Questões de Concurso
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( ) Uma linguagem documentária é um conjunto de elementos utilizados para catalogar conteúdos de materiais de qualquer natureza, inclusive os objetos digitais.
( ) Nos sistemas de classificação convencionais, não há grande preocupação com o controle do vocabulário. Já nos tesauros, a função de controle de vocabulário está mais presente.
( ) As noções, devidamente relacionadas, constituem o arcabouço fundamental para a organização de uma área, na medida em que possibilitam um ponto de vista materializado no sistema de noções, para o tratamento documentário.
( ) As linguagens documentárias são construídas para indexação, armazenamento e recuperação da informação e correspondem a sistemas de símbolos destinados a traduzir os conteúdos dos documentos.
( ) As linguagens documentárias são instrumentos intermediários ou instrumentos de comutação, através dos quais se realiza a tradução da síntese dos textos e das perguntas dos usuários.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.

O autor desse texto critica

A função de linguagem predominante no TEXTO 2 é a

O efeito da frase de encerramento do texto 2 evidencia a voz de um locutor
INSTRUÇÃO: a questão refere-se ao TEXTO 2, produzido pela agência de publicidade Famiglia, expressa uma resposta à campanha realizada, em 2007, pela prefeitura de são paulo para “limpar a cidade” da poluição visual causada pelos outdoors. Leia-o atentamente antes de responder à questão.

Com base no texto 2, é CORRETO inferir que o produtor do texto
I. lamenta que haja pessoas em situação de rua.
II. é preconceituoso em relação aos moradores de rua.
III. está de acordo com a campanha da prefeitura para “limpar a cidade".
IV. abre uma discussão sobre o número de outdoors espalhados em São Paulo.
Estão CORRETAS apenas as assertivas
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns.
Assinale a alternativa em que, no trecho, o elemento destacado apresenta a mesma função sintática do termo destacado acima.
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
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Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior.
Em relação ao emprego de sinais de pontuação, estão corretas as afirmativas, EXCETO:
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Vivemos uma geração em que “tomar um porre" é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres", sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida. mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. a impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] a responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. as algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. os problemas continuam, a vida permanece a mesma. a diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: < http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>
Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
Relacione as etapas decisórias do processo de referência (coluna I) com as afirmativas pertinentes (coluna II), segundo Grogan (1995).
COLUNA I
1) O problema
2) A necessidade de informação
3) A questão inicial
4) A questão negociada
5) A estratégia de busca
6) O processo de busca
7) A resposta
8) A solução
COLUNA II
( ) A fonte do problema pode ser externa ou interna.
( ) A questão inicial formulada pelo consulente pode, às vezes, exigir maiores esclarecimentos ou ajustes, para se ter certeza de que corresponde de forma mais precisa à necessidade de informação subjacente.
( ) É possível que seja vaga, imprecisa. Provavelmente, porém, ainda não estará nem formada e certamente nem expressa.
( ) Primeiro seleciona-se a categoria da fonte, depois a fonte específica dentro dessa categoria e, finalmente, os pontos de acesso específicos dentro dessa fonte.
( ) Os usuários que desejarem procurar por si mesmos precisam formalizar ainda mais o enunciado de suas pesquisas, decidindo-se quanto às palavras exatas sob as quais farão suas buscas.
( ) É considerada boa prática que o bibliotecário e o consulente avaliem juntos o produto da pesquisa, e que ambos o aprovem antes de chegar de comum acordo à conclusão de que o processo foi concluído.
( ) Compete geralmente ao bibliotecário, embora haja quem goste de ter o consulente à mão, pronto para oferecer uma reação imediata àquilo que a busca revela.
( ) Se a busca tiver sido executada de maneira correta, o resultado coincidirá, em geral, com o enunciado de busca, modificado taticamente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números
CORRETA.
De acordo com Pessoa e Cunha (2007), como todo serviço prestado pelas bibliotecas, o serviço de referência virtual também possui limitações e problemas de implantação que devem ser considerados para se alcançar o sucesso.
Para os autores, são exemplos de dificuldades de implantação do serviço de referência virtual, EXCETO.
Analise as características dos novos estudos de comportamento de usuários e assinale com V as afirmativas VERDADEIRAS e com F as FALSAS, com base em Ferreira (1995).
( ) Empregar maior orientação quantitativa.
( ) Visualizar holisticamente as experiências do indivíduo.
( ) Focalizar os aspectos cognitivos envolvidos.
( ) Considerar o indivíduo como sendo orientado situacionalmente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
O Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Seriadas (CCN) é um catálogo de acesso público que reúne informações sobre as coleções de publicações seriadas nacionais e estrangeiras disponíveis nas bibliotecas brasileiras. Essas bibliotecas, que compõem a rede CCN, possuem acervos automatizados e atuam de maneira cooperativa sob a coordenação do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).
Os objetivos do catálogo coletivo são, EXCETO.
Segundo Baptista e Cunha (2007), os métodos utilizados na coleta de dados em estudos de usuários estão relacionados com o tipo de aprendizagem qualitativa ou quantitativa. Nesse trabalho, os autores citam os principais métodos de coleta de dados para estudos de usuários, suas vantagens e desvantagens.
São exemplos desses métodos de coletas de dados em estudos de usuários, EXCETO.
Analise as alternativas sobre os aspectos do discurso da competência informacional e assinale com V as afirmativas VERDADEIRAS e com F as FALSAS, com base em Campello (2003).
( ) A sociedade da informação é o espaço mais abrangente por onde trafega o movimento da competência informacional.
( ) Se a sociedade da informação é ambiente de abundância informacional, a tecnologia é o instrumento que vai tornar ainda mais complexo esse cenário, potencializando a produção da informação e dificultando o acesso, principalmente daqueles que são denominados “excluídos digitalmente”.
( ) No início do século XXI, começa haver a percepção, por parte dos bibliotecários, de que a biblioteca poderia embasar uma aprendizagem mais ativa, constituindo espaço para desenvolvimento de estratégias de aprendizagem condizentes com as teorias educacionais centradas no aluno.
( ) Os textos dessa temática relembram a competência tradicional do bibliotecário no uso da informação e da tecnologia e na identificação de necessidades informacionais dos usuários e reafirmam a convicção do seu papel no desenvolvimento da competência informacional, desde que assuma as mudanças e se transforme em membro ativo da comunidade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA.
Um dos grandes desafios das bibliotecas universitárias é a avaliação de periódicos, ainda que em meio eletrônico. Além da questão de espaço, o alto custo das assinaturas e a necessidade de, cada vez mais, facilitar o acesso às produções científicas, são determinantes para a análise de quais títulos podem ser adquiridos ou interrompidos.
Para Lancaster, já em 1996, os critérios adotados para se chegar a uma listagem de títulos cujas assinaturas poderiam ser interrompidas, seriam, EXCETO.
De acordo com a NBR 6023, de 2002, relacione os elementos essenciais e complementares (coluna I) da elaboração de referências (coluna II) às alternativas pertinentes a cada um deles.
COLUNA I
1) Elementos essenciais
2) Elementos complementares
COLUNA II
( ) Estão estritamente vinculados ao suporte documental e variam, portanto, conforme o tipo.
( ) Permitem melhor caracterizar os documentos.
( ) Na publicação periódica referenciada como um todo, podem ser representados pelo número ISSN.
( ) Na publicação de um evento como um todo, podem ser representados pela identificação da cidade de realização.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números
CORRETA.