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I. Quando não tratada, alterna períodos sintomáticos e assintomáticos, com características clínicas, imunológicas e histopatológicas distintas, divididas em três fases: sífilis primária, sífilis secundária e sífilis terciária. Não havendo tratamento, após a sífilis secundária, existem dois períodos de latência: um recente, com menos de um ano, e outro de latência tardia, com mais de um ano de doença.
II. As lesões sifilíticas facilitam a entrada do vírus da imunodeficiência humana – HIV. As análises de pacientes com infecção simultânea por HIV e T. pallidum indicam alterações tanto na resposta imune humoral do paciente quanto na resposta à terapia para sífilis. Além disso, a sífilis acelera a evolução para Aids e a infecção pelo HIV altera a história natural de sífilis.
III. O primeiro teste a se tornar reagente em torno de 10 dias da evolução do cancro duro é o VDRL, seguido dos outros testes treponêmicos e não treponêmicos. Quanto mais precocemente a sífilis primária for tratada maior será a possibilidade de os exames sorológicos tornarem não-reagentes.
É correto o que se afirma em:
Na ressuscitação de um paciente em parada cardiorrespiratória, se o dióxido de carbono exalado no final da expiração (etCO2) estiver < 10 mmHg, deve-se:
( ) A causa mais comum de síndrome nefrótica é a nefropatia diabética.
( ) Hipertensão de instalação aguda em indivíduos, previamente normotensos, é um indicativo da presença de glomerulonefrite.
( ) A biópsia renal é fundamental em pacientes com doença renal avançada com rins de tamanho reduzido aos exames de imagem.
( ) O achado de dismorfismo eritrocitário é inespecífico para o diagnóstico de glomerulopatias.
( ) Indivíduos com síndrome nefrótica podem se apresentar sem lesão renal aguda (LRA).
A sequência correta é:
__________________ faz o valor presente líquido de um fluxo de caixa ser igual a zero.
Esse sistema tradicional de controle editorial ficou conhecido como:
Se antes tínhamos a distribuição de conteúdo para um veículo de comunicação preponderante — como era o caso do rádio e da televisão —, hoje a produção jornalística passa a abarcar outras plataformas e dispositivos, como dispositivos móveis (tablets e smartphones) e mídias sociais. É isso que alguns pesquisadores chamam de: