Questões de Concurso Comentadas para bio-rio

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Q499887 Português
                                                                                        A REALIDADE DA CIBERGUERRA

    A consolidação da tecnologia digital possibilitou a criação de um novo plano de relacionamento – entre pessoas, organizações, empresas, corporações, países, entidades supranacionais. Se isto permite avançar rapidamente em um sem-número de áreas, como informação, ciência, entretenimento, educação, etc., também tem seu lado preocupante. Pois as novas ferramentas também são usadas em ações à margem da lei.
     Estão aí os ciberataques, obra de hackers individuais, grupos militantes e também de governos. As informações são de que seis países alcançaram nível tecnológico para promovê-los: EUA, China, Rússia, Israel, Reino Unido e França, aos quais se poderia juntar o Irã. (....) O primeiro ato da já chamada ciberguerra a se tornar mundialmente conhecido foi a infecção do programa de controle das centrífugas para enriquecimento do urânio do Irã pelo vírus Stuxnet, que danifcou instalações nucleares de Natanz, atrasou o início da produção da usina de Bushehr e retardou o progresso iraniano em direção à bomba atômica. O vírus foi supostamente desenvolvido a mando dos EUA e/ou Israel, diante dos sucessivos fracassos de iniciativas diplomáticas para convencer Teerã a paralisar o programa nuclear, uma ameaça à comunidade internacional.
     A partir daí, o Irã acelerou a própria capacidade de realizar ataques cibernéticos. A última ofensiva teve como alvo os sistemas de controle de companhias de energia dos EUA, como de petróleo e gás e de eletricidade, mostrando que pode paralisar componentes cruciais da infraestrutura americana, com potencial de causar caos social. É só imaginar uma metrópole sem luz, força, gasolina e gás.
     (...) A dimensão digital é o espaço da liberdade de expressão e da iniciativa individual ou coletiva, desde que não seja utilizada para ameaçar quem quer que seja. É algo a que o Brasil deve dar atenção, diante das dimensões de sua economia e, a curto prazo, dos múltiplos eventos de massa que aqui se realizarão.
    
“Estão aí os ciberataques, obra de hackers individuais, grupos militantes e também de governos”. Sobre os componentes desse segmento do texto pode-se afirmar com correção que:
Alternativas
Q499886 Português
                                                                                        A REALIDADE DA CIBERGUERRA

    A consolidação da tecnologia digital possibilitou a criação de um novo plano de relacionamento – entre pessoas, organizações, empresas, corporações, países, entidades supranacionais. Se isto permite avançar rapidamente em um sem-número de áreas, como informação, ciência, entretenimento, educação, etc., também tem seu lado preocupante. Pois as novas ferramentas também são usadas em ações à margem da lei.
     Estão aí os ciberataques, obra de hackers individuais, grupos militantes e também de governos. As informações são de que seis países alcançaram nível tecnológico para promovê-los: EUA, China, Rússia, Israel, Reino Unido e França, aos quais se poderia juntar o Irã. (....) O primeiro ato da já chamada ciberguerra a se tornar mundialmente conhecido foi a infecção do programa de controle das centrífugas para enriquecimento do urânio do Irã pelo vírus Stuxnet, que danifcou instalações nucleares de Natanz, atrasou o início da produção da usina de Bushehr e retardou o progresso iraniano em direção à bomba atômica. O vírus foi supostamente desenvolvido a mando dos EUA e/ou Israel, diante dos sucessivos fracassos de iniciativas diplomáticas para convencer Teerã a paralisar o programa nuclear, uma ameaça à comunidade internacional.
     A partir daí, o Irã acelerou a própria capacidade de realizar ataques cibernéticos. A última ofensiva teve como alvo os sistemas de controle de companhias de energia dos EUA, como de petróleo e gás e de eletricidade, mostrando que pode paralisar componentes cruciais da infraestrutura americana, com potencial de causar caos social. É só imaginar uma metrópole sem luz, força, gasolina e gás.
     (...) A dimensão digital é o espaço da liberdade de expressão e da iniciativa individual ou coletiva, desde que não seja utilizada para ameaçar quem quer que seja. É algo a que o Brasil deve dar atenção, diante das dimensões de sua economia e, a curto prazo, dos múltiplos eventos de massa que aqui se realizarão.
    
A alternativa em que a troca de posição dos elementos sublinhados acarreta mudança de significado é:
Alternativas
Q499885 Português
                                                                                        A REALIDADE DA CIBERGUERRA

    A consolidação da tecnologia digital possibilitou a criação de um novo plano de relacionamento – entre pessoas, organizações, empresas, corporações, países, entidades supranacionais. Se isto permite avançar rapidamente em um sem-número de áreas, como informação, ciência, entretenimento, educação, etc., também tem seu lado preocupante. Pois as novas ferramentas também são usadas em ações à margem da lei.
     Estão aí os ciberataques, obra de hackers individuais, grupos militantes e também de governos. As informações são de que seis países alcançaram nível tecnológico para promovê-los: EUA, China, Rússia, Israel, Reino Unido e França, aos quais se poderia juntar o Irã. (....) O primeiro ato da já chamada ciberguerra a se tornar mundialmente conhecido foi a infecção do programa de controle das centrífugas para enriquecimento do urânio do Irã pelo vírus Stuxnet, que danifcou instalações nucleares de Natanz, atrasou o início da produção da usina de Bushehr e retardou o progresso iraniano em direção à bomba atômica. O vírus foi supostamente desenvolvido a mando dos EUA e/ou Israel, diante dos sucessivos fracassos de iniciativas diplomáticas para convencer Teerã a paralisar o programa nuclear, uma ameaça à comunidade internacional.
     A partir daí, o Irã acelerou a própria capacidade de realizar ataques cibernéticos. A última ofensiva teve como alvo os sistemas de controle de companhias de energia dos EUA, como de petróleo e gás e de eletricidade, mostrando que pode paralisar componentes cruciais da infraestrutura americana, com potencial de causar caos social. É só imaginar uma metrópole sem luz, força, gasolina e gás.
     (...) A dimensão digital é o espaço da liberdade de expressão e da iniciativa individual ou coletiva, desde que não seja utilizada para ameaçar quem quer que seja. É algo a que o Brasil deve dar atenção, diante das dimensões de sua economia e, a curto prazo, dos múltiplos eventos de massa que aqui se realizarão.
    
A preocupação do autor do artigo, expressa no primeiro parágrafo do texto, é a de:
Alternativas
Q499883 Português
                                                                                        A REALIDADE DA CIBERGUERRA

    A consolidação da tecnologia digital possibilitou a criação de um novo plano de relacionamento – entre pessoas, organizações, empresas, corporações, países, entidades supranacionais. Se isto permite avançar rapidamente em um sem-número de áreas, como informação, ciência, entretenimento, educação, etc., também tem seu lado preocupante. Pois as novas ferramentas também são usadas em ações à margem da lei.
     Estão aí os ciberataques, obra de hackers individuais, grupos militantes e também de governos. As informações são de que seis países alcançaram nível tecnológico para promovê-los: EUA, China, Rússia, Israel, Reino Unido e França, aos quais se poderia juntar o Irã. (....) O primeiro ato da já chamada ciberguerra a se tornar mundialmente conhecido foi a infecção do programa de controle das centrífugas para enriquecimento do urânio do Irã pelo vírus Stuxnet, que danifcou instalações nucleares de Natanz, atrasou o início da produção da usina de Bushehr e retardou o progresso iraniano em direção à bomba atômica. O vírus foi supostamente desenvolvido a mando dos EUA e/ou Israel, diante dos sucessivos fracassos de iniciativas diplomáticas para convencer Teerã a paralisar o programa nuclear, uma ameaça à comunidade internacional.
     A partir daí, o Irã acelerou a própria capacidade de realizar ataques cibernéticos. A última ofensiva teve como alvo os sistemas de controle de companhias de energia dos EUA, como de petróleo e gás e de eletricidade, mostrando que pode paralisar componentes cruciais da infraestrutura americana, com potencial de causar caos social. É só imaginar uma metrópole sem luz, força, gasolina e gás.
     (...) A dimensão digital é o espaço da liberdade de expressão e da iniciativa individual ou coletiva, desde que não seja utilizada para ameaçar quem quer que seja. É algo a que o Brasil deve dar atenção, diante das dimensões de sua economia e, a curto prazo, dos múltiplos eventos de massa que aqui se realizarão.
    
“Se isto permite avançar rapidamente em um sem- número de áreas, como informação, ciência, entretenimento, educação, etc.”. A forma abreviada ETC significa que:
Alternativas
Q498594 Arquivologia
Para a gestão de documentos, estes devem ser arquivados de forma correta; mas, para que isto ocorra, o arquivista deve seguir algumas rotinas.
Uma dessas rotinas é:
Alternativas
Q498593 Arquivologia
Na Arquivologia, para organizar um acervo arquivístico é preciso analisar os documentos a partir de alguns elementos. Um desses elementos a ser observado é:
Alternativas
Q498592 Arquivologia
A posição do arquivo na estrutura das instituições é uma preocupação dos gestores de documentos. Apesar de não haver um local específico na estrutura da instituição para essa unidade de informação, a seguinte recomendação deve ser seguida na hora do estabelecimento de sua localização:
Alternativas
Q498591 Arquivologia
Considera-se, comumente, protocolo como o serviço encarregado do recebimento, registro, classificação, distribuição, controle da tramitação e expedição de documentos. Com relação às atividades de registro e movimentação, uma das rotinas realizadas é:
Alternativas
Q498590 Arquivologia
Atualmente, o plano de classificação segue uma codificação baseada na Classificação Decimal de Dewey. Uma das vantagens desse método está descrita na seguinte opção:
Alternativas
Q498589 Arquivologia
A descrição de documentos públicos exige atenção em dois aspectos que devem ser tomados para analisar estes documentos. Eles são a pertinência e a proveniência. Usando o ponto de vista da proveniência, uma das etapas para a descrição é:
Alternativas
Q498588 Arquivologia
O trabalho de um arquivo só se completa com a elaboração de um instrumento de pesquisa que consiste na descrição e localização dos documentos no acervoe tem por função a orientação do usuário. Uma recomendação para a elaboração de um instrumento de pesquisa é:
Alternativas
Q498587 Arquivologia
A avaliação de documentos é uma função essencial na arquivística contemporânea, pós-segunda guerra mundial. Ela está relacionada aos seguintes aspectos fundamentais:
Alternativas
Q498586 Arquivologia
A defnição aceita pela terminologia arquivística brasileira como “o conjunto de documentos de uma mesma proveniência” se refere ao seguinte termo:
Alternativas
Q498585 Arquivologia
A Arquivologia, no Brasil, considera a descrição arquivística uma tarefa típica dos arquivos permanentes, pois seu objeto de trabalho é constituído de elementos ligados às informações que interessam aos pesquisadores. Um instrumento de pesquisa elaborado na fase permanente é:
Alternativas
Q498584 Arquivologia
Considerando a terminologia comumente aceita no cenário arquivístico brasileiro, o “princípio segundo o qual o arquivo deveria conservar o arranjo dado pela entidade coletiva, pessoa ou família que o produziu” se refere ao Princípio da:
Alternativas
Q498583 Arquivologia
Um dos principais problemas arquivísticos nas organizações é o grande volume documental e a falta de espaço para a guarda. As operações que permitem determinar os prazos de guarda dos documentos e sua destinação final são:
Alternativas
Q498582 Arquivologia
As novas tecnologias trouxeram desafios para a Arquivologia. Dentre elas, pode-se citar o gerenciamento eletrônico de documentos, no qual um problema é o da preservação, que depende de outros fatores do suporte. Um dos critérios para a seleção do suporte documental é a:
Alternativas
Q498581 Arquivologia
Na França, o termo Arquivistique surge nos anos 1930, impondo-se ao termo Archivologie. A Arquvística do Séc. XX é conceituada no Brasil como:
Alternativas
Q498580 Arquivologia
Definiu-se, a partir da segunda metade do século XX, um ciclo de vida para os documentos de arquivo que se divide em três fases ou idades. Essas três fases são:
Alternativas
Q498579 Arquivologia
A conservação dos documentos compreende os cuidados que eles requerem. Um dos aspectos a ser considerado nessa função arquivística é:
Alternativas
Respostas
3341: C
3342: A
3343: B
3344: D
3345: D
3346: C
3347: E
3348: A
3349: C
3350: E
3351: A
3352: B
3353: A
3354: C
3355: B
3356: D
3357: C
3358: E
3359: E
3360: B