Foram encontradas 1.920 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.3e.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010, p. 31-32.
Assinale a única alternativa que NÃO completa a sentença.
No campo educacional o currículo não é neutro, é um campo de disputa política, cultural e ideológica e, nesta perspectiva, os intelectuais orgânicos exercem papeis centrais:
"A escola é disputada na correlação de forças sociais, políticas e culturais, ao citar as correlações de forças na escola, explica que são forças hegemônicas burguesa que lutam para perpetuar seu domínio, sua ideologia através dos conteúdos, da organização da escola e das avaliações oficiais, nacionais e internacionais. Nessa tensão de forças de poder, o currículo é o núcleo e o espaço central mais estruturante da função da escola. Por causa disso, é o território mais cercado, mais normatizado. Mas também o mais politizado, inovado, ressignificado. Um indicador é a quantidade de diretrizes curriculares para a educação básica e para a formação docente, numa configuração política de poder"
ARROYO, Miguel Gozález. Currículo, território em disputa. 5. Ed.Petrópolis, RJ: Vozes, 2013, p. 13.
Analise os itens considerando as concepções que permeiam as teorias críticas e pós-estruturalista de currículo.
I. Os pressupostos das teorias críticas e pós estruturalistas têm contribuído para um novo olhar para a escola que não é mais o lugar da obediência, da racionalidade técnica ou da docilidade, mas é o lugar da crítica das injustiças sociais e educacionais em que se travam disputas na construção de currículos.
II. A defesa pela escola pública agregou no âmbito curricular as disputas que ultrapassaram os aspectos do direito ao acesso ao ensino e ampliam suas lutas na produção de conhecimento, como da ciência e da tecnologia, entre outras.
III. A produção de conhecimentos visa em suas relações sociais às convergências para as lógicas de dominação.
IV. A escola em seus cotidianos e práticas geram a reprodução das desigualdades e não criam espaços de diálogo, como condição para novos conhecimentos e novas racionalidades.
É CORRETO o que se afirma em
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2010, p. 23.
Considerando as teorias tradicionais de currículo, é INCORRETO afirmar.
Sobre as teses de Vigotski, analise os itens a seguir.
I. Todas as funções psíquicas superiores têm um suporte biológico e o cérebro é o órgão principal da atividade cerebral e, portanto, da atividade psicológica.
II. As funções psíquicas têm origem nos processos sociais, porque emergem e evoluem nas relações sociais do indivíduo com o mundo social, histórico e cultural.
III. As relações sociais são mediadas por instrumentos e os instrumentos simbólicos são os que provocam transformações nos processos psíquicos.
São CORRETAS as afirmações presentes:
“No campo da formação inicial docente no Brasil, a pesquisa sobre a própria prática assume especial importância no âmbito dos estágios”, cujas propostas se caracterizam pelo que se denomina estágio com pesquisa.
GHEDIN, Evandro; OLIVEIRA, Elisangela Silva de; ALMEIDA, Whasgthon Aguiar de. Estágio com pesquisa. São Paulo: Cortez Editora, 2018. PIMENTA, Selma; LIMA, Maria do Socorro Lucena. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2017.
Sobre o estágio com pesquisa, considerando a concepção apresentada pelos autores, é INCORRETO afirmar:
Em uma universidade pública, a alta administração verifica que, embora haja conformidade legal, regularidade das demonstrações contábeis e observância dos procedimentos formais de controle, persistem dificuldades na coordenação das ações institucionais, na definição e no monitoramento de indicadores de desempenho, bem como na utilização integrada das informações disponíveis para orientar decisões estratégicas e avaliar a eficiência, a eficácia e a efetividade das políticas e projetos executados.
Nesse contexto, considerando uma abordagem de governança orientada à liderança, à estratégia, ao controle e à gestão por resultados, a função organizacional mais adequada para atuar prioritariamente na mitigação da falha identificada é:
Com base nos fundamentos de sustentabilidade organizacional e de desenvolvimento sustentável, julgue as assertivas a seguir em verdadeira (V) ou falsa (F):
( ) A sustentabilidade organizacional envolve a incorporação de objetivos econômicos, sociais e ambientais à estratégia e às práticas de gestão, buscando equilibrar desempenho e responsabilidade no curto e no longo prazo.
( ) Os ODS podem ser utilizados como referência para orientar prioridades e compromissos organizacionais, inclusive por meio do estabelecimento de metas mensuráveis relacionadas a impactos ambientais e sociais.
( ) O desenvolvimento sustentável pressupõe que o crescimento econômico e a expansão produtiva são sempre compatíveis com a preservação ambiental e a redução das desigualdades, desde que a organização mantenha eficiência operacional.
( ) A sustentabilidade organizacional pode ser adequadamente avaliada apenas por indicadores ambientais, pois a dimensão econômica e a dimensão social são secundárias e não integram o conceito de desenvolvimento sustentável.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Com base nos conceitos de avaliação de resultados e desempenho organizacional, julgue as assertivas a seguir:
( ) A avaliação de resultados concentra-se no alcance de metas previamente estabelecidas, enquanto a avaliação de desempenho envolve a mensuração e o acompanhamento de indicadores relacionados aos fatores críticos e aos processos que contribuem para a geração desses resultados.
( ) Indicadores financeiros, isoladamente, são sufi cientes para avaliar o desempenho organizacional, pois capturam integralmente a efi ciência operacional, a qualidade, a satisfação do cliente e a capacidade de inovação, tornando desnecessária a utilização de indicadores não financeiros.
( ) A utilização de indicadores exclusivamente de curto prazo pode induzir decisões voltadas à melhoria do resultado contábil imediato, ainda que tais decisões comprometam a sustentabilidade do desempenho organizacional no longo prazo.
( ) Sistemas de avaliação de desempenho baseados em múltiplas perspectivas, como finanças, clientes, processos internos e aprendizagem, buscam mitigar limitações de modelos tradicionais, ao incorporar medidas que antecedem, explicam e influenciam os resultados financeiros.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
María de los Ángeles del Carmelo Rozalén Ortuño, cantante y compositora española, más conocida por Rosalén, trata en sus canciones algunas problemáticas Sociales. En su canción “La Puerta Violeta” una de las más conocidas, principalmente, por aquellos que la acompañan. Esta música es conocida por muchos como himno del feminismo en todo el país, dando voz para las mujeres que sufren o han sufrido algún tipo de violencia de sus parejas.
La Puerta Violeta
(Rosalén, 2017)
Una niña triste en el espejo me mira prudente y no quiere hablar
hay un monstruo gris en la cocina
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
María de los Ángeles del Carmelo Rozalén Ortuño, cantante y compositora española, más conocida por Rosalén, trata en sus canciones algunas problemáticas Sociales. En su canción “La Puerta Violeta” una de las más conocidas, principalmente, por aquellos que la acompañan. Esta música es conocida por muchos como himno del feminismo en todo el país, dando voz para las mujeres que sufren o han sufrido algún tipo de violencia de sus parejas.
La Puerta Violeta
(Rosalén, 2017)
Una niña triste en el espejo me mira prudente y no quiere hablar
hay un monstruo gris en la cocina
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
La sociolingüística en las clases de ELE: métodos, abordajes y dinâmica de la interacción pedagógica
Desde la perspectiva de la sociolingüística aplicada, la enseñanza del español como lengua extranjera (ELE) debe concebirse como un proceso que trasciende la mera adquisición de estructuras gramaticales normativas y se orienta hacia la comprensión del uso socialmente situado de la lengua. Tal como sostiene Moreno Fernández (2009), el español no constituye un sistema lingüístico monolítico, sino un conjunto heterogéneo de variedades históricamente construidas y socialmente legitimadas de manera desigual.
En este sentido, el abordaje sociolingüístico en ELE problematiza la noción de “español estándar” como modelo único de referencia y propone una aproximación que integre la variación lingüística — diatópica, diastrática y diafásica— como elemento constitutivo de la competencia comunicativa. Esta visión resultaesencial para el desarrollo de la competencia sociolingüística, entendida, según el Marco Común Europeo de Referencia (MCER), como la capacidad del aprendiz para adaptar sus elecciones lingüísticas a las normas sociales y pragmáticas de los diferentes contextos de interacción.
Desde el punto de vista metodológico, la sociolingüística en las clases de ELE se organiza preferentemente con enfoques comunicativos e interculturales, en los que los fenómenos de variación no se ofrecen como desviaciones del sistema, sino como manifestaciones legítimas del uso real de la lengua. De acuerdo con Moreno Fernández (2015), los métodos de enseñanza deben favorecer la exposición del alumnado a una pluralidad de discursos auténticos, representativos de distintas comunidades hispanohablantes, evitando así una visión reduccionista y prescriptiva del español.
En cuanto a los procedimientos didácticos, la incorporación de la sociolingüística en ELE se materializa mediante el análisis crítico de textos orales y escritos, la observación de acciones comunicativas situadas y la comparación sistemática entre variedades lingüísticas. Estas prácticas permiten que el alumno no solo reconozca la diversidad del español, sino que también reflexione sobre las relaciones entre lengua, identidad y poder, aspecto central en la sociolingüística contemporánea.
Por consiguiente, la integración de la sociolingüística en la enseñanza de ELE establece una herramienta epistemológica y pedagógica que contribuye a la formación de aprendices capaces de interpretar y producir discursos apropiados a situaciones socioculturales diversos. Más que un complemento metodológico, se trata de un sentido que redefine los objetivos mismos de la enseñanza del español, al concebir la lengua como práctica social dinámica y plural.
CONSEJO DE EUROPA. Marco común europeo de referencia para las lenguas: aprendizaje, enseñanza, evaluación. Madrid: Instituto Cervantes / Anaya, 2002. Acessado en 04.fev.2026.
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
La formación de docentes de ELE desde una perspectiva decolonial
De acuerdo con la propuesta de Catherine Walsh, la interculturalidad no puede entenderse como un sencillo reconocimiento de la diversidad cultural dentro de los sistemas educativos, sino como un proyecto político, ético y epistémico orientado a cuestionar las estructuras de poder heredadas de la colonialidad. En el entorno de la enseñanza de Español como Lengua Extranjera (ELE), esta perspectiva supone una revisión detallada de los modos en que la lengua, la cultura y el conocimiento han sido históricamente conceptualizados y transmitidos en los procesos de formación docente.
Tradicionalmente, la formación de profesores de ELE ha privilegiado una visión normativa y estandarizada del español, asociada a modelos culturales considerados legítimos desde una lógica eurocéntrica. Tal sentido tiende a invisibilizar las múltiples variedades lingüísticas, así como los saberes y experiencias de comunidades históricamente subalternizadas. Desde una visión decolonial, esta invisibilización no es accidental, sino que responde a la colonialidad del saber, entendida como la imposición de ciertos conocimientos como universales, en detrimento de otros.
En este sentido, formar docentes de ELE desde una perspectiva decolonial implica asumir la interculturalidad crítica como eje estructurante de la práctica pedagógica. Según Walsh, dicha interculturalidad no busca una integración armoniosa basada en la tolerancia, sino que sugere un diálogo problematizador entre saberes en condiciones de desigualdad. El maestro, por lo tanto, deja de ocupar una colocación neutral y pasa a reconocerse como un sujeto situado, cuya práctica está atravesada por decisiones políticas, ideológicas y éticas.
Asimismo, la formación docente decolonial exige la creación de ambientes de refl exión que posibiliten cuestionar los currículos, los materiales didácticos y las representaciones culturales presentes en la enseñanza de ELE. Esto significa valorar las trayectorias lingüísticas y culturales de los estudiantes no como obstáculos, sino como recursos legítimos para la construcción del conocimiento. De esta manera, la enseñanza del español se configura como una acción que contribuye a la transformación de las relaciones de poder y a la construcción de una educación más justa y plural.
WALSH, Catherine. Interculturalidad, Estado, sociedad: luchas (de)coloniales de nuestra época. Quito: Universidad Andina Simón Bolívar / Abya-Yala, 2009.
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
La formación de docentes de ELE desde una perspectiva decolonial
De acuerdo con la propuesta de Catherine Walsh, la interculturalidad no puede entenderse como un sencillo reconocimiento de la diversidad cultural dentro de los sistemas educativos, sino como un proyecto político, ético y epistémico orientado a cuestionar las estructuras de poder heredadas de la colonialidad. En el entorno de la enseñanza de Español como Lengua Extranjera (ELE), esta perspectiva supone una revisión detallada de los modos en que la lengua, la cultura y el conocimiento han sido históricamente conceptualizados y transmitidos en los procesos de formación docente.
Tradicionalmente, la formación de profesores de ELE ha privilegiado una visión normativa y estandarizada del español, asociada a modelos culturales considerados legítimos desde una lógica eurocéntrica. Tal sentido tiende a invisibilizar las múltiples variedades lingüísticas, así como los saberes y experiencias de comunidades históricamente subalternizadas. Desde una visión decolonial, esta invisibilización no es accidental, sino que responde a la colonialidad del saber, entendida como la imposición de ciertos conocimientos como universales, en detrimento de otros.
En este sentido, formar docentes de ELE desde una perspectiva decolonial implica asumir la interculturalidad crítica como eje estructurante de la práctica pedagógica. Según Walsh, dicha interculturalidad no busca una integración armoniosa basada en la tolerancia, sino que sugere un diálogo problematizador entre saberes en condiciones de desigualdad. El maestro, por lo tanto, deja de ocupar una colocación neutral y pasa a reconocerse como un sujeto situado, cuya práctica está atravesada por decisiones políticas, ideológicas y éticas.
Asimismo, la formación docente decolonial exige la creación de ambientes de refl exión que posibiliten cuestionar los currículos, los materiales didácticos y las representaciones culturales presentes en la enseñanza de ELE. Esto significa valorar las trayectorias lingüísticas y culturales de los estudiantes no como obstáculos, sino como recursos legítimos para la construcción del conocimiento. De esta manera, la enseñanza del español se configura como una acción que contribuye a la transformación de las relaciones de poder y a la construcción de una educación más justa y plural.
WALSH, Catherine. Interculturalidad, Estado, sociedad: luchas (de)coloniales de nuestra época. Quito: Universidad Andina Simón Bolívar / Abya-Yala, 2009.
EL TEXTO PARA LA QUESTIÓN
Misterios del tiempo de Alejandro Jodorowsky
Cuando el viajero miró hacia atrás y vio que el camino estaba intacto, se dio cuenta de que sus huellas no lo seguían, sino que lo precedían.
Disponible en: http://www.bnm.me.gov.ar/giga1/documentos/ EL004338.pdf
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
Adolescentes torturaron y mataron a la perra más querida de la playa: el caso de Orelha que conmueve a Brasil.
En Brasil hay conmoción por el caso de Orelha, una perra que fue brutalmente atacada por un grupo de adolescentes de la exclusiva zona brasileña de Praia Brava, en Florianópolis. Al animal tuvieron que practicarle la eutanasia por la gravedad de sus heridas.
Recientemente, dos adolescentes fueron identificados como sospechosos del maltrato. Se cree que el ataque fue a palazos, al azar y por crueldad, y que en el mismo momento otro perro llamado Caramelo fue arrojado al mar para que se ahogara. Pero sobrevivió.
Tras atacar a Orelha, los jóvenes identifi cados hace algunas horas tuvieron un viaje “planeado” a Estados Unidos y adelantaron el vuelo de regreso a este jueves, informó la Policía Civil.
Hay cuatro adolescentes señalados como autores del crimen. Dos ya habían sido objeto de un operativo policial el lunes 26 de enero, como resultado de una investigación del Departamento de Delincuencia Juvenil de la Capital.
Dos padres y un tío de los adolescentes fueron imputados bajo sospecha de coaccionar a un testigo, un guardia de seguridadde un condominio que supuestamente tiene una foto que podría ayudar a esclarecer el crimen.
Orelha vivía desde hace años en una casa mantenida para los animales de la región. Era cuidada por los vecinos y turistas de Praia Brava, quienes la consideraban “dócil y juguetona”.
Disponible en https://www.clarin.com/internacional/adolescentes-torturaron-mataron-perra-querida-playa-caso-orelha-conmueve-brasil_0_GUWG0WI4wT.html. Acceso: 02 de febrero de 2026.
EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN
Adolescentes torturaron y mataron a la perra más querida de la playa: el caso de Orelha que conmueve a Brasil.
En Brasil hay conmoción por el caso de Orelha, una perra que fue brutalmente atacada por un grupo de adolescentes de la exclusiva zona brasileña de Praia Brava, en Florianópolis. Al animal tuvieron que practicarle la eutanasia por la gravedad de sus heridas.
Recientemente, dos adolescentes fueron identificados como sospechosos del maltrato. Se cree que el ataque fue a palazos, al azar y por crueldad, y que en el mismo momento otro perro llamado Caramelo fue arrojado al mar para que se ahogara. Pero sobrevivió.
Tras atacar a Orelha, los jóvenes identifi cados hace algunas horas tuvieron un viaje “planeado” a Estados Unidos y adelantaron el vuelo de regreso a este jueves, informó la Policía Civil.
Hay cuatro adolescentes señalados como autores del crimen. Dos ya habían sido objeto de un operativo policial el lunes 26 de enero, como resultado de una investigación del Departamento de Delincuencia Juvenil de la Capital.
Dos padres y un tío de los adolescentes fueron imputados bajo sospecha de coaccionar a un testigo, un guardia de seguridadde un condominio que supuestamente tiene una foto que podría ayudar a esclarecer el crimen.
Orelha vivía desde hace años en una casa mantenida para los animales de la región. Era cuidada por los vecinos y turistas de Praia Brava, quienes la consideraban “dócil y juguetona”.
Disponible en https://www.clarin.com/internacional/adolescentes-torturaron-mataron-perra-querida-playa-caso-orelha-conmueve-brasil_0_GUWG0WI4wT.html. Acceso: 02 de febrero de 2026.
TEXTO PARA LA CUESTIÓN
“La enseñanza de la lengua para fines específicos surge a finales de los años 60 del siglo XX con la aparición del enfoque comunicativo en el aprendizaje de lenguas extranjeras. La denominación EFE (Español con Fines Específi cos) se extiende a comienzos de la década de los 90 y desde entonces la didáctica de este tipo de comunicación ha pasado a constituir una de las ramas más relevantes de la enseñanza del español como lengua extranjera. La evolución que ha tenido lugar en las instituciones educativas españolas públicas y privadas en relación con los procesos de enseñanza-aprendizaje implicados en este campo…”.
Disponible en: https://cvc.cervantes.es/ensenanza/ biblioteca_ele/diccio_ele/diccionario/ensenanzafinesespec. html. Acceso en: 05.fev.2026.