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A expansão da fronteira agrícola moderna é um evento emblemático da dispersão do meio técnico, científico e informacional em parte do território brasileiro. Denominam-se fronteira agrícola moderna as áreas ocupadas, a partir da década de 1970, por monoculturas intensivas em capital e tecnologia, em substituição à vegetação original (principalmente de cerrado), a culturas tradicionais (praticadas por campesinos e (ou) agricultores familiares) e às áreas de pastagens extensivas.
FREDERICO, Samuel. As cidades do agronegócio na fronteira
agrícola moderna brasileira. Caderno Prudentino de Geografia.
v. 1, n. 33, p. 5-23, 2011, com adaptações.
Com base nas informações do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Quanto maior a especialização produtiva do campo e o
respectivo conteúdo em ciência e informação, maior será
a urbanização e a inter-relação entre o campo e a cidade.
A expansão da fronteira agrícola moderna é um evento emblemático da dispersão do meio técnico, científico e informacional em parte do território brasileiro. Denominam-se fronteira agrícola moderna as áreas ocupadas, a partir da década de 1970, por monoculturas intensivas em capital e tecnologia, em substituição à vegetação original (principalmente de cerrado), a culturas tradicionais (praticadas por campesinos e (ou) agricultores familiares) e às áreas de pastagens extensivas.
FREDERICO, Samuel. As cidades do agronegócio na fronteira
agrícola moderna brasileira. Caderno Prudentino de Geografia.
v. 1, n. 33, p. 5-23, 2011, com adaptações.
Com base nas informações do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O meio técnico-científico informacional estende-se, de
forma homogênea, como manchas ou pontos pelo
território brasileiro.
A expansão da fronteira agrícola moderna é um evento emblemático da dispersão do meio técnico, científico e informacional em parte do território brasileiro. Denominam-se fronteira agrícola moderna as áreas ocupadas, a partir da década de 1970, por monoculturas intensivas em capital e tecnologia, em substituição à vegetação original (principalmente de cerrado), a culturas tradicionais (praticadas por campesinos e (ou) agricultores familiares) e às áreas de pastagens extensivas.
FREDERICO, Samuel. As cidades do agronegócio na fronteira
agrícola moderna brasileira. Caderno Prudentino de Geografia.
v. 1, n. 33, p. 5-23, 2011, com adaptações.
Com base nas informações do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Com uma área superior a 1,2 milhão de quilômetros
quadrados, equivalente a um quarto da extensão
territorial brasileira, o cerrado possui condições
topográficas (planalto, com grandes áreas planas e
solos profundos) e climáticas (duas estações do ano
bem definidas, uma chuvosa e outra seca, e intensa
luminosidade) favoráveis à agricultura moderna.
A expansão da fronteira agrícola moderna é um evento emblemático da dispersão do meio técnico, científico e informacional em parte do território brasileiro. Denominam-se fronteira agrícola moderna as áreas ocupadas, a partir da década de 1970, por monoculturas intensivas em capital e tecnologia, em substituição à vegetação original (principalmente de cerrado), a culturas tradicionais (praticadas por campesinos e (ou) agricultores familiares) e às áreas de pastagens extensivas.
FREDERICO, Samuel. As cidades do agronegócio na fronteira
agrícola moderna brasileira. Caderno Prudentino de Geografia.
v. 1, n. 33, p. 5-23, 2011, com adaptações.
Com base nas informações do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Motivada por fatores econômicos e geopolíticos, a
expansão da fronteira agrícola moderna ocorreu
principalmente em direção às áreas de cerrado,
também conhecidas como “polígono dos solos ácidos”.
“É como se a CPLP pudesse também significar a ‘Comunidade das Pontes de Língua Portuguesa’. A língua portuguesa é, aliás, ela própria, por seu caráter multicultural e por seu caráter universal, com componentes provindas de todas as partes do mundo, um traço de união fundamental para esse efeito.”
Trecho de discurso do secretário-geral das Nações Unidas,
António Guterres, na Sessão de Abertura da XI Conferência
de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos
Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Brasília,
em 31 de outubro de 2016.
No que se refere à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), julgue (C ou E) o item a seguir.
Um dos dez idiomas mais falados no mundo, a língua
portuguesa não integra o conjunto de idiomas oficiais das
Nações Unidas, que são o inglês, o francês, o espanhol, o
árabe, o chinês (mandarim) e o russo. Como
consequência, os delegados dos
Estados-membros da CPLP não utilizam a língua
portuguesa em seus pronunciamentos oficiais durante as
reuniões e conferências organizadas sob o signo da
Organização das Nações Unidas (ONU). A exceção é o
Debate-Geral da Assembleia-Geral, quando é facultado
aos oradores proferir as intervenções nos próprios
idiomas, inclusive o representante do Brasil, a quem está,
além disso, reservada tradicionalmente a prerrogativa de
proferir a primeira entre todas as alocuções dos Estados-membros.
“É como se a CPLP pudesse também significar a ‘Comunidade das Pontes de Língua Portuguesa’. A língua portuguesa é, aliás, ela própria, por seu caráter multicultural e por seu caráter universal, com componentes provindas de todas as partes do mundo, um traço de união fundamental para esse efeito.”
Trecho de discurso do secretário-geral das Nações Unidas,
António Guterres, na Sessão de Abertura da XI Conferência
de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos
Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Brasília,
em 31 de outubro de 2016.
No que se refere à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), julgue (C ou E) o item a seguir.
A CPLP é a principal organização de segurança coletiva
transatlântica estabelecida entre os países lusófonos. Entre
as medidas que podem ser adotadas pelo Conselho de
Ministros de Relações Exteriores da entidade, desde que
por unanimidade, consta a possibilidade de autorização de
intervenção militar, em nome da organização, e de
emprego de operações de manutenção da paz em parceria
com as Nações Unidas, em caso de ameaça à paz e à
segurança internacionais ou de ruptura à ordem
democrática interna em um dos membros.
“É como se a CPLP pudesse também significar a ‘Comunidade das Pontes de Língua Portuguesa’. A língua portuguesa é, aliás, ela própria, por seu caráter multicultural e por seu caráter universal, com componentes provindas de todas as partes do mundo, um traço de união fundamental para esse efeito.”
Trecho de discurso do secretário-geral das Nações Unidas,
António Guterres, na Sessão de Abertura da XI Conferência
de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos
Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Brasília,
em 31 de outubro de 2016.
No que se refere à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), julgue (C ou E) o item a seguir.
A fundação da CPLP representou a materialização prática
do antigo projeto, cujas raízes remontam aos albores do
século 19, de constituição de entidade supranacional luso-brasileira, incluindo as ex-colônias portuguesas na África.
Ao ratificarem sua adesão à CPLP, os demais países
lusófonos optaram, voluntariamente, por outorgar a
condução do processo decisório dentro do bloco ao
condomínio Brasília-Lisboa, a quem cabe, por delegação,
executar iniciativas bilaterais em favor do progresso e do
desenvolvimento da coletividade dos membros.
“É como se a CPLP pudesse também significar a ‘Comunidade das Pontes de Língua Portuguesa’. A língua portuguesa é, aliás, ela própria, por seu caráter multicultural e por seu caráter universal, com componentes provindas de todas as partes do mundo, um traço de união fundamental para esse efeito.”
Trecho de discurso do secretário-geral das Nações Unidas,
António Guterres, na Sessão de Abertura da XI Conferência
de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos
Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Brasília,
em 31 de outubro de 2016.
No que se refere à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), julgue (C ou E) o item a seguir.
Criada em 1996, a CPLP é integrada por nove
Estados-membros, que são Brasil, Angola, Cabo Verde,
Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal,
São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A exemplo de outras
organizações intergovernamentais, a governança da CPLP
é compartilhada entre a Presidência pro tempore, ocupada
por Estado-membro em sistema de rotação, e uma
estrutura burocrática chefiada por um(a) secretário(a)-executivo(a), responsável pelas incumbências tipicamente
rotineiras e administrativas. A estrutura decisória da
Comunidade conta ainda com Conferência dos Chefes de
Estado e Governo, Conselho dos Ministros de Relações
Exteriores e Comitê de Concertação Permanente.
O conceito de soberania é ubíquo na literatura de Relações Internacionais. No que concerne a esse tema, julgue (C ou E) o item a seguir.
Para o construtivismo, a soberania é uma instituição e
depende, assim, de entendimentos intersubjetivos,
produzindo normas compartilhadas que impelem os
Estados a justificarem suas ações perante a sociedade
internacional.
O conceito de soberania é ubíquo na literatura de Relações Internacionais. No que concerne a esse tema, julgue (C ou E) o item a seguir.
Enquanto as perspectivas tradicionais tendem a avaliar
a soberania como um dado ou atributo dos Estados, as
leituras teóricas críticas enfatizam o caráter histórico e
processual da construção desse princípio, bem como
suas consequências sociais.
No que concerne à Cooperação Sul-Sul implementada pelo Brasil, julgue (C ou E) o item a seguir.
Um dos principais desafios da Cooperação Sul-Sul do
Brasil está relacionado à coordenação de mais de 100
órgãos governamentais envolvidos na cooperação
internacional. Dessa forma, a distribuição de
prerrogativas e mandatos entre os ministérios e as
agências bem como a relação deles com o Ministério
de Relações Exteriores e a ABC não estão, com
frequência, claramente delineados.
No que concerne à Cooperação Sul-Sul implementada pelo Brasil, julgue (C ou E) o item a seguir.
Entre 2008 e 2012, a Agência Brasileira de
Cooperação (ABC) priorizou projetos, nos países do
Sul Global, com impactos sociais e econômicos de
longo prazo, que aprimorariam as capacidades locais.
Assim, para dar conta dos objetivos propostos, ocorreu
reforma institucional na agência, proporcionando
aprimoramento de recursos humanos, financeiros e
logísticos para administrar o aumento da demanda e da
complexidade dos projetos.
No que concerne à Cooperação Sul-Sul implementada pelo Brasil, julgue (C ou E) o item a seguir.
A expansão de recursos e o número de projetos de
Cooperação Sul-Sul ao longo dos anos de 2005 a 2009
foram acompanhados pelo crescimento da presença no
exterior de instituições públicas brasileiras, tais como a
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e a
Fundação Oswaldo Cruz, envolvidas na provisão de
cooperação técnica.
No que concerne à Cooperação Sul-Sul implementada pelo Brasil, julgue (C ou E) o item a seguir.
Da década de 1950 à década de 1990, o Brasil foi um
receptor de cooperação externa, apesar de que, a partir
da redemocratização, tenha começado a se engajar nas
próprias parcerias de desenvolvimento por meio da
prestação de cooperação à América Latina e aos países
africanos lusófonos.
Desde o lançamento da Rodada Doha em 2001, o Brasil tem participado ativamente das negociações comerciais multilaterais na Organização Mundial do Comércio (OMC). Acerca da posição brasileira nas negociações na OMC, julgue (C ou E) o item a seguir.
As negociações que ocorrem, desde 2008, no âmbito
da Iniciativa da Declaração Conjunta sobre Comércio
Eletrônico (Joint Statement Initiative – JSI) têm
permitido ao Brasil vincular concessões acerca do
comércio eletrônico à ampliação de compromissos dos
Estados Unidos da América e da União Europeia no
tema dos subsídios às exportações agrícolas.
Desde o lançamento da Rodada Doha em 2001, o Brasil tem participado ativamente das negociações comerciais multilaterais na Organização Mundial do Comércio (OMC). Acerca da posição brasileira nas negociações na OMC, julgue (C ou E) o item a seguir.
A posição brasileira na Conferência Ministerial de
Bali, em 2013, foi favorável à inclusão do tema de
facilitação ao comércio no pacote de resultados
antecipados da Rodada Doha.
Desde o lançamento da Rodada Doha em 2001, o Brasil tem participado ativamente das negociações comerciais multilaterais na Organização Mundial do Comércio (OMC). Acerca da posição brasileira nas negociações na OMC, julgue (C ou E) o item a seguir.
Em 2009, o Brasil exortou os membros da OMC a
analisarem a questão da relação entre câmbio e
comércio internacional. Para isso, defendeu a retomada
do Grupo de Trabalho sobre Comércio, Dívida e
Finanças (GTCDF), criado em 2001, no âmbito da
Rodada Doha.
Desde o lançamento da Rodada Doha em 2001, o Brasil tem participado ativamente das negociações comerciais multilaterais na Organização Mundial do Comércio (OMC). Acerca da posição brasileira nas negociações na OMC, julgue (C ou E) o item a seguir.
Na reunião miniministerial de Genebra, em julho de
2008, a coalizão G-20, liderada pelo Brasil, mantendo
trajetória de atuação conjunta nas negociações
agrícolas, iniciada na Conferência Ministerial de
Cancún, em setembro de 2003, apresentou proposta no
tema de acesso a mercados dos países em
desenvolvimento, que incluía a abertura dos mercados
da Índia e da China.
O Brasil atua em uma ampla agenda de negociações econômicas internacionais, tanto no âmbito bilateral quanto no multilateral. Considerando a trajetória da posição do Brasil nas negociações internacionais no que se refere a investimentos, julgue (C ou E) o item a seguir.
O modelo brasileiro de ACFI está fundamentado em
três pilares, que são mitigação de riscos; governança
institucional; e agendas temáticas para cooperação e
facilitação de investimentos.
O Brasil atua em uma ampla agenda de negociações econômicas internacionais, tanto no âmbito bilateral quanto no multilateral. Considerando a trajetória da posição do Brasil nas negociações internacionais no que se refere a investimentos, julgue (C ou E) o item a seguir.
Em 2015, o Brasil assinou o Acordo sobre Cooperação
e Facilitação de Investimentos (ACFI) com o Chile. O
modelo de ACFI concebido pelo Brasil, a partir de
então, reflete a abordagem original para o tratamento
de investimentos, particularmente pelo fato de procurar
prevenir controvérsias por meio de mecanismos de
diálogo e, em última instância, prever mecanismo de
arbitragem internacional entre investidores e Estados.