Questões de Concurso Comentadas para prefeitura do rio de janeiro - rj

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Q1325627 Raciocínio Lógico

Uma linha de uma tabela-verdade é apresentada a seguir, com alguns valores lógicos V (verdadeiro) ou F (falso) substituídos pelas letras x, y ou z.

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Os valores lógicos que substituem corretamente as letras x, y e z, respectivamente, são:

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Q1325625 Raciocínio Lógico

Observe, os argumentos que seguem, nos quais P1 e P2 são premissas e C é a conclusão.

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Dessa forma, podemos concluir corretamente que apenas:

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Q1325622 Noções de Informática
Em uma planilha, criada no Excel 2010 BR, foi inserida a fórmula =SE(F1-F2>17;”CASA”;”CIVIL”) em F8. Se o conteúdo da célula F1 é 23, para que seja mostrado “CASA” em F8, o máximo valor que a célula F2 poderá conter é:
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Q1325621 Noções de Informática
No Word 2010 BR, o atalho de teclado Ctrl + T deve ser utilizado com o seguinte objetivo:
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Q1325619 Noções de Informática

Duas características do software de e-mail Mozilla Thunderbird 17.0.6 são descritos a seguir.

I - Todas as mensagens de correio entrantes, ou seja, recebidas da internet pelo computador do usuário, são armazenadas por “default” numa caixa postal específica.

II - Executar o atalho Alt + F4 resulta no fechamento da janela do Mozilla Thunderbird 17.0.6, ação que pode também ser realizada por meio da execução de outro atalho de teclado, específico para este software.

A caixa postal e o outro atalho de teclado são, respectivamente:

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Q1325618 Português

Gastei uma hora pensando um verso

Que a pena não quer escrever.

No entanto ele está cá dentro

Inquieto, vivo.

Ele está cá dentro

E não quer sair.

Mas a poesia deste momento

Inunda minha vida inteira.

Carlos Drummond de Andrade. “Poesia”, In: Reunião: 10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974.

O poema de Drummond evidencia, como contraditórias, duas situações: trabalhar por muito tempo/ não conseguir escrever e não conseguir escrever/ sentir emoção. Os termos que marcam essas contradições são:
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Q1325615 Português

    Costuma-se dizer que o português é uma língua difícil. Logo de início, é preciso esclarecer que não existe língua fácil: até mesmo um idioma artificial como o esperanto, criado para ser simples, tem lá as suas artimanhas. Todas as línguas apresentam dificuldades, sejam gramaticais, fonéticas ou mesmo ortográficas, e isso tanto para o estrangeiro quanto para o falante nativo.

    No entanto, estudos comparativos entre línguas permitem quantificar de forma objetiva o grau de complexidade de um idioma. Por exemplo, a comparação entre as conjugações verbais de várias línguas possibilita identificar qual delas possui mais paradigmas de flexão distintos, qual apresenta mais formas irregulares, e assim por diante.

    Se compararmos o português às demais línguas da Europa Ocidental (não vou tratar aqui do grego ou das línguas eslavas, cuja fama de complicadas já se tornou proverbial), observaremos que ela é mais simples em alguns aspectos e mais complexa em outros.

Aldo Bizzocchi. “O domínio pelo pronome”. In: Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Segmento. Ano II, número19, maio 2007. Adaptado.

No texto predomina o uso da modalidade padrão escrita. Entretanto, constata-se marca da língua coloquial em:
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Q1325614 Português

    Costuma-se dizer que o português é uma língua difícil. Logo de início, é preciso esclarecer que não existe língua fácil: até mesmo um idioma artificial como o esperanto, criado para ser simples, tem lá as suas artimanhas. Todas as línguas apresentam dificuldades, sejam gramaticais, fonéticas ou mesmo ortográficas, e isso tanto para o estrangeiro quanto para o falante nativo.

    No entanto, estudos comparativos entre línguas permitem quantificar de forma objetiva o grau de complexidade de um idioma. Por exemplo, a comparação entre as conjugações verbais de várias línguas possibilita identificar qual delas possui mais paradigmas de flexão distintos, qual apresenta mais formas irregulares, e assim por diante.

    Se compararmos o português às demais línguas da Europa Ocidental (não vou tratar aqui do grego ou das línguas eslavas, cuja fama de complicadas já se tornou proverbial), observaremos que ela é mais simples em alguns aspectos e mais complexa em outros.

Aldo Bizzocchi. “O domínio pelo pronome”. In: Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Segmento. Ano II, número19, maio 2007. Adaptado.

Em “não vou tratar aqui do grego ou das línguas eslavas, cuja fama de complicadas já se tornou proverbial” (3º parágrafo), é adequado o emprego do pronome relativo em destaque. Observadas as regras gramaticais quanto à regência e ao uso desse pronome, verifica-se correção na frase:
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Q1325612 Português

    Costuma-se dizer que o português é uma língua difícil. Logo de início, é preciso esclarecer que não existe língua fácil: até mesmo um idioma artificial como o esperanto, criado para ser simples, tem lá as suas artimanhas. Todas as línguas apresentam dificuldades, sejam gramaticais, fonéticas ou mesmo ortográficas, e isso tanto para o estrangeiro quanto para o falante nativo.

    No entanto, estudos comparativos entre línguas permitem quantificar de forma objetiva o grau de complexidade de um idioma. Por exemplo, a comparação entre as conjugações verbais de várias línguas possibilita identificar qual delas possui mais paradigmas de flexão distintos, qual apresenta mais formas irregulares, e assim por diante.

    Se compararmos o português às demais línguas da Europa Ocidental (não vou tratar aqui do grego ou das línguas eslavas, cuja fama de complicadas já se tornou proverbial), observaremos que ela é mais simples em alguns aspectos e mais complexa em outros.

Aldo Bizzocchi. “O domínio pelo pronome”. In: Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Segmento. Ano II, número19, maio 2007. Adaptado.

“No entanto, estudos comparativos entre línguas permitem quantificar de forma objetiva o grau de complexidade de um idioma” (2º parágrafo). A expressão em negrito tem valor semântico de:
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Q1325611 Português

    Costuma-se dizer que o português é uma língua difícil. Logo de início, é preciso esclarecer que não existe língua fácil: até mesmo um idioma artificial como o esperanto, criado para ser simples, tem lá as suas artimanhas. Todas as línguas apresentam dificuldades, sejam gramaticais, fonéticas ou mesmo ortográficas, e isso tanto para o estrangeiro quanto para o falante nativo.

    No entanto, estudos comparativos entre línguas permitem quantificar de forma objetiva o grau de complexidade de um idioma. Por exemplo, a comparação entre as conjugações verbais de várias línguas possibilita identificar qual delas possui mais paradigmas de flexão distintos, qual apresenta mais formas irregulares, e assim por diante.

    Se compararmos o português às demais línguas da Europa Ocidental (não vou tratar aqui do grego ou das línguas eslavas, cuja fama de complicadas já se tornou proverbial), observaremos que ela é mais simples em alguns aspectos e mais complexa em outros.

Aldo Bizzocchi. “O domínio pelo pronome”. In: Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Segmento. Ano II, número19, maio 2007. Adaptado.

“Se compararmos o português às demais línguas da Europa Ocidental...” (3º parágrafo). O termo se é um conectivo que tem valor semântico de condição. A reescritura do fragmento com outro conector que mantenha o sentido original é:
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Q1325610 Português

    Costuma-se dizer que o português é uma língua difícil. Logo de início, é preciso esclarecer que não existe língua fácil: até mesmo um idioma artificial como o esperanto, criado para ser simples, tem lá as suas artimanhas. Todas as línguas apresentam dificuldades, sejam gramaticais, fonéticas ou mesmo ortográficas, e isso tanto para o estrangeiro quanto para o falante nativo.

    No entanto, estudos comparativos entre línguas permitem quantificar de forma objetiva o grau de complexidade de um idioma. Por exemplo, a comparação entre as conjugações verbais de várias línguas possibilita identificar qual delas possui mais paradigmas de flexão distintos, qual apresenta mais formas irregulares, e assim por diante.

    Se compararmos o português às demais línguas da Europa Ocidental (não vou tratar aqui do grego ou das línguas eslavas, cuja fama de complicadas já se tornou proverbial), observaremos que ela é mais simples em alguns aspectos e mais complexa em outros.

Aldo Bizzocchi. “O domínio pelo pronome”. In: Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Segmento. Ano II, número19, maio 2007. Adaptado.

O autor problematiza a ideia de que “o português é uma língua difícil” (1º parágrafo). No texto, a comparação entre diferentes línguas é argumento apresentado para sustentar a tese de que:
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Q1325609 Português

    Costuma-se dizer que o português é uma língua difícil. Logo de início, é preciso esclarecer que não existe língua fácil: até mesmo um idioma artificial como o esperanto, criado para ser simples, tem lá as suas artimanhas. Todas as línguas apresentam dificuldades, sejam gramaticais, fonéticas ou mesmo ortográficas, e isso tanto para o estrangeiro quanto para o falante nativo.

    No entanto, estudos comparativos entre línguas permitem quantificar de forma objetiva o grau de complexidade de um idioma. Por exemplo, a comparação entre as conjugações verbais de várias línguas possibilita identificar qual delas possui mais paradigmas de flexão distintos, qual apresenta mais formas irregulares, e assim por diante.

    Se compararmos o português às demais línguas da Europa Ocidental (não vou tratar aqui do grego ou das línguas eslavas, cuja fama de complicadas já se tornou proverbial), observaremos que ela é mais simples em alguns aspectos e mais complexa em outros.

Aldo Bizzocchi. “O domínio pelo pronome”. In: Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Segmento. Ano II, número19, maio 2007. Adaptado.

“Costuma-se dizer que o português é uma língua difícil” (1º parágrafo). No texto, a expressão em negrito sugere que a dificuldade da língua portuguesa é uma ideia predominante:
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Q1325608 Português

      A obra de Walter Benjamin e sua teoria crítica da cultura e da modernidade fornecem material importante para o estudo da história, da política, das concepções da infância, linguagem, leitura e escrita. Pensador crítico do seu tempo, aberto a áreas do conhecimento, teorias e abordagens diversas, diz-se de Benjamin que não seria possível convidar para uma mesa de jantar seus principais amigos e interlocutores como Adorno (filósofo da Escola de Frankfurt que contestou com Horkheimer a indústria cultural), Scholem (teólogo, estudioso da mística judaica) Brecht (poeta e teatrólogo marxista) ou os surrealistas (último instantâneo, segundo ele, da inteligência europeia). [...]

    Para Benjamin, cada objeto, fragmento ou insignificância contêm o todo (contêm do verbo conter). A totalidade se revela na singularidade e os estilhaços se compõem em imagens como as de um caleidoscópio. Por essa concepção de conhecimento, muitos teóricos – filósofos, historiadores, escritores, estudiosos da arte, da comunicação e da linguagem – consideram que, além de pensador crítico da modernidade, Benjamin seria precursor da crítica à pós-modernidade.

Sônia Kramer. “Educação a contrapelo”. In: Benjamin pensa a educação. Revista Educação. São Paulo: Segmento, 2008. Adaptado

A noção de possibilidade, de ideia a ser confirmada em relação à obra de Walter Benjamin aparece em:
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Q1325607 Português

      A obra de Walter Benjamin e sua teoria crítica da cultura e da modernidade fornecem material importante para o estudo da história, da política, das concepções da infância, linguagem, leitura e escrita. Pensador crítico do seu tempo, aberto a áreas do conhecimento, teorias e abordagens diversas, diz-se de Benjamin que não seria possível convidar para uma mesa de jantar seus principais amigos e interlocutores como Adorno (filósofo da Escola de Frankfurt que contestou com Horkheimer a indústria cultural), Scholem (teólogo, estudioso da mística judaica) Brecht (poeta e teatrólogo marxista) ou os surrealistas (último instantâneo, segundo ele, da inteligência europeia). [...]

    Para Benjamin, cada objeto, fragmento ou insignificância contêm o todo (contêm do verbo conter). A totalidade se revela na singularidade e os estilhaços se compõem em imagens como as de um caleidoscópio. Por essa concepção de conhecimento, muitos teóricos – filósofos, historiadores, escritores, estudiosos da arte, da comunicação e da linguagem – consideram que, além de pensador crítico da modernidade, Benjamin seria precursor da crítica à pós-modernidade.

Sônia Kramer. “Educação a contrapelo”. In: Benjamin pensa a educação. Revista Educação. São Paulo: Segmento, 2008. Adaptado

“... diz-se de Benjamin que não seria possível convidar para uma mesa de jantar seus principais amigos e interlocutores.”. O termo em destaque nesse fragmento é conjunção integrante; na mesma classe gramatical inclui-se o que apresentado em:
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Q1325606 Português

      A obra de Walter Benjamin e sua teoria crítica da cultura e da modernidade fornecem material importante para o estudo da história, da política, das concepções da infância, linguagem, leitura e escrita. Pensador crítico do seu tempo, aberto a áreas do conhecimento, teorias e abordagens diversas, diz-se de Benjamin que não seria possível convidar para uma mesa de jantar seus principais amigos e interlocutores como Adorno (filósofo da Escola de Frankfurt que contestou com Horkheimer a indústria cultural), Scholem (teólogo, estudioso da mística judaica) Brecht (poeta e teatrólogo marxista) ou os surrealistas (último instantâneo, segundo ele, da inteligência europeia). [...]

    Para Benjamin, cada objeto, fragmento ou insignificância contêm o todo (contêm do verbo conter). A totalidade se revela na singularidade e os estilhaços se compõem em imagens como as de um caleidoscópio. Por essa concepção de conhecimento, muitos teóricos – filósofos, historiadores, escritores, estudiosos da arte, da comunicação e da linguagem – consideram que, além de pensador crítico da modernidade, Benjamin seria precursor da crítica à pós-modernidade.

Sônia Kramer. “Educação a contrapelo”. In: Benjamin pensa a educação. Revista Educação. São Paulo: Segmento, 2008. Adaptado

No 1º parágrafo do texto, após os nomes próprios, são utilizados parênteses para a inserção de:
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Q1325604 Português

      A obra de Walter Benjamin e sua teoria crítica da cultura e da modernidade fornecem material importante para o estudo da história, da política, das concepções da infância, linguagem, leitura e escrita. Pensador crítico do seu tempo, aberto a áreas do conhecimento, teorias e abordagens diversas, diz-se de Benjamin que não seria possível convidar para uma mesa de jantar seus principais amigos e interlocutores como Adorno (filósofo da Escola de Frankfurt que contestou com Horkheimer a indústria cultural), Scholem (teólogo, estudioso da mística judaica) Brecht (poeta e teatrólogo marxista) ou os surrealistas (último instantâneo, segundo ele, da inteligência europeia). [...]

    Para Benjamin, cada objeto, fragmento ou insignificância contêm o todo (contêm do verbo conter). A totalidade se revela na singularidade e os estilhaços se compõem em imagens como as de um caleidoscópio. Por essa concepção de conhecimento, muitos teóricos – filósofos, historiadores, escritores, estudiosos da arte, da comunicação e da linguagem – consideram que, além de pensador crítico da modernidade, Benjamin seria precursor da crítica à pós-modernidade.

Sônia Kramer. “Educação a contrapelo”. In: Benjamin pensa a educação. Revista Educação. São Paulo: Segmento, 2008. Adaptado

A autora do texto adota um determinado ponto de vista, segundo o qual o pensamento de Walter Benjamin é importante para a cultura ocidental porque:
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Q996170 Pedagogia
Segundo Jussara Hoffmann (2005), a avaliação mediadora deve ter como princípio:
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Q996169 Pedagogia
Segundo a teoria histórico-cultural do desenvolvimento humano, o papel do professor é fundamental na construção do conhecimento. Ele é o mediador e sua prática caracteriza-se principalmente pela:
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Q996168 Pedagogia
Uma característica NEGATIVA dos currículos escolares tradicionais que precisa ser superada é a ideia de:
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Q996167 Pedagogia
Segundo os estudos de Vygotsky (in: Fontana & Cruz, 1997), o conceito de Zona de Desenvolvimento Proximal se refere:
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Respostas
2661: D
2662: D
2663: A
2664: D
2665: A
2666: C
2667: D
2668: A
2669: D
2670: E
2671: A
2672: E
2673: C
2674: B
2675: D
2676: B
2677: A
2678: D
2679: C
2680: D