Questões de Concurso Para fadenor

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Q3622077 Matemática
Dado o número complexo z = -3+9i, qual o módulo de z? 
Alternativas
Q3622076 Matemática
A distância entre os pontos A = (-2, 1) e B = (5, -3) é:
Alternativas
Q3622075 Matemática
Uma matriz A com 3 linhas e 7 colunas é multiplicada por uma matriz B com 7 linhas e 10 colunas. Analise as alternativas a seguir sobre essa afirmativa e marque a CORRETA. 
Alternativas
Q3622074 Matemática
Sabendo que log(a) = 2 e log(b) = 3. Qual o valor de log(a².b)? 
Alternativas
Q3622073 Matemática
Em uma progressão aritmética, sabe-se que o primeiro termo é igual a 5 e a soma dos 14 primeiros termos é igual a 616. Qual a razão dessa progressão aritmética? 
Alternativas
Q3622072 Matemática
Considere os polinômios P(x) = 3x4 − 5x3  + x − 1 e D(x) = x − 1. Na divisão de P(x) por D(x), obtém-se o seguinte resto: 
Alternativas
Q3622071 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “O passado foi duro/ mas deixou o seu legado”, a conjunção “mas” expressa uma ideia de 
Alternativas
Q3622070 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “Que eu possa dignificar/ minha condição de mulher” e em “dos valores que vão desmoronando”, o termo “que” foi usado, respectivamente, como 
Alternativas
Q3622069 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Em “Saber viver é a grande sabedoria”, tendo em vista o uso de “saber” e “sabedoria”, é CORRETO afirmar que foi usada a figura de linguagem denominada 
Alternativas
Q3622068 Português
Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.


Texto 02 

TEXTO_2.png (536×424)

Disponível em: https://www.culturagenial.com/. Acesso em: 13 ago. 2025. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a comparação que se pode fazer entre os textos 01 e 02.

I- Pertencem a uma mesma tipologia textual.
II- Usam com predominância a função fática.
III- Possuem aspectos temáticos em comum.
IV- Usam a subjetividade para a expressão. V- Empregam a função poética da linguagem.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3622067 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Assinale a alternativa que identifica corretamente as marcas linguísticas presentes no texto que comprovam o uso predominante da função emotiva/expressiva no texto. 
Alternativas
Q3622066 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os tipos de linguagem usados no texto.

I- Conotativa.
II- Denotativa.
III- Coloquial.
IV- Formal.
V- Verbal.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3622065 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
De acordo com o texto, infere-se que a mudança trouxe

I- curiosidade.
II- criatividade.
III- coragem.
IV- leveza.
V- foco.

Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3622064 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Analise os itens a seguir tendo em vista a relação que eles estabelecem com a mudança expressa a partir da seguinte afirmativa: “Na verdade muita coisa mudou”.

I- Imprevisibilidade.
II- Improvisação.
III- Objetividade.
IV- Satisfação.
V- Rotina.

Os itens que estabelecem relação com a mudança referida no texto são: 
Alternativas
Q3622063 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Em “O que era plano B, virou prioridade.”, pode-se inferir que o “plano B” seria 
Alternativas
Q3622062 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem 


    Outro dia me peguei tomando café com calma. Silêncio ao redor, xícara quente nas mãos, nenhum pensamento urgente batendo à porta. Foi aí que percebi: alguma coisa em mim mudou. Na verdade, muita coisa mudou.

    Depois de 20 anos numa estrada reta e sólida, dessas que a gente aprende a percorrer com os olhos fechados, a vida – com toda sua delicadeza e estranheza – veio e tirou o chão dos meus pés por um instante. Me vi de frente com a pergunta que eu adiava fazia tempo: e se agora for a hora de ir por outro caminho? 

    Dessa vez, não tentei voltar correndo para o conhecido. Não procurei reconstruir o mesmo cenário de antes. Ao invés disso, respirei fundo e decidi escutar o que há anos falava baixinho dentro de mim: o desejo de trabalhar com as pessoas, para as pessoas. O que era plano B, virou prioridade. E o que antes era sonho de canto de caderno, virou bússola. Foi uma escolha. Uma escolha com raízes. Priorizei o que conversa com meus valores, com a minha verdade. E, olha, não foi só uma troca de rumo profissional — foi uma troca de pele.  

    Hoje não aceito mais café tomado em pé. Quero tempo pra sentir o gosto. Não permito mais que meus dias sejam todos iguais, tão previsíveis que parecem cópia carbono. Preciso de espaço para o improviso, para a pausa, para o silêncio. Curiosamente, nunca me senti tão criativa. Tão viva. Tão inteira. E olha que passei a vida colecionando elogios pela objetividade, pelo foco, pelo resultado. Mas hoje, meu melhor resultado tem outro nome: leveza. Satisfação. Presença. 

    Sou mãe de adolescente, casada há 21 anos, cheia de histórias, certezas e revisões. E sigo acreditando que ainda posso – e devo – experimentar. Como quem entra num buffet elegante, com olhos curiosos e apetite por descobertas. Tenho testado novas técnicas nos atendimentos, estudado temas que antes pareciam fora do roteiro, redescoberto músicas, clipes, sensações que ficaram esquecidas em algum canto do passado.

    E o mais bonito de tudo isso é perceber que a bagagem que carrego – essa que veio dos anos vividos, dos desafios superados, das perguntas sem resposta – tem se tornado ferramenta. Tem sido ponte. Tem me permitido apoiar outras pessoas a se encontrarem no meio do caos, a se olharem com mais ternura, a enxergar luz em lugares onde antes só viam sombra. Mostrar que está tudo bem estar em obra. Que não é preciso estar pronto para estar em movimento. E que, às vezes, é preciso uma boa sacudida da vida para que a gente, enfim, escolha por onde deseja caminhar. 

    Tenho me permitido viver com mais poesia – e essa tem sido, talvez, minha maior revolução. 

    Porque às vezes é isso: a brisa chama, e a gente precisa ter coragem de largar o mapa. Para, enfim, se encontrar no caminho que faz sentido – mesmo que ele nem exista no papel.


Fonte: BORGONI, Tatiana Salvador. A brisa me chamou. E eu fui sem mapa, só com coragem. Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 13 ago. 2025. Adaptado.
Tendo em vista o contexto em que foi proferida, a afirmativa “Outro dia me peguei tomando café com calma.” indica que “tomar café com calma” era um ato 
Alternativas
Q3622061 Português
Os tropeiros que conduziam manadas de bois, cavalos e mulas por longos trajetos, necessitavam de lugares para encontro, descanso e reabastecimento. Em Minas Gerais, povoados e vilas se desenvolviam a partir desses pontos de concentração. 

Considerando o texto apresentado, assinale a alternativa que apresenta uma extrapolação do seu assunto. 
Alternativas
Q3622060 Meio Ambiente
A formação das ilhas de calor nas cidades é um dos problemas ambientais. Assinale a alternativa que apresenta a hipótese que explica o fenômeno a que essa afirmativa se refere. 
Alternativas
Q3622059 Geografia
Denomina-se fuso horário cada umas das 24 faixas de 15° em que se dividem a Terra e o Brasil. A figura a seguir demonstra os fusos horários brasileiros: 


Q28.png (420×305)
Disponível em: https://questoes.grancursosonline.com.br/questoes-de-concursos/atualidades-e-conhecimentos-gerais/2272504. Acesso em: 29 ago. 

Levando em consideração os seus conhecimentos sobre o fuso horário brasileiro, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3622058 História
Em 1534, houve um avanço da colonização portuguesa no Brasil e a criação das capitanias hereditárias. Analise o seguinte fragmento de texto sobre esse período.

Com o avanço da colonização do Brasil, o território foi dividido em grandes lotes de terra. Esses lotes foram entregues a capitães___________, que tinham a tarefa de investir nessas terras, protegê-las e torná-las ____________. Com a morte dele, os direitos eram transmitidos ao seu herdeiro. Por isso, essas terras eram chamadas capitanias _______________.

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são: 
Alternativas
Respostas
941: D
942: B
943: D
944: B
945: C
946: E
947: D
948: B
949: D
950: E
951: C
952: E
953: A
954: B
955: A
956: C
957: E
958: D
959: C
960: A