Questões de Concurso Para if-pe

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Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749611 Braille

Assinale a única alternativa CORRETA.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749610 Braille

Marque a única alternativa CORRETA quanto ao uso da grafia Braille.

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Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749609 Braille

Assinale a alternativa CORRETA quanto ao uso de aspas, parênteses e colchetes no braille. Devem ser colocados

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Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749608 Braille

O Sistema Braille foi adotado no Brasil a partir de 1854, com a criação do Instituto dos Meninos Cegos, hoje Benjamin Constant. Esse sistema, inventado por Louis, em 1825, foi utilizado em nosso país, na forma original, até a década de

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749607 Braille

Considerando a História do Sistema Braille, analise as afirmações abaixo.


I. Barbier criou um código considerado difícil para ser decodificado pelos militares em situação de guerra.

II. O código criado por Barbier foi mostrado ao Instituto Real de Jovens Cegos, onde foi bem recebido.

III. Valentin Hauy, pioneiro da primeira escola para cego, adaptou caracteres usando autorrelevo em tamanho grande.

IV. A Associação de Deficientes Visual e Amigo (ADEVA) é uma entidade sem fins lucrativos que proporciona educação e inclusão, mas não prepara o deficiente para o mercado de trabalho.

V. Dr. Misael de Oliveira, advogado, cego desde criança, participou da paraolimpíada de Pequim e recebeu medalha de ouro.


Estão CORRETAS as afirmativas

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Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749606 Braille

Musicografia Braille é uma área de estudo da música que está focada em possibilitar o acesso de deficientes visuais e pessoas de visão reduzida ao material musical escrito em tinta através da grafia braille. Quanto a isso, é CORRETO afirmar que

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749605 Braille

A escrita braille, com suas peculiaridades, propiciou o desenvolvimento de uma terminologia própria. Quanto a isso, é CORRETO o emprego da expressão

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Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749586 Português

Leia o TEXTO 04 para responder às questões de 5 a 7.


TEXTO 04

Crônica da cidade do Rio de Janeiro


No alto da noite do Rio de Janeiro, luminoso, generoso, o Cristo Redentor estende os braços. Debaixo desses braços os netos dos escravos encontram amparo.

Uma mulher descalça olha o Cristo, lá de baixo, e apontando seu fulgor, diz, muito tristemente:

- Daqui a pouco não estará mais aí. Ouvi dizer que vão tirar Ele daí.

- Não se preocupe – tranquiliza uma vizinha. – Não se preocupe: Ele volta.

A polícia mata muitos, e mais ainda mata a economia. Na cidade violenta soam tiros e também tambores: os atabaques, ansiosos de consolo e de vingança, chamam os deuses africanos. Cristo sozinho não basta.

(GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2009.)

Observe as construções “Não se preocupe: Ele volta” e “os atabaques, ansiosos de consolo e de vingança, chamam os deuses africanos. Cristo sozinho não basta.”

Se fosse possível substituir os sinais em destaque por conjunções, quais poderiam ser para que o sentido não se alterasse?

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Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749584 Português

Leia o TEXTO 04 para responder às questões de 5 a 7.


TEXTO 04

Crônica da cidade do Rio de Janeiro


No alto da noite do Rio de Janeiro, luminoso, generoso, o Cristo Redentor estende os braços. Debaixo desses braços os netos dos escravos encontram amparo.

Uma mulher descalça olha o Cristo, lá de baixo, e apontando seu fulgor, diz, muito tristemente:

- Daqui a pouco não estará mais aí. Ouvi dizer que vão tirar Ele daí.

- Não se preocupe – tranquiliza uma vizinha. – Não se preocupe: Ele volta.

A polícia mata muitos, e mais ainda mata a economia. Na cidade violenta soam tiros e também tambores: os atabaques, ansiosos de consolo e de vingança, chamam os deuses africanos. Cristo sozinho não basta.

(GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2009.)

Na construção “A polícia mata muitos, e mais ainda mata a economia”, a conjunção em destaque estabelece, entre as orações,

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Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749582 Português

Leia o TEXTO 04 para responder às questões de 5 a 7.


TEXTO 04

Crônica da cidade do Rio de Janeiro


No alto da noite do Rio de Janeiro, luminoso, generoso, o Cristo Redentor estende os braços. Debaixo desses braços os netos dos escravos encontram amparo.

Uma mulher descalça olha o Cristo, lá de baixo, e apontando seu fulgor, diz, muito tristemente:

- Daqui a pouco não estará mais aí. Ouvi dizer que vão tirar Ele daí.

- Não se preocupe – tranquiliza uma vizinha. – Não se preocupe: Ele volta.

A polícia mata muitos, e mais ainda mata a economia. Na cidade violenta soam tiros e também tambores: os atabaques, ansiosos de consolo e de vingança, chamam os deuses africanos. Cristo sozinho não basta.

(GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2009.)

De acordo a tipologia textual, podemos afirmar que, no TEXTO 04,

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Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749571 Português

Leia os TEXTOS 02 e 03 para responder às questões 3 e 4.


TEXTO 02

O Guarda-chuva

(Mauro Mota)


Meses e meses recolhida e murcha,

sai de casa, liberta-se da estufa,

a flor guardada (o guarda-chuva). Agora,

cresce na mão pluvial, cresce. Na rua,

sustento o caule de uma grande rosa

negra, que se abre sobre mim na chuva

(In Antologia Poética, Mauro Mota, Editora Leitura: 1968, Rio de Janeiro)


TEXTO 03

A Rosa de Hiroshima

(Vinícius de Morais)


Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroshima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A anti-rosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa sem nada.

(In Antologia Poética -Edição de Bolso.Editora Companhia das Letras, 2009)

Assinale o item que apresenta o vocábulo destacado do TEXTO 02 que não faz referência ao termo FLOR, no verso 3.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-PE Órgão: IF-PE Prova: IF-PE - 2016 - IF-PE - Revisor de Texto Braille |
Q2749564 Português

Leia os TEXTOS 02 e 03 para responder às questões 3 e 4.


TEXTO 02

O Guarda-chuva

(Mauro Mota)


Meses e meses recolhida e murcha,

sai de casa, liberta-se da estufa,

a flor guardada (o guarda-chuva). Agora,

cresce na mão pluvial, cresce. Na rua,

sustento o caule de uma grande rosa

negra, que se abre sobre mim na chuva

(In Antologia Poética, Mauro Mota, Editora Leitura: 1968, Rio de Janeiro)


TEXTO 03

A Rosa de Hiroshima

(Vinícius de Morais)


Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroshima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A anti-rosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa sem nada.

(In Antologia Poética -Edição de Bolso.Editora Companhia das Letras, 2009)

Assinale o item que estabelece a CORRETA relação entre os TEXTOS 02 e 03.

Alternativas
Q821160 Espanhol
“Los principios psicopedagógicos relacionados con los conocimientos previos nos señalan los anclajes sobre los que realizar los nuevos aprendizajes, que en el caso de las competencias se refieren al mayor o menor grado que ya se posee de éstas o de las habilidades, conocimientos y actitudes previas de que se dispone en relación con sus componentes. El nivel de desarrollo del alumno nos informará de la dificultad o facilidad para el aprendizaje de las competencias y, en consecuencia, de la necesidad de una mayor o una menor ayuda”.
ZABALA, A.; ARNAU, L. Como aprender y enseñar competencias. 2011. p. 113 – 117. 
Eso nos ayuda a saber lo que hacer para que un estudiante realmente consiga desarrollar una competenciasea procedimental, conceptual, factual o actitudinal. En relación a estas características básicas del proceso de aprendizaje de los componentes de las competencias según su tipología, relacione la columna de la izquierda con la derecha: 
I. el aprendizaje de los hechos II. el aprendizaje de los conceptos III. el aprendizaje de los procedimientos IV. el aprendizaje de las actitudes
( ) está compuesto por contenidos que están configurados por componentes conductuales (declaraciones de intención y acciones), afectivos (preferencias y sentimientos), y cognitivos (creencias y conocimientos). ( ) es un conjunto de acciones ordenadas y finalizadas, es decir, dirigidas a la consecución de un objetivo. Ejemplos de contenidos de este proceso de aprendizaje: pinchar, clasificar, dibujar, leer, calcular, etc. A grandes rasgos podemos decir que tales contenidos se aprenden mediante un proceso de ejercitación tutelada y reflexiva a partir de modelos expertos. ( ) son contenidos de aprendizaje de carácter abstracto que exigen la comprensión. Se trata de actividades complejas que promueven un verdadero proceso de elaboración y construcción personal, es decir, que favorezcan la comprensión de este tipo de proceso de aprendizaje a fin de utilizarlo para la interpretación, el conocimiento de situaciones, o la construcción de otras ideas. Algunos ejemplos de este tipo de aprendizaje son: densidad, demografía, sujeto, nepotismo, romanticismo, etc. ( ) se define como contenidos de aprendizaje singulares, de carácter descriptivo y concreto. En esta categoría encontramos: obras de arte, nombres, política mundial, etc. Estos contenidos son fundamentales, ya que a menudo son necesarios para poder comprender la mayoría de informaciones y problemas que surgen en la vida profesional y cotidiana.
La secuencia correcta, de arriba para abajo, es:  
Alternativas
Q821159 Espanhol
“Seleccionar materiales es tarea para todos los profesores profesionales independiente de su experiencia. Producir los materiales, no obstante, es misión de aquellos profesionales que reúnen más condiciones de enfrentamiento” (FILHO, J. C. P. A. Quatro estações no ensino de línguas. 2012. p. 57 - 67), porque ella da mucho trabajo. Teniendo en cuenta esa misión, ¿qué es necesario para la elaboración de nuevos materiales didácticos para la enseñanza de una lengua extranjera?
I. Espírito de emprendimiento que excluya la creatividad. II. Tiempo disponible para dedicarse a los análisis, revisiones y sesiones de prácticas con ese material por parte de otros profesores que estén comprometidos en su utilización. III. Perseverancia en las metas de desembolso de las unidades y del afinamiento o perfeccionamiento del proyecto a lo largo de los años hasta que se concluya que el Material Didáctico encerró su trayectoria por agotamiento de sus bases y potencial. IV. Buena capacidad teórica en reconocer pocos tipos de materiales requeridos en el andamiento del curso y a que propósito sirven. V. Gran capacidad reflexiva para hacer crecer el material didáctico en el atendimiento de cualquieras demandas generalizadas a todos los tipos de público.
Están correctas, solamente: 
Alternativas
Q821158 Espanhol
A la capacidad de formar enunciados que no solo sean gramaticalmente correctos sino también socialmente apropiados le llamamos
Alternativas
Q821157 Espanhol
La evaluación hace parte de cualquier proceso de enseñanza y aprendizaje sea en la Universidad o en un curso de español, por ejemplo. Para ponerla en práctica una de las herramientas más utilizadas es el examen, fundamental para algunos actores (profesores, estudiantes, instituciones de enseñanza, etc.) y algo rechazado por otros. A fin de evitar el rechazo, debe ser elaborado un buen examen para ser considerado confiable y válido. “Quién más influyó, a partir la década del 90, en la concepción de aceptabilidad de un examen ha sido Lyle Bachman (1990,1996), al llevar el foco de la atención de la validez y la confiabilidad al de ‘utilidad de un examen’ como base para medir el diseño y el desarrollo de un examen y todos los aspectos que se relacionan con él”

(PRATI, S. La evaluación en español lengua extranjera: elaboración de exámenes. 2007. p. 13 - 18).
Sobre las seis características que componen la “utilidad de un examen”, relacionen la columna de la izquierda con la derecha: 
I. confiabilidad II. validez de constructo III. autenticidad IV. interactividad V. factibilidad VI. impacto 
( ) Mide lo que se pretende medir, más allá de poder interpretar los resultados como indicadores de las habilidades o del constructo que se quiere evaluar. ( ) Consistencia en los resultados de un examen en relación a la medición de una habilidad o de un constructo. ( ) La influencia puede ocurrir al nivel de la sociedad, de los sistemas educativos y de los individuos. ( ) El modo en que las características y habilidades del estudiante se relacionan con la tarea examinada. ( ) El grado de correspondencia o de nivel entre la utilización de la lengua meta y las características de las actividades del examen.  ( ) Relación entre los recursos (económicos, humanos, estructurales y académicos) que se necesitan para el uso, desarrollo y diseño del examen y la disponibilidad de los mismos. 
La secuencia correcta, de arriba para abajo, es: 
   
Alternativas
Q821156 Espanhol
Según Sánchez (La enseñanza de idiomas en los últimos cien años. 2009. p. 206), los métodos para enseñar lenguas pueden ser clasificados como los métodos centrados en la lengua que se enseña y en su naturaleza o como métodos centrados en los aspectos no lingüísticos. “Obviamente, los métodos centrados en aspectos no lingüísticos no tienen por qué estar desligados del objeto de la enseñanza, la lengua, pero ésta queda siempre subordinada a principios de otra índole (no lingüística). Los primeros suelen englobarse dentro de la esfera de lo lingüístico, mientras que los segundos han sido situados por algunos autores dentro de un marco que llaman humanístico”. En relación a los elementos humanísticos analice las afirmaciones abajo.
I. Se margina sustancialmente la organización racional del contenido enseñado. II. Sólo en muy contados casos se tiene parcialmente en cuenta los sentimientos o el contexto afectivo de los estudiantes. III. Se desregula también el método de enseñanza, posibilitando, por tanto, la adaptación del método al estudiante. IV. Promueve las relaciones sociales y evita el aislamiento individual ofreciendo materiales lingüísticos que requieren intercambio de información y favorecen la discusión de ideas. V. Es racionalista y se cifra en el desarrollo de la capacidad cognitiva, dejando de lado otros componentes y facetas propias del ser humano.
Está(n) correcta(s), solamente:  
Alternativas
Q821155 Espanhol

TEXTO 6

EL ROTO: “INTERNET ES UN RÍO RÁPIDO PERO SIN PROFUNDIDAD”

El dibujante alerta en su nuevo libro del "chorro de desinformación de los medios audiovisuales"


   "Le tengo especial fobia a la tele por la forma en que es utilizada". El dibujante Andrés Rábago, El Roto (Madrid, 1947), referencia diaria en las páginas de Opinión de EL PAÍS, vuelve al ataque con un nuevo libro, Camarón que se duerme (se lo lleva la corriente de opinión), que lanza mañana jueves la editorial Literatura Mondadori y que reúne 105 viñetas de los últimos tres años en las que se apunta, sobre todo, "a la manipulación informativa y la disolución de la opinión crítica". 

   Este libro sigue la estela del publicado hace ahora un año, Viñetas para una crisis, en el que El Roto metía su bisturí en el pútrido absceso de la recesión económica. Ahora le ha tocado "a los medios", sobre todo a la televisión, "un aparato que cuando lo conectas, desconectas tu conciencia crítica" y, anuncia, habrá más publicaciones, que serán sobre la educación y el medio ambiente, "temas relevantes de esta crisis". 

   En el caso de los medios audiovisuales, "más que de información, son de manipulación, especialmente agresivos, y ante eso hay poca capacidad para poner una barrera que lo impida", dice por teléfono Rábago, "lector de prensa, que no de Internet", por eso, cuando quiere enterarse "de algo" recurre al papel. El viñetista considera la Red como "un río rápido, en el que las noticias cambian constantemente, pero sin ninguna profundidad".

   A El Roto le preocupa especialmente cómo se percibe la realidad y quién decide aquello de lo que hay que enterarse, una idea que sintetiza en dibujos como el que muestra a un ojo con gafas que dice "¡Qué curioso! Cada vez resulta más difícil de ver lo que está a la vista". Una situación provocada porque, según Rábago, hay "una corriente de opinión dominante que, cuando intentas nadar en contra, es imposible". Así, "cegados y ensordecidos por los medios audiovisuales, resulta necesario apartarse de esa corriente y echar una mano a aquellos que arrastrados por las enloquecidas aguas, pidan ayuda", asevera El Roto en el prólogo del libro. 

   Con sus dibujos satíricos que en la web de EL PAÍS figuran casi a diario entre lo más visto, Rábago "intenta alertar al lector para que reciba la información de forma crítica". "Soy como un sistema de alarma".


 Tertulianos  

   En las viñetas seleccionadas para su libro también hay espacio para fustigar a esos tertulianos "que nos dicen a quién odiar". "Tenemos una necesidad de canalizar nuestras frustraciones y con ese odio se nos elimina la obligación de conocer mejor las cosas". Traducida en viñeta, esta idea la dibuja con un individuo que tiene unos auriculares y dice: "Yo odio de oídas".

   Al pasar las páginas de Camarón que se duerme... queda una visión de la realidad como un puro desconcierto y aunque Rábago huye de cualquier definición de su trabajo que le etiquete en el campo del humor, es imposible no esbozar una sonrisa al ver dibujos como el del espejo que dice: "A los poderosos nunca les parece que les reflejes bien". 


MORALES, Manuel. El Roto: “internet es un río rápido pero sin profundidad”. El País. Disponível em: . Acesso: 03 nov. 2016. <http://cultura.elpais.com/cultura/2012/10/16/exclusivo/1350399382_579617.html> . Acesso: 03 nov. 2016.

Así, "cegados y ensordecidos por los medios audiovisuales, resulta necesario apartarse de esa corriente y echar una mano a aquellos que arrastrados por las enloquecidas aguas, pidan ayuda", asevera El Roto en el prólogo del libro. La expresión destacada está formada con el verbo echar. Sobre las expresiones con el verbo echar, juzga si son correctas las relaciones de sentido establecidas abajo.
 I. Echarse un trago > comer o beber algo. II. Echar a llorar > empezar a llorar. III. Echar de ver > notar, reparar. IV. Echarse a dormir > comenzar a dormir. V. Echarse atrás > quedarse por último.
Están correctas, solamente:  
Alternativas
Q821154 Espanhol

TEXTO 6

EL ROTO: “INTERNET ES UN RÍO RÁPIDO PERO SIN PROFUNDIDAD”

El dibujante alerta en su nuevo libro del "chorro de desinformación de los medios audiovisuales"


   "Le tengo especial fobia a la tele por la forma en que es utilizada". El dibujante Andrés Rábago, El Roto (Madrid, 1947), referencia diaria en las páginas de Opinión de EL PAÍS, vuelve al ataque con un nuevo libro, Camarón que se duerme (se lo lleva la corriente de opinión), que lanza mañana jueves la editorial Literatura Mondadori y que reúne 105 viñetas de los últimos tres años en las que se apunta, sobre todo, "a la manipulación informativa y la disolución de la opinión crítica". 

   Este libro sigue la estela del publicado hace ahora un año, Viñetas para una crisis, en el que El Roto metía su bisturí en el pútrido absceso de la recesión económica. Ahora le ha tocado "a los medios", sobre todo a la televisión, "un aparato que cuando lo conectas, desconectas tu conciencia crítica" y, anuncia, habrá más publicaciones, que serán sobre la educación y el medio ambiente, "temas relevantes de esta crisis". 

   En el caso de los medios audiovisuales, "más que de información, son de manipulación, especialmente agresivos, y ante eso hay poca capacidad para poner una barrera que lo impida", dice por teléfono Rábago, "lector de prensa, que no de Internet", por eso, cuando quiere enterarse "de algo" recurre al papel. El viñetista considera la Red como "un río rápido, en el que las noticias cambian constantemente, pero sin ninguna profundidad".

   A El Roto le preocupa especialmente cómo se percibe la realidad y quién decide aquello de lo que hay que enterarse, una idea que sintetiza en dibujos como el que muestra a un ojo con gafas que dice "¡Qué curioso! Cada vez resulta más difícil de ver lo que está a la vista". Una situación provocada porque, según Rábago, hay "una corriente de opinión dominante que, cuando intentas nadar en contra, es imposible". Así, "cegados y ensordecidos por los medios audiovisuales, resulta necesario apartarse de esa corriente y echar una mano a aquellos que arrastrados por las enloquecidas aguas, pidan ayuda", asevera El Roto en el prólogo del libro. 

   Con sus dibujos satíricos que en la web de EL PAÍS figuran casi a diario entre lo más visto, Rábago "intenta alertar al lector para que reciba la información de forma crítica". "Soy como un sistema de alarma".


 Tertulianos  

   En las viñetas seleccionadas para su libro también hay espacio para fustigar a esos tertulianos "que nos dicen a quién odiar". "Tenemos una necesidad de canalizar nuestras frustraciones y con ese odio se nos elimina la obligación de conocer mejor las cosas". Traducida en viñeta, esta idea la dibuja con un individuo que tiene unos auriculares y dice: "Yo odio de oídas".

   Al pasar las páginas de Camarón que se duerme... queda una visión de la realidad como un puro desconcierto y aunque Rábago huye de cualquier definición de su trabajo que le etiquete en el campo del humor, es imposible no esbozar una sonrisa al ver dibujos como el del espejo que dice: "A los poderosos nunca les parece que les reflejes bien". 


MORALES, Manuel. El Roto: “internet es un río rápido pero sin profundidad”. El País. Disponível em: . Acesso: 03 nov. 2016. <http://cultura.elpais.com/cultura/2012/10/16/exclusivo/1350399382_579617.html> . Acesso: 03 nov. 2016.

Analice la relación de significados de los vocablos presentes en el TEXTO 6.

I. fustigar – justificar

II. estela – rastro

III. pútrido – nuevo

IV. apartarse – separarse

V. enterarse – comprender


Están correctas, solamente:  

Alternativas
Q821153 Espanhol

TEXTO 6

EL ROTO: “INTERNET ES UN RÍO RÁPIDO PERO SIN PROFUNDIDAD”

El dibujante alerta en su nuevo libro del "chorro de desinformación de los medios audiovisuales"


   "Le tengo especial fobia a la tele por la forma en que es utilizada". El dibujante Andrés Rábago, El Roto (Madrid, 1947), referencia diaria en las páginas de Opinión de EL PAÍS, vuelve al ataque con un nuevo libro, Camarón que se duerme (se lo lleva la corriente de opinión), que lanza mañana jueves la editorial Literatura Mondadori y que reúne 105 viñetas de los últimos tres años en las que se apunta, sobre todo, "a la manipulación informativa y la disolución de la opinión crítica". 

   Este libro sigue la estela del publicado hace ahora un año, Viñetas para una crisis, en el que El Roto metía su bisturí en el pútrido absceso de la recesión económica. Ahora le ha tocado "a los medios", sobre todo a la televisión, "un aparato que cuando lo conectas, desconectas tu conciencia crítica" y, anuncia, habrá más publicaciones, que serán sobre la educación y el medio ambiente, "temas relevantes de esta crisis". 

   En el caso de los medios audiovisuales, "más que de información, son de manipulación, especialmente agresivos, y ante eso hay poca capacidad para poner una barrera que lo impida", dice por teléfono Rábago, "lector de prensa, que no de Internet", por eso, cuando quiere enterarse "de algo" recurre al papel. El viñetista considera la Red como "un río rápido, en el que las noticias cambian constantemente, pero sin ninguna profundidad".

   A El Roto le preocupa especialmente cómo se percibe la realidad y quién decide aquello de lo que hay que enterarse, una idea que sintetiza en dibujos como el que muestra a un ojo con gafas que dice "¡Qué curioso! Cada vez resulta más difícil de ver lo que está a la vista". Una situación provocada porque, según Rábago, hay "una corriente de opinión dominante que, cuando intentas nadar en contra, es imposible". Así, "cegados y ensordecidos por los medios audiovisuales, resulta necesario apartarse de esa corriente y echar una mano a aquellos que arrastrados por las enloquecidas aguas, pidan ayuda", asevera El Roto en el prólogo del libro. 

   Con sus dibujos satíricos que en la web de EL PAÍS figuran casi a diario entre lo más visto, Rábago "intenta alertar al lector para que reciba la información de forma crítica". "Soy como un sistema de alarma".


 Tertulianos  

   En las viñetas seleccionadas para su libro también hay espacio para fustigar a esos tertulianos "que nos dicen a quién odiar". "Tenemos una necesidad de canalizar nuestras frustraciones y con ese odio se nos elimina la obligación de conocer mejor las cosas". Traducida en viñeta, esta idea la dibuja con un individuo que tiene unos auriculares y dice: "Yo odio de oídas".

   Al pasar las páginas de Camarón que se duerme... queda una visión de la realidad como un puro desconcierto y aunque Rábago huye de cualquier definición de su trabajo que le etiquete en el campo del humor, es imposible no esbozar una sonrisa al ver dibujos como el del espejo que dice: "A los poderosos nunca les parece que les reflejes bien". 


MORALES, Manuel. El Roto: “internet es un río rápido pero sin profundidad”. El País. Disponível em: . Acesso: 03 nov. 2016. <http://cultura.elpais.com/cultura/2012/10/16/exclusivo/1350399382_579617.html> . Acesso: 03 nov. 2016.

Sobre el libro de El Roto:
Alternativas
Respostas
901: D
902: B
903: E
904: C
905: A
906: A
907: D
908: D
909: B
910: A
911: C
912: B
913: C
914: E
915: B
916: A
917: D
918: B
919: D
920: E