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A função de linguagem predominante no TEXTO 2 é a

O efeito da frase de encerramento do texto 2 evidencia a voz de um locutor
INSTRUÇÃO: a questão refere-se ao TEXTO 2, produzido pela agência de publicidade Famiglia, expressa uma resposta à campanha realizada, em 2007, pela prefeitura de são paulo para “limpar a cidade” da poluição visual causada pelos outdoors. Leia-o atentamente antes de responder à questão.

Com base no texto 2, é CORRETO inferir que o produtor do texto
I. lamenta que haja pessoas em situação de rua.
II. é preconceituoso em relação aos moradores de rua.
III. está de acordo com a campanha da prefeitura para “limpar a cidade".
IV. abre uma discussão sobre o número de outdoors espalhados em São Paulo.
Estão CORRETAS apenas as assertivas
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
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Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns.
Assinale a alternativa em que, no trecho, o elemento destacado apresenta a mesma função sintática do termo destacado acima.
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
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Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior.
Em relação ao emprego de sinais de pontuação, estão corretas as afirmativas, EXCETO:
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Relacione as etapas decisórias do processo de referência (coluna I) com as afirmativas pertinentes (coluna II), segundo Grogan (1995).
COLUNA I
1) O problema
2) A necessidade de informação
3) A questão inicial
4) A questão negociada
5) A estratégia de busca
6) O processo de busca
7) A resposta
8) A solução
COLUNA II
( ) A fonte do problema pode ser externa ou interna.
( ) A questão inicial formulada pelo consulente pode, às vezes, exigir maiores esclarecimentos ou ajustes, para se ter certeza de que corresponde de forma mais precisa à necessidade de informação subjacente.
( ) É possível que seja vaga, imprecisa. Provavelmente, porém, ainda não estará nem formada e certamente nem expressa.
( ) Primeiro seleciona-se a categoria da fonte, depois a fonte específica dentro dessa categoria e, finalmente, os pontos de acesso específicos dentro dessa fonte.
( ) Os usuários que desejarem procurar por si mesmos precisam formalizar ainda mais o enunciado de suas pesquisas, decidindo-se quanto às palavras exatas sob as quais farão suas buscas.
( ) É considerada boa prática que o bibliotecário e o consulente avaliem juntos o produto da pesquisa, e que ambos o aprovem antes de chegar de comum acordo à conclusão de que o processo foi concluído.
( ) Compete geralmente ao bibliotecário, embora haja quem goste de ter o consulente à mão, pronto para oferecer uma reação imediata àquilo que a busca revela.
( ) Se a busca tiver sido executada de maneira correta, o resultado coincidirá, em geral, com o enunciado de busca, modificado taticamente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números
CORRETA.
De acordo com Pessoa e Cunha (2007), como todo serviço prestado pelas bibliotecas, o serviço de referência virtual também possui limitações e problemas de implantação que devem ser considerados para se alcançar o sucesso.
Para os autores, são exemplos de dificuldades de implantação do serviço de referência virtual, EXCETO.
Analise as características dos novos estudos de comportamento de usuários e assinale com V as afirmativas VERDADEIRAS e com F as FALSAS, com base em Ferreira (1995).
( ) Empregar maior orientação quantitativa.
( ) Visualizar holisticamente as experiências do indivíduo.
( ) Focalizar os aspectos cognitivos envolvidos.
( ) Considerar o indivíduo como sendo orientado situacionalmente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
O Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Seriadas (CCN) é um catálogo de acesso público que reúne informações sobre as coleções de publicações seriadas nacionais e estrangeiras disponíveis nas bibliotecas brasileiras. Essas bibliotecas, que compõem a rede CCN, possuem acervos automatizados e atuam de maneira cooperativa sob a coordenação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).
Os objetivos do catálogo coletivo são, EXCETO.
Segundo Baptista e Cunha (2007), os métodos utilizados na coleta de dados em estudos de usuários estão relacionados com o tipo de aprendizagem qualitativa ou quantitativa. Nesse trabalho, os autores citam os principais métodos de coleta de dados para estudos de usuários, suas vantagens e desvantagens.
São exemplos desses métodos de coletas de dados em estudos de usuários, EXCETO.
Analise as alternativas sobre os aspectos do discurso da competência informacional e assinale com V as afirmativas VERDADEIRAS e com F as FALSAS, com base em Campello (2003).
( ) A sociedade da informação é o espaço mais abrangente por onde trafega o movimento da competência informacional.
( ) Se a sociedade da informação é ambiente de abundância informacional, a tecnologia é o instrumento que vai tornar ainda mais complexo esse cenário, potencializando a produção da informação e dificultando o acesso, principalmente daqueles que são denominados “excluídos digitalmente”.
( ) No início do século XXI, começa haver a percepção, por parte dos bibliotecários, de que a biblioteca poderia embasar uma aprendizagem mais ativa, constituindo espaço para desenvolvimento de estratégias de aprendizagem condizentes com as teorias educacionais centradas no aluno.
( ) Os textos dessa temática relembram a competência tradicional do bibliotecário no uso da informação e da tecnologia e na identificação de necessidades informacionais dos usuários e reafirmam a convicção do seu papel no desenvolvimento da competência informacional, desde que assuma as mudanças e se transforme em membro ativo da comunidade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
Um dos grandes desafios das bibliotecas universitárias é a avaliação de periódicos, ainda que em meio eletrônico. Além da questão de espaço, o alto custo das assinaturas e a necessidade de, cada vez mais, facilitar o acesso às produções científicas, são determinantes para a análise de quais títulos podem ser adquiridos ou interrompidos.
Para Lancaster, já em 1996, os critérios adotados para se chegar a uma listagem de títulos cujas assinaturas poderiam ser interrompidas, seriam, EXCETO.
De acordo com a NBR 6023, de 2002, relacione os elementos essenciais e complementares (coluna I) da elaboração de referências (coluna II) às alternativas pertinentes a cada um deles.
COLUNA I
1) Elementos essenciais
2) Elementos complementares
COLUNA II
( ) Estão estritamente vinculados ao suporte documental e variam, portanto, conforme o tipo.
( ) Permitem melhor caracterizar os documentos.
( ) Na publicação periódica referenciada como um todo, podem ser representados pelo número ISSN.
( ) Na publicação de um evento como um todo, podem ser representados pela identificação da cidade de realização.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números
CORRETA.
Analise a citação abaixo.
Estudos de usuários são investigações que se fazem para saber o que os indivíduos precisam em matéria de informação, [...] [e] se as necessidades de informação por parte dos usuários de uma biblioteca ou de um centro de informação estão sendo satisfeitas de maneira adequada (FIGUEIREDO, 1994, p. 7).
Com base na NBR 10520, de 2002, é possível afirmar que o autor adotou os seguintes recursos, respectivamente.
De acordo com Accart (2012), o profissional de referência tem deveres (coluna II) em relação ao usuário e à informação (coluna I). Relacione, abaixo, aqueles referentes ao usuário ou à informação.
COLUNA I
1) Usuário
2) Informação
COLUNA II
( ) As informações que o profissional detém sobre os usuários e suas pesquisas são confidenciais e não podem ser divulgadas nem arquivadas por um longo período, o que caracteriza o respeito à confidencialidade.
( ) Sigilo profissional no que se refere a certas informações que lhe são confiadas.
( ) A informação fornecida deve ser fiel às fontes, as quais devem ser identificadas. O profissional é responsável pela informação fornecida, ou seja, pela conformidade com as fontes.
( ) Respeito aos direitos de autor no que se refere às fontes de informação citadas e utilizadas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números
CORRETA.