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Q2198135 Matemática Financeira
A empresa Alfa pegou um empréstimo com o banco Delta no valor de R$ 10.000,00. Sabe-se que a taxa negociada para esse empréstimo foi de 8% a.a. e que a empresa alfa pretende pagar o montante do empréstimo em 2 anos. Levando em consideração os juros compostos, assinale a assertiva que representa o valor correspondente aos juros do empréstimo que a empresa Alfa pagará para o banco Delta.  
Alternativas
Q2198129 Português
Complete corretamente as lacunas:
V.Sa. ________ que ______ cabe lutar por ________ ideais. 
Alternativas
Q2198128 Português
O termo que preenche corretamente as lacunas é:
Quanto ___________ intercorrências ____________, melhor ______________. 
Alternativas
Q2198127 Português
Marque a alternativa que contém corretamente a circunstância expressa na oração subordinada adverbial do período abaixo:
Enquanto esperávamos, líamos livros antigos.  
Alternativas
Q2198126 Português
Na música de Chico Buarque, Construção, temos o seguinte trecho:
“Subiu a construção como se fosse máquina Ergueu no patamar quatro paredes sólidas Tijolo com tijolo num desenho mágico Seus olhos embotados de cimento e lágrima”
As palavras que estão acentuadas no trecho são porque: 
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Q2198125 Português
No trecho do Hino Nacional Brasileiro a seguir:
“Gigante pela própria natureza És belo, és forte, impávido colosso E o teu futuro espelha essa grandeza”
A palavra destacada pode ter como sinônimo a seguinte alternativa: 
Alternativas
Q2198123 Português
Assinale a alternativa que só contém tempos verbais primitivos: 
Alternativas
Q2198122 Português
A palavra FIDALGO é advinda de que tipo de processo de formação de palavra?  
Alternativas
Q2198120 Português
O plural de tatu-bola, de terno azul-claro e de terno verde-mar é: 
Alternativas
Q2198119 Português
Brasil vive uma segunda pandemia, agora na Saúde Mental: Quadros de ansiedade e depressão
aumentaram após a pandemia de covid-19

    O Brasil enfrenta uma segunda pandemia, desta vez na Saúde Mental. O impacto emocional das perdas familiares, o sentimento de medo, a falta de socialização e a instabilidade no trabalho aumentaram o nível de estresse e sofrimento psíquico dos brasileiros. “O aumento nos transtornos ansiosos e depressivos é uma tendência dos últimos anos, mas atingiu patamares muito mais alarmantes após a crise sanitária”, afirma a coordenadora da Comissão Nacional de Enfermagem em Saúde Mental (Conasem/Cofen), professora Dorisdaia Humerez.
        Números do Datasus apontam que o total de óbitos por lesões autoprovocadas dobrou nos últimos 20 anos, passando de 7 mil para 14 mil. Dados anteriores à pandemia já apontavam episódios depressivos como a principal causa de pagamento de auxílio-doença não relacionado a acidentes de trabalho, correspondendo a 30,67% do total, seguida de outros transtornos ansiosos (17,9%). “Os indícios todos apontam para um aumento deste percentual após a pandemia”, avalia Dorisdaia.
        “A Saúde Mental integra todos os níveis do cuidado, e a Enfermagem tem um papel fundamental, não apenas na identificação e encaminhamento dos casos, mas sobretudo na oferta de cuidado integral e conforto emocional para os pacientes”, explica a enfermeira, doutora em Saúde Mental. “A Saúde Mental é muito mais do que a ausência de agravo ou transtorno mental. Saúde é bem-estar, e está intimamente ligada ao comportamento dos indivíduos”.
        Lapsos de memória, depressão e ansiedade podem estar relacionados às sequelas cerebrais da covid-19, além dos impactos sociais do isolamento e das perdas.
       No primeiro ano da pandemia de covid-19, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou cerca 25%, de acordo com estimativa da Organização Mundial da Saúde. Em 2020, a entidade já alertava para a necessidade de manutenção dos serviços de assistência à Saúde Mental e ampliação dos atendimentos.
        “É quase o oposto do que fizemos”, avalia Dorisdaia, citando as interrupções na assistência e cortes no financiamento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). “A rede de serviços de base comunitária sofre com uma defasagem no âmbito do orçamento, enquanto os custos dos hospitais psiquiátricos crescem”.
        Trabalho cura, mas também adoece – No documento, a OIT/ONU destaca que o trabalho é um potencial fator de promoção da Saúde Mental, por proporcionar estrutura temporal, contato social, senso de esforço e proposito coletivos, identidade social e atividade regular, fundamental na organização da rotina. Mas pode contribuir também para o adoecimento psíquico, com condições como “sobrecarga de trabalho, falta de instruções claras, prazos irrealistas, não-participação nas tomadas de decisão, insegurança no emprego, condições de trabalho em isolamento, vigilância e arranjos inadequados de cuidado com filhos pequenos”.
        Para Dorisdaia, “independente da resiliência individual, os processos de trabalho têm consequências sobre a saúde mental dos empregados”. “A ideologia gerencialista, que busca canalizar todo o capital mental do indivíduo para o trabalho, pode desencadear quadros agudos de estresse, ansiedade e depressão. A vigilância panóptica também mina a motivação intrínseca do indivíduo, o sentimento de coletividade”, afirma.


(Postado por mariafagundes em 13/10/2022 em Noticias: Cofen – Notícias de Enfermagem)  
Segundo as informações da OIT, entre TRABALHO e SAÚDE MENTAL é possível afirmar corretamente que:  
Alternativas
Q2198118 Português
Brasil vive uma segunda pandemia, agora na Saúde Mental: Quadros de ansiedade e depressão
aumentaram após a pandemia de covid-19

    O Brasil enfrenta uma segunda pandemia, desta vez na Saúde Mental. O impacto emocional das perdas familiares, o sentimento de medo, a falta de socialização e a instabilidade no trabalho aumentaram o nível de estresse e sofrimento psíquico dos brasileiros. “O aumento nos transtornos ansiosos e depressivos é uma tendência dos últimos anos, mas atingiu patamares muito mais alarmantes após a crise sanitária”, afirma a coordenadora da Comissão Nacional de Enfermagem em Saúde Mental (Conasem/Cofen), professora Dorisdaia Humerez.
        Números do Datasus apontam que o total de óbitos por lesões autoprovocadas dobrou nos últimos 20 anos, passando de 7 mil para 14 mil. Dados anteriores à pandemia já apontavam episódios depressivos como a principal causa de pagamento de auxílio-doença não relacionado a acidentes de trabalho, correspondendo a 30,67% do total, seguida de outros transtornos ansiosos (17,9%). “Os indícios todos apontam para um aumento deste percentual após a pandemia”, avalia Dorisdaia.
        “A Saúde Mental integra todos os níveis do cuidado, e a Enfermagem tem um papel fundamental, não apenas na identificação e encaminhamento dos casos, mas sobretudo na oferta de cuidado integral e conforto emocional para os pacientes”, explica a enfermeira, doutora em Saúde Mental. “A Saúde Mental é muito mais do que a ausência de agravo ou transtorno mental. Saúde é bem-estar, e está intimamente ligada ao comportamento dos indivíduos”.
        Lapsos de memória, depressão e ansiedade podem estar relacionados às sequelas cerebrais da covid-19, além dos impactos sociais do isolamento e das perdas.
       No primeiro ano da pandemia de covid-19, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou cerca 25%, de acordo com estimativa da Organização Mundial da Saúde. Em 2020, a entidade já alertava para a necessidade de manutenção dos serviços de assistência à Saúde Mental e ampliação dos atendimentos.
        “É quase o oposto do que fizemos”, avalia Dorisdaia, citando as interrupções na assistência e cortes no financiamento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). “A rede de serviços de base comunitária sofre com uma defasagem no âmbito do orçamento, enquanto os custos dos hospitais psiquiátricos crescem”.
        Trabalho cura, mas também adoece – No documento, a OIT/ONU destaca que o trabalho é um potencial fator de promoção da Saúde Mental, por proporcionar estrutura temporal, contato social, senso de esforço e proposito coletivos, identidade social e atividade regular, fundamental na organização da rotina. Mas pode contribuir também para o adoecimento psíquico, com condições como “sobrecarga de trabalho, falta de instruções claras, prazos irrealistas, não-participação nas tomadas de decisão, insegurança no emprego, condições de trabalho em isolamento, vigilância e arranjos inadequados de cuidado com filhos pequenos”.
        Para Dorisdaia, “independente da resiliência individual, os processos de trabalho têm consequências sobre a saúde mental dos empregados”. “A ideologia gerencialista, que busca canalizar todo o capital mental do indivíduo para o trabalho, pode desencadear quadros agudos de estresse, ansiedade e depressão. A vigilância panóptica também mina a motivação intrínseca do indivíduo, o sentimento de coletividade”, afirma.


(Postado por mariafagundes em 13/10/2022 em Noticias: Cofen – Notícias de Enfermagem)  
De acordo com uma das opiniões presentes no texto, a ideologia gerencialista é: 
Alternativas
Q2198117 Português
Brasil vive uma segunda pandemia, agora na Saúde Mental: Quadros de ansiedade e depressão
aumentaram após a pandemia de covid-19

    O Brasil enfrenta uma segunda pandemia, desta vez na Saúde Mental. O impacto emocional das perdas familiares, o sentimento de medo, a falta de socialização e a instabilidade no trabalho aumentaram o nível de estresse e sofrimento psíquico dos brasileiros. “O aumento nos transtornos ansiosos e depressivos é uma tendência dos últimos anos, mas atingiu patamares muito mais alarmantes após a crise sanitária”, afirma a coordenadora da Comissão Nacional de Enfermagem em Saúde Mental (Conasem/Cofen), professora Dorisdaia Humerez.
        Números do Datasus apontam que o total de óbitos por lesões autoprovocadas dobrou nos últimos 20 anos, passando de 7 mil para 14 mil. Dados anteriores à pandemia já apontavam episódios depressivos como a principal causa de pagamento de auxílio-doença não relacionado a acidentes de trabalho, correspondendo a 30,67% do total, seguida de outros transtornos ansiosos (17,9%). “Os indícios todos apontam para um aumento deste percentual após a pandemia”, avalia Dorisdaia.
        “A Saúde Mental integra todos os níveis do cuidado, e a Enfermagem tem um papel fundamental, não apenas na identificação e encaminhamento dos casos, mas sobretudo na oferta de cuidado integral e conforto emocional para os pacientes”, explica a enfermeira, doutora em Saúde Mental. “A Saúde Mental é muito mais do que a ausência de agravo ou transtorno mental. Saúde é bem-estar, e está intimamente ligada ao comportamento dos indivíduos”.
        Lapsos de memória, depressão e ansiedade podem estar relacionados às sequelas cerebrais da covid-19, além dos impactos sociais do isolamento e das perdas.
       No primeiro ano da pandemia de covid-19, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou cerca 25%, de acordo com estimativa da Organização Mundial da Saúde. Em 2020, a entidade já alertava para a necessidade de manutenção dos serviços de assistência à Saúde Mental e ampliação dos atendimentos.
        “É quase o oposto do que fizemos”, avalia Dorisdaia, citando as interrupções na assistência e cortes no financiamento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). “A rede de serviços de base comunitária sofre com uma defasagem no âmbito do orçamento, enquanto os custos dos hospitais psiquiátricos crescem”.
        Trabalho cura, mas também adoece – No documento, a OIT/ONU destaca que o trabalho é um potencial fator de promoção da Saúde Mental, por proporcionar estrutura temporal, contato social, senso de esforço e proposito coletivos, identidade social e atividade regular, fundamental na organização da rotina. Mas pode contribuir também para o adoecimento psíquico, com condições como “sobrecarga de trabalho, falta de instruções claras, prazos irrealistas, não-participação nas tomadas de decisão, insegurança no emprego, condições de trabalho em isolamento, vigilância e arranjos inadequados de cuidado com filhos pequenos”.
        Para Dorisdaia, “independente da resiliência individual, os processos de trabalho têm consequências sobre a saúde mental dos empregados”. “A ideologia gerencialista, que busca canalizar todo o capital mental do indivíduo para o trabalho, pode desencadear quadros agudos de estresse, ansiedade e depressão. A vigilância panóptica também mina a motivação intrínseca do indivíduo, o sentimento de coletividade”, afirma.


(Postado por mariafagundes em 13/10/2022 em Noticias: Cofen – Notícias de Enfermagem)  
Segundo os dados trazidos pelo texto, podemos afirmar corretamente que:
Alternativas
Q2198116 Português
Brasil vive uma segunda pandemia, agora na Saúde Mental: Quadros de ansiedade e depressão
aumentaram após a pandemia de covid-19

    O Brasil enfrenta uma segunda pandemia, desta vez na Saúde Mental. O impacto emocional das perdas familiares, o sentimento de medo, a falta de socialização e a instabilidade no trabalho aumentaram o nível de estresse e sofrimento psíquico dos brasileiros. “O aumento nos transtornos ansiosos e depressivos é uma tendência dos últimos anos, mas atingiu patamares muito mais alarmantes após a crise sanitária”, afirma a coordenadora da Comissão Nacional de Enfermagem em Saúde Mental (Conasem/Cofen), professora Dorisdaia Humerez.
        Números do Datasus apontam que o total de óbitos por lesões autoprovocadas dobrou nos últimos 20 anos, passando de 7 mil para 14 mil. Dados anteriores à pandemia já apontavam episódios depressivos como a principal causa de pagamento de auxílio-doença não relacionado a acidentes de trabalho, correspondendo a 30,67% do total, seguida de outros transtornos ansiosos (17,9%). “Os indícios todos apontam para um aumento deste percentual após a pandemia”, avalia Dorisdaia.
        “A Saúde Mental integra todos os níveis do cuidado, e a Enfermagem tem um papel fundamental, não apenas na identificação e encaminhamento dos casos, mas sobretudo na oferta de cuidado integral e conforto emocional para os pacientes”, explica a enfermeira, doutora em Saúde Mental. “A Saúde Mental é muito mais do que a ausência de agravo ou transtorno mental. Saúde é bem-estar, e está intimamente ligada ao comportamento dos indivíduos”.
        Lapsos de memória, depressão e ansiedade podem estar relacionados às sequelas cerebrais da covid-19, além dos impactos sociais do isolamento e das perdas.
       No primeiro ano da pandemia de covid-19, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou cerca 25%, de acordo com estimativa da Organização Mundial da Saúde. Em 2020, a entidade já alertava para a necessidade de manutenção dos serviços de assistência à Saúde Mental e ampliação dos atendimentos.
        “É quase o oposto do que fizemos”, avalia Dorisdaia, citando as interrupções na assistência e cortes no financiamento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). “A rede de serviços de base comunitária sofre com uma defasagem no âmbito do orçamento, enquanto os custos dos hospitais psiquiátricos crescem”.
        Trabalho cura, mas também adoece – No documento, a OIT/ONU destaca que o trabalho é um potencial fator de promoção da Saúde Mental, por proporcionar estrutura temporal, contato social, senso de esforço e proposito coletivos, identidade social e atividade regular, fundamental na organização da rotina. Mas pode contribuir também para o adoecimento psíquico, com condições como “sobrecarga de trabalho, falta de instruções claras, prazos irrealistas, não-participação nas tomadas de decisão, insegurança no emprego, condições de trabalho em isolamento, vigilância e arranjos inadequados de cuidado com filhos pequenos”.
        Para Dorisdaia, “independente da resiliência individual, os processos de trabalho têm consequências sobre a saúde mental dos empregados”. “A ideologia gerencialista, que busca canalizar todo o capital mental do indivíduo para o trabalho, pode desencadear quadros agudos de estresse, ansiedade e depressão. A vigilância panóptica também mina a motivação intrínseca do indivíduo, o sentimento de coletividade”, afirma.


(Postado por mariafagundes em 13/10/2022 em Noticias: Cofen – Notícias de Enfermagem)  
A partir da leitura do texto acima, podemos afirmar corretamente que:  
Alternativas
Q4052861 Direito Administrativo
A administração indireta apresenta como característica:

I. controle interno e externo.
II. personalidade jurídica própria.
III. capacidade de autoadministração.
IV. receita própria.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4052860 Redação Oficial
Leia o fragmento de texto abaixo. “O Secretário Municipal de Educação, no uso das atribuições que lhe confere o art. 1º da Lei n. 2.157, de 19 de dezembro de 1980, RESOLVE: Admitir André Rodrigues Silva, sob matrícula nº 5801 7, como Professor Substituto II (5712), na disciplina de Inglês (528), para atuar em classe-vaga durante o período de 25/8/2007 a 5/12/2007, na Escola Básica José Nogueira (29384), com carga horária de 20 (vinte) horas semanais”. 
(adaptação/https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/401192/1/Redaca oOficial-3ed-web-atualizado.pdf.)
O corpo de texto apresentado acima é do documento,  
Alternativas
Q4052859 Redação Oficial
O documento oficial administrativo com a manifestação de uma autoridade com poder de deliberação, o despacho, apresenta no seu fecho expressões como, EXCETO: 
Alternativas
Q4052858 Redação Oficial
Elaborado somente a partir de uma instituição pública, como meio de comunicação formal endereçada a particulares, o texto do documento, Ofício, deve:

I. informar local e data no corpo da mensagem.

II. ser iniciado de forma indireta.

III. começar duas linhas abaixo do vocativo.

IV. possuir parágrafos com adentramento de 2,5 cm.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4052853 Redação Oficial
A comunicação oficial estabeleceu uma forma de registrar dinamizar diferentes processos de procedimentos da administração pública. De acordo com as peculiaridades da comunicação oficial, assinale a alternativa correta em relação ao texto oficial. 
Alternativas
Q4052852 Direito Administrativo
O tipo de ato administrativo, Parecer, é: 
Alternativas
Respostas
2441: D
2442: E
2443: C
2444: A
2445: B
2446: B
2447: C
2448: D
2449: E
2450: E
2451: D
2452: C
2453: E
2454: B
2455: A
2456: D
2457: B
2458: A
2459: D
2460: C