Questões de Concurso Para pgm-rj

Foram encontradas 314 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332927 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

“Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer.”


Nessa frase do texto, as orações coordenadas mantêm com a principal as seguintes relações semânticas:

Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332926 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

“Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido.”


Reescreve-se em cada alternativa abaixo essa frase do texto. A nova redação encerra construção inadmissível segundo a norma escrita em:

Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332925 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

Há equívoco quanto ao emprego do verbo haver em:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332924 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

Dentre os segmentos abaixo transcritos, há emprego obrigatório da vírgula em:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332923 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

“É um número que impressiona.”


Nas alternativas abaixo, modifica-se o verbo da oração adjetiva, com as devidas alterações de regência. A frase não está de acordo com as normas de língua escrita em:

Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332922 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

"Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo”.


Em cada alternativa abaixo, altera-se a redação dessa frase. O sentido original é modificado em:

Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332921 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

“Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa.” Reescreve-se essa frase do texto em cada alternativa abaixo. A nova redação apresenta um pleonasmo vicioso em:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332920 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

O autor se refere a trabalhos científicos, que relacionam o sentimento de fé ao hábito de comer além do necessário e ao instinto de reprodução, mediante a seguinte estratégia de raciocínio:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332919 Português

Leia o texto abaixo e responda, em seguida, à questão proposta.


    Crescimento de 7,5% ao ano das igrejas evangélicas brasileiras, um milhão de católicos presentes ao velório do Papa João Paulo II no Vaticano, conversões em massa, na Índia, ao hinduísmo: o que esses eventos têm em comum? Dizer “Deus” é apostar em uma resposta arriscada. Se existe um deus, ou vários, ou não, é um dado que a ciência ainda não é capaz de provar, talvez nunca seja. Mas por que cremos é algo que já pode ser mais bem compreendido. E trabalhos recentes afirmam que as bases da fé estão nos nossos instintos primitivos, como a nossa tendência natural a comer mais do que precisamos, nossa preferência por parceiros fortes e saudáveis para a reprodução e a nossa capacidade de ser feliz (ou a falta dela).

    Até um quarto de século atrás, os cientistas acreditavam que o comportamento religioso era produto da socialização ou da educação recebida em casa. Não é o que diz a pesquisa de Laura Koenig, psicóloga americana da Universidade de Minnesota, que acaba de divulgar o resultado de seus estudos com gêmeos. Em seu relatório, Koenig atribui ao DNA cerca de 40% de participação no nível de religiosidade de uma pessoa. É um número que impressiona. Para se ter uma comparação, sabe-se que os genes são responsáveis por 27 % dos casos de câncer de mama, por exemplo.

     Mais de 250 pares de gêmeos, idênticos e nãoidênticos, responderam a perguntas sobre a freqüência de serviços religiosos, orações e discussões teológicas em suas vidas. Dados sobre pais e outros irmãos também foram coletados. Conclusão: quando eram mais novos, e conviviam mais com outros membros da família, todos tendiam a ter um nível de espiritualidade semelhante, demonstrando forte influência do ambiente na decisão; na idade adulta, somente os univitelinos (que têm carga genética 100% igual) continuavam compartilhando os mesmos índices:

    – Quando os filhos saem de casa e entram na universidade ou no trabalho, a interferência dos pais começa a enfraquecer – diz a pesquisadora. – Nesse ponto, temos de tomar as nossas próprias decisões e a biologia passa a falar mais alto.

    Em suma: sejamos crentes ou céticos, a “culpa”, em grande parte, é da nossa genética.

(Adaptado de ARTONI, Camila. Os genes de Deus. Galileu. São Paulo: Editora Globo, n. 166, maio de 2005, p. 46.)

De acordo com a pesquisa da psicóloga americana, a religiosidade do homem pode assim justificar-se:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332918 Contabilidade Geral
A companhia aberta deve elaborar e divulgar, juntamente com suas demonstrações financeiras, demonstrações consolidadas quando:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332917 Contabilidade Geral
As notas explicativas, que complementam as demonstrações financeiras das sociedades anônimas, devem indicar:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332916 Contabilidade Geral
A demonstração do resultado do exercício discriminará as participações na seguinte ordem de cálculo e apresentação:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332915 Contabilidade Geral
A demonstração financeira que indica o montante do dividendo por ação do capital social é denominada:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332914 Contabilidade Geral
No que respeita à elaboração anual das demonstrações contábeis, nas quais as empresas devem observar os princípios fundamentais de contabilidade e uma série de normas que tratam dos seus critérios de preparação, inclusive das notas explicativas, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332913 Contabilidade Geral
A diferença entre o ativo circulante e o passivo circulante resulta no capital circulante liquido da empresa. Os fatos que podem alterar o capital circulante incluem:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332912 Contabilidade Geral
Analise a natureza dos saldos das contas fornecidas abaixo e responda às questões.

Contas Saldos Aplicações de liquidez imediata                                                      20.000
Adiantamentos de clientes                                                                                      15.000
Clientes                                                                                                                   42.000
Dividendos propostos                                                                                               8.000
Empréstimos a diretores                                                                                         15.000
Empréstimos a funcionários                                                                                    20.000
Participações em sociedades controladas e coligadas                                           57.000
Móveis e utensílios                                                                                                  35.000
Gastos pré-operacionais                                                                                         20.000
Pesquisa e desenvolvimento de produtos                                                                5.000
Impostos a recuperar                                                                                              17.000
Obras de arte                                                                                                          10.000
Adiantamentos a fornecedores                                                                               17.000
Almoxarifado                                                                                                           16.000
Benfeitorias em propriedade arrendadas                                                                13.000
Marcas e patentes                                                                                                   15.000
Importações em andamento de bens do imobilizado                                                5.000
Alienação de bônus de subscrição                                                                            2.000
Prêmios de seguros a apropriar                                                                                9.000
Alienação de partes beneficiárias                                                                             6.000
Duplicatas descontadas                                                                                            4.000
Provisão para perdas em investimento                                                                     5.000
Depreciação acumulada de móveis e utensílios                                                       3.000
Ágio na emissão de ações                                                                                        4.000
Reserva legal                                                                                                          10.000
Prejuízos acumulados                                                                                               2.000
Prêmio na emissão de debêntures                                                                            3.000 
Amortização acumulada de gastos pré-operacionais                                               7.000
Empréstimos e financiamentos – longo prazo                                                          8.000
Receita de exercícios futuros                                                                                  11.000
Capital social                                                                                                         177.000
Doações e subvenções para investimento                                                              11.000
Reserva estatutária                                                                                                   6.000
Fornecedores                                                                                                          28.000
Provisão para imposto de renda                                                                               6.000
Títulos a pagar – longo prazo                                                                                   9.000
Ações em tesouraria                                                                                                 5.000
Reserva de reavaliação                                                                                            5.000
Depósitos e aplicações de incentivos fiscais – longo prazo                                     5.000
O total do Patrimônio Líquido é de:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332911 Contabilidade Geral
Analise a natureza dos saldos das contas fornecidas abaixo e responda às questões.

Contas Saldos Aplicações de liquidez imediata                                                      20.000
Adiantamentos de clientes                                                                                      15.000
Clientes                                                                                                                   42.000
Dividendos propostos                                                                                               8.000
Empréstimos a diretores                                                                                         15.000
Empréstimos a funcionários                                                                                    20.000
Participações em sociedades controladas e coligadas                                           57.000
Móveis e utensílios                                                                                                  35.000
Gastos pré-operacionais                                                                                         20.000
Pesquisa e desenvolvimento de produtos                                                                5.000
Impostos a recuperar                                                                                              17.000
Obras de arte                                                                                                          10.000
Adiantamentos a fornecedores                                                                               17.000
Almoxarifado                                                                                                           16.000
Benfeitorias em propriedade arrendadas                                                                13.000
Marcas e patentes                                                                                                   15.000
Importações em andamento de bens do imobilizado                                                5.000
Alienação de bônus de subscrição                                                                            2.000
Prêmios de seguros a apropriar                                                                                9.000
Alienação de partes beneficiárias                                                                             6.000
Duplicatas descontadas                                                                                            4.000
Provisão para perdas em investimento                                                                     5.000
Depreciação acumulada de móveis e utensílios                                                       3.000
Ágio na emissão de ações                                                                                        4.000
Reserva legal                                                                                                          10.000
Prejuízos acumulados                                                                                               2.000
Prêmio na emissão de debêntures                                                                            3.000 
Amortização acumulada de gastos pré-operacionais                                               7.000
Empréstimos e financiamentos – longo prazo                                                          8.000
Receita de exercícios futuros                                                                                  11.000
Capital social                                                                                                         177.000
Doações e subvenções para investimento                                                              11.000
Reserva estatutária                                                                                                   6.000
Fornecedores                                                                                                          28.000
Provisão para imposto de renda                                                                               6.000
Títulos a pagar – longo prazo                                                                                   9.000
Ações em tesouraria                                                                                                 5.000
Reserva de reavaliação                                                                                            5.000
Depósitos e aplicações de incentivos fiscais – longo prazo                                     5.000
O montante das Reservas de Capital perfaz:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332910 Contabilidade Geral
Analise a natureza dos saldos das contas fornecidas abaixo e responda às questões.

Contas Saldos Aplicações de liquidez imediata                                                      20.000
Adiantamentos de clientes                                                                                      15.000
Clientes                                                                                                                   42.000
Dividendos propostos                                                                                               8.000
Empréstimos a diretores                                                                                         15.000
Empréstimos a funcionários                                                                                    20.000
Participações em sociedades controladas e coligadas                                           57.000
Móveis e utensílios                                                                                                  35.000
Gastos pré-operacionais                                                                                         20.000
Pesquisa e desenvolvimento de produtos                                                                5.000
Impostos a recuperar                                                                                              17.000
Obras de arte                                                                                                          10.000
Adiantamentos a fornecedores                                                                               17.000
Almoxarifado                                                                                                           16.000
Benfeitorias em propriedade arrendadas                                                                13.000
Marcas e patentes                                                                                                   15.000
Importações em andamento de bens do imobilizado                                                5.000
Alienação de bônus de subscrição                                                                            2.000
Prêmios de seguros a apropriar                                                                                9.000
Alienação de partes beneficiárias                                                                             6.000
Duplicatas descontadas                                                                                            4.000
Provisão para perdas em investimento                                                                     5.000
Depreciação acumulada de móveis e utensílios                                                       3.000
Ágio na emissão de ações                                                                                        4.000
Reserva legal                                                                                                          10.000
Prejuízos acumulados                                                                                               2.000
Prêmio na emissão de debêntures                                                                            3.000 
Amortização acumulada de gastos pré-operacionais                                               7.000
Empréstimos e financiamentos – longo prazo                                                          8.000
Receita de exercícios futuros                                                                                  11.000
Capital social                                                                                                         177.000
Doações e subvenções para investimento                                                              11.000
Reserva estatutária                                                                                                   6.000
Fornecedores                                                                                                          28.000
Provisão para imposto de renda                                                                               6.000
Títulos a pagar – longo prazo                                                                                   9.000
Ações em tesouraria                                                                                                 5.000
Reserva de reavaliação                                                                                            5.000
Depósitos e aplicações de incentivos fiscais – longo prazo                                     5.000
O somatório do ativo imobilizado importou em:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332909 Contabilidade Geral
Analise a natureza dos saldos das contas fornecidas abaixo e responda às questões.

Contas Saldos Aplicações de liquidez imediata                                                      20.000
Adiantamentos de clientes                                                                                      15.000
Clientes                                                                                                                   42.000
Dividendos propostos                                                                                               8.000
Empréstimos a diretores                                                                                         15.000
Empréstimos a funcionários                                                                                    20.000
Participações em sociedades controladas e coligadas                                           57.000
Móveis e utensílios                                                                                                  35.000
Gastos pré-operacionais                                                                                         20.000
Pesquisa e desenvolvimento de produtos                                                                5.000
Impostos a recuperar                                                                                              17.000
Obras de arte                                                                                                          10.000
Adiantamentos a fornecedores                                                                               17.000
Almoxarifado                                                                                                           16.000
Benfeitorias em propriedade arrendadas                                                                13.000
Marcas e patentes                                                                                                   15.000
Importações em andamento de bens do imobilizado                                                5.000
Alienação de bônus de subscrição                                                                            2.000
Prêmios de seguros a apropriar                                                                                9.000
Alienação de partes beneficiárias                                                                             6.000
Duplicatas descontadas                                                                                            4.000
Provisão para perdas em investimento                                                                     5.000
Depreciação acumulada de móveis e utensílios                                                       3.000
Ágio na emissão de ações                                                                                        4.000
Reserva legal                                                                                                          10.000
Prejuízos acumulados                                                                                               2.000
Prêmio na emissão de debêntures                                                                            3.000 
Amortização acumulada de gastos pré-operacionais                                               7.000
Empréstimos e financiamentos – longo prazo                                                          8.000
Receita de exercícios futuros                                                                                  11.000
Capital social                                                                                                         177.000
Doações e subvenções para investimento                                                              11.000
Reserva estatutária                                                                                                   6.000
Fornecedores                                                                                                          28.000
Provisão para imposto de renda                                                                               6.000
Títulos a pagar – longo prazo                                                                                   9.000
Ações em tesouraria                                                                                                 5.000
Reserva de reavaliação                                                                                            5.000
Depósitos e aplicações de incentivos fiscais – longo prazo                                     5.000
O total das reservas de lucros é de:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: PGM-RJ Órgão: PGM - RJ Prova: PGM-RJ - 2005 - PGM - RJ - Contador |
Q1332908 Contabilidade Geral

Observe os fatos ocorridos e os saldos das contas abaixo:


- Saldo dos Lucros Acumulados em 31/12/2003                                                               370

- Provisão para Imposto de Renda, constituída a maior em 2003                                       60

- Parcela utilizada para aumento de capital                                                                    80

- Ajuste positivo em decorrência de mudança do método de avaliação de estoques          40

- Reversão de Reservas constituídas :

De contingências                                                                                                            30

De lucros a realizar                                                                                                        20

- Lucro Líquido do exercício (2004)                                                                                 60

- Proposta de Destinação do Lucro:

Reserva Legal                                                                                                                 3

Reserva Estatutária                                                                                                         7

Reserva de Lucros a Realizar                                                                                          20

Reserva para Expansão                                                                                                   18

Dividendos propostos                                                                                                      12



A empresa Alfa S/A, ao elaborar a sua Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados, apontou, em 31/12/2004, um saldo no valor de:

Alternativas
Respostas
261: C
262: B
263: D
264: A
265: B
266: D
267: D
268: B
269: C
270: D
271: A
272: A
273: C
274: D
275: D
276: B
277: C
278: C
279: B
280: A