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TEXTO I
Trem - Bala
Ana Carolina Vilela
Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar alguém zela
por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a
própria voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre
nós
É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito é saber sonhar
Então, fazer valer a pena cada verso
Daquele poema sobre acreditar
Não é sobre chegar no topo do mundo e saber
que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te
fortaleceu
É sobre ser abrigo e também ter morada em
outros corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações
A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso, eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe pra perto de mim
Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de
comprar
E sim sobre cada momento sorriso a se
compartilhar
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter
sempre mais
Porque quando menos se espera a vida já ficou
pra trás
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir

TEXTO I
Trem - Bala
Ana Carolina Vilela
Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar alguém zela
por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a
própria voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre
nós
É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito é saber sonhar
Então, fazer valer a pena cada verso
Daquele poema sobre acreditar
Não é sobre chegar no topo do mundo e saber
que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te
fortaleceu
É sobre ser abrigo e também ter morada em
outros corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações
A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso, eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe pra perto de mim
Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de
comprar
E sim sobre cada momento sorriso a se
compartilhar
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter
sempre mais
Porque quando menos se espera a vida já ficou
pra trás
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
TEXTO I
Trem - Bala
Ana Carolina Vilela
Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar alguém zela
por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a
própria voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre
nós
É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito é saber sonhar
Então, fazer valer a pena cada verso
Daquele poema sobre acreditar
Não é sobre chegar no topo do mundo e saber
que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te
fortaleceu
É sobre ser abrigo e também ter morada em
outros corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações
A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso, eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe pra perto de mim
Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de
comprar
E sim sobre cada momento sorriso a se
compartilhar
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter
sempre mais
Porque quando menos se espera a vida já ficou
pra trás
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
TEXTO I
Trem - Bala
Ana Carolina Vilela
Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar alguém zela
por ti
É sobre cantar e poder escutar mais do que a
própria voz
É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre
nós
É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito é saber sonhar
Então, fazer valer a pena cada verso
Daquele poema sobre acreditar
Não é sobre chegar no topo do mundo e saber
que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te
fortaleceu
É sobre ser abrigo e também ter morada em
outros corações
E assim ter amigos contigo em todas as situações
A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso, eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe pra perto de mim
Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de
comprar
E sim sobre cada momento sorriso a se
compartilhar
Também não é sobre correr contra o tempo pra ter
sempre mais
Porque quando menos se espera a vida já ficou
pra trás
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Segura teu filho no colo
Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir
Em uma leitura geral do texto, podemos inferir que:
I - Trata-se de uma temática universal e atemporal inerente ao ser – o existencialismo humano frente à fugacidade da vida.
II – Contraditório a tudo que representa o homem contemporâneo, o texto traça o caminho percorrido no mundo capitalista e realça o verdadeiro sentido da vida.
III – Reflete a cosmovisão individual de sua
compositora e transformou-se em um
grande sucesso devido, entre outras
coisas, à melodia intimista e simples.
Sobre apicultura, analise as afirmações e assinale a alternativa correta:
I – A apitoxina fica numa bolsa ligada ao ferrão na abelha africanizada (Apis mellífera). O ferrão fica preso ao corpo da vítima após a “ferroada” e a toxina continua sendo injetada, devendo o ferrão ser retirado (com auxílio de faca ou canivete, nunca com os dedos) do corpo da vítima o mais rápido possível.
II – Na criação comercial de abelhas é de costume recolher os enxames e alojá-los em caixas apropriadas chamadas colmeias. Os enxames podem estar localizados dentro de ocos de árvores, pendurados em galhos, cupinzeiros ou ainda em telhados das casas.
III – São produtos das abelhas: Geleia real, cera, mel, própolis e a apitoxina.
IV – O mel é produzido pelas abelhas que colhem e transformam o néctar nas flores, que é transferido para os alvéolos dos favos, onde o mel fica pronto para o consumo. Nesse ponto, as abelhas tampam os alvéolos com uma fina camada de cera para que o mel fique protegido até que seja usado como alimento.
V - A cor, o sabor, o aroma e a consistência
do mel variam com as floradas sazonais
das plantas e com o clima, além de outros
fatores. A forma de manipulação do mel
pelo apicultor também pode alterar as suas
características.
Analise as afirmações relacionadas à hidrologia:
I – O fenômeno pelo qual a água penetra nas camadas próximas à parte superficial do terreno e se move para baixo até atingir uma camada retentora é denominada infiltração.
II – Quando uma corrente de ar úmido horizontal passa forçosamente por uma barreira natural, como uma cadeia montanhosa, ocorre as chamadas precipitações orográficas.
III – Exutório é o ponto de entrada dos cursos de água em uma bacia hidrográfica, sendo a área de captação natural das precipitações na bacia.
IV – No ciclo hidrológico há interação entre a evaporação, precipitação, condensação, escoamento superficial, infiltração e percolação da água no solo e aquíferos.
V – O regime de curso d’água (sistema de drenagem) do tipo intermitente difere do perene por conter água durante o ano todo. No regime perene o lençol freático “desce” abaixo do leito do curso d’água, secando, principalmente na época de estiagem.
Acerca das afirmações acima, assinale a
opção correta quanto à sequência (V-Verdadeiro e F- Falso):
“A água é aplicada em faixas de terrenos delimitadas por diques e o terreno é alagado uniformemente, permanecendo a água tempo suficiente para infiltrar até a profundidade explorada pelas raízes”.
O método de irrigação e o tipo de cultura aos quais se refere o texto são, respectivamente: