Questões de Concurso
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Determine o módulo da força de atrito entre o bloco e a superfície, considerando que esta seja a única força sobre o bloco na direção horizontal além da tração no fio.


Denotando por PA , PB e PC as pressões respectivas nos pontos A, B e C (todos estão a uma mesma altura) é correto afirmar que:
em uma superfície
horizontal lisa. Em seu interior, há uma bola
sobre uma mola mantida comprimida devido à
presença de um fio, o qual prende a bola ao
solo da caixa. No instante em que o fio passa
sobre o ponto A, ele se rompe, liberando a
mola. A bola é então arremessada com uma
velocidade inicial vertical em relação à caixa. 
Desprezando-se quaisquer atritos, bem como a resistência do ar, é correto afirmar que:
Disponível em:: https://oglobo.globo.com/saude/ciencia/paubrasil-ganha-novo-nome-cientifico-20282129. Acesso em 09 jan. 2024.
Desse modo, a árvore passa a pertencer a um(a) novo(a)
Disponível em: https://butantan.gov.br/bubutantan/quietinha-emortal-conheca-o-poder-da-coral-verdadeira-uma-dasserpentes-mais-toxicas-do-brasil.Adaptado. Acesso em 09 jan. 2024.
Essa semelhança entre as corais-verdadeiras e as corais-falsas é um tipo de adaptação conhecida como:
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral59776857). Acesso em 09 jan. 2024.
Usar a molécula de RNAm na vacina permite que
Disponível em: https://www.scielo.br/j/rsbmt/a/MQRB6N6mMjd8DhvH38HcLdG/ ?lang=pt. Adaptado. Acesso em 09 jan. 2024.
Logo, a maneira mais efetiva de lidar com o problema é:
Leia a tirinha a seguir:

Disponível em: www.bichinhosdejardim.com. Acesso em 09 jan. 2024.
Ao longo da evolução, as plantas
desenvolveram adaptações à vida no ambiente
terrestre, sendo as sementes um exemplo
disso. As sementes surgiram primeiro nas
plantas
Em setembro de 2023, sons de artilharia e sirenes antiaéreas marcaram o reinício da disputa entre Armênia e Azerbaijão pelo controle da região de Nagorno-Karabakh. Essa região do Cáucaso – onde a Europa encontra a Ásia – é palco de confrontos há anos. A tensão pelo controle do enclave cresceu nos últimos meses – no local, reconhecido internacionalmente como parte do Azerbaijão, vivem cerca de 120 mil pessoas que se identificam como armênias. Um frágil cessar-fogo foi quebrado quando o Ministério da Defesa do Azerbaijão comunicou o início de operações “antiterroristas” na região e apelou à rendição dos líderes armênios. “Para que as medidas antiterroristas cessem, as formações militares armênias ilegais devem hastear bandeira branca, entregar todas as armas e o regime ilegal deve ser dissolvido”, afirmou o Ministério da Defesa.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4n413kv6groAcesso em: 10 abr. 2024.
Essa tensão geopolítica evidencia as ações geoestratégicas dos armênios de Nagorno-Karabakh compatíveis com o seguinte movimento político-geográfico:
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), puxando o crescimento da economia do país, a agropecuária brasileira cresceu 15,1% em 2023, com um total de R$ 677,6 bilhões. O setor teve a maior alta entre as atividades e refletiu diretamente no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. “Mais uma vez a agropecuária puxou a atividade econômica brasileira, mesmo com as intempéries climáticas e o achatamento de preço das commodities. O Governo Federal trabalhou muito para adotar medidas de apoio ao setor. Ampliamos linha de crédito, abrimos mercados e geramos empregos”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária. “Teremos mais desafios em 2024, mas continuaremos trabalhando e gerando oportunidades”, completou.
Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/ptbr/assuntos/noticias/crescimento-da-economia-brasileira-eimpulsionado-pela-alta-de-15-da-agropecuaria-em-2023. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
Esse incremento do setor agropecuário decorreu principalmente dos seguintes fatores:
Considere a imagem e o texto sobre a urbanização no Brasil.

Disponível em: https://www.abrainc.org.br/sustentabilidade-eurbanismo/2023/01/04/urbanizacao-no-brasil-areas-comcidades-crescem-19-entre-2015-e-2019. Acesso em: 10 abr. 2024.
A noção de cidade ou de centro urbano na pesquisa do IBGE (2018) sobre regiões de influência das cidades, utilizada para análise dos dados, é operacionalizada por meio de duas unidades territoriais: os municípios e os arranjos populacionais. Os últimos são constituídos por agrupamentos de municípios muito integrados por possuírem deslocamentos frequentes de populações para trabalho e estudo, segundo os critérios de pesquisa específica.
Desse modo, as cidades brasileiras foram classificadas, hierarquicamente, [...] considerando tanto seu papel de comando em atividades empresariais quanto de gestão pública, e, ainda, em função da sua atratividade para suprir bens e serviços para outras cidades. São os 15 principais centros urbanos, dos quais todas as cidades existentes no País recebem influência direta, seja de uma ou mais metrópoles simultaneamente. A região de influência dessas centralidades é ampla e cobre toda a extensão territorial do País, com áreas de sobreposição em determinados contatos. Nessa classificação, as metrópoles se subdividem em três níveis: metrópole, metrópole nacional e grande metrópole nacional.
Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/ index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2101728. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
Nesse estudo do IBGE, são classificados,
respectivamente, como metrópole, metrópole
nacional e grande metrópole nacional os
seguintes arranjos populacionais:
O espaço escolar é compreendido como parte integrante da realidade socioespacial da cidade, que compõe relações e é por elas simultaneamente instituído. Se, por definição, a escola é o local da inclusão, da convivência das diferenças, do acesso democrático ao conhecimento, para as travestis ela é, ao invés, local de sofrimento, de violência e ataque cotidiano à sua autoestima, abortando suas possibilidades de conquistas materiais e sociais futuras. O espaço escolar reproduz o texto hegemônico da heteronormatividade já vivenciada na cidade. Contudo, segundo elas, outros espaços da cidade em que são discriminadas elas podem se privar de frequentar. A escola não; é uma obrigação a ser cumprida, imposta pela família e pela sociedade como necessária, tornando-se seu maior calvário. Ainda que ocultas, as travestis vivenciam esses espaços, e a geografia pode dar voz a esses sujeitos silenciados e subverter a ordem instituída, que tanto tem naturalizado as injustiças cotidianas perpetradas pela ordem econômica compulsória da heteronormatividade.
SILVA, Joseli. A cidade dos corpos transgressores da heteronormatividade. In: Silva, J. (Org.). Geografias Subversivas. Ponta Grossa: Todapalavra, 2009, p. 137.
O texto acima se insere na tendência dos estudos de geografia feminista e geografia das sexualidades que contêm o seguinte argumento:
Texto I
Justiça Territorial: Expressões como justiça espacial ou territorial e justiça ambiental, permitem esclarecer o papel que valores éticos – solidariedade, respeito, cuidado, hospitalidade e responsabilidade, por exemplo –, bem como emoções morais – empatia, indignação, humilhação, amor e nostalgia, entre outras –, desempenham no processo de produção social do espaço. [...] As injustiças sociais têm sempre uma dimensão espacial de modo que as injustiças sociais não podem ser abordadas sem que seja considerada igualmente sua dimensão espacial. [...] Concebemos a justiça territorial como a situação socioespacial na qual os vetores que promovem espaços opressores são, efetivamente, combatidos e eliminados ou, idealmente, não existem. Parece lícito conceber a opressão como a figura central da injustiça, isto é, como um dos seus modos de existência.
LIMA, Ivaldo. Em favor da Justiça Territorial: o encontro entre geografia e ética. Rio de Janeiro: Revista Política e Planejamento Regional / RPPR, Vol. 7, n.2, 2020, p. 130 e 132. Disponível em: https://revistappr.com.br/artigos/publicados/Emfavor-da-Justica-Territorial-o-encontro-entre-geografia-e-etica- .pdf. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
Texto II
Notícia do dia 10 de abril de 2024: Um homem, de 28 anos, foi preso na noite de quarta-feira por suspeita de participação na morte de uma jovem em Volta Redonda (Rio de Janeiro). Segundo a Polícia Civil, testemunhas descreveram que um homem usando uma camisa de time de futebol foi o responsável por chamar a vítima, atraindo sua atenção para a rua em que ocorreu o assassinato. Com a descrição do suspeito, os agentes o localizaram e o prenderam próximo ao local do crime. [...] Ainda de acordo com a Polícia Civil, o suspeito relatou em depoimento que, mesmo sendo morador do bairro, é colaborador de uma facção rival do local. [...] O preso, que já possui sete anotações criminais, foi recolhido ao sistema penitenciário, onde permanecerá acautelado e à disposição da Justiça.
Disponível em: https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costaverde/noticia/2024/04/11/preso-suspeito-de-envolvimento-emassassinato-de-jovem-em-volta-redonda.ghtml. Acesso em: 10 abr. 2024. Adaptado.
Com base na leitura, conclui-se que o conteúdo do Texto I se aplica conceitualmente à explicação do fato descrito no Texto II, indicando uma injustiça territorial, porque:
Considere as informações da imagem e do texto abaixo.

Disponível em: https://atlassocioeconomico.rs.gov.br/ comunidades-quilombolas. Acesso em: 04 abr. 2024. Adaptado.
A população quilombola do país é de 1.327.802 pessoas, ou 0,65% do total de habitantes. Os dados são do Censo 2022, que investigou pela primeira vez esse grupo, integrante dos povos e comunidades tradicionais reconhecidos pela Constituição de 1988. Foram identificados 473.970 domicílios onde residia pelo menos uma pessoa quilombola, espalhados por 1.696 municípios brasileiros. [...] O Censo também mostrou que os Territórios Quilombolas oficialmente delimitados abrigam 203.518 pessoas, sendo 167.202 quilombolas, ou 12,6% do total de quilombolas do país. Destaca-se, ainda, que apenas 4,3% da população quilombola reside em territórios já titulados no processo de regularização fundiária.
Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencianoticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/37464-brasil-tem-1-3- milhao-de-quilombolas-em-1-696-municipios. Acesso em: 04 abr. 2024
Com base na imagem e nos dados do Censo
Demográfico de 2022 sobre a situação da
população quilombola no Brasil, conclui-se que: