Foram encontradas 15.127 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1139162 Português

                                     TEXTO I


Relatório aponta 53 mortes em MS de indígenas envolvendo conflitos no campo e desnutrição de crianças

Estudo do Cimi mostra tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, violência permanece alta.


      Esta semana o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou um novo relatório sobre a violência contra os povos indígenas. A maioria dos assassinatos tem como causa conflitos no campo. O estudo mostra em números a tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, a violência permanece alta.

      Segundo o Cimi, em 2017, 110 índios foram assassinados no país, 17 deles em Mato Grosso do Sul. Em 2016, 118 é o número de mortes constatadas. A principal causa é o conflito no campo. “Onde há resistência indígena, geralmente pessoas são marcadas como líderes e aí passam a sofrer todo tipo de repressão, ameaças e inclusive assassinatos”, afirmou o coordenador Roberto Liebgott.

       O relatório também destaca mortes de crianças por diarreia, desnutrição e outros problemas, que poderiam ser evitados com melhor assistência da saúde. Em 2017, 702 crianças, de até 5 anos de idade, morreram em todo o país. Deste número, 36 delas eram indígenas de Mato Grosso do Sul.

      A invasão de terras indígenas é outro problema grave. As áreas são cada vez mais cobiçadas por causa da riqueza natural. O número de invasões aumentou de forma expressiva, de 59 registros em 2016 para 96 casos no ano passado, sendo 5 deles no estado. Para o Cimi, tudo reflexo da falta de demarcação das terras e proteção às comunidades.

      “Em relação aos procedimentos de demarcação, há uma paralisia e isto potencializa e eterniza os conflitos”, finalizou Cleber Buzatto, diretor do Cimi.

Texto disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/ 2018/09/30/relatorio-aponta-53-mortes-em-ms-de-indigenas-envolvendo-conflitos-no-campo-e-desnutricao-de-criancas.ghtml Acessado em: 11 de janeiro de 2019 (com adaptações).

O sinal indicativo da ocorrência de crase está corretamente empregado somente no item:
Alternativas
Q1139161 Português

                                     TEXTO I


Relatório aponta 53 mortes em MS de indígenas envolvendo conflitos no campo e desnutrição de crianças

Estudo do Cimi mostra tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, violência permanece alta.


      Esta semana o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou um novo relatório sobre a violência contra os povos indígenas. A maioria dos assassinatos tem como causa conflitos no campo. O estudo mostra em números a tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, a violência permanece alta.

      Segundo o Cimi, em 2017, 110 índios foram assassinados no país, 17 deles em Mato Grosso do Sul. Em 2016, 118 é o número de mortes constatadas. A principal causa é o conflito no campo. “Onde há resistência indígena, geralmente pessoas são marcadas como líderes e aí passam a sofrer todo tipo de repressão, ameaças e inclusive assassinatos”, afirmou o coordenador Roberto Liebgott.

       O relatório também destaca mortes de crianças por diarreia, desnutrição e outros problemas, que poderiam ser evitados com melhor assistência da saúde. Em 2017, 702 crianças, de até 5 anos de idade, morreram em todo o país. Deste número, 36 delas eram indígenas de Mato Grosso do Sul.

      A invasão de terras indígenas é outro problema grave. As áreas são cada vez mais cobiçadas por causa da riqueza natural. O número de invasões aumentou de forma expressiva, de 59 registros em 2016 para 96 casos no ano passado, sendo 5 deles no estado. Para o Cimi, tudo reflexo da falta de demarcação das terras e proteção às comunidades.

      “Em relação aos procedimentos de demarcação, há uma paralisia e isto potencializa e eterniza os conflitos”, finalizou Cleber Buzatto, diretor do Cimi.

Texto disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/ 2018/09/30/relatorio-aponta-53-mortes-em-ms-de-indigenas-envolvendo-conflitos-no-campo-e-desnutricao-de-criancas.ghtml Acessado em: 11 de janeiro de 2019 (com adaptações).

Assinale a alternativa em que as regras de concordância foram inteiramente respeitadas.
Alternativas
Q1139160 Português

                                     TEXTO I


Relatório aponta 53 mortes em MS de indígenas envolvendo conflitos no campo e desnutrição de crianças

Estudo do Cimi mostra tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, violência permanece alta.


      Esta semana o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou um novo relatório sobre a violência contra os povos indígenas. A maioria dos assassinatos tem como causa conflitos no campo. O estudo mostra em números a tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, a violência permanece alta.

      Segundo o Cimi, em 2017, 110 índios foram assassinados no país, 17 deles em Mato Grosso do Sul. Em 2016, 118 é o número de mortes constatadas. A principal causa é o conflito no campo. “Onde há resistência indígena, geralmente pessoas são marcadas como líderes e aí passam a sofrer todo tipo de repressão, ameaças e inclusive assassinatos”, afirmou o coordenador Roberto Liebgott.

       O relatório também destaca mortes de crianças por diarreia, desnutrição e outros problemas, que poderiam ser evitados com melhor assistência da saúde. Em 2017, 702 crianças, de até 5 anos de idade, morreram em todo o país. Deste número, 36 delas eram indígenas de Mato Grosso do Sul.

      A invasão de terras indígenas é outro problema grave. As áreas são cada vez mais cobiçadas por causa da riqueza natural. O número de invasões aumentou de forma expressiva, de 59 registros em 2016 para 96 casos no ano passado, sendo 5 deles no estado. Para o Cimi, tudo reflexo da falta de demarcação das terras e proteção às comunidades.

      “Em relação aos procedimentos de demarcação, há uma paralisia e isto potencializa e eterniza os conflitos”, finalizou Cleber Buzatto, diretor do Cimi.

Texto disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/ 2018/09/30/relatorio-aponta-53-mortes-em-ms-de-indigenas-envolvendo-conflitos-no-campo-e-desnutricao-de-criancas.ghtml Acessado em: 11 de janeiro de 2019 (com adaptações).

Assinale a alternativa em que os tempos verbais estão CORRETAMENTE articulados:
Alternativas
Q1139159 Português

                                     TEXTO I


Relatório aponta 53 mortes em MS de indígenas envolvendo conflitos no campo e desnutrição de crianças

Estudo do Cimi mostra tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, violência permanece alta.


      Esta semana o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou um novo relatório sobre a violência contra os povos indígenas. A maioria dos assassinatos tem como causa conflitos no campo. O estudo mostra em números a tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, a violência permanece alta.

      Segundo o Cimi, em 2017, 110 índios foram assassinados no país, 17 deles em Mato Grosso do Sul. Em 2016, 118 é o número de mortes constatadas. A principal causa é o conflito no campo. “Onde há resistência indígena, geralmente pessoas são marcadas como líderes e aí passam a sofrer todo tipo de repressão, ameaças e inclusive assassinatos”, afirmou o coordenador Roberto Liebgott.

       O relatório também destaca mortes de crianças por diarreia, desnutrição e outros problemas, que poderiam ser evitados com melhor assistência da saúde. Em 2017, 702 crianças, de até 5 anos de idade, morreram em todo o país. Deste número, 36 delas eram indígenas de Mato Grosso do Sul.

      A invasão de terras indígenas é outro problema grave. As áreas são cada vez mais cobiçadas por causa da riqueza natural. O número de invasões aumentou de forma expressiva, de 59 registros em 2016 para 96 casos no ano passado, sendo 5 deles no estado. Para o Cimi, tudo reflexo da falta de demarcação das terras e proteção às comunidades.

      “Em relação aos procedimentos de demarcação, há uma paralisia e isto potencializa e eterniza os conflitos”, finalizou Cleber Buzatto, diretor do Cimi.

Texto disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/ 2018/09/30/relatorio-aponta-53-mortes-em-ms-de-indigenas-envolvendo-conflitos-no-campo-e-desnutricao-de-criancas.ghtml Acessado em: 11 de janeiro de 2019 (com adaptações).

Assinale a alternativa em que se encontra uma marca temporal que organiza o discurso a partir do momento da enunciação:
Alternativas
Q1139158 Português

                                     TEXTO I


Relatório aponta 53 mortes em MS de indígenas envolvendo conflitos no campo e desnutrição de crianças

Estudo do Cimi mostra tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, violência permanece alta.


      Esta semana o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou um novo relatório sobre a violência contra os povos indígenas. A maioria dos assassinatos tem como causa conflitos no campo. O estudo mostra em números a tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, a violência permanece alta.

      Segundo o Cimi, em 2017, 110 índios foram assassinados no país, 17 deles em Mato Grosso do Sul. Em 2016, 118 é o número de mortes constatadas. A principal causa é o conflito no campo. “Onde há resistência indígena, geralmente pessoas são marcadas como líderes e aí passam a sofrer todo tipo de repressão, ameaças e inclusive assassinatos”, afirmou o coordenador Roberto Liebgott.

       O relatório também destaca mortes de crianças por diarreia, desnutrição e outros problemas, que poderiam ser evitados com melhor assistência da saúde. Em 2017, 702 crianças, de até 5 anos de idade, morreram em todo o país. Deste número, 36 delas eram indígenas de Mato Grosso do Sul.

      A invasão de terras indígenas é outro problema grave. As áreas são cada vez mais cobiçadas por causa da riqueza natural. O número de invasões aumentou de forma expressiva, de 59 registros em 2016 para 96 casos no ano passado, sendo 5 deles no estado. Para o Cimi, tudo reflexo da falta de demarcação das terras e proteção às comunidades.

      “Em relação aos procedimentos de demarcação, há uma paralisia e isto potencializa e eterniza os conflitos”, finalizou Cleber Buzatto, diretor do Cimi.

Texto disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/ 2018/09/30/relatorio-aponta-53-mortes-em-ms-de-indigenas-envolvendo-conflitos-no-campo-e-desnutricao-de-criancas.ghtml Acessado em: 11 de janeiro de 2019 (com adaptações).

Quanto à indicação da função sintática do termo destacado, o único item CORRETO é:
Alternativas
Q1139157 Português

                                     TEXTO I


Relatório aponta 53 mortes em MS de indígenas envolvendo conflitos no campo e desnutrição de crianças

Estudo do Cimi mostra tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, violência permanece alta.


      Esta semana o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou um novo relatório sobre a violência contra os povos indígenas. A maioria dos assassinatos tem como causa conflitos no campo. O estudo mostra em números a tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, a violência permanece alta.

      Segundo o Cimi, em 2017, 110 índios foram assassinados no país, 17 deles em Mato Grosso do Sul. Em 2016, 118 é o número de mortes constatadas. A principal causa é o conflito no campo. “Onde há resistência indígena, geralmente pessoas são marcadas como líderes e aí passam a sofrer todo tipo de repressão, ameaças e inclusive assassinatos”, afirmou o coordenador Roberto Liebgott.

       O relatório também destaca mortes de crianças por diarreia, desnutrição e outros problemas, que poderiam ser evitados com melhor assistência da saúde. Em 2017, 702 crianças, de até 5 anos de idade, morreram em todo o país. Deste número, 36 delas eram indígenas de Mato Grosso do Sul.

      A invasão de terras indígenas é outro problema grave. As áreas são cada vez mais cobiçadas por causa da riqueza natural. O número de invasões aumentou de forma expressiva, de 59 registros em 2016 para 96 casos no ano passado, sendo 5 deles no estado. Para o Cimi, tudo reflexo da falta de demarcação das terras e proteção às comunidades.

      “Em relação aos procedimentos de demarcação, há uma paralisia e isto potencializa e eterniza os conflitos”, finalizou Cleber Buzatto, diretor do Cimi.

Texto disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/ 2018/09/30/relatorio-aponta-53-mortes-em-ms-de-indigenas-envolvendo-conflitos-no-campo-e-desnutricao-de-criancas.ghtml Acessado em: 11 de janeiro de 2019 (com adaptações).

A respeito do trecho: A principal causa é o conflito no campo. “Onde há resistência indígena, geralmente pessoas são marcadas como líderes e aí passam a sofrer todo tipo de repressão, ameaças e inclusive assassinatos”, afirmou o coordenador Roberto Liebgott., extraído do texto 1, é CORRETO afirmar somente que:
Alternativas
Q1139156 Português

                                     TEXTO I


Relatório aponta 53 mortes em MS de indígenas envolvendo conflitos no campo e desnutrição de crianças

Estudo do Cimi mostra tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, violência permanece alta.


      Esta semana o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou um novo relatório sobre a violência contra os povos indígenas. A maioria dos assassinatos tem como causa conflitos no campo. O estudo mostra em números a tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, a violência permanece alta.

      Segundo o Cimi, em 2017, 110 índios foram assassinados no país, 17 deles em Mato Grosso do Sul. Em 2016, 118 é o número de mortes constatadas. A principal causa é o conflito no campo. “Onde há resistência indígena, geralmente pessoas são marcadas como líderes e aí passam a sofrer todo tipo de repressão, ameaças e inclusive assassinatos”, afirmou o coordenador Roberto Liebgott.

       O relatório também destaca mortes de crianças por diarreia, desnutrição e outros problemas, que poderiam ser evitados com melhor assistência da saúde. Em 2017, 702 crianças, de até 5 anos de idade, morreram em todo o país. Deste número, 36 delas eram indígenas de Mato Grosso do Sul.

      A invasão de terras indígenas é outro problema grave. As áreas são cada vez mais cobiçadas por causa da riqueza natural. O número de invasões aumentou de forma expressiva, de 59 registros em 2016 para 96 casos no ano passado, sendo 5 deles no estado. Para o Cimi, tudo reflexo da falta de demarcação das terras e proteção às comunidades.

      “Em relação aos procedimentos de demarcação, há uma paralisia e isto potencializa e eterniza os conflitos”, finalizou Cleber Buzatto, diretor do Cimi.

Texto disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/ 2018/09/30/relatorio-aponta-53-mortes-em-ms-de-indigenas-envolvendo-conflitos-no-campo-e-desnutricao-de-criancas.ghtml Acessado em: 11 de janeiro de 2019 (com adaptações).

A propósito das estruturas linguísticas e dos sentidos do texto, é CORRETO afirmar somente que:
Alternativas
Q1139155 Português

                                     TEXTO I


Relatório aponta 53 mortes em MS de indígenas envolvendo conflitos no campo e desnutrição de crianças

Estudo do Cimi mostra tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, violência permanece alta.


      Esta semana o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou um novo relatório sobre a violência contra os povos indígenas. A maioria dos assassinatos tem como causa conflitos no campo. O estudo mostra em números a tensão envolvendo índios, invasores e produtores rurais. Apesar da redução do número de homicídios, no ano passado, a violência permanece alta.

      Segundo o Cimi, em 2017, 110 índios foram assassinados no país, 17 deles em Mato Grosso do Sul. Em 2016, 118 é o número de mortes constatadas. A principal causa é o conflito no campo. “Onde há resistência indígena, geralmente pessoas são marcadas como líderes e aí passam a sofrer todo tipo de repressão, ameaças e inclusive assassinatos”, afirmou o coordenador Roberto Liebgott.

       O relatório também destaca mortes de crianças por diarreia, desnutrição e outros problemas, que poderiam ser evitados com melhor assistência da saúde. Em 2017, 702 crianças, de até 5 anos de idade, morreram em todo o país. Deste número, 36 delas eram indígenas de Mato Grosso do Sul.

      A invasão de terras indígenas é outro problema grave. As áreas são cada vez mais cobiçadas por causa da riqueza natural. O número de invasões aumentou de forma expressiva, de 59 registros em 2016 para 96 casos no ano passado, sendo 5 deles no estado. Para o Cimi, tudo reflexo da falta de demarcação das terras e proteção às comunidades.

      “Em relação aos procedimentos de demarcação, há uma paralisia e isto potencializa e eterniza os conflitos”, finalizou Cleber Buzatto, diretor do Cimi.

Texto disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/ 2018/09/30/relatorio-aponta-53-mortes-em-ms-de-indigenas-envolvendo-conflitos-no-campo-e-desnutricao-de-criancas.ghtml Acessado em: 11 de janeiro de 2019 (com adaptações).

Acerca de seus objetivos gerais ou específicos, somente é CORRETO afirmar que o texto:
Alternativas
Q1139154 Pedagogia
Sobre a importância da utilização do material concreto no Ensino de Matemática, marque o item CORRETO.
Alternativas
Q1139134 Inglês
“Alice wasn’t very trustworthy. On the contrary, she needed constant supervision. Even though she lived off the money inherited from her father, she had been caught stealing twice from her boss. It had come to light that she also faked some invoices and pocketed the money.” 
The expression “on the contrary” (line 1) can not be replaced by:
Alternativas
Q1139133 Inglês
“Alice wasn’t very trustworthy. On the contrary, she needed constant supervision. Even though she lived off the money inherited from her father, she had been caught stealing twice from her boss. It had come to light that she also faked some invoices and pocketed the money.” 
When we say that Alice “lived off the money inherited from her father”, we meant:
Alternativas
Q1139132 Inglês
“Once a week, we had a family time called “Book club”. My mom would stop everything she was doing to go to my bedroom and read a book. Sometimes she liked to pretend she was actually inside the book and started making some funny voices, to best suit each character. Once I started get sleepy, she always kissed me in my forehead and said “I love you so much. You are the light of my life.” before she went to her bed. This is by far the best memory I have from my childhood.”
The sentence “I love you, baby girl. You are the light of my life” can be correctly reported as:
Alternativas
Q1139131 Inglês
“Once a week, we had a family time called “Book club”. My mom would stop everything she was doing to go to my bedroom and read a book. Sometimes she liked to pretend she was actually inside the book and started making some funny voices, to best suit each character. Once I started get sleepy, she always kissed me in my forehead and said “I love you so much. You are the light of my life.” before she went to her bed. This is by far the best memory I have from my childhood.”
The word “once” in lines 1 and 6 are, respectively:
Alternativas
Q1139130 Inglês
“She was always reclaiming that nobody recognized her skills. She never admitted any deception but we all knew our coordinator had a comprehensive list of sources and several reasons not to promote her. I pretend not to be aware and I’m very adept to make myself invisible when I need to.”
Choose the option in which the underlined word is wrongly classified:
Alternativas
Q1139129 Inglês
“She was always reclaiming that nobody recognized her skills. She never admitted any deception but we all knew our coordinator had a comprehensive list of sources and several reasons not to promote her. I pretend not to be aware and I’m very adept to make myself invisible when I need to.”
The underlined word used incorrectly in the text is:
Alternativas
Q1139128 Inglês

The expression “meet each other halfway” means:

Alternativas
Q1139125 Inglês
"Nowadays, families are totally transferring the responsibility of their children’ education to the school.” 
Choose the correct way to make subordinate clauses passive:
Alternativas
Q1139124 Inglês
"Nowadays, families are totally transferring the responsibility of their children’ education to the school.” 
The word nowadays can be classified as:
Alternativas
Q1139123 Inglês
"Nowadays, families are totally transferring the responsibility of their children’ education to the school.” 
Choose the correct the passive voice option, using a synonym for the word “totally”:
Alternativas
Q1139122 Inglês

“Aided by the rise of new digital communication technologies, as well as an Internet that allows messages and images to be distributed anonymously, episodes of cyberbullying have become much more common. According to a 2013 review of cyberbullying research, online harassment can take two primary forms: direct cyberbullying in which threatening or insulting messages or images are sent directly to the intended victim and indirect or relational cyberbullying, which involves the spread of rumours and/or demeaning content behind the victim's back. And there are a variety of ways for cyberbullying to happen, including texting, emails, or through posts relayed through social media sites such as Twitter, Facebook, and Instagram.”

(What Makes Cyberbullying So Popular? By Romeo Vitelli. Psychology Today. Available in https://www.psychologytoday.com/us/blog/mediaspotlight/201808/ what-makes-cyberbullying-so-popular.)

Look at the common sayings above and choose the one that bests describes its meaning:
Alternativas
Respostas
13661: D
13662: B
13663: D
13664: A
13665: C
13666: B
13667: C
13668: B
13669: D
13670: A
13671: C
13672: B
13673: B
13674: A
13675: A
13676: C
13677: C
13678: D
13679: A
13680: B