Questões de Concurso
Comentadas para iades
Foram encontradas 23.094 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Acerca desse caso clínico e com base na 10a edição do Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLAS), julgue o item a seguir.
Esse paciente apresenta-se com choque classe III.
Acerca desse caso clínico e com base na 10a edição do Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLAS), julgue o item a seguir.
A abordagem inicial do paciente descrito deverá ser
intubação orotraqueal imediata na chegada, seguida de
fixação externa da fratura.
Acerca desse caso clínico e com base na 10a edição do Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLAS), julgue o item a seguir.
Os componentes-chave para cirurgia de controle de danos em
pacientes vítimas de politrauma grave são hipotensão
permissiva, ressuscitação de hemoderivados, reaquecimento,
correção de acidose e detenção de hemorragia.
Acerca desse caso clínico e com base na 10a edição do Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLAS), julgue o item a seguir.
A classificação Injusy Severity Score (ISS) trata-se de um sistema de pontuação anatômica, que fornece uma pontuação geral para pacientes com múltiplas lesões.
Acerca desse caso clínico e com base na 10a edição do Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLAS), julgue o item a seguir.
Por se tratar de um pneumotórax hipertensivo à direita, o paciente deve ser submetido à toracocentese de alívio no quinto espaço intercostal à direita, seguido de drenagem de tórax.
Acerca desse caso clínico e com base na 10a edição do Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLAS), julgue o item a seguir.
Esse paciente tem indicação para realizar tomografia computadorizada de tórax e abdome.
No que tange ao papel do psicólogo em oncologia, julgue o item a seguir.
Estudos apontam que o cuidador apresenta,
frequentemente, alterações físicas, emocionais e sociais,
com tendência de piora à medida que o paciente se
aproxima da morte, o que justifica a necessidade de
atenção contínua dessas alterações pelo psicólogo.
No que tange ao papel do psicólogo em oncologia, julgue o item a seguir.
É tarefa do psicólogo mostrar aos familiares que o ato
de cuidar de um paciente oncológico fora de
possibilidades terapêuticas de cura constitui uma tarefa
complexa e angustiante, que não deve ser exercida pela
família, e sim por cuidadores profissionais.
No que tange ao papel do psicólogo em oncologia, julgue o item a seguir.
Cabe ao psicólogo responder às urgências e optar
corretamente em casos de encaminhamento. Essa
resposta é crucial na medida em que se defendem
cuidados preventivos e proativos, mesmo em nível de
assistência de alta complexidade.
No que tange ao papel do psicólogo em oncologia, julgue o item a seguir.
É importante que o psicólogo elabore ou use um roteiro
de entrevista para uma avaliação do paciente
oncológico, ainda que, a depender do contexto, o
psicólogo decida não usá-lo, a favor de uma livre escuta
do paciente.
No que tange ao papel do psicólogo em oncologia, julgue o item a seguir.
Os atendimentos psicológicos direcionados aos
cuidadores devem ocorrer exclusivamente mediante
solicitação médica e (ou) da equipe multiprofissional.
Quanto ao uso de instrumentos psicológicos em serviços de oncologia, julgue o item a seguir.
Valores no uso de instrumentos, tais como a eficiência e
a eficácia terapêutica, não são aplicáveis nos quadros
oncológicos, que exigem rigorosa triagem para o
atendimento de um número crescente de pacientes.
Quanto ao uso de instrumentos psicológicos em serviços de oncologia, julgue o item a seguir.
O monitoramento por instrumentos psicológicos
(recomendado pela literatura que sejam breves, que
ofereçam informações relevantes e que sejam capazes
de auxiliar os profissionais da saúde na elaboração de
um diagnóstico diferencial entre um quadro normal e
um patológico) permite a identificação precoce de
transtornos, instrumentalizando a equipe de saúde, e
especialmente o psicólogo, no reconhecimento de
prioridades de uma conduta terapêutica centrada nas
necessidades e demandas do paciente.
Quanto ao uso de instrumentos psicológicos em serviços de oncologia, julgue o item a seguir.
A presença de ansiedade e de depressão entre os
pacientes oncológicos, bem como as respectivas
implicações negativas na vivência do câncer, é
evidência suficiente para que se prescinda do uso de
instrumentos adequados para avaliação e diagnóstico.
Quanto ao uso de instrumentos psicológicos em serviços de oncologia, julgue o item a seguir.
Em oncologia, o acompanhamento clínico, incluindo o
uso de instrumentos específicos, revela sintomas de
ansiedade e de depressão desde a fase diagnóstica do(s)
câncer(es). Observam-se, também, repercussões dessas
reações psicológicas na adesão ao tratamento, na
duração das internações, na qualidade de vida, no
prognóstico e na sobrevida à doença.
Quanto ao uso de instrumentos psicológicos em serviços de oncologia, julgue o item a seguir.
Instrumentos de avaliação de ansiedade e de depressão
podem ser úteis para diagnóstico, mas não são úteis
para orientação do manejo clínico diante das alterações
emocionais suscitadas pelas vivências do câncer.
Na internação, o psicólogo responsável pela especialidade médica executa atendimentos com o paciente no leito de acordo com as condições do paciente e (ou) cuidador.
Acerca das intervenções e relações do psicólogo com os familiares e cuidadores do paciente oncológico, julgue o item a seguir.
Os serviços prestados pelos psicólogos durante a
internação são realizados exclusivamente de forma
individual, na privacidade dos consultórios.
Acerca das intervenções e relações do psicólogo com os familiares e cuidadores do paciente oncológico, julgue o item a seguir.
São realizados atendimentos psicológicos ambulatoriais
apenas a pacientes encaminhados pelos médicos ou por
uma equipe multiprofissional.
Acerca das intervenções e relações do psicólogo com os familiares e cuidadores do paciente oncológico, julgue o item a seguir.
Cabe ao psicólogo contribuir no desenvolvimento de
prevenção e de intervenções com familiares e
cuidadores de pacientes diante das perdas, muitas vezes,
irreversíveis, determinadas pela doença.