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Q3864967 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto e, a seguir, responda à questão. 


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Disponível em: https://vontadeepensamento.blogspot.com/2017/06/cora-coralina.html. Acesso em: 17 set. 2025. 

Analise os itens a seguir, tendo em vista as ideias presentes no texto.
I- As diferentes formas para o enfrentamento dos problemas. II- A importância da decisão frente à imprevisibilidade da vida. III- A autorresponsabilidade diante das escolhas a serem feitas. IV- A incerteza advinda da imprevisibilidade da vida. V- A impotência ante os problemas inerentes à vida.
Estão CORRETOS os itens 
Alternativas
Q3864965 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto, e a seguir, responda à questão.

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida


        Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.

        Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.

      Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.

       E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.

      Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.

     No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025.
Na passagem do texto “Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer.”, os verbos “adultecer” e “endurecer” foram formados pelo processo de  
Alternativas
Q3864964 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto, e a seguir, responda à questão.

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida


        Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.

        Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.

      Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.

       E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.

      Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.

     No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025.
Na passagem “Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de ‘inteligência humorcional’, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes.”, ao usar a expressão “inteligência humorcional”, a autora admite que criou um(a) 
Alternativas
Q3864962 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto, e a seguir, responda à questão.

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida


        Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.

        Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.

      Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.

       E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.

      Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.

     No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025.
Embora defenda o bom humor, para a autora, em alguns momentos da vida, o mau humor é um sentimento 
Alternativas
Q3864961 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto, e a seguir, responda à questão.

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida


        Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.

        Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.

      Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.

       E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.

      Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.

     No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025.

De acordo com o texto, o bom humor gera


I- criatividade.

II- irresponsabilidade.

III- desmotivação.

IV- desumanização.

V- produtividade. 


Estão CORRETOS os itens  

Alternativas
Q3864960 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto, e a seguir, responda à questão.

Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida


        Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.

        Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.

      Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.

       E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.

      Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.

     No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.

Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os aspectos que a autora do texto desconsidera como empecilhos para o bom humor:
I- O acúmulo de atividades. II- A inerente timidez. III- A falta de tempo. IV- A inabilidade para as piadas. V- A incapacidade de fazer rir.
Estão CORRETOS os itens  
Alternativas
Q3864959 Pedagogia
Durante o planejamento de um projeto escolar sobre meio ambiente, professores de Ciências, Geografia e Língua Portuguesa se reúnem para integrar seus conteúdos: em Ciências, investigam os impactos da poluição; em Geografia, analisam os espaços urbanos mais afetados; e em Língua Portuguesa, os alunos produzem textos de opinião sobre os problemas identificados. Essa prática pedagógica caracteriza um caso de 
Alternativas
Q3864958 Pedagogia
O trabalho pedagógico baseado em interdisciplinaridade e projetos permite integrar saberes e promover aprendizagens significativas. Com base em José Carlos Libâneo (2013) e outros estudiosos da prática educativa, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas: 
(  ) A interdisciplinaridade implica a articulação de conteúdos de diferentes áreas do conhecimento, rompendo com a fragmentação curricular tradicional e favorecendo a compreensão global do estudante.
(  ) Os projetos escolares devem ser planejados exclusivamente pelo professor, sem considerar as experiências, interesses ou conhecimentos prévios dos estudantes, para garantir a objetividade do ensino.
( ) O trabalho com projetos favorece a aprendizagem significativa, pois envolve investigação, resolução de problemas e aplicação prática dos conhecimentos em situações reais.
( ) A interdisciplinaridade pode ser desenvolvida apenas em aulas de laboratórios ou espaços específicos, não sendo aplicável no cotidiano das turmas de ensino regular. 
( ) A integração da interdisciplinaridade ao trabalho com projetos contribui para a formação integral do estudante, articulando habilidades cognitivas, sociais e emocionais.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo: 
Alternativas
Q3864957 Pedagogia
A prática educativa, na perspectiva da escola inclusiva, exige do professor saberes pedagógicos, sociais e culturais que garantem a participação de todos os estudantes. Analise as afirmativas a seguir sobre esse assunto.
I- O conhecimento sobre estratégias diferenciadas de ensino, recursos pedagógicos adaptados e práticas colaborativas é dispensável na escola inclusiva, pois o currículo regular é suficiente para todos os alunos.
II- A perspectiva inclusiva limita-se apenas à matrícula de estudantes com deficiência na escola regular, sem exigir mudanças nas práticas pedagógicas, metodologias ou avaliação.
III- Os saberes necessários à prática inclusiva envolvem planejamento, flexibilização do currículo, avaliação formativa e articulação com famílias e comunidade escolar.
Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q3864956 Pedagogia
Durante uma sequência didática de Matemática, a professora percebe que parte da turma apresenta dificuldade em compreender o conceito de frações. Em vez de aplicar uma prova tradicional de imediato, ela propõe atividades práticas com materiais concretos, observa a participação dos alunos em grupo, realiza perguntas investigativas e registra os avanços individuais, com o objetivo de ajustar suas estratégias de ensino. Esse episódio exemplifica qual tipo de avaliação?
Alternativas
Q3864955 Pedagogia
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem, segundo Hoffmann (1993), deve ser entendida como um ato investigativo e dialógico, que ultrapassa a mera verificação de resultados. Analise as afirmativas a seguir sobre avaliação e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas: 
( ) A avaliação diagnóstica é fundamental para que o professor compreenda as condições de aprendizagem dos estudantes e planeje intervenções pedagógicas.
( ) A avaliação formativa deve ser contínua e processual, permitindo acompanhar o desenvolvimento do estudante e reorientar as práticas de ensino.
(  ) A perspectiva mediadora da avaliação considera o erro como parte do processo de construção do conhecimento, e não como falha a ser punida.
( ) A avaliação escolar, na visão de Hoffmann, deve priorizar a classificação dos estudantes em níveis de desempenho, assegurando critérios objetivos de aprovação.
(  ) A avaliação, quando concebida como prática investigativa, contribui para a transformação das relações entre professor e aluno, fortalecendo a autonomia do educando.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo:
Alternativas
Q3864954 Pedagogia
Na perspectiva crítica da Educação, a relação entre professor, aluno e conhecimento deve ser compreendida como dinâmica e dialógica, em que o ensino não se limita à simples transmissão de conteúdos. Segundo Paulo Freire (1996), o processo educativo é um ato de libertação, no qual o professor e o aluno constroem juntos o conhecimento, a partir da realidade social dos educandos. Considerando essa perspectiva, analise as alternativas a seguir e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3864953 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) destacam a importância de que o processo de ensino-aprendizagem seja orientado por metodologias que valorizam a participação ativa dos estudantes, o desenvolvimento do pensamento crítico e a integração de conteúdos. Segundo os PCN, o professor deve planejar atividades que articulem conteúdos, objetivos e competências, promovendo aprendizagens significativas e contextualizadas à realidade dos alunos. Considerando essas orientações, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas:  
(  ) As orientações metodológicas dos PCN priorizam a transmissão de conteúdos pelo professor, com pouca participação dos estudantes, garantindo que os conhecimentos sejam padronizados e universais.
( ) As metodologias, segundo os PCN, devem incentivar a memorização e a reprodução de conceitos, sem necessidade de relacionar o conteúdo à experiência social ou cultural dos alunos.
(  ) Os PCN orientam que o professor deve organizar o ensino de forma integrada, contextualizada e participativa, promovendo a construção do conhecimento a partir da realidade do estudante e estimulando o pensamento crítico.
( ) As orientações metodológicas dos PCN sugerem que os conteúdos sejam apresentados de forma fragmentada, evitando conexões entre disciplinas e temas transversais.
(  ) A prática docente, de acordo com os PCN, deve ser flexível, permitindo adaptações e ajustes metodológicos conforme as necessidades, interesses e contextos dos alunos.
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo:
Alternativas
Q3864952 Pedagogia
De acordo com a perspectiva de uma escola crítica, o planejamento da prática docente deve ir além da organização de conteúdos e atividades, assumindo um caráter político-pedagógico comprometido com a transformação social. Para Libâneo (1994), o planejamento não é apenas um instrumento técnico, mas um ato político que expressa uma concepção de sociedade, de educação e de ser humano. Com base nessa concepção, analise as afirmativas a seguir:
I- O planejamento crítico parte da realidade social dos alunos, buscando articular os conteúdos escolares com os problemas concretos da sociedade e favorecendo a formação de sujeitos ativos, participativos e críticos.
II- O planejamento da prática docente, na perspectiva crítica, deve ser neutro e desvinculado de posicionamentos políticos, uma vez que seu objetivo principal é a transmissão do conhecimento científico universal.
III- O planejamento crítico valoriza mais os conteúdos científicos do que a participação dos estudantes, priorizando a aprendizagem individual em detrimento da participação coletiva.
Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q3864951 Pedagogia
Com base nas contribuições de Libâneo (1990) e Saviani (1991) acerca das tendências pedagógicas brasileiras, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas: 
A tendência tradicional tem como foco principal a transmissão de conteúdos, considerando o professor como autoridade central e o aluno como sujeito passivo do processo de ensino. 
( ) A tendência tradicional tem como foco principal a transmissão de conteúdos, considerando o professor como autoridade central e o aluno como sujeito passivo do processo de ensino.
( ) A tendência libertadora, inspirada em Paulo Freire, defende que o conhecimento deve partir da realidade social dos alunos, por meio do estímulo da problematização e da consciência crítica.
( ) A tendência progressista crítico-social dos conteúdos valoriza a apropriação do conhecimento sistematizado, articulando teoria e prática, mas sem desconsiderar o papel ativo do aluno na produção do saber.
( ) A tendência renovada progressista, de caráter ativo, defende que a aprendizagem ocorre por meio da experiência, da participação do aluno e da valorização de suas iniciativas, cabendo ao professor atuar como orientador e mediador. 
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo:
Alternativas
Q3864950 Pedagogia
Segundo Vygotsky (1991), a aprendizagem é um processo socialmente mediado em que o desenvolvimento cognitivo ocorre por meio da interação entre professor e estudante. Considerando essa perspectiva, analise as afirmativas a seguir sobre o processo de ensino-aprendizagem e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3852716 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01


O tempo que escolhemos não usar



    Sim, nós ganhamos superpoderes. A tecnologia nos deu velocidade, informação, alcance. Mas o que fizemos com isso? Aprendemos a nos esconder melhor. Aprendemos a chamar distração de produtividade, e improviso de prioridade. Nos tornamos mestres em justificar. Em dizer que estamos no caminho, mesmo quando estamos parados. Ou andando em círculos.

    Estamos, talvez, desperdiçando o recurso mais caro do Universo, o tempo. E o mais cruel é que sabemos disso. Sabemos que ele não volta, não pausa, não tem desconto. E, mesmo assim, trocamos o essencial pelo urgente, o profundo pelo superficial, o compromisso pelo pretexto. A produtividade virou uma ilusão vestida de reunião. A entrega, uma promessa adiada com emojis e áudios de dois minutos. Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor. Mais rápido. Mais barato. Mais consistente.

    E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos. De que temos valor só por existir. De que nossa utilidade é eterna.

    Mas a conta chega. E dói. A angústia se acumula quando percebemos que, na soma dos dias, entregamos muito menos do que prometemos. Esse ano seria diferente. Mas não foi. Segunda começamos. Terça desistimos. Quarta apareceu uma urgência. Quinta, um convite. Sexta já era. E assim seguimos, adiando nossos próprios sonhos, sabotando as conquistas que fingimos perseguir.

    A pergunta que fica tem o reflexo claro de um espelho limpo: quem estamos enganando?

    Os outros, talvez. Nós mesmos, certamente. E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém. Até quando? Até quando vamos usar nossos superpoderes para fugir em vez de transformar?

    Aproveite seu dia. Esse é um tempo que nem o Super-Homem, girando a Terra no sentido contrário, poderá recuperar. Pelo menos para você.



Fonte: MARCELINO, Marco. O tempo que escolhemos não usar. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/coluna/marco-marcelino/. Acesso em: 17 set. 2025.

Considere a passagem “E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos.” e analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística dessa passagem.



I- O pronome oblíquo átono “nos” foi usado, informalmente, em posição proclítica, uma vez que, de acordo com a norma, deveria estar em posição enclítica.


II- O pronome oblíquo átono “nos” foi usado, de acordo com a norma, em posição proclítica, já que, informalmente, seria usado em posição enclítica.


III- O sinal indicativo de crase foi usado, de acordo com a norma, para assinalar a contração da preposição “a” com o artigo “a”.


IV- O sinal indicativo de crase foi usado, de acordo com a norma, para indicar a presença de uma locução conjuntiva feminina.


V- O sinal indicativo de crase foi usado, de acordo com a norma, para indicar a presença de uma locução adverbial feminina.



Estão CORRETAS apenas as afirmativas

Alternativas
Q3852715 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01


O tempo que escolhemos não usar



    Sim, nós ganhamos superpoderes. A tecnologia nos deu velocidade, informação, alcance. Mas o que fizemos com isso? Aprendemos a nos esconder melhor. Aprendemos a chamar distração de produtividade, e improviso de prioridade. Nos tornamos mestres em justificar. Em dizer que estamos no caminho, mesmo quando estamos parados. Ou andando em círculos.

    Estamos, talvez, desperdiçando o recurso mais caro do Universo, o tempo. E o mais cruel é que sabemos disso. Sabemos que ele não volta, não pausa, não tem desconto. E, mesmo assim, trocamos o essencial pelo urgente, o profundo pelo superficial, o compromisso pelo pretexto. A produtividade virou uma ilusão vestida de reunião. A entrega, uma promessa adiada com emojis e áudios de dois minutos. Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor. Mais rápido. Mais barato. Mais consistente.

    E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos. De que temos valor só por existir. De que nossa utilidade é eterna.

    Mas a conta chega. E dói. A angústia se acumula quando percebemos que, na soma dos dias, entregamos muito menos do que prometemos. Esse ano seria diferente. Mas não foi. Segunda começamos. Terça desistimos. Quarta apareceu uma urgência. Quinta, um convite. Sexta já era. E assim seguimos, adiando nossos próprios sonhos, sabotando as conquistas que fingimos perseguir.

    A pergunta que fica tem o reflexo claro de um espelho limpo: quem estamos enganando?

    Os outros, talvez. Nós mesmos, certamente. E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém. Até quando? Até quando vamos usar nossos superpoderes para fugir em vez de transformar?

    Aproveite seu dia. Esse é um tempo que nem o Super-Homem, girando a Terra no sentido contrário, poderá recuperar. Pelo menos para você.



Fonte: MARCELINO, Marco. O tempo que escolhemos não usar. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/coluna/marco-marcelino/. Acesso em: 17 set. 2025.

Na passagem “Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor.”, as vírgulas foram usadas para intercalar um(a)
Alternativas
Q3852714 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01


O tempo que escolhemos não usar



    Sim, nós ganhamos superpoderes. A tecnologia nos deu velocidade, informação, alcance. Mas o que fizemos com isso? Aprendemos a nos esconder melhor. Aprendemos a chamar distração de produtividade, e improviso de prioridade. Nos tornamos mestres em justificar. Em dizer que estamos no caminho, mesmo quando estamos parados. Ou andando em círculos.

    Estamos, talvez, desperdiçando o recurso mais caro do Universo, o tempo. E o mais cruel é que sabemos disso. Sabemos que ele não volta, não pausa, não tem desconto. E, mesmo assim, trocamos o essencial pelo urgente, o profundo pelo superficial, o compromisso pelo pretexto. A produtividade virou uma ilusão vestida de reunião. A entrega, uma promessa adiada com emojis e áudios de dois minutos. Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor. Mais rápido. Mais barato. Mais consistente.

    E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos. De que temos valor só por existir. De que nossa utilidade é eterna.

    Mas a conta chega. E dói. A angústia se acumula quando percebemos que, na soma dos dias, entregamos muito menos do que prometemos. Esse ano seria diferente. Mas não foi. Segunda começamos. Terça desistimos. Quarta apareceu uma urgência. Quinta, um convite. Sexta já era. E assim seguimos, adiando nossos próprios sonhos, sabotando as conquistas que fingimos perseguir.

    A pergunta que fica tem o reflexo claro de um espelho limpo: quem estamos enganando?

    Os outros, talvez. Nós mesmos, certamente. E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém. Até quando? Até quando vamos usar nossos superpoderes para fugir em vez de transformar?

    Aproveite seu dia. Esse é um tempo que nem o Super-Homem, girando a Terra no sentido contrário, poderá recuperar. Pelo menos para você.



Fonte: MARCELINO, Marco. O tempo que escolhemos não usar. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/coluna/marco-marcelino/. Acesso em: 17 set. 2025.

Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos linguísticos usados na construção do texto.



I- coloquialidade.


II- conotatividade.


III- denotatividade.


IV- função fática.


V- função emotiva.



Estão CORRETOS os itens

Alternativas
Q3852713 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01


O tempo que escolhemos não usar



    Sim, nós ganhamos superpoderes. A tecnologia nos deu velocidade, informação, alcance. Mas o que fizemos com isso? Aprendemos a nos esconder melhor. Aprendemos a chamar distração de produtividade, e improviso de prioridade. Nos tornamos mestres em justificar. Em dizer que estamos no caminho, mesmo quando estamos parados. Ou andando em círculos.

    Estamos, talvez, desperdiçando o recurso mais caro do Universo, o tempo. E o mais cruel é que sabemos disso. Sabemos que ele não volta, não pausa, não tem desconto. E, mesmo assim, trocamos o essencial pelo urgente, o profundo pelo superficial, o compromisso pelo pretexto. A produtividade virou uma ilusão vestida de reunião. A entrega, uma promessa adiada com emojis e áudios de dois minutos. Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor. Mais rápido. Mais barato. Mais consistente.

    E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos. De que temos valor só por existir. De que nossa utilidade é eterna.

    Mas a conta chega. E dói. A angústia se acumula quando percebemos que, na soma dos dias, entregamos muito menos do que prometemos. Esse ano seria diferente. Mas não foi. Segunda começamos. Terça desistimos. Quarta apareceu uma urgência. Quinta, um convite. Sexta já era. E assim seguimos, adiando nossos próprios sonhos, sabotando as conquistas que fingimos perseguir.

    A pergunta que fica tem o reflexo claro de um espelho limpo: quem estamos enganando?

    Os outros, talvez. Nós mesmos, certamente. E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém. Até quando? Até quando vamos usar nossos superpoderes para fugir em vez de transformar?

    Aproveite seu dia. Esse é um tempo que nem o Super-Homem, girando a Terra no sentido contrário, poderá recuperar. Pelo menos para você.



Fonte: MARCELINO, Marco. O tempo que escolhemos não usar. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/coluna/marco-marcelino/. Acesso em: 17 set. 2025.

Na passagem “E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém.”, o sufixo “-inho”, da palavra “probleminha” foi usado para indicar
Alternativas
Respostas
761: B
762: X
763: D
764: A
765: B
766: E
767: B
768: E
769: C
770: D
771: A
772: B
773: D
774: A
775: C
776: E
777: A
778: D
779: B
780: E