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Q977504 Português
Musicoterapia ajuda jovens com câncer a lidar com tratamento

Jovens que fizeram musicoterapia enquanto recebiam tratamento para câncer mostraram-se mais aptos a tolerar os rigores do tratamento, de acordo com um estudo publicado na revista científica Câncer.
Pesquisadores da Indiana University School of Nursing, em Indianapolis, nos Estados Unidos, acompanharam um grupo de pacientes com idades entre 11 e 24 anos enquanto participavam de um projeto que envolvia escrever letras, gravar música e selecionar imagens para fazer um videoclipe.
A equipe concluiu que os pacientes tornaram-se mais resilientes e melhoraram seus relacionamentos com a família e amigos.
O termo resiliência, nesse contexto, se refere à capacidade dos participantes de se ajustarem positivamente aos estresses e efeitos adversos do tratamento que estavam recebendo.
Segundo o site da American Music Therapy Association, musicoterapia é uma prática terapêutica em que profissionais qualificados usam música para auxiliar indivíduos a lidar com questões físicas, emocionais, cognitivas e sociais.
Efeito Positivo
Os participantes foram orientados por musicoterapeutas profissionais. O projeto, que durou três semanas, culminou na produção de videoclipes que, quando prontos, foram compartilhados com amigos e familiares.
Cem dias após o tratamento, o mesmo grupo relatou que a comunicação na família e os relacionamentos com amigos tinham melhorado.
“Esses ‘fatores protetores’ influenciam a forma como adolescentes e jovens adultos lidam com o câncer e o rigoroso tratamento, ganham esperança e encontram sentido (para suas vidas) durante a jornada do câncer”, disse a líder do estudo, Joan Haase.
“Adolescentes e jovens que são resilientes têm a capacidade de superar sua doença, sentem-se em controle e autoconfiantes pela forma como lidaram com o câncer e mostram um desejo de ajudar o outro”.
Entrevistas com os pais dos pacientes revelaram aos pesquisadores que os videoclipes tinham produzido um benefício adicional, oferecendo aos pais uma melhor compreensão sobre como é a experiência de crianças que sofrem de câncer.
(Disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140127_musicoterapia_cancer_mv.) 




De acordo com o emprego da palavra “que” nos trechos selecionados a seguir, assinale o que se diferencia dos demais.
Alternativas
Q977503 Português
Musicoterapia ajuda jovens com câncer a lidar com tratamento

Jovens que fizeram musicoterapia enquanto recebiam tratamento para câncer mostraram-se mais aptos a tolerar os rigores do tratamento, de acordo com um estudo publicado na revista científica Câncer.
Pesquisadores da Indiana University School of Nursing, em Indianapolis, nos Estados Unidos, acompanharam um grupo de pacientes com idades entre 11 e 24 anos enquanto participavam de um projeto que envolvia escrever letras, gravar música e selecionar imagens para fazer um videoclipe.
A equipe concluiu que os pacientes tornaram-se mais resilientes e melhoraram seus relacionamentos com a família e amigos.
O termo resiliência, nesse contexto, se refere à capacidade dos participantes de se ajustarem positivamente aos estresses e efeitos adversos do tratamento que estavam recebendo.
Segundo o site da American Music Therapy Association, musicoterapia é uma prática terapêutica em que profissionais qualificados usam música para auxiliar indivíduos a lidar com questões físicas, emocionais, cognitivas e sociais.
Efeito Positivo
Os participantes foram orientados por musicoterapeutas profissionais. O projeto, que durou três semanas, culminou na produção de videoclipes que, quando prontos, foram compartilhados com amigos e familiares.
Cem dias após o tratamento, o mesmo grupo relatou que a comunicação na família e os relacionamentos com amigos tinham melhorado.
“Esses ‘fatores protetores’ influenciam a forma como adolescentes e jovens adultos lidam com o câncer e o rigoroso tratamento, ganham esperança e encontram sentido (para suas vidas) durante a jornada do câncer”, disse a líder do estudo, Joan Haase.
“Adolescentes e jovens que são resilientes têm a capacidade de superar sua doença, sentem-se em controle e autoconfiantes pela forma como lidaram com o câncer e mostram um desejo de ajudar o outro”.
Entrevistas com os pais dos pacientes revelaram aos pesquisadores que os videoclipes tinham produzido um benefício adicional, oferecendo aos pais uma melhor compreensão sobre como é a experiência de crianças que sofrem de câncer.
(Disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140127_musicoterapia_cancer_mv.) 




Considerando a relação estabelecida entre o verbo e seus complementos, é correto afirmar que, no título apresentado,
Alternativas
Q977502 Português
Musicoterapia ajuda jovens com câncer a lidar com tratamento

Jovens que fizeram musicoterapia enquanto recebiam tratamento para câncer mostraram-se mais aptos a tolerar os rigores do tratamento, de acordo com um estudo publicado na revista científica Câncer.
Pesquisadores da Indiana University School of Nursing, em Indianapolis, nos Estados Unidos, acompanharam um grupo de pacientes com idades entre 11 e 24 anos enquanto participavam de um projeto que envolvia escrever letras, gravar música e selecionar imagens para fazer um videoclipe.
A equipe concluiu que os pacientes tornaram-se mais resilientes e melhoraram seus relacionamentos com a família e amigos.
O termo resiliência, nesse contexto, se refere à capacidade dos participantes de se ajustarem positivamente aos estresses e efeitos adversos do tratamento que estavam recebendo.
Segundo o site da American Music Therapy Association, musicoterapia é uma prática terapêutica em que profissionais qualificados usam música para auxiliar indivíduos a lidar com questões físicas, emocionais, cognitivas e sociais.
Efeito Positivo
Os participantes foram orientados por musicoterapeutas profissionais. O projeto, que durou três semanas, culminou na produção de videoclipes que, quando prontos, foram compartilhados com amigos e familiares.
Cem dias após o tratamento, o mesmo grupo relatou que a comunicação na família e os relacionamentos com amigos tinham melhorado.
“Esses ‘fatores protetores’ influenciam a forma como adolescentes e jovens adultos lidam com o câncer e o rigoroso tratamento, ganham esperança e encontram sentido (para suas vidas) durante a jornada do câncer”, disse a líder do estudo, Joan Haase.
“Adolescentes e jovens que são resilientes têm a capacidade de superar sua doença, sentem-se em controle e autoconfiantes pela forma como lidaram com o câncer e mostram um desejo de ajudar o outro”.
Entrevistas com os pais dos pacientes revelaram aos pesquisadores que os videoclipes tinham produzido um benefício adicional, oferecendo aos pais uma melhor compreensão sobre como é a experiência de crianças que sofrem de câncer.
(Disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140127_musicoterapia_cancer_mv.) 




Assinale, a seguir, a reescrita do trecho em destaque que apresenta prejuízo quanto à coerência em relação ao texto globalmente ou incorreção gramatical.
Alternativas
Q977501 Português
Musicoterapia ajuda jovens com câncer a lidar com tratamento

Jovens que fizeram musicoterapia enquanto recebiam tratamento para câncer mostraram-se mais aptos a tolerar os rigores do tratamento, de acordo com um estudo publicado na revista científica Câncer.
Pesquisadores da Indiana University School of Nursing, em Indianapolis, nos Estados Unidos, acompanharam um grupo de pacientes com idades entre 11 e 24 anos enquanto participavam de um projeto que envolvia escrever letras, gravar música e selecionar imagens para fazer um videoclipe.
A equipe concluiu que os pacientes tornaram-se mais resilientes e melhoraram seus relacionamentos com a família e amigos.
O termo resiliência, nesse contexto, se refere à capacidade dos participantes de se ajustarem positivamente aos estresses e efeitos adversos do tratamento que estavam recebendo.
Segundo o site da American Music Therapy Association, musicoterapia é uma prática terapêutica em que profissionais qualificados usam música para auxiliar indivíduos a lidar com questões físicas, emocionais, cognitivas e sociais.
Efeito Positivo
Os participantes foram orientados por musicoterapeutas profissionais. O projeto, que durou três semanas, culminou na produção de videoclipes que, quando prontos, foram compartilhados com amigos e familiares.
Cem dias após o tratamento, o mesmo grupo relatou que a comunicação na família e os relacionamentos com amigos tinham melhorado.
“Esses ‘fatores protetores’ influenciam a forma como adolescentes e jovens adultos lidam com o câncer e o rigoroso tratamento, ganham esperança e encontram sentido (para suas vidas) durante a jornada do câncer”, disse a líder do estudo, Joan Haase.
“Adolescentes e jovens que são resilientes têm a capacidade de superar sua doença, sentem-se em controle e autoconfiantes pela forma como lidaram com o câncer e mostram um desejo de ajudar o outro”.
Entrevistas com os pais dos pacientes revelaram aos pesquisadores que os videoclipes tinham produzido um benefício adicional, oferecendo aos pais uma melhor compreensão sobre como é a experiência de crianças que sofrem de câncer.
(Disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140127_musicoterapia_cancer_mv.) 




De acordo com as informações trazidas ao texto, analise as assertivas a seguir.
I. A partir de pesquisas realizadas com jovens diagnosticados com câncer, é possível verificar que através da musicoterapia, o rigor do tratamento pode ser reduzido. II. Os relacionamentos familiares e sociais apresentam aspectos relevantes e são capazes de estabelecer e agregar fatores positivos diante de um quadro de diagnóstico de câncer. III. Na pesquisa apresentada, os objetivos das atividades propostas demonstram um nível de profissionalismo dos jovens em tratamento.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IDECAN Órgão: CRF-SP Prova: IDECAN - 2017 - CRF-SP - Arquiteto |
Q961424 Arquitetura
O intuito das teorias de proporções é criar um sentido de ordem e harmonia entre os elementos de uma composição visual. Uma razão se refere à comparação quantitativa de duas coisas semelhantes, enquanto a proporção se refere à igualdade de razões. Subjacente a um sistema de proporcionalidade, portanto, está a razão característica, uma qualidade permanente que é transmitida de uma razão para outra. Assim, um sistema de proporcionalidade estabelece um conjunto coerente de relações visuais entre as de um edifício, assim como entre as partes e o todo. Embora tais relações possam não ser imediatamente percebidas pelo observador casual, a ordem visual que criam pode ser percebida, aceita ou mesmo reconhecida através de uma série de experiências repetitivas. Após um certo período de tempo, podemos começar a ver o todo na parte, e a parte no todo. Diversas teorias de proporções “desejáveis” foram desenvolvidas no decorrer da história da arquitetura. A noção de elaborar um sistema de projeto e comunicar seus meios é comum em todos os períodos. Embora o sistema real varie de tempos em tempos, os princípios envolvidos e seu valor para o arquiteto permanecem os mesmos. Assinale a alternativa que contém um grupo de Teorias da Proporção.
Alternativas
Q961422 Arquitetura
O uso de computadores para a criação de projetos teve origem nas indústrias aeroespacial e automotiva dos anos 60. O desenvolvimento de programas e aplicativos expandiu-se vinte anos mais tarde quando os computadores se tornaram mais acessíveis, e os primeiros pacotes de softwares de modelos 3D daquele período ainda continuam em uso. Atualmente, a prática da profissão de arquitetos e engenheiros é inimaginável sem as tecnologias computacionais. A tecnologia também conhecida como plataforma BIM produz uma representação tridimensional detalhada e completa do projeto, tratando seus elementos como objetos paramétricos e compartilhados que podem ser acessados e aperfeiçoados pelos profissionais envolvidos, arquitetos, supervisores, engenheiros e empreiteiros. Uma vez que os objetos são definidos por parâmetros e estão relacionados a outros objetos, alterações locais afetarão os atributos globais com um feedback instantâneo sobre os problemas de construção e custos assim gerados. Antes da plataforma BIM, arquitetos e engenheiros já contavam desde a década de 80 com programas CAD que, praticamente nos anos 90, já eram onipresentes nas escolas de arquitetura, engenharia, como também nos escritórios e empresas envolvidas com atividades técnicas de projetos e construções. Relacionado aos programas computacionais mais utilizados atualmente, assinale a alternativa correta sobre o termo CAD.
Alternativas
Q961421 Arquitetura

A sinalização visual e a sinalização tátil dispõem de artifícios como o contrate de cores e as diferentes texturas, respectivamente, para que se tornem mais facilmente perceptíveis. A indicação de acessibilidade de determinado equipamento, mobiliário ou espaço é representada por símbolos internacionais já convencionados. Trata-se de pictogramas brancos sobre fundo azul, opcionalmente representados em preto e branco. Outros símbolos são largamente utilizados no interior de edificações para indicar elevadores, escadas rolantes, sanitários e saídas de emergência. As representações no piso, sendo de guia ou de alerta, são formas de sinalização tátil e visual que têm como objetivo informar determinado percurso a ser seguido e alertar sobre obstáculo, respectivamente. A figura a seguir representa um símbolo.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao símbolo apresentado anteriormente.

Alternativas
Q961420 Arquitetura

A viga é um dos mais antigos e básicos elementos estruturais conhecidos pela humanidade. Antes mesmo que os pastores nômades se tornassem sedentários e passassem a erigir estruturas permanentes, a viga era usada para construir habitações temporárias ou, sob a forma de um tronco de árvore, para cruzar rios. Tanto um pequeno galho, cobrindo um abrigo provisório, quanto a robusta viga mestra pré-fabricada de concreto armado em um edifício moderno desempenham a mesma função de resistir a cargas verticais, tendo abaixo de si um vão. Essas forças verticais se distribuem entre os apoios em ambas as extremidades da viga e são transferidas para toda a estrutura. Em termos arquitetônicos, esses suportes são, normalmente, as paredes ou, em uma estrutura de madeira, aço ou concreto, colunas ou pilares. A viga também se disfarça de outros elementos, tais como barrotes, que se estendem entre duas paredes para sustentar os assoalhos ou forros de uma construção; vergas, que sustentam a estrutura acima das janelas e portas; ou vigas mestras, que se estendem por grandes distâncias e suportam cargas pesadas. Tradicionalmente, os materiais mais comuns usados para vigas foram pedra, madeira e metal; mas nas últimas décadas o concreto armado e o concreto protendido foram largamente empregados. A capacidade que uma viga tem de resistir a forças verticais pode ser avaliada intuitivamente a partir da razão entre a altura da peça e o comprimento do vão (distância entre dois apoios consecutivos). Para vãos relativamente pequenos, vigas esbeltas são suficientes, porém elas precisam se tornar mais altas e robustas à medida que os vãos aumentam.

Baseado no texto anteriormente descrito, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q961418 Arquitetura
Para saber qual o custo de um empreendimento, existem várias instituições que divulgam valores de custos por metro quadrado, como, por exemplo, o Siduscon, (Sindicato da Indústria da Construção Civil) ou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Contudo, o empreendedor não deve tomar apenas uma das tabelas como única fonte de pesquisa e informação. Mensalmente todas as representatividades do Sinduscon de cada estado do Brasil são obrigadas a publicar o CUB de seu respectivo estado. Assinale a alternativa corretamente relacionada à sigla CUB.
Alternativas
Q961416 Arquitetura
A cidade de São Paulo registra recordes de engarrafamentos a cada ano e novas vias, viadutos e pontes estaiadas para servirem de cartão postal para redes de TV transmitirem seus telejornais não são a solução para resolver o problema. Transporte público de qualidade e incentivo de bicicletas é a solução a curto e médio prazo. Apenas estes três problemas, transporte público ineficiente, enchentes constantes e trânsito sempre muito lento e congestionado, são exemplos de complicações que afetam muitas cidades ao redor do mundo e também afetam a capital do estado de São Paulo. Sem dúvidas se fosse possível que todas as cidades se desenvolvessem seguindo um planejamento urbano, a grande maioria dos problemas enfrentados pelas grandes cidades não existiriam. No entanto, ano após ano, algumas intervenções são realizadas, mas sem provocar mudanças substanciais na qualidade das dinâmicas urbanas. Dentro dos preceitos, postulados, técnicas, normativas e conhecimento da área do urbanismo, assinale a alternativa que significa verdadeiramente o termo Planejamento Urbano.
Alternativas
Q961415 Arquitetura
A obra não começa quando chegam os pedreiros. Quando a mão de obra chega para iniciar os trabalhos, muita coisa já foi feita: projeto arquitetônico, projeto de instalações elétricas e hidráulicas, de estrutura, fundação e de impermeabilização, compra de materiais, aprovação nos órgãos públicos e orçamentos de diversos tipos. Entre as muitas etapas que antecedem a fase inicial da execuções de obras, existem procedimentos muito necessários para que se possa lograr êxito na conclusão da construção. De acordo com o planejamento prévio de construções, assinale a alternativa que é a expressão da verdade sobre o termo Estudo de Viabilidade.
Alternativas
Q961414 Arquitetura
A qualidade de vida da população não está restrita somente ao abrigo, ou seja, local de residência, mas na cidade como um todo. Locais como praças, infraestruturas de saneamento, transporte, escola, áreas de lazer e recreação são fundamentais para promover a qualidade de vida no meio urbano, de forma abrangente, sem fazer separação da habitação ao contexto geral da cidade e espaços urbanos. Com o propósito de estimular cada vez mais ações nesta área, a partir de 2017 todos os CAU/UF irão dedicar 2% de seu orçamento para apoiar ações desse tipo em todo o Brasil. O princípio fundamental dos programas de assistência técnica é a universalização do acesso aos serviços de Arquitetura e Urbanismo, com cinco objetivos principais. O primeiro objetivo é promover serviço para quem precisa e não pode contratar. O segundo objetivo é atender a demanda onde ela está, sem desterritorialização. O terceiro objetivo é custear serviço técnico fora do valor de construção. O quarto objetivo é enfrentar o preconceito/desconhecimento da categoria por parte das comunidades. O quinto objetivo é tornar a arquitetura promotora de qualidade de vida. Assinale a alternativa que é a expressão da verdade sobre a questão da Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social.
Alternativas
Q961413 Arquitetura
Para o uso mais racional e de maior aproveitamento dos espaços internos dos depósitos, pode-se afirmar que, anteriormente ao planejamento e decisões quanto à escolha de um determinado sistema de armazenamento, são necessárias considerações do ponto de vista logístico no que diz respeito a mercadorias, ou seja, ao material a ser armazenado e ao escoamento de produtos, fazendo-se necessária uma ligação entre o planejamento do setor administrativo e de organização espacial. A aplicação das diferentes formas de armazenagem dentro dos depósitos depende das seguintes decisões:
Alternativas
Q961411 Arquitetura
O homem cria coisas para seu uso pessoal; seu corpo é, portanto, a referência dimensional para aquilo que constrói. Assim foram consideradas naturalmente, nos tempos antigos, as partes do corpo humano como fundamento para todas as unidades de medida. Ainda hoje conseguimos dar melhor ideia da dimensão de um objeto, quando utilizamos expressões com referências corporais humanas como altura de um homem, tantas braças de comprimento, tantos pés de largura, entre outros. A adoção do metro encerrou todas essas unidades de medidas, resultando na aplicação de uma unidade de medida precisa. Aquele que deseja dominar técnicas de projetos e construções precisa se familiarizar com noções e percepções de escalas e proporções, de forma que para cada desenho ou projeto, os tamanhos dos objetos e os espações compreendidos entre estes sejam adequados e funcionais. Deve conhecer o tamanho de aparelhos, utensílios, vestimentas, equipamentos que o homem utiliza, para poder dimensionar os móveis ou peças destinadas a contê-los. O arquiteto precisa conhecer o espaço que uma pessoa necessita entre peças de mobiliário de uma cozinha, sala de jantar, biblioteca, para possibilitar comodidade de trabalho sem desperdício de área. Quando abordamos a questão sobre dimensões, tamanhos, proporções e escala, é correto afirmar que:
Alternativas
Q961400 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
O termo “que” dos segmentos em destaque apresenta-se com classificação morfológica DIFERENTE dos demais em:
Alternativas
Q961399 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Pode-se afirmar que o segundo parágrafo do texto transcrito
Alternativas
Q961398 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
O verbo haver possui inúmeras acepções, a forma apresentada na locução “Há de haver uma razão que explique tamanha ruína.” (1º§) está de acordo com a exigência linguística da norma culta da língua assim como em:
Alternativas
Q961397 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Mantendo a correção linguística e a coesão textual, assinale a reescrita correta para o trecho “Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução.” (1º§)
Alternativas
Q961396 Português

            Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

            Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza. 

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)
Acerca das indagações que dão início ao trecho transcrito pode-se afirmar que:
Alternativas
Q945457 Direito Constitucional
“Do ponto de vista funcional, os Parlamentos são instituições geralmente polivalentes. A variedade de funções desempenhadas tem uma explicação no papel característico dos Parlamentos, que faz delas os instrumentos políticos do princípio da soberania popular. É deste papel que nasce para o Parlamento o direito e o dever de intervir, embora de formas diversas, em todos os estádios do processo político. Segundo o estádio e as modalidades de tal intervenção, haverá atividades de estímulo e de iniciativa legislativa, de discussão, e de deliberação, de inquérito e de controle, de apoio e de legitimação. Tão variadas atividades podem ser globalmente compreendidas no quadro das quatro funções parlamentares fundamentais: representação, legislação, controle do Executivo e legitimação. É natural que, conforme a posição que cada Parlamento ocupa no sistema político, varie a importância das diversas funções; certamente há funções que, em determinadas situações políticas, podem se atrofiar e ficar reduzidas ao simples aspecto formal.”
(COTTA, Maurízio apud CARVALHO, Kildare Gonçalves. Técnica Legislativa. 4ª ed. ver. atual e ampl. Belo Horizonte: Editora Del Rey, 2007, p. 24.)

Dentre as funções parlamentares, aquela que possui uma posição que pode ser chamada de preliminar primeiro por ser uma constante histórica em meio das transformações sofridas pelas atribuições do Parlamento e segundo porque nela se baseiam as demais funções parlamentares é a: 
Alternativas
Respostas
10121: B
10122: A
10123: C
10124: B
10125: A
10126: A
10127: A
10128: C
10129: C
10130: D
10131: C
10132: A
10133: D
10134: C
10135: C
10136: A
10137: B
10138: D
10139: B
10140: C