Questões de Concurso
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TEXTO 1
Por que criança e consumismo não combinam?
“Um dos maiores desafios da contemporaneidade é reverter o cenário atual: antes de sermos formados para a cidadania, somos treinados a consumir de forma desenfreada”. Esse é um dos trechos da cartilha “Consumismo Infantil: na contramão da sustentabilidade”, lançada no dia 31 de outubro pelo Ministério do Meio Ambiente.
Um dos pontos de destaque da cartilha é sobre a publicidade voltada para o público infantil – alvo preferencial de apelos comerciais e ações de marketing. “Como explicar a um pequeno que a embalagem de plástico daquele bolo que traz a divertida figura de seu personagem favorito da TV, somada às embalagens consumidas por seus coleguinhas e todas as crianças do mundo, gera um impacto acumulado no meio ambiente? Como levá-lo a compreender que seu brinquedo pode ter sido produzido em condições de desrespeito ao meio ambiente e à saúde dos trabalhadores?”. São muitos pontos envolvidos na produção de bens de consumo que formam a lógica da sociedade em que vivemos – capitalista e, portanto, materialista – e que estão fora do alcance do entendimento infantil.
Aumento exacerbado do consumo, aumento da geração de resíduos, obesidade infantil, “adultização” da infância e erotização precoce, consumo precoce de álcool e tabaco, diminuição das brincadeiras criativas, violência e estresse familiar são alguns dos problemas citados na cartilha que são potencializados “em decorrência da alta exposição de crianças a mensagens mercadológicas”.
Algumas dessas consequências são facilmente identificáveis em uma sociedade como a brasileira, em que as crianças assistem, em média, mais de 5 horas de televisão por dia, segundo dados do Ibope 2011 – um dos maiores índices do mundo. “Essa exposição excessiva contribui para o consumismo, já que a televisão é o principal canal de veiculação de campanhas comerciais que falam diretamente com as crianças” argumenta a cartilha.
(Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/por-que-crianca-e-consumismo-nao-combinam/. Acesso em: 22 jul. 2016. Adaptado.)
TEXTO 1
Por que criança e consumismo não combinam?
“Um dos maiores desafios da contemporaneidade é reverter o cenário atual: antes de sermos formados para a cidadania, somos treinados a consumir de forma desenfreada”. Esse é um dos trechos da cartilha “Consumismo Infantil: na contramão da sustentabilidade”, lançada no dia 31 de outubro pelo Ministério do Meio Ambiente.
Um dos pontos de destaque da cartilha é sobre a publicidade voltada para o público infantil – alvo preferencial de apelos comerciais e ações de marketing. “Como explicar a um pequeno que a embalagem de plástico daquele bolo que traz a divertida figura de seu personagem favorito da TV, somada às embalagens consumidas por seus coleguinhas e todas as crianças do mundo, gera um impacto acumulado no meio ambiente? Como levá-lo a compreender que seu brinquedo pode ter sido produzido em condições de desrespeito ao meio ambiente e à saúde dos trabalhadores?”. São muitos pontos envolvidos na produção de bens de consumo que formam a lógica da sociedade em que vivemos – capitalista e, portanto, materialista – e que estão fora do alcance do entendimento infantil.
Aumento exacerbado do consumo, aumento da geração de resíduos, obesidade infantil, “adultização” da infância e erotização precoce, consumo precoce de álcool e tabaco, diminuição das brincadeiras criativas, violência e estresse familiar são alguns dos problemas citados na cartilha que são potencializados “em decorrência da alta exposição de crianças a mensagens mercadológicas”.
Algumas dessas consequências são facilmente identificáveis em uma sociedade como a brasileira, em que as crianças assistem, em média, mais de 5 horas de televisão por dia, segundo dados do Ibope 2011 – um dos maiores índices do mundo. “Essa exposição excessiva contribui para o consumismo, já que a televisão é o principal canal de veiculação de campanhas comerciais que falam diretamente com as crianças” argumenta a cartilha.
(Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/por-que-crianca-e-consumismo-nao-combinam/. Acesso em: 22 jul. 2016. Adaptado.)
TEXTO 1
Por que criança e consumismo não combinam?
“Um dos maiores desafios da contemporaneidade é reverter o cenário atual: antes de sermos formados para a cidadania, somos treinados a consumir de forma desenfreada”. Esse é um dos trechos da cartilha “Consumismo Infantil: na contramão da sustentabilidade”, lançada no dia 31 de outubro pelo Ministério do Meio Ambiente.
Um dos pontos de destaque da cartilha é sobre a publicidade voltada para o público infantil – alvo preferencial de apelos comerciais e ações de marketing. “Como explicar a um pequeno que a embalagem de plástico daquele bolo que traz a divertida figura de seu personagem favorito da TV, somada às embalagens consumidas por seus coleguinhas e todas as crianças do mundo, gera um impacto acumulado no meio ambiente? Como levá-lo a compreender que seu brinquedo pode ter sido produzido em condições de desrespeito ao meio ambiente e à saúde dos trabalhadores?”. São muitos pontos envolvidos na produção de bens de consumo que formam a lógica da sociedade em que vivemos – capitalista e, portanto, materialista – e que estão fora do alcance do entendimento infantil.
Aumento exacerbado do consumo, aumento da geração de resíduos, obesidade infantil, “adultização” da infância e erotização precoce, consumo precoce de álcool e tabaco, diminuição das brincadeiras criativas, violência e estresse familiar são alguns dos problemas citados na cartilha que são potencializados “em decorrência da alta exposição de crianças a mensagens mercadológicas”.
Algumas dessas consequências são facilmente identificáveis em uma sociedade como a brasileira, em que as crianças assistem, em média, mais de 5 horas de televisão por dia, segundo dados do Ibope 2011 – um dos maiores índices do mundo. “Essa exposição excessiva contribui para o consumismo, já que a televisão é o principal canal de veiculação de campanhas comerciais que falam diretamente com as crianças” argumenta a cartilha.
(Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/por-que-crianca-e-consumismo-nao-combinam/. Acesso em: 22 jul. 2016. Adaptado.)
1. Funções de formação, desenvolvimento e organização de coleções.
2. Funções de dinamização de coleções.
3. Funções gerenciais.
( ) aquisição
( ) armazenagem
( ) avaliação de coleções
( ) circulação
( ) controle
( ) desbastamento e descarte
( ) direção
( ) divulgação
( ) organização
( ) orientação ao usuário
( ) planejamento
( ) planejamento e elaboração de políticas
( ) processamento técnico
( ) referência
( ) reprodução
( ) seleção
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) pouca literatura sobre o seu funcionamento na prática e a sua administração.
( ) pequeno número de pedidos recebidos pelas bibliotecas, denunciando mais um grave problema: a falta de marketing.
( ) Falta de treinamento do pessoal escolhido para atuar no serviço de referência virtual.
( ) Custo demandado pelo serviço de referência virtual.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETO.
1. Abordagem de Taylor.
2. Modelo de Kuhlthau.
3. Sense making de Brenda Dervin.
4. Usabilidade.
( ) Discute a questão da busca da informação pelo usuário e o processo de transformar dados em informação útil, ao que dá o nome de “informação com valor agregado”.
( ) Pode ser mensurada de acordo com os atributos ergonômicos do produto, em termos de esforço mental e atitudes dos usuários e pela forma como os usuários interagem com o produto e sua aceitação.
( ) Promove uma forma de pensar sobre a diversidade, complexidade e a incompletude, utilizando a metáfora de um ser humano atravessando pelo tempo e espaço, e caminhando com uma instrução parcial, encontrando lacunas, construindo pontes, avaliando achados e se movendo.
( ) Observação do processo da busca da informação que prevê as seguintes etapas: início, seleção, exploração e formulação. assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
1. Caregiver.
2. Orientador.
3. Elo.
4. Catalisador.
( ) O bibliotecário conecta os alunos com as ideias concretizadas no universo dos recursos informacionais disponíveis.
( ) O bibliotecário estimula a aprendizagem, levando o aluno a buscar as fontes, estratégias e respostas para suas necessidades.
( ) O bibliotecário colabora no planejamento curricular e facilita a aprendizagem, por estar em uma posição privilegiada e por ter uma visão global do processo de aprendizagem em todas as áreas.
( ) O bibliotecário apoia a aprendizagem individualizada, auxiliando cada aluno em suas necessidades específicas, respeitando seu estilo de aprendizagem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) É geralmente especializada.
( ) O serviço de referência é concebido como uma ajuda secundária ao ensino e à pesquisa.
( ) Não se assemelha a um serviço especializado de documentação.
( ) Os bibliotecários realizam pesquisas “para ou em lugar de” estudantes e docentes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA