Foram encontradas 75.872 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3748064 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No trecho “Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti.”, a expressão “Nos dias de hoje” pode ser substituída por
Alternativas
Q3748063 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No trecho “A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.”, a forma “em vez de” pode ser substituída por
Alternativas
Q3748062 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No segmento “Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.”, o termo “vivenciadas” foi empregada na forma feminina plural porque concorda com 
Alternativas
Q3748061 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No trecho “Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas, vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.”, com adequação no emprego de classes de palavras, a oração pode ser reescrita como
Alternativas
Q3748060 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
No trecho “A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.”, a expressão “doenças de pobreza” foi empregada para se referir a doenças que afetam, principalmente,
Alternativas
Q3748059 Saúde Pública
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
Entende‑se das ideias do texto que o ser humano vacinado contra a febre amarela
Alternativas
Q3748058 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
O significado do termo “infecciosa” indica que a doença desse tipo
Alternativas
Q3748057 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
Do texto se compreende que a gratuidade da vacina contra a febre amarela pressupõe que o indivíduo a ser vacinado
Alternativas
Q3748056 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
Segundo o texto, as vacinas contra doenças infecciosas como a febre amarela são
Alternativas
Q3748055 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
Compreende‑se do texto que a vacina brasileira contra a febre amarela foi  
Alternativas
Q3748054 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
De acordo com o texto, “Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas, vivenciadas pela sociedade brasileira”, 
Alternativas
Q3748053 Português
Texto para as questão.


    Mesmo com os avanços técnico‑científicos e as transformações econômicas, sociais e políticas vivenciadas pela sociedade brasileira, não tem sido fácil de se obter o controle das doenças infecciosas.

    A história nos mostra que, ao invés de existir um processo linear e relativamente simples de transição epidemiológica, no qual as chamadas doenças de pobreza são substituídas pelos males da modernidade, o que se observa é um quadro complexo de alterações, mudanças, adaptações e emergências típicas dos fenômenos vivos.

    Nos dias de hoje, o vírus responsável pela febre amarela ainda circula pelo interior do país, por meio de seus hospedeiros animais e humanos, e bate às portas das grandes e populosas cidades do Brasil, infestadas por seu vetor/hospedeiro intermediário urbano, o mosquito Aedes aegypti. 

    Doença infecciosa para a qual já existe uma vacina disponível, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde, a febre amarela ainda atinge populações na América e na África. Causada por um gênero de vírus conhecido como flavivírus, ou vírus amarílico, a enfermidade apresenta duas formas de expressão: a urbana e a silvestre. No Brasil, a forma urbana encontra‑se erradicada desde 1942. No entanto, a febre amarela silvestre não é erradicável, já que possui uma circulação natural entre primatas das florestas tropicais.

    A relação entre as populações de homens, vetores e agentes etiológicos é bastante complexa e não parece estar no horizonte, para os próximos anos, a miragem de uma vida livre de infecções. Talvez esse não seja um fato totalmente negativo, uma vez que, de certo modo, ele prova a vitalidade do mundo no qual vivemos e as inúmeras possibilidades plásticas dos seres vivos, que, no processo de construção e reprodução de sua vida como espécie e como gênero, criam normas de vida saudáveis e doentes.


Internet: ; <scielo.br>; <fiocruz.br> (com adaptações).
O texto aborda que
Alternativas
Q3703632 Química
A reação entre o p‑fluorobenzaldeído (C₇H₅FO) e a acetona (C3H6O), na presença de hidróxido de sódio (NaOH) e com subsequente desidratação, leva a um composto α,β‑insaturado, sendo conhecida como condensação aldólica, conforme ilustrado a seguir.

Com base nessas informações, julgue o item a seguir.


Na redução de um aldeído com H₂, o composto formado é um álcool primário.

Alternativas
Q3703624 Química

Acerca da mudança de estado, das características e das propriedades e das ligações químicas nos sólidos, julgue o item seguinte.


Sólidos moleculares são formados por moléculas unidas por forças intermoleculares, como interações de London, dipolo‑dipolo ou ligações de hidrogênio, o que explica os seus altos pontos de fusão em comparação aos sólidos iônicos.

Alternativas
Q3703623 Química

Acerca da mudança de estado, das características e das propriedades e das ligações químicas nos sólidos, julgue o item seguinte.


Uma mistura eutética comporta‑se como uma substância pura durante a ebulição.

Alternativas
Q3703622 Química

A respeito das leis ponderais, julgue o item a seguir.


Conforme o entendimento da lei de Dalton, dois elementos podem combinar‑se formando mais de um composto, mantendo fixa a massa de um dos elementos, ao passo que a massa do outro se combine em proporções múltiplas e inteiras. 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690524 Direito Empresarial (Comercial)
Uma empresa S.A., com filial em Sergipe, prestava dois tipos de serviços: a intermediação habitual de pedidos junto a fabricantes, por conta e ordem dos representados, e a consultoria de marketing, sem intermediação de negócios mercantis. Durante fiscalização do CORE‑SE, a empresa foi notificada a indicar um responsável técnico (RT).
Com base nessa situação hipotética e conforme as Resoluções CONFERE nº 1.063/2015 e nº 1.130/2019, bem como a Lei nº 4.886/1965, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690523 Direito Empresarial (Comercial)
Uma empresa Ltda., sediada em Aracaju/SE, atuava de forma contínua na intermediação de negócios mercantis por conta de terceiros, sem vínculo empregatício com os representados. Ao requerer registro junto ao CORE‑SE, buscava confirmar o fundamento legal que determina a obrigatoriedade de inscrição da empresa no conselho profissional.
Com base nessa situação hipotética e à luz da Lei nº 6.839/1980, que disciplina o registro de empresas nos conselhos de fiscalização do exercício profissional, e da Lei nº 4.886/1965, que regulamenta a representação comercial autônoma, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690521 Contabilidade Geral
Uma empresa apresentou, em 31/12/X1, um patrimônio líquido (PL) total de R$ 300.000. No exercício X2, ocorreram as seguintes movimentações no PL.
Imagem associada para resolução da questão
Com base nessa situação hipotética, assinale o montante do patrimônio líquido da empresa em 31/12/X2.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690517 Direito Financeiro
Por lei publicada em 20/11/X1, o Poder Executivo do estado de Sergipe foi autorizado a abrir crédito especial de R$ 12 milhões, em favor da unidade orçamentária SEFAZ/SE, para nova ação orçamentária. O crédito foi aberto por decreto e, até 31/12/X1, executaram‑se R$ 8 milhões, restando R$ 4 milhões.
Com base nessa situação hipotética e considerando a vigência e a reabertura desse crédito no exercício seguinte (X2), assinale a opção correta. 
Alternativas
Respostas
1421: A
1422: C
1423: C
1424: B
1425: B
1426: B
1427: C
1428: D
1429: A
1430: E
1431: B
1432: C
1433: C
1434: E
1435: E
1436: C
1437: C
1438: D
1439: D
1440: D