals who are wealthy, well-educated, and active. This paradox adds to the uncertainty of navigating health recommendations and lifestyle choices.

    Ultimately, many find themselves at a crossroads, weighing the potential risks and benefits of various lifestyle decisions and grappling with the complexities of conflicting health information. Nuanced perspectives on habits like alcohol consumption, which challenge traditional assumptions, further complicate the decision-making process. The ongoing debate underscores the broader challenge of making informed health decisions in an environment of evolving scientific understanding and contradictory advice.


Financial Times, May 3rd, 2025 (adaptado)
O texto sugere que existe uma tendência entre as gerações mais jovens (particularmente a Geração Z) em relação à saúde. Assinale a alternativa que apresenta essa tendência. 
Alternativas
Q3531705 Inglês
Thirty-six is the new 60


    A recent Finnish study, published in the Annals of Medicine, has drawn attention to the detrimental effects of unhealthy habits, revealing that heavy drinking, smoking, and lack of exercise are associated with declines in health in individuals as young as 36. This research tracked the health of children born in Jyväskylä, Finland, from 1959 onwards, indicating that these habits can cause cumulative damage to physical and mental health. While acknowledging the study's limitations, including its focus on a specific demographic and the exclusion of dietary factors, the core message emphasizes the importance of early intervention to address risky health behaviors. This prompts a broader reflection on personal health practices and the seeming paradox of facing agerelated health concerns at an age that once felt youthful.

    This reflection is juxtaposed with the observation of a rising health consciousness among younger generations, particularly Gen Z, who are demonstrating a decline in traditional vices like smoking and embracing unique wellness trends often popularized through social media. It's considered whether this increased focus on hygiene and health is partly a consequence of pandemic culture, and questions arise about the implications for older individuals who may not have adopted these evolving health priorities. The conflicting messages surrounding healthy living contribute to uncertainty about the most effective path forward.

    The conflicting information is particularly evident in discussions around alcohol consumption. While NHS guidance offers clear benefits for quitting smoking, such as reduced risks of heart attack and lung cancer, advice on alcohol is less definitive. A study in the Canadian Journal of Cardiology even suggests potential cardioprotective effects from white wine, champagne, and fruit, especially for individuals who are wealthy, well-educated, and active. This paradox adds to the uncertainty of navigating health recommendations and lifestyle choices.

    Ultimately, many find themselves at a crossroads, weighing the potential risks and benefits of various lifestyle decisions and grappling with the complexities of conflicting health information. Nuanced perspectives on habits like alcohol consumption, which challenge traditional assumptions, further complicate the decision-making process. The ongoing debate underscores the broader challenge of making informed health decisions in an environment of evolving scientific understanding and contradictory advice.


Financial Times, May 3rd, 2025 (adaptado)
"A recent Finnish study, published in the Annals of Medicine, has drawn attention to the detrimental effects of unhealthy habits, revealing that heavy drinking, smoking, and lack of exercise are associated with declines in health in individuals as young as 36."

Em relação ao texto e com base no trecho apresentado, qual é a principal preocupação destacada pelo estudo finlandês?
Alternativas
Q3531704 Inglês
Extraterrestrial tongues


    The challenge of imagining alien communication is highlighted in the film Arrival (2016), where linguists confront a language strikingly different from any on Earth. While fictional alien languages like Klingon (Star Trek) often resemble human languages with variations in sound or syntax, the possibilities for extraterrestrial tongues are far more diverse. To truly grasp the potential for alien linguistic systems, we must consider the fundamental components of language itself: signs, structure, semantics, and pragmatics.

    The first level, signs, encompasses the means of expression, which could extend beyond spoken words and written symbols to include gestures, smells (as in animal communication), or even electrical impulses. Structure, the second level, involves the organization of language, including grammar and syntax. While we might initially assume alien languages would share structural similarities with our own, they could radically differ, potentially lacking familiar elements like nouns or verbs, or employing entirely novel grammatical categories, perhaps akin to the way maps convey information.

    Semantics, the third level, deals with meaning. Here, the problem of untranslatability arises. While some differences in meaning between human languages exist (e.g., the German word "Fernweh"), alien languages might present more fundamental challenges. If aliens perceive and categorize the world in fundamentally different ways, their language might express concepts we struggle to even grasp. 

    Despite these obstacles, communication may still be possible. Shared needs, such as describing the world or giving commands, could provide a basis for finding points of connection between alien and human languages. Pragmatics, the fourth level, concerns how language is used in context, including metaphors and social conventions. Differences at this level, particularly when combined with semantic differences, as illustrated by the Tamarian language in Star Trek: The Next Generation, can further complicate understanding.

    Ultimately, contemplating the possibilities of alien communication pushes us to expand our understanding of language itself. It encourages us to move beyond our "anthropocentric bubble" and consider that alien languages might possess levels or structures we haven't yet imagined, potentially transforming our perspectives on consciousness, intelligence, and what it means to communicate.


Aeon, April 9th, 2025,(Adaptado)
"The first level, signs, encompasses the means of expression."

Em relação ao texto apresentado, qual das seguintes reestruturações desse trecho mantém o sentido original, manifesta ênfase semelhante e é gramaticalmente correta? 
Alternativas
Q3531702 Inglês
Extraterrestrial tongues


    The challenge of imagining alien communication is highlighted in the film Arrival (2016), where linguists confront a language strikingly different from any on Earth. While fictional alien languages like Klingon (Star Trek) often resemble human languages with variations in sound or syntax, the possibilities for extraterrestrial tongues are far more diverse. To truly grasp the potential for alien linguistic systems, we must consider the fundamental components of language itself: signs, structure, semantics, and pragmatics.

    The first level, signs, encompasses the means of expression, which could extend beyond spoken words and written symbols to include gestures, smells (as in animal communication), or even electrical impulses. Structure, the second level, involves the organization of language, including grammar and syntax. While we might initially assume alien languages would share structural similarities with our own, they could radically differ, potentially lacking familiar elements like nouns or verbs, or employing entirely novel grammatical categories, perhaps akin to the way maps convey information.

    Semantics, the third level, deals with meaning. Here, the problem of untranslatability arises. While some differences in meaning between human languages exist (e.g., the German word "Fernweh"), alien languages might present more fundamental challenges. If aliens perceive and categorize the world in fundamentally different ways, their language might express concepts we struggle to even grasp. 

    Despite these obstacles, communication may still be possible. Shared needs, such as describing the world or giving commands, could provide a basis for finding points of connection between alien and human languages. Pragmatics, the fourth level, concerns how language is used in context, including metaphors and social conventions. Differences at this level, particularly when combined with semantic differences, as illustrated by the Tamarian language in Star Trek: The Next Generation, can further complicate understanding.

    Ultimately, contemplating the possibilities of alien communication pushes us to expand our understanding of language itself. It encourages us to move beyond our "anthropocentric bubble" and consider that alien languages might possess levels or structures we haven't yet imagined, potentially transforming our perspectives on consciousness, intelligence, and what it means to communicate.


Aeon, April 9th, 2025,(Adaptado)
Em relação ao primeiro parágrafo do texto, é correto afirmar que as línguas alienígenas ficcionais
Alternativas
Q3531701 Inglês
Extraterrestrial tongues


    The challenge of imagining alien communication is highlighted in the film Arrival (2016), where linguists confront a language strikingly different from any on Earth. While fictional alien languages like Klingon (Star Trek) often resemble human languages with variations in sound or syntax, the possibilities for extraterrestrial tongues are far more diverse. To truly grasp the potential for alien linguistic systems, we must consider the fundamental components of language itself: signs, structure, semantics, and pragmatics.

    The first level, signs, encompasses the means of expression, which could extend beyond spoken words and written symbols to include gestures, smells (as in animal communication), or even electrical impulses. Structure, the second level, involves the organization of language, including grammar and syntax. While we might initially assume alien languages would share structural similarities with our own, they could radically differ, potentially lacking familiar elements like nouns or verbs, or employing entirely novel grammatical categories, perhaps akin to the way maps convey information.

    Semantics, the third level, deals with meaning. Here, the problem of untranslatability arises. While some differences in meaning between human languages exist (e.g., the German word "Fernweh"), alien languages might present more fundamental challenges. If aliens perceive and categorize the world in fundamentally different ways, their language might express concepts we struggle to even grasp. 

    Despite these obstacles, communication may still be possible. Shared needs, such as describing the world or giving commands, could provide a basis for finding points of connection between alien and human languages. Pragmatics, the fourth level, concerns how language is used in context, including metaphors and social conventions. Differences at this level, particularly when combined with semantic differences, as illustrated by the Tamarian language in Star Trek: The Next Generation, can further complicate understanding.

    Ultimately, contemplating the possibilities of alien communication pushes us to expand our understanding of language itself. It encourages us to move beyond our "anthropocentric bubble" and consider that alien languages might possess levels or structures we haven't yet imagined, potentially transforming our perspectives on consciousness, intelligence, and what it means to communicate.


Aeon, April 9th, 2025,(Adaptado)
A palavra “grasp” (1º parágrafo) pode ser substituída, sem alterações substanciais de sentido, por 
Alternativas
Q3531700 Português
Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C. - 44 a.C.) já mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou um advento que mudou a história dos livros - a invenção da prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma turma que inflou com a chegada da emergente burguesia. Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os leitores, que, na década de 1930, receberam um belo empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está escasseando, como confirma de forma perturbadora um recente levantamento que se concentrou na população brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição, agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida pelo instituto Ipec.


Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025.
No trecho “Só que a história seguiu sua marcha”, a expressão “só que” serve, principalmente, para
Alternativas
Q3531699 Português
Em muitos cantos do planeta, a leitura remete a eras longínquas. Nos tempos em que capitaneava o Império Romano, o poderoso Júlio César (100 a.C. - 44 a.C.) já mencionava o hábito em seu ”Guerra das Gálias”, escritos em que enaltecia seus feitos expansionistas, engolindo inclusive o que é hoje Paris. Aí o mundo girou, e o século XV registrou um advento que mudou a história dos livros - a invenção da prensa de Gutenberg, que substituiu os manuscritos artesanais por volumes acessíveis a um público mais vasto. A princípio, eram clérigos, acadêmicos e a elite letrada - uma turma que inflou com a chegada da emergente burguesia. Mais tarde, a Revolução Industrial viu aflorar o conceito de produção em larga escala, o que fez ampliar ainda mais os leitores, que, na década de 1930, receberam um belo empurrão com o aparecimento da opção de bolso, os paperbacks, tudo a preço razoável e fácil de carregar. Só que a história seguiu sua marcha, e a entrada em cena da internet chacoalhou a sociedade, revolucionando comportamentos e moldando gerações. Nessa tremida de pilares, o prazer de se perder nas páginas de um livro (ainda que no meio digital) está escasseando, como confirma de forma perturbadora um recente levantamento que se concentrou na população brasileira de todas as idades e classes sociais. A aferição, agora na sexta edição, pela primeira vez aponta que a maioria no país não está lendo um único livro, nem daqueles fininhos e de enredo simples. Precisamente, 53% declararam não ter folheado nenhum volume nos três meses que antecederam a detalhada pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, conduzida pelo instituto Ipec.


Adaptado de Sara Salbert.” Nova pesquisa mostra que brasileiros estão cada vez mais afastados da leitura.” Revista Veja. Jan. de 2025.
A expressão “o mundo girou” tem, no contexto, a função de
Alternativas
Q3531697 Português
No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da mão direita do escritor, enquanto projetou o romance, toda a vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos-fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um lugar - uma cidade - repleto de avenidas. Algures, livro sobreviverá, aberto, como sobrevivem as nossas ideias, anseios, as nossas mistificações, literatura desconhecida, minha tradição. Ninguém leu o livro que dizia escrever. O escritor morreu, levou-o. Não é possível que a morte do meu Pai tenha matado o livro, que era a própria vida. O sonho dessa obra foi a herança que me deixou. Como parar de sonhá-lo, se jamais o li? Imagino a biblioteca dos livros por escrever. 


Adaptado de Djaimilia Pereira de Almeida. O livro do meu pai. Todavia. 2025.
No trecho “Onde guardar a dança da mão direita do escritor...”, o seu efeito expressivo resulta de
Alternativas
Q3531696 Português
No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da mão direita do escritor, enquanto projetou o romance, toda a vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos-fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um lugar - uma cidade - repleto de avenidas. Algures, livro sobreviverá, aberto, como sobrevivem as nossas ideias, anseios, as nossas mistificações, literatura desconhecida, minha tradição. Ninguém leu o livro que dizia escrever. O escritor morreu, levou-o. Não é possível que a morte do meu Pai tenha matado o livro, que era a própria vida. O sonho dessa obra foi a herança que me deixou. Como parar de sonhá-lo, se jamais o li? Imagino a biblioteca dos livros por escrever. 


Adaptado de Djaimilia Pereira de Almeida. O livro do meu pai. Todavia. 2025.
Considerando a organização argumentativa, o texto é construído a partir da 
Alternativas
Q3531695 Português
Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025
Na oração “Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos...”, a conjunção “se” contribui para
Alternativas
Q3531694 Português
Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025
No trecho “Para complicar, as emoções são reações...”, a locução “Para complicar” tem como principal efeito de sentido a 
Alternativas
Q3531693 Português
Ambiência


Somos nós que ditamos o mundo em que vivemos. Não é alienação ou delírio - o fato é que nosso mundo é o nosso pensar. Claro que não se trata apenas de imaginar o mundo que desejamos para ele se concretizar em nossa mente. Para conseguir esse efeito, você tem que negociar com suas emoções para que elas permitam que sua mente viva nesse ambiente. Se as emoções alimentarem o pensamento com impulsos positivos e amorosos, ele, então, poderá sustentar essa atmosfera; mas se, ao contrário, instigar ânimos negativos e hostis, essa será a sua ambiência. Para complicar, as emoções são reações... Então você terá que atrair condutas e comportamentos positivos para influenciá-las; elas, por sua vez, influenciarão os seus pensamentos. A boa notícia é que ter bons pensamentos nos leva a ter boas emoções, as quais irão cooptar boas ações dos outros. Acho que a pergunta, então, é mais ou menos esta: como começar tal processo da maneira certa?


Adaptado de Nilson Bonder. Vapor dos vapores: dicionário de pensares. Rocco Digital. 2025
A coerência interna do texto está ancorada na seguinte perspectiva:
Alternativas
Respostas
801: B
802: C
803: B
804: C
805: D
806: E
807: B
808: A
809: D
810: C
811: A
812: B
813: A
814: D
815: E
816: B
817: B
818: C
819: D
820: C