Questões de Concurso
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O texto a seguir é referência para a questão
O Estado pode firmar-se como um promotor da uberização. No Brasil, a Lei n. 13.467, mais conhecida como reforma trabalhista, instituiu a condição do trabalhador just-in-time no interior do trabalho formal, transformando os pilares deste com, entre outros elementos, a criação do contrato de trabalho intermitente. Nele, o trabalhador é um empregado formalizado que, entretanto, é recrutado ao trabalho de acordo com as determinações do empregador e já não conta com qualquer garantia sobre sua remuneração — que agora pode legalmente ser inferior a um salário mínimo — nem sobre a extensão e a distribuição da jornada de trabalho.
Abílio, L. C. Uberização e juventude periférica: desigualdades, autogerenciamento e novas formas de controle do trabalho. Novos estudos CEBRAP, São Paulo, v. 39, n. 3, p. 579-597, set. 2020.
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O Estado pode firmar-se como um promotor da uberização. No Brasil, a Lei n. 13.467, mais conhecida como reforma trabalhista, instituiu a condição do trabalhador just-in-time no interior do trabalho formal, transformando os pilares deste com, entre outros elementos, a criação do contrato de trabalho intermitente. Nele, o trabalhador é um empregado formalizado que, entretanto, é recrutado ao trabalho de acordo com as determinações do empregador e já não conta com qualquer garantia sobre sua remuneração — que agora pode legalmente ser inferior a um salário mínimo — nem sobre a extensão e a distribuição da jornada de trabalho.
Abílio, L. C. Uberização e juventude periférica: desigualdades, autogerenciamento e novas formas de controle do trabalho. Novos estudos CEBRAP, São Paulo, v. 39, n. 3, p. 579-597, set. 2020.
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Toda esta mistificação da máquina e da tecnologia que parecia realmente ser os fatores primordiais que definiam o progresso humano foi rompida pelas explosões das bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, em Nagasáqui e Hiroshima. […] A tecnologia passou a ser encarada também como antivida e, em determinadas situações, como fora de controle. Nascia então a necessidade do surgimento de uma nova área no campo de conhecimento que pudesse interpretar e conhecer estas relações que começavam a definir novos rumos para a civilização.
Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade (CTS). In: Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade e o contexto da educação tecnológica. 3. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2011. p. 91-135.
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Toda esta mistificação da máquina e da tecnologia que parecia realmente ser os fatores primordiais que definiam o progresso humano foi rompida pelas explosões das bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, em Nagasáqui e Hiroshima. […] A tecnologia passou a ser encarada também como antivida e, em determinadas situações, como fora de controle. Nascia então a necessidade do surgimento de uma nova área no campo de conhecimento que pudesse interpretar e conhecer estas relações que começavam a definir novos rumos para a civilização.
Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade (CTS). In: Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade e o contexto da educação tecnológica. 3. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2011. p. 91-135.
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Toda esta mistificação da máquina e da tecnologia que parecia realmente ser os fatores primordiais que definiam o progresso humano foi rompida pelas explosões das bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, em Nagasáqui e Hiroshima. […] A tecnologia passou a ser encarada também como antivida e, em determinadas situações, como fora de controle. Nascia então a necessidade do surgimento de uma nova área no campo de conhecimento que pudesse interpretar e conhecer estas relações que começavam a definir novos rumos para a civilização.
Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade (CTS). In: Bazzo, Walter A. Ciência, tecnologia e sociedade e o contexto da educação tecnológica. 3. ed. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2011. p. 91-135.
Leia o seguinte trecho sobre qualidade de vida no trabalho (QVT), saúde do trabalhador e promoção da saúde:
[…] apesar de atraente, o tema da QVT é ao mesmo tempo carregado de vivas polêmicas e contradições. No Brasil é comum, por exemplo, se referir às práticas e programas de bem-estar nas organizações denominando-as com as expressões Saúde do Trabalhador, QVT, Promoção da Saúde, entre outras. Esta sobreposição de nomenclatura é equivocada porque cada uma delas remete a um campo de saberes e práticas com diferentes pressupostos.
Rezende, Marcello S.; Masson, Letícia P. Qualidade de vida no trabalho e promoção da saúde do trabalhador: quais relações? Laboreal, v. 21, n. 1, 2025. p. 1.
Considerando as especificidades de cada uma dessas práticas, a promoção da saúde é corretamente definida como um conjunto de:
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O trabalho como princípio educativo
Compreender a relação indissociável entre trabalho, ciência, tecnologia e cultura significa compreender o trabalho como princípio educativo, o que não significa “aprender fazendo”, nem é sinônimo de formar para o exercício do trabalho. Considerar o trabalho como princípio educativo equivale dizer que o ser humano é produtor de sua realidade e, por isso, se apropria dela e pode transformá-la. Equivale dizer, ainda, que nós somos sujeitos de nossa história e de nossa realidade. Em síntese, o trabalho é a primeira mediação entre o homem e a realidade material e social.
O trabalho também se constitui como prática econômica, obviamente porque nós garantimos nossa existência, produzindo riquezas e satisfazendo necessidades. Na sociedade moderna a relação econômica vai se tornando fundamento da profissionalização. Mas, sob a perspectiva da integração entre trabalho, ciência e cultura, a profissionalização se opõe à simples a formação para o mercado de trabalho. Antes, ela incorpora valores éticos-políticos e conteúdos históricos e científicos que caracterizam a práxis humana.
Portanto, formar profissionalmente não é preparar exclusivamente para o exercício do trabalho, mas é proporcionar a compreensão das dinâmicas socioprodutivas das sociedades modernas, com as suas conquistas e os seus revezes, e também habilitar as pessoas para o exercício autônomo e crítico de profissões, sem nunca se esgotar a elas.
Disponível em: https://www.gov.br. Adaptado.
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O trabalho como princípio educativo
Compreender a relação indissociável entre trabalho, ciência, tecnologia e cultura significa compreender o trabalho como princípio educativo, o que não significa “aprender fazendo”, nem é sinônimo de formar para o exercício do trabalho. Considerar o trabalho como princípio educativo equivale dizer que o ser humano é produtor de sua realidade e, por isso, se apropria dela e pode transformá-la. Equivale dizer, ainda, que nós somos sujeitos de nossa história e de nossa realidade. Em síntese, o trabalho é a primeira mediação entre o homem e a realidade material e social.
O trabalho também se constitui como prática econômica, obviamente porque nós garantimos nossa existência, produzindo riquezas e satisfazendo necessidades. Na sociedade moderna a relação econômica vai se tornando fundamento da profissionalização. Mas, sob a perspectiva da integração entre trabalho, ciência e cultura, a profissionalização se opõe à simples a formação para o mercado de trabalho. Antes, ela incorpora valores éticos-políticos e conteúdos históricos e científicos que caracterizam a práxis humana.
Portanto, formar profissionalmente não é preparar exclusivamente para o exercício do trabalho, mas é proporcionar a compreensão das dinâmicas socioprodutivas das sociedades modernas, com as suas conquistas e os seus revezes, e também habilitar as pessoas para o exercício autônomo e crítico de profissões, sem nunca se esgotar a elas.
Disponível em: https://www.gov.br. Adaptado.
Em 1942, ao fazer um balanço crítico dos vinte anos da Semana de Arte Moderna de 1922, o escritor Mário de Andrade afirmou: “E vivemos uns oito anos, até perto de 1930, na maior orgia intelectual que a história artística do país registra”.
ANDRADE, Mário de. O Movimento Modernista. Rio de Janeiro: Casa do Estudante do Brasil, 1942. p. 34.
Considerando o contexto histórico do Modernismo brasileiro e as características da produção artística do período citado pelo autor (1922 a 1930), a expressão “orgia intelectual” empregada por Mário de Andrade refere-se:
Em uma aula prática de Artes Visuais, o professor propõe a seguinte dinâmica: cada aluno recebe uma folha em branco e um barbante embebido em tinta preta. Primeiro, eles devem pressionar a ponta do barbante verticalmente contra o papel, gerando uma marca isolada que serve como unidade mínima de destaque. Em seguida, o professor orienta os alunos a arrastarem esse mesmo barbante em diferentes direções pela superfície, criando trajetórias retas, curvas e sinuosas que conduzem o olhar por todo o espaço da folha.
A partir da atividade prática descrita, os estudantes vivenciam a transição entre os dois elementos visuais fundamentais, demonstrando que:
Na pintura brasileira da década de 1920, artistas como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Vicente do Rego Monteiro e Di Cavalcanti utilizaram a tela como campo de pesquisa temática para refundar a visualidade da identidade nacional.
Considerando as composições pictóricas desse período, os temas centrais abordados pelos pintores da Primeira Fase modernista articulam-se a partir da:
A tela A estudante, de Anita Malfatti, fez parte da histórica exposição da artista, realizada entre 1917 e 1918 e considerada um dos estopins do movimento modernista no Brasil.

Disponível em: https://masp.org.br/.
A partir da análise visual da imagem ao lado, assinale a alternativa que indica as características modernistas presentes nessa pintura.
Leia a descrição de uma atividade prática sugerida pelo site do Instituto Claro, da qual foram suprimidas intencionalmente algumas palavras:
Autorretrato cubista
Os alunos fotografam seus rostos de diferentes ângulos, de frente e de perfil. Depois, recortam as imagens em formas _______ e realizam colagens com sobreposição, explorando a ideia de múltiplos planos e _______ em uma mesma imagem. Atividade válida para todas as etapas de ensino.
Disponível em: https://www.institutoclaro.org.br/.
Considerando as características do movimento cubista, assinale a alternativa que apresenta as expressões que preenchem correta e respectivamente as lacunas do texto.
Na brincadeira conhecida como “Lenço atrás” (ou “Corre cutia”), as crianças sentam-se em roda, batem palmas e cantam uma música em velocidade constante (“Lenço atrás, corre mais; lenço atrás, corre mais”). Enquanto isso, um participante com um lenço nas mãos caminha em círculos por fora da roda e, de repente, solta o pano atrás de um dos colegas. Nesse instante, ambos precisam iniciar uma corrida veloz ao redor da roda para ver quem ocupará primeiro o lugar deixado vazio por aquele que recebeu o lenço em suas costas. Enquanto a corrida de ambos acontece, as crianças sentadas aceleram a música e as palmas, até que o mais rápido ocupe o lugar vago na roda.
Tanto o ato de bater palmas no compasso da música quanto a aceleração repentina dos passos para correr envolvem, prioritariamente, o seguinte elemento da dança: