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Q600338 Português
MACONHA E CLASSE SOCIAL

Em recente entrevista, o presidente Barak Obama afirmou que fumar maconha é menos nocivo do que ingerir álcool. Defensor da legalização do uso recreativo, acrescentou que a criminalização dessa droga prejudica mais os jovens negros e latinos das classes pobres do que os garotos de classe média, que raramente vão para a prisão pelo seu uso.
    Os dois argumentos revelam muito da ideologia dita progressista do presidente.
   Adepto do que se convencionou chamar de Estado-babá, ele pauta suas opiniões e decisões de acordo com o perigo que determinada atividade possa representar aos cidadãos. Assim, se a maconha é menos nociva que o tolerado álcool, pode ser liberada. Já o argumento segundo qual a legalização beneficiará os mais pobres, que costumam ser punidos com mais rigor pela lei opressora, denota sua firme adesão à teoria da luta de classes.
  O consumo e comercialização da maconha devem ser liberados sim, mas não pelos fracos argumentos usados pelo presidente. O primeiro é cientificamente controverso e o segundo, embora verdadeiro, é tosco, uma vez que, no limite, pode ser usado para defender a descriminalização de qualquer atividade ilícita, inclusive os crimes contra a vida e a propriedade. Afinal, os mais pobres costumam ser punidos com mais rigor por quaisquer crimes, e não só tráfico e consumo de drogas. A questão relevante aqui deveria ser: devemos criminalizar atividades que não prejudiquem ninguém, além dos próprios agentes?
   Ora, se uma atividade deve ser proibida ou autorizada de acordo com os níveis de risco à vida ou à saúde de seus praticantes, deveríamos aplaudir a proibição de esportes radicais, consumo de açúcares, gorduras, álcool, cigarros e, até mesmo, guiar automóveis. Se tais atividades são admitidas, malgrado todos os perigos a elas inerentes, é porque consideramos que temos o direito de escolher o nosso próprio caminho, de buscar a própria felicidade de acordo com os nossos valores e avaliações, não os do governo, dos cientistas ou de qualquer outra atividade.
João Luiz Mauad, o Globo, 19/02/2014
A frase abaixo que NÃO está estruturada na voz passiva é:
Alternativas
Q600337 Português
MACONHA E CLASSE SOCIAL

Em recente entrevista, o presidente Barak Obama afirmou que fumar maconha é menos nocivo do que ingerir álcool. Defensor da legalização do uso recreativo, acrescentou que a criminalização dessa droga prejudica mais os jovens negros e latinos das classes pobres do que os garotos de classe média, que raramente vão para a prisão pelo seu uso.
    Os dois argumentos revelam muito da ideologia dita progressista do presidente.
   Adepto do que se convencionou chamar de Estado-babá, ele pauta suas opiniões e decisões de acordo com o perigo que determinada atividade possa representar aos cidadãos. Assim, se a maconha é menos nociva que o tolerado álcool, pode ser liberada. Já o argumento segundo qual a legalização beneficiará os mais pobres, que costumam ser punidos com mais rigor pela lei opressora, denota sua firme adesão à teoria da luta de classes.
  O consumo e comercialização da maconha devem ser liberados sim, mas não pelos fracos argumentos usados pelo presidente. O primeiro é cientificamente controverso e o segundo, embora verdadeiro, é tosco, uma vez que, no limite, pode ser usado para defender a descriminalização de qualquer atividade ilícita, inclusive os crimes contra a vida e a propriedade. Afinal, os mais pobres costumam ser punidos com mais rigor por quaisquer crimes, e não só tráfico e consumo de drogas. A questão relevante aqui deveria ser: devemos criminalizar atividades que não prejudiquem ninguém, além dos próprios agentes?
   Ora, se uma atividade deve ser proibida ou autorizada de acordo com os níveis de risco à vida ou à saúde de seus praticantes, deveríamos aplaudir a proibição de esportes radicais, consumo de açúcares, gorduras, álcool, cigarros e, até mesmo, guiar automóveis. Se tais atividades são admitidas, malgrado todos os perigos a elas inerentes, é porque consideramos que temos o direito de escolher o nosso próprio caminho, de buscar a própria felicidade de acordo com os nossos valores e avaliações, não os do governo, dos cientistas ou de qualquer outra atividade.
João Luiz Mauad, o Globo, 19/02/2014
Infere-se da declaração inicial do presidente Obama que:
Alternativas
Q600336 Português
MACONHA E CLASSE SOCIAL

Em recente entrevista, o presidente Barak Obama afirmou que fumar maconha é menos nocivo do que ingerir álcool. Defensor da legalização do uso recreativo, acrescentou que a criminalização dessa droga prejudica mais os jovens negros e latinos das classes pobres do que os garotos de classe média, que raramente vão para a prisão pelo seu uso.
    Os dois argumentos revelam muito da ideologia dita progressista do presidente.
   Adepto do que se convencionou chamar de Estado-babá, ele pauta suas opiniões e decisões de acordo com o perigo que determinada atividade possa representar aos cidadãos. Assim, se a maconha é menos nociva que o tolerado álcool, pode ser liberada. Já o argumento segundo qual a legalização beneficiará os mais pobres, que costumam ser punidos com mais rigor pela lei opressora, denota sua firme adesão à teoria da luta de classes.
  O consumo e comercialização da maconha devem ser liberados sim, mas não pelos fracos argumentos usados pelo presidente. O primeiro é cientificamente controverso e o segundo, embora verdadeiro, é tosco, uma vez que, no limite, pode ser usado para defender a descriminalização de qualquer atividade ilícita, inclusive os crimes contra a vida e a propriedade. Afinal, os mais pobres costumam ser punidos com mais rigor por quaisquer crimes, e não só tráfico e consumo de drogas. A questão relevante aqui deveria ser: devemos criminalizar atividades que não prejudiquem ninguém, além dos próprios agentes?
   Ora, se uma atividade deve ser proibida ou autorizada de acordo com os níveis de risco à vida ou à saúde de seus praticantes, deveríamos aplaudir a proibição de esportes radicais, consumo de açúcares, gorduras, álcool, cigarros e, até mesmo, guiar automóveis. Se tais atividades são admitidas, malgrado todos os perigos a elas inerentes, é porque consideramos que temos o direito de escolher o nosso próprio caminho, de buscar a própria felicidade de acordo com os nossos valores e avaliações, não os do governo, dos cientistas ou de qualquer outra atividade.
João Luiz Mauad, o Globo, 19/02/2014
Os termos do título – maconha / classe social aparecem relacionados, no texto, do seguinte modo:
Alternativas
Q599746 Administração de Recursos Materiais
A perda de valor de um bem do recurso patrimonial decorrente de seu uso no tempo, obsolescência ou deterioração é denominada
Alternativas
Q599745 Administração de Recursos Materiais
Em relação aos tipos de inventários de materiais, as seguintes afirmativas estão corretas, EXCETO uma. Assinale a.
Alternativas
Q599744 Administração de Recursos Materiais
Os produtos perecíveis devem ser armazenados, com observação da data de validade, conforme a técnica
Alternativas
Q599743 Administração de Recursos Materiais
Sobre a eficiência de um almoxarifado, avalie as afirmativas a seguir.

I - Depende, fundamentalmente, da redução das distâncias internas percorridas pela carga.
II - Depende, fundamentalmente, da redução do tamanho médio das unidades armazenadas.
III - Depende, fundamentalmente, da melhor utilização da capacidade volumétrica do almoxarifado.

Assinale:
Alternativas
Q599742 Administração de Recursos Materiais
Os mais importantes tipos de classificação de materiais incluem os a seguir listados, EXCETO um. Assinale-o.
Alternativas
Q599741 Administração de Recursos Materiais
Do ponto de vista da gestão de estoques, um material é classificado como crítico por problemas de obtenção nos seguintes casos, dentre outros, EXCETO UM, que está ERRADO. Assinale-o.
Alternativas
Q599740 Contabilidade Geral
Se, em um balanço patrimonial, o Ativo é de $120.000,00 e o Passivo é de R$80.000,00, a diferença, $40.000,00, é o Patrimônio
Alternativas
Q599739 Contabilidade Geral
O Balanço Patrimonial é uma demonstração de todo o patrimônio de uma entidade em um determinado momento, ou seja, ele vai mostrar, numa certa data, todos os bens, direitos e obrigações. O patrimônio divide-se nas seguintes partes:
Alternativas
Q599738 Administração de Recursos Materiais
São motivos para a inutilização de material, dentre outros, os a seguir listados, EXCETO um. Assinale-o.
Alternativas
Q599737 Administração de Recursos Materiais
Quanto à situação patrimonial, um bem é classificado como bom quando estiver em perfeitas condições de uso e em uso normal. Avalie se as demais classificações, a seguir litadas, estão corretas.

I - Ocioso: quando, embora esteja em perfeitas condições, não está sendo usado.
II - Recuperável: quando estiver avariado e sua recuperação for possível e orçar, no máximo, até 50% de seu valor de mercado.
III - Antieconômico: quando não mais puder ser utilizado para o fim a que se destina devido à perda de suas características ou em razão da inviabilidade econômica de sua recuperação.
IV - Irrecuperável: quando estiver avariado e sua recuperação orçar mais do que cinquenta por cento de seu valor de mercado ou seu rendimento for precário, em virtude de uso prolongado, desgaste prematuro ou obsoletismo.

Estão corretas as classificações:
Alternativas
Q599736 Administração de Recursos Materiais
Em relação ao inventário, avalie se são falsas (F) ou verdadeiras (V) as afirmativas a seguir.

I - É a contagem física dos itens que compõem o estoque, a fim de comparar a quantidade existente no registro do estoque e a quantidade real existente nas prateleiras.
II - A diferença encontrada nessa comparação resulta em ajustes de acordo com as normas contábeis e a legislação tributária vigente.
III - Os inventários são controles de estoque que podem ocorrer periodicamente ou ciclicamente.

As afirmativas I, II e III são, respectivamente,
Alternativas
Q599735 Administração de Recursos Materiais
Objetivos da gestão de estoques estão a seguir listados, EXCETO um. Assinale-o.
Alternativas
Q599734 Administração de Recursos Materiais
“Quantidade mínima possível capaz de suportar um tempo de ressuprimento superior ao programado ou um consumo desproporcional”.
(in Viana, J. J. - Administração de Materiais. pg 150, Atlas, 2013)
O texto define estoque
Alternativas
Q599733 Administração de Recursos Materiais
Se fosse possível atender ao usuário no exato momento em que as demandas aparecessem, os estoques seriam dispensáveis. Como esse cenário ideal não é possível, os estoques têm de existir. Avalie as razões para a existência dos estoques, listada a seguir.

I - Impossibilidade de se ter os materiais na ocasião em que as demandas ocorrem.
II - Aumento da frequência dos contatos com o mercado externo.
III - Segurança contra os riscos de produção do mercado fornecedor.

Estão corretas as razões:
Alternativas
Q599732 Administração de Recursos Materiais
A armazenagem de materiais compreende dois tipos de custos: os fixos e os variáveis. São exemplos de custos fixos, EXCETO:
Alternativas
Q599731 Administração de Recursos Materiais
O gráfico a seguir indica a quantidade de material que foi consumida mensalmente ao longo de um ano:

Imagem associada para resolução da questão

O gráfico mostra que o consumo desse material teve comportamento:
Alternativas
Q599730 Administração de Recursos Materiais
Os objetivos específicos da administração de materiais incluem os seguintes, EXCETO UM, que está ERRADO. Assinale-o.
Alternativas
Respostas
3921: E
3922: A
3923: D
3924: A
3925: B
3926: A
3927: C
3928: D
3929: D
3930: C
3931: B
3932: C
3933: A
3934: A
3935: D
3936: C
3937: B
3938: A
3939: C
3940: B