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Q758209 Português

Texto para responder à questão.


    Persuasão é coisa de político, marqueteiro e vendedor, gente com uma habilidade natural para seduzir, certo? Errado. Novos estudos revelam que a habilidade de convencer está impregnada em cada ser humano e teria, inclusive, contribuído para a evolução do nosso raciocínio. Mesmo que existam pessoas com o dom da lábia, técnicas de influência amparadas na ciência podem ser aprendidas por qualquer um. É o que afirma o Ph.D. em psicologia social Robert Cialdini, um dos maiores especialistas na área. [...]

    Nossa mente evoluiu para argumentar e persuadir os outros, sustentam artigos recém-publicados pelos renomados cientistas cognitivos Hugo Mercier e Dan Sperber, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França. Eles analisaram diversos estudos que mostram como o pensamento coletivo resolve melhor que o individual uma ampla gama de questões. [...]

    Basta uma rápida reflexão para perceber o quanto essa necessidade de persuadir está presente em nosso dia a dia. Ela dá as caras ao pedir passagem no trânsito, pleitear aumento ao chefe ou quando queremos demover a namorada de assistir àquela comédia romântica no cinema (ou o namorado de ver um filme de ação). Ser bem-sucedido ou não nessas tarefas, mostram experimentos de psicologia social, não depende apenas de bons argumentos. Requer saber usar os chamados atalhos mentais, atitudes que, mesmo sem ter uma relação com a ideia que você tenta passar, fazem ela ser aceita com mais facilidade.

    A investigação desses atalhos começa com os estudos do psicólogo e Prêmio Nobel Daniel Kahneman, que descreveu o mecanismo rápido de tomada de decisões do cérebro. Kahneman demonstrou que nosso pensamento segue padrões baseados na experiência. Quando percebemos, por exemplo, que produtos caros normalmente têm qualidade superior, fazemos uma associação automática na nossa mente. Depois disso, todas as vezes que olharmos para um produto caro, a tendência será pensar que ele é melhor, mesmo que nada mais indique isso. Esse tipo de pré-conceito mental entra em cena várias vezes durante uma argumentação. Se dissermos que a ideia que estamos passando é amparada por um Prêmio Nobel (como acabamos de fazer), aumentam as chances de você se mostrar mais receptivo a ela, mesmo que seja um absurdo – o que, vamos deixar claro, não é o caso aqui.

    Esses pensamentos intuitivos foram batizados de Sistema 1 (ou associativo) e, embora não pareçam, são benéficos. Eles economizam energia e tempo cerebral. Imagine o caos se a gente fosse parar para pensar com calma a cada pequena decisão. O contraponto é o Sistema 2 (ou analítico), usado quando precisamos meditar por um tempo antes de agir. As estratégias de persuasão operam principalmente em cima do Sistema 1, tentando capturar o interlocutor sem que ele reflita demais sobre o assunto, e se valem do fato de que uma parte da nossa maneira de pensar não se guia apenas pela racionalidade.

    Um dos indícios disso é que a probabilidade de absorver ou não as mensagens de um interlocutor depende bastante de elementos que nada têm a ver com o que a pessoa diz. O psicólogo Albert Mehrabian, professor da Universidade da Califórnia, estabeleceu, depois de anos de pesquisas, uma regra clássica para mensurar como as mensagens são retidas. Segundo ele, 7% da chance de ter o discurso registrado se deve às palavras escolhidas, 38% às variações na entonação da voz e no ritmo da fala e 55% ao aspecto visual – gestos e expressões do rosto. “O que toca o outro é o comportamento não-verbal. Ele é útil para criar um canal de empatia, sem o qual fica muito difícil convencer alguém”, diz a fonoaudióloga Cida Coelho, doutora em psicologia social e professora do Centro Universitário Monte Serrat, em Santos.

(SPONCIATO, Diogo. Revista Galileu, São Paulo, Globo, nº 257, dez. 2012. Com adaptações.)

Pode-se reconhecer como fator determinante para a escolha do assunto a ser tratado no texto:
Alternativas
Q758208 Português

Texto para responder à questão.


    Persuasão é coisa de político, marqueteiro e vendedor, gente com uma habilidade natural para seduzir, certo? Errado. Novos estudos revelam que a habilidade de convencer está impregnada em cada ser humano e teria, inclusive, contribuído para a evolução do nosso raciocínio. Mesmo que existam pessoas com o dom da lábia, técnicas de influência amparadas na ciência podem ser aprendidas por qualquer um. É o que afirma o Ph.D. em psicologia social Robert Cialdini, um dos maiores especialistas na área. [...]

    Nossa mente evoluiu para argumentar e persuadir os outros, sustentam artigos recém-publicados pelos renomados cientistas cognitivos Hugo Mercier e Dan Sperber, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França. Eles analisaram diversos estudos que mostram como o pensamento coletivo resolve melhor que o individual uma ampla gama de questões. [...]

    Basta uma rápida reflexão para perceber o quanto essa necessidade de persuadir está presente em nosso dia a dia. Ela dá as caras ao pedir passagem no trânsito, pleitear aumento ao chefe ou quando queremos demover a namorada de assistir àquela comédia romântica no cinema (ou o namorado de ver um filme de ação). Ser bem-sucedido ou não nessas tarefas, mostram experimentos de psicologia social, não depende apenas de bons argumentos. Requer saber usar os chamados atalhos mentais, atitudes que, mesmo sem ter uma relação com a ideia que você tenta passar, fazem ela ser aceita com mais facilidade.

    A investigação desses atalhos começa com os estudos do psicólogo e Prêmio Nobel Daniel Kahneman, que descreveu o mecanismo rápido de tomada de decisões do cérebro. Kahneman demonstrou que nosso pensamento segue padrões baseados na experiência. Quando percebemos, por exemplo, que produtos caros normalmente têm qualidade superior, fazemos uma associação automática na nossa mente. Depois disso, todas as vezes que olharmos para um produto caro, a tendência será pensar que ele é melhor, mesmo que nada mais indique isso. Esse tipo de pré-conceito mental entra em cena várias vezes durante uma argumentação. Se dissermos que a ideia que estamos passando é amparada por um Prêmio Nobel (como acabamos de fazer), aumentam as chances de você se mostrar mais receptivo a ela, mesmo que seja um absurdo – o que, vamos deixar claro, não é o caso aqui.

    Esses pensamentos intuitivos foram batizados de Sistema 1 (ou associativo) e, embora não pareçam, são benéficos. Eles economizam energia e tempo cerebral. Imagine o caos se a gente fosse parar para pensar com calma a cada pequena decisão. O contraponto é o Sistema 2 (ou analítico), usado quando precisamos meditar por um tempo antes de agir. As estratégias de persuasão operam principalmente em cima do Sistema 1, tentando capturar o interlocutor sem que ele reflita demais sobre o assunto, e se valem do fato de que uma parte da nossa maneira de pensar não se guia apenas pela racionalidade.

    Um dos indícios disso é que a probabilidade de absorver ou não as mensagens de um interlocutor depende bastante de elementos que nada têm a ver com o que a pessoa diz. O psicólogo Albert Mehrabian, professor da Universidade da Califórnia, estabeleceu, depois de anos de pesquisas, uma regra clássica para mensurar como as mensagens são retidas. Segundo ele, 7% da chance de ter o discurso registrado se deve às palavras escolhidas, 38% às variações na entonação da voz e no ritmo da fala e 55% ao aspecto visual – gestos e expressões do rosto. “O que toca o outro é o comportamento não-verbal. Ele é útil para criar um canal de empatia, sem o qual fica muito difícil convencer alguém”, diz a fonoaudióloga Cida Coelho, doutora em psicologia social e professora do Centro Universitário Monte Serrat, em Santos.

(SPONCIATO, Diogo. Revista Galileu, São Paulo, Globo, nº 257, dez. 2012. Com adaptações.)

Acerca do excerto “[...] embora não pareçam [...]” (5º§) pode-se afirmar que um certo fato é representado como um dado irrelevante para o conteúdo do restante do enunciado, estando presente uma relação
Alternativas
Q758207 Português

Texto para responder à questão.


    Persuasão é coisa de político, marqueteiro e vendedor, gente com uma habilidade natural para seduzir, certo? Errado. Novos estudos revelam que a habilidade de convencer está impregnada em cada ser humano e teria, inclusive, contribuído para a evolução do nosso raciocínio. Mesmo que existam pessoas com o dom da lábia, técnicas de influência amparadas na ciência podem ser aprendidas por qualquer um. É o que afirma o Ph.D. em psicologia social Robert Cialdini, um dos maiores especialistas na área. [...]

    Nossa mente evoluiu para argumentar e persuadir os outros, sustentam artigos recém-publicados pelos renomados cientistas cognitivos Hugo Mercier e Dan Sperber, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França. Eles analisaram diversos estudos que mostram como o pensamento coletivo resolve melhor que o individual uma ampla gama de questões. [...]

    Basta uma rápida reflexão para perceber o quanto essa necessidade de persuadir está presente em nosso dia a dia. Ela dá as caras ao pedir passagem no trânsito, pleitear aumento ao chefe ou quando queremos demover a namorada de assistir àquela comédia romântica no cinema (ou o namorado de ver um filme de ação). Ser bem-sucedido ou não nessas tarefas, mostram experimentos de psicologia social, não depende apenas de bons argumentos. Requer saber usar os chamados atalhos mentais, atitudes que, mesmo sem ter uma relação com a ideia que você tenta passar, fazem ela ser aceita com mais facilidade.

    A investigação desses atalhos começa com os estudos do psicólogo e Prêmio Nobel Daniel Kahneman, que descreveu o mecanismo rápido de tomada de decisões do cérebro. Kahneman demonstrou que nosso pensamento segue padrões baseados na experiência. Quando percebemos, por exemplo, que produtos caros normalmente têm qualidade superior, fazemos uma associação automática na nossa mente. Depois disso, todas as vezes que olharmos para um produto caro, a tendência será pensar que ele é melhor, mesmo que nada mais indique isso. Esse tipo de pré-conceito mental entra em cena várias vezes durante uma argumentação. Se dissermos que a ideia que estamos passando é amparada por um Prêmio Nobel (como acabamos de fazer), aumentam as chances de você se mostrar mais receptivo a ela, mesmo que seja um absurdo – o que, vamos deixar claro, não é o caso aqui.

    Esses pensamentos intuitivos foram batizados de Sistema 1 (ou associativo) e, embora não pareçam, são benéficos. Eles economizam energia e tempo cerebral. Imagine o caos se a gente fosse parar para pensar com calma a cada pequena decisão. O contraponto é o Sistema 2 (ou analítico), usado quando precisamos meditar por um tempo antes de agir. As estratégias de persuasão operam principalmente em cima do Sistema 1, tentando capturar o interlocutor sem que ele reflita demais sobre o assunto, e se valem do fato de que uma parte da nossa maneira de pensar não se guia apenas pela racionalidade.

    Um dos indícios disso é que a probabilidade de absorver ou não as mensagens de um interlocutor depende bastante de elementos que nada têm a ver com o que a pessoa diz. O psicólogo Albert Mehrabian, professor da Universidade da Califórnia, estabeleceu, depois de anos de pesquisas, uma regra clássica para mensurar como as mensagens são retidas. Segundo ele, 7% da chance de ter o discurso registrado se deve às palavras escolhidas, 38% às variações na entonação da voz e no ritmo da fala e 55% ao aspecto visual – gestos e expressões do rosto. “O que toca o outro é o comportamento não-verbal. Ele é útil para criar um canal de empatia, sem o qual fica muito difícil convencer alguém”, diz a fonoaudióloga Cida Coelho, doutora em psicologia social e professora do Centro Universitário Monte Serrat, em Santos.

(SPONCIATO, Diogo. Revista Galileu, São Paulo, Globo, nº 257, dez. 2012. Com adaptações.)

No final do 4º§, o enunciador propõe um fato hipotético para exemplificar acerca da questão tratada no texto. Neste caso, é correto afirmar que através do excerto: “Se dissermos que a ideia que estamos passando é amparada por um Prêmio Nobel (como acabamos de fazer), aumentam as chances de você se mostrar mais receptivo a ela, mesmo que seja um absurdo — o que, vamos deixar claro, não é o caso aqui.” (4º§)
Alternativas
Q758205 Português

Texto para responder à questão.


    Persuasão é coisa de político, marqueteiro e vendedor, gente com uma habilidade natural para seduzir, certo? Errado. Novos estudos revelam que a habilidade de convencer está impregnada em cada ser humano e teria, inclusive, contribuído para a evolução do nosso raciocínio. Mesmo que existam pessoas com o dom da lábia, técnicas de influência amparadas na ciência podem ser aprendidas por qualquer um. É o que afirma o Ph.D. em psicologia social Robert Cialdini, um dos maiores especialistas na área. [...]

    Nossa mente evoluiu para argumentar e persuadir os outros, sustentam artigos recém-publicados pelos renomados cientistas cognitivos Hugo Mercier e Dan Sperber, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França. Eles analisaram diversos estudos que mostram como o pensamento coletivo resolve melhor que o individual uma ampla gama de questões. [...]

    Basta uma rápida reflexão para perceber o quanto essa necessidade de persuadir está presente em nosso dia a dia. Ela dá as caras ao pedir passagem no trânsito, pleitear aumento ao chefe ou quando queremos demover a namorada de assistir àquela comédia romântica no cinema (ou o namorado de ver um filme de ação). Ser bem-sucedido ou não nessas tarefas, mostram experimentos de psicologia social, não depende apenas de bons argumentos. Requer saber usar os chamados atalhos mentais, atitudes que, mesmo sem ter uma relação com a ideia que você tenta passar, fazem ela ser aceita com mais facilidade.

    A investigação desses atalhos começa com os estudos do psicólogo e Prêmio Nobel Daniel Kahneman, que descreveu o mecanismo rápido de tomada de decisões do cérebro. Kahneman demonstrou que nosso pensamento segue padrões baseados na experiência. Quando percebemos, por exemplo, que produtos caros normalmente têm qualidade superior, fazemos uma associação automática na nossa mente. Depois disso, todas as vezes que olharmos para um produto caro, a tendência será pensar que ele é melhor, mesmo que nada mais indique isso. Esse tipo de pré-conceito mental entra em cena várias vezes durante uma argumentação. Se dissermos que a ideia que estamos passando é amparada por um Prêmio Nobel (como acabamos de fazer), aumentam as chances de você se mostrar mais receptivo a ela, mesmo que seja um absurdo – o que, vamos deixar claro, não é o caso aqui.

    Esses pensamentos intuitivos foram batizados de Sistema 1 (ou associativo) e, embora não pareçam, são benéficos. Eles economizam energia e tempo cerebral. Imagine o caos se a gente fosse parar para pensar com calma a cada pequena decisão. O contraponto é o Sistema 2 (ou analítico), usado quando precisamos meditar por um tempo antes de agir. As estratégias de persuasão operam principalmente em cima do Sistema 1, tentando capturar o interlocutor sem que ele reflita demais sobre o assunto, e se valem do fato de que uma parte da nossa maneira de pensar não se guia apenas pela racionalidade.

    Um dos indícios disso é que a probabilidade de absorver ou não as mensagens de um interlocutor depende bastante de elementos que nada têm a ver com o que a pessoa diz. O psicólogo Albert Mehrabian, professor da Universidade da Califórnia, estabeleceu, depois de anos de pesquisas, uma regra clássica para mensurar como as mensagens são retidas. Segundo ele, 7% da chance de ter o discurso registrado se deve às palavras escolhidas, 38% às variações na entonação da voz e no ritmo da fala e 55% ao aspecto visual – gestos e expressões do rosto. “O que toca o outro é o comportamento não-verbal. Ele é útil para criar um canal de empatia, sem o qual fica muito difícil convencer alguém”, diz a fonoaudióloga Cida Coelho, doutora em psicologia social e professora do Centro Universitário Monte Serrat, em Santos.

(SPONCIATO, Diogo. Revista Galileu, São Paulo, Globo, nº 257, dez. 2012. Com adaptações.)

O texto em análise tem sua finalidade definida de acordo com o contexto de interação verbal em que está inserido, assinale a alternativa correta considerando a intenção comunicativa que caracteriza tal estrutura textual.
Alternativas
Q758204 Administração Financeira e Orçamentária
Assinale a alternativa que apresenta o conceito INCORRETO.
Alternativas
Q758203 Direito Administrativo
Considerando as formas de controle da Administração Pública, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q758202 Direito Financeiro
Além das inúmeras determinações constitucionais, as leis ordinárias e a Lei de Responsabilidade Fiscal contribuíram de forma significativa para a aproximação da Administração Pública brasileira de um modelo dirigido ao alcance de resultados e aos princípios da governança pública. A esse respeito, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q758201 Administração de Recursos Materiais

Utilizando conhecimentos de administração de recursos materiais, funções e objetivos da administração de materiais, classificação e especificação de materiais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Recurso material, em sentido amplo, é todo o bem físico, tangível ou corpóreo, empregado em uma organização, os quais podem ser classificados em duas subcategorias: os recursos materiais em sentido estrito e os recursos patrimoniais.

( ) A classificação de materiais é o processo de aglutinação de materiais por características semelhantes.

( ) Um sistema de classificação deve possuir determinadas qualidades (ou atributos) que o torne satisfatório. São três os atributos de um bom sistema de classificação: abrangência, flexibilidade e praticidade.

( ) São etapas (ou princípios) da classificação de materiais: catalogação, simplificação, identificação (especificação), normalização, padronização e codificação.

A sequência está correta em

Alternativas
Q758199 Direito Administrativo
Acerca dos serviços públicos, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q758197 Direito Constitucional
Considerando o disposto na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 a respeito dos princípios fundamentais, dos direitos e garantias fundamentais, da organização do estado, da organização político-administrativa, da União, dos Estados federados, dos Municípios e da intervenção, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q758196 Direito Administrativo
São requisitos de validade ou elementos dos atos administrativos:
Alternativas
Q758195 Arquivologia
Tendo por base noções elementares a respeito de arquivologia no âmbito da Administração pública, assinale a alternativa INCORRETA.
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Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: UERN Prova: IDECAN - 2016 - UERN - Analista de Sistemas |
Q758069 Programação
Na área de desenvolvimento de sistemas, o desenvolvimento de software orientado a aspectos é baseado na ideia de separação de assuntos, porém em módulos de sistema separados. A separação de assuntos é um princípio fundamental do projeto e da implementação de software. Diversos termos são utilizados no desenvolvimento de software orientado a aspectos. Um desses termos tem a seguinte definição, segundo Sommerville (2007): “abstração de programa que define um assunto transversal. Inclui a definição de um ponto de corte e a recomendação associada a esse assunto”. A definição apresentada trata-se de:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: UERN Prova: IDECAN - 2016 - UERN - Analista de Sistemas |
Q758068 Redes de Computadores
A segurança de redes pode fornecer serviços baseados em cinco características básicas. Dessas características, quatro estão diretamente relacionadas com a mensagem trocada no meio da rede, enquanto que uma delas oferece autenticação ou identificação de entidades: confidencialidade, integridade, autenticação e não repúdio relacionam-se com a mensagem, e autenticação está relacionada com a entidade. Na preservação da integridade de uma mensagem, um algoritmo denominado função de hash é utilizado. Esse algoritmo cria uma imagem compactada de mensagem que pode ser usada como impressão digital. Para se candidatar a um hash, uma função precisa atender aos seguintes critérios, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: UERN Prova: IDECAN - 2016 - UERN - Analista de Sistemas |
Q758067 Redes de Computadores
O H.323 é uma série de recomendações, que foram produzidas pela ITU-T (International Telecommunications Union – Telecommunication Standardization Sector), destinadas a sistemas de conferência audiovisual. Essas recomendações são projetadas para que seja permitida uma maior interoperabilidade entre elas, e que possibilite que usuários de sistemas de conferências possam se comunicar e usar diferentes tecnologias de rede. Um equipamento que esteja utilizando a recomendação H.323 obrigatoriamente deve dar suporte à comunicação de áudio. A recomendação H.323 é formada por um conjunto de outros padrões e recomendações. Três padrões de protocolos são utilizados para controle e sinalização. Assinale a alternativa referente a estes padrões de protocolos.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: UERN Prova: IDECAN - 2016 - UERN - Analista de Sistemas |
Q758066 Engenharia de Software
Na atualidade existem muitas formas diferentes de desenvolvimento de software, que podem ser baseadas em programações básicas em linguagens, como C++ ou Java, geração de programas, a partir de ferramentas CASE, e até mesmo engenharia de software, baseada em reúso. Alguns desses processos podem ser iterativos ou mesmo incremental e prototipação. Os métodos ágeis de desenvolvimento surgiram a partir da insatisfação das abordagens pesadas até então utilizadas. A eXtreme Programming (XP) se refere ao mais conhecido dos métodos ágeis. Uma das fases do desenvolvimento de software envolve testes, pois dessa forma é possível acompanhar o andamento do processo. No XP também são realizados testes, mas com algumas características principais. Acerca dessas características, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: UERN Prova: IDECAN - 2016 - UERN - Analista de Sistemas |
Q758065 Segurança da Informação
Com o crescimento da Internet e o grande volume de serviços que passaram a ser oferecidos pela rede, a questão da segurança se tornou primordial. Muitos usuários já utilizam a Internet para efetuar transações bancárias, realizar compras, entre outros serviços. A criptografia é uma das tecnologias utilizadas para que as informações trafegadas na Internet não caiam em mãos erradas. Para isso são utilizados algoritmos criptográficos, aliados a senhas bem elaboradas. A criptografia pode ser simétrica (utiliza a mesma chave para criptografar e descriptografar) ou assimétrica (utiliza uma chave para criptografar e uma outra chave para descriptografar a mensagem). Na criptografia simétrica, o modo de operação é uma técnica que emprega modernas cifras de blocos como DES e AES (algoritmos criptográficos). Quatro técnicas são utilizadas no modo de operação para cifras de blocos. Um desses modos é uma técnica que se baseia puramente em cifras de blocos, em que o texto claro é dividido em blocos de N bits, o texto cifrado é formado por blocos de N bits, sendo que o valor de N depende do tipo de cifra usada. Assinale a alternativa correspondente a esse modo de operação.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: UERN Prova: IDECAN - 2016 - UERN - Analista de Sistemas |
Q758064 Redes de Computadores

A ISO (International Standard Organization – Organização Internacional de Padronização) sugere uma lista de áreas-chave para o Gerenciamento de Rede. Entre essas áreas, encontram-se: gerenciamento de falhas, gerenciamento contábil, configuração e gerenciamento de nomes, gerenciamento de desempenho e gerenciamento de segurança. Segundo Stalings (2016), “um sistema de gerenciamento de rede é uma coleção de ferramentas para monitoramento e controle de rede”. Um dos protocolos mais utilizados no gerenciamento de rede é o SNMP (Simple Network Management Protocol), que já está na sua terceira versão. O SNMPv3 oferece três serviços muito importantes, que compõem o User-Based Security Model (USM) e o View-Based Access Control Model (VACM).

Assinale os serviços oferecidos pelo SNMPv3 que, respectivamente, pertencem ao USM e ao VACM.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: UERN Prova: IDECAN - 2016 - UERN - Analista de Sistemas |
Q758063 Redes de Computadores
O SIP (Session Initiation Protocol ou Protocolo de Iniciação de Sessão) é um protocolo de sinalização, que tem a finalidade de estabelecer sessões de comunicação interativa entre os usuários. Possui diversos recursos, entre os quais cada sessão pode incluir vídeo, bate-papo e voz. É utilizado para estabelecimento de uma conexão de conferência multimídia, mantê-la ativa e encerrá-la em uma arquitetura cliente/servidor. Como origem tem-se o usuário cliente e como destino o usuário servidor. Acerca do Protocolo SIP, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IDECAN Órgão: UERN Prova: IDECAN - 2016 - UERN - Analista de Sistemas |
Q758062 Engenharia de Software

Sobre os diagramas da UML 2.0 (Unified Modeling Language), analise as afirmativas a seguir.

I. O diagrama de sequências é um diagrama estrutural que mostra uma interação, dando ênfase à ordenação sequencial das mensagens.

II. O diagrama de componentes é um diagrama comportamental que mostra as interfaces externas, incluindo portas e a composição interna de um componente.

III. O diagrama de pacotes é um diagrama estrutural que mostra a organização do modelo em pacotes.

IV. O diagrama de atividades é um diagrama comportamental que mostra um processo computacional, dando ênfase ao fluxo de uma atividade para outra.

V. Os tipos de diagramas híbridos não são permitidos; há a separação estrita entre elementos do modelo.

Estão corretas apenas as afirmativas

Alternativas
Respostas
12561: A
12562: B
12563: A
12564: B
12565: C
12566: D
12567: C
12568: D
12569: C
12570: B
12571: B
12572: A
12573: A
12574: D
12575: A
12576: B
12577: C
12578: A
12579: B
12580: C