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Q4335471 Matemática
Uma escola funciona em três turnos, no 1º turno tem 396 estudantes no 2º turno 372 estudantes e no 3º turno 256 estudantes. Qual porcentagem de estudantes que apresenta no 3º turno em relação aos três turnos? 
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Q4335470 Português
Devido ao uso do artigo as palavras abaixo possuem significados diferentes. Aponte a alternativa cujo vocábulo não permite o uso de dois artigos definidos:  
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Q4335469 Português
" O homem era muito pobre. "O superlativo absoluto sintético do vocábulo sublinhado é:
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Q4335468 Português
Em quais das sequências a seguir o plural de todos os substantivos compostos está de acordo com a norma padrão da língua:
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Q4335467 Português

Dadas as frases



1- Ela é vaidosa, só fala de sim mesma.


2- A diretora trouxe as provas consigo.


3- Ela saiu conosco.



Em relação ao emprego dos pronomes oblíquos:

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Q4335466 Português
" A mãe do aluno reclamou que a mochila pesava uma tonelada. " A expressão sublinhada retrata qual figura de linguagem: 
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Q4335465 Português
Observe a predicação dos verbos apontados entre os parênteses. Marque a alternativa que apresenta uma informação incorreta:
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Q4335464 Português

O fragmento da obra O cortiço, de Aluísio Azevedo, servirá como base para responder a questão:



    [...]

    Defronte da porta de Rita tinham vindo postar-se diversos moradores do cortiço, jornaleiros de baixo salário, pobre gente miserável, que mal podia matar a fome com o que ganhava. Ainda assim não havia entre eles um só triste. A mulata convidou-os logo a comer um bocado e beber um trago. A proposta foi aceita alegremente.

    E a casa dela nunca se esvaziava.

    Anoitecia lá.

    O velho Libório, que ninguém sabia ao certo onde almoçava ou jantava, surgiu do seu buraco, que nem jabuti quando vê chuva.

    Um tipão, o velho Libório! Ocupava o pior canto do cortiço e andava sempre a fariscar os sobejos alheios, filando aqui, filando ali, pedindo a um e a outro, como um mendigo, chorando misérias eternamente, apanhando pontas para fumar no cachimbo, cachimbo que o sumítico roubara de um pobre cego decrépito. Na estalagem diziam todavia que Libório tinha dinheiro aferrolhado, contra o que ele protestava ressentido, jurando a sua extrema penúria. E era tão feroz o demônio naquela fome de cão sem dono, que as mães recomendavam às suas crianças todo o cuidado com ele, porque o diabo do velho, quando via algum pequeno desacompanhado, punha-se logo a rondá-lo, a cercá-lo de festas e a fazer-lhe ratices para o engabelar, até conseguir furtar-lhe o doce ou o vintenzinho que o pobrezito trazia fechado na mão.

    Rita fê-lo entrar e deu-lhe de comer e de beber; mas sob a condição de que o esfomeado não se socasse demais, para não rebentar ali mesmo.

    Se queria estourar, fosse estourar para longe!

    Ele pôs-se logo a devorar, sofregamente, olhando inquieto para os lados, como se temesse que alguém lhe roubasse a comida da boca. Engolia sem mastigar, empurrando os bocados com o dedo, agarrando-se ao prato e escondendo nas algibeiras o que não podia de uma só vez meter para dentro do corpo.

    Causava terror aquela sua implacável mandíbula, assanhada e devoradora; aquele enorme queixo, ávido, ossudo e sem um dente, que parecia ir engolir tudo, tudo, principiando pela própria cara, desde a imensa batata vermelha e grelhada que ameaçava já entrar-lhe na boca, até as duas bochechinhas engelhadas, os olhos, as orelhas, a cabeça inteira, inclusive a sua grande calva, lisa como um queijo e guarnecida em redor por uns pelos puídos e ralos como farripas de coco.

    Firmo propôs embebedá-lo, só para ver a sorte que ele daria. O Alexandre e a mulher opuseram-se, mas rindo muito; nem se podia deixar de rir, apesar do espanto, vendo aquele resto de gente, aquele esqueleto velho, coberto por uma pele seca, a devorar, a devorar sem tréguas, como se quisesse fazer provisão para uma outra vida.

    De repente, um pedaço de carne, grande demais para ser ingerido de uma vez, engasgou-o seriamente. Libório começou a tossir, aflito, com os olhos sumidos, a cara tingida de uma vermelhidão apoplética. A Leocádia, que era quem lhe ficava mais perto, soltou-lhe um murro nas costas.

    O glutão arremessou sobre a toalha da mesa o bocado de carne já meio triturado. Foi um nojo geral.

    — Porco! gritou Rita, arredando-se.

    — Pois se o bruto quer socar tudo ao mesmo tempo! disse Porfiro. Parece que nunca viu comida, este animal!

    E notando que ele continuava ainda mais sôfrego por ter perdido um instante: — Espere um pouco, lobo! Que diabo! A comida não foge! Há muito aí com que te fartares por uma vez! Com efeito!



Disponível em: www.pt.wikisource.org Acesso:21/02/2020. 01

...mães recomendavam às suas crianças todo o cuidado com ele,..." Em relação ao uso do acento indicador de crase, está correta apenas a assertiva: 
Alternativas
Q4335463 Português

O fragmento da obra O cortiço, de Aluísio Azevedo, servirá como base para responder a questão:



    [...]

    Defronte da porta de Rita tinham vindo postar-se diversos moradores do cortiço, jornaleiros de baixo salário, pobre gente miserável, que mal podia matar a fome com o que ganhava. Ainda assim não havia entre eles um só triste. A mulata convidou-os logo a comer um bocado e beber um trago. A proposta foi aceita alegremente.

    E a casa dela nunca se esvaziava.

    Anoitecia lá.

    O velho Libório, que ninguém sabia ao certo onde almoçava ou jantava, surgiu do seu buraco, que nem jabuti quando vê chuva.

    Um tipão, o velho Libório! Ocupava o pior canto do cortiço e andava sempre a fariscar os sobejos alheios, filando aqui, filando ali, pedindo a um e a outro, como um mendigo, chorando misérias eternamente, apanhando pontas para fumar no cachimbo, cachimbo que o sumítico roubara de um pobre cego decrépito. Na estalagem diziam todavia que Libório tinha dinheiro aferrolhado, contra o que ele protestava ressentido, jurando a sua extrema penúria. E era tão feroz o demônio naquela fome de cão sem dono, que as mães recomendavam às suas crianças todo o cuidado com ele, porque o diabo do velho, quando via algum pequeno desacompanhado, punha-se logo a rondá-lo, a cercá-lo de festas e a fazer-lhe ratices para o engabelar, até conseguir furtar-lhe o doce ou o vintenzinho que o pobrezito trazia fechado na mão.

    Rita fê-lo entrar e deu-lhe de comer e de beber; mas sob a condição de que o esfomeado não se socasse demais, para não rebentar ali mesmo.

    Se queria estourar, fosse estourar para longe!

    Ele pôs-se logo a devorar, sofregamente, olhando inquieto para os lados, como se temesse que alguém lhe roubasse a comida da boca. Engolia sem mastigar, empurrando os bocados com o dedo, agarrando-se ao prato e escondendo nas algibeiras o que não podia de uma só vez meter para dentro do corpo.

    Causava terror aquela sua implacável mandíbula, assanhada e devoradora; aquele enorme queixo, ávido, ossudo e sem um dente, que parecia ir engolir tudo, tudo, principiando pela própria cara, desde a imensa batata vermelha e grelhada que ameaçava já entrar-lhe na boca, até as duas bochechinhas engelhadas, os olhos, as orelhas, a cabeça inteira, inclusive a sua grande calva, lisa como um queijo e guarnecida em redor por uns pelos puídos e ralos como farripas de coco.

    Firmo propôs embebedá-lo, só para ver a sorte que ele daria. O Alexandre e a mulher opuseram-se, mas rindo muito; nem se podia deixar de rir, apesar do espanto, vendo aquele resto de gente, aquele esqueleto velho, coberto por uma pele seca, a devorar, a devorar sem tréguas, como se quisesse fazer provisão para uma outra vida.

    De repente, um pedaço de carne, grande demais para ser ingerido de uma vez, engasgou-o seriamente. Libório começou a tossir, aflito, com os olhos sumidos, a cara tingida de uma vermelhidão apoplética. A Leocádia, que era quem lhe ficava mais perto, soltou-lhe um murro nas costas.

    O glutão arremessou sobre a toalha da mesa o bocado de carne já meio triturado. Foi um nojo geral.

    — Porco! gritou Rita, arredando-se.

    — Pois se o bruto quer socar tudo ao mesmo tempo! disse Porfiro. Parece que nunca viu comida, este animal!

    E notando que ele continuava ainda mais sôfrego por ter perdido um instante: — Espere um pouco, lobo! Que diabo! A comida não foge! Há muito aí com que te fartares por uma vez! Com efeito!



Disponível em: www.pt.wikisource.org Acesso:21/02/2020. 01

“...andava sempre a fariscar os sobejos alheios..." O termo sublinhado tem como sinônimo:
Alternativas
Q4335462 Português

O fragmento da obra O cortiço, de Aluísio Azevedo, servirá como base para responder a questão:



    [...]

    Defronte da porta de Rita tinham vindo postar-se diversos moradores do cortiço, jornaleiros de baixo salário, pobre gente miserável, que mal podia matar a fome com o que ganhava. Ainda assim não havia entre eles um só triste. A mulata convidou-os logo a comer um bocado e beber um trago. A proposta foi aceita alegremente.

    E a casa dela nunca se esvaziava.

    Anoitecia lá.

    O velho Libório, que ninguém sabia ao certo onde almoçava ou jantava, surgiu do seu buraco, que nem jabuti quando vê chuva.

    Um tipão, o velho Libório! Ocupava o pior canto do cortiço e andava sempre a fariscar os sobejos alheios, filando aqui, filando ali, pedindo a um e a outro, como um mendigo, chorando misérias eternamente, apanhando pontas para fumar no cachimbo, cachimbo que o sumítico roubara de um pobre cego decrépito. Na estalagem diziam todavia que Libório tinha dinheiro aferrolhado, contra o que ele protestava ressentido, jurando a sua extrema penúria. E era tão feroz o demônio naquela fome de cão sem dono, que as mães recomendavam às suas crianças todo o cuidado com ele, porque o diabo do velho, quando via algum pequeno desacompanhado, punha-se logo a rondá-lo, a cercá-lo de festas e a fazer-lhe ratices para o engabelar, até conseguir furtar-lhe o doce ou o vintenzinho que o pobrezito trazia fechado na mão.

    Rita fê-lo entrar e deu-lhe de comer e de beber; mas sob a condição de que o esfomeado não se socasse demais, para não rebentar ali mesmo.

    Se queria estourar, fosse estourar para longe!

    Ele pôs-se logo a devorar, sofregamente, olhando inquieto para os lados, como se temesse que alguém lhe roubasse a comida da boca. Engolia sem mastigar, empurrando os bocados com o dedo, agarrando-se ao prato e escondendo nas algibeiras o que não podia de uma só vez meter para dentro do corpo.

    Causava terror aquela sua implacável mandíbula, assanhada e devoradora; aquele enorme queixo, ávido, ossudo e sem um dente, que parecia ir engolir tudo, tudo, principiando pela própria cara, desde a imensa batata vermelha e grelhada que ameaçava já entrar-lhe na boca, até as duas bochechinhas engelhadas, os olhos, as orelhas, a cabeça inteira, inclusive a sua grande calva, lisa como um queijo e guarnecida em redor por uns pelos puídos e ralos como farripas de coco.

    Firmo propôs embebedá-lo, só para ver a sorte que ele daria. O Alexandre e a mulher opuseram-se, mas rindo muito; nem se podia deixar de rir, apesar do espanto, vendo aquele resto de gente, aquele esqueleto velho, coberto por uma pele seca, a devorar, a devorar sem tréguas, como se quisesse fazer provisão para uma outra vida.

    De repente, um pedaço de carne, grande demais para ser ingerido de uma vez, engasgou-o seriamente. Libório começou a tossir, aflito, com os olhos sumidos, a cara tingida de uma vermelhidão apoplética. A Leocádia, que era quem lhe ficava mais perto, soltou-lhe um murro nas costas.

    O glutão arremessou sobre a toalha da mesa o bocado de carne já meio triturado. Foi um nojo geral.

    — Porco! gritou Rita, arredando-se.

    — Pois se o bruto quer socar tudo ao mesmo tempo! disse Porfiro. Parece que nunca viu comida, este animal!

    E notando que ele continuava ainda mais sôfrego por ter perdido um instante: — Espere um pouco, lobo! Que diabo! A comida não foge! Há muito aí com que te fartares por uma vez! Com efeito!



Disponível em: www.pt.wikisource.org Acesso:21/02/2020. 01

Sobre o texto:



1- Libório jurava que vivia em uma situação de opulência.


2- Libório é tratado pelos personagens com substantivos abstratos, o que reforça seu perfil voraz.


3- É possível inferir que a intenção de Firmo em embebedar Libório era para pilhar o velho glutão.

Alternativas
Q4335461 Português

O fragmento da obra O cortiço, de Aluísio Azevedo, servirá como base para responder a questão:



    [...]

    Defronte da porta de Rita tinham vindo postar-se diversos moradores do cortiço, jornaleiros de baixo salário, pobre gente miserável, que mal podia matar a fome com o que ganhava. Ainda assim não havia entre eles um só triste. A mulata convidou-os logo a comer um bocado e beber um trago. A proposta foi aceita alegremente.

    E a casa dela nunca se esvaziava.

    Anoitecia lá.

    O velho Libório, que ninguém sabia ao certo onde almoçava ou jantava, surgiu do seu buraco, que nem jabuti quando vê chuva.

    Um tipão, o velho Libório! Ocupava o pior canto do cortiço e andava sempre a fariscar os sobejos alheios, filando aqui, filando ali, pedindo a um e a outro, como um mendigo, chorando misérias eternamente, apanhando pontas para fumar no cachimbo, cachimbo que o sumítico roubara de um pobre cego decrépito. Na estalagem diziam todavia que Libório tinha dinheiro aferrolhado, contra o que ele protestava ressentido, jurando a sua extrema penúria. E era tão feroz o demônio naquela fome de cão sem dono, que as mães recomendavam às suas crianças todo o cuidado com ele, porque o diabo do velho, quando via algum pequeno desacompanhado, punha-se logo a rondá-lo, a cercá-lo de festas e a fazer-lhe ratices para o engabelar, até conseguir furtar-lhe o doce ou o vintenzinho que o pobrezito trazia fechado na mão.

    Rita fê-lo entrar e deu-lhe de comer e de beber; mas sob a condição de que o esfomeado não se socasse demais, para não rebentar ali mesmo.

    Se queria estourar, fosse estourar para longe!

    Ele pôs-se logo a devorar, sofregamente, olhando inquieto para os lados, como se temesse que alguém lhe roubasse a comida da boca. Engolia sem mastigar, empurrando os bocados com o dedo, agarrando-se ao prato e escondendo nas algibeiras o que não podia de uma só vez meter para dentro do corpo.

    Causava terror aquela sua implacável mandíbula, assanhada e devoradora; aquele enorme queixo, ávido, ossudo e sem um dente, que parecia ir engolir tudo, tudo, principiando pela própria cara, desde a imensa batata vermelha e grelhada que ameaçava já entrar-lhe na boca, até as duas bochechinhas engelhadas, os olhos, as orelhas, a cabeça inteira, inclusive a sua grande calva, lisa como um queijo e guarnecida em redor por uns pelos puídos e ralos como farripas de coco.

    Firmo propôs embebedá-lo, só para ver a sorte que ele daria. O Alexandre e a mulher opuseram-se, mas rindo muito; nem se podia deixar de rir, apesar do espanto, vendo aquele resto de gente, aquele esqueleto velho, coberto por uma pele seca, a devorar, a devorar sem tréguas, como se quisesse fazer provisão para uma outra vida.

    De repente, um pedaço de carne, grande demais para ser ingerido de uma vez, engasgou-o seriamente. Libório começou a tossir, aflito, com os olhos sumidos, a cara tingida de uma vermelhidão apoplética. A Leocádia, que era quem lhe ficava mais perto, soltou-lhe um murro nas costas.

    O glutão arremessou sobre a toalha da mesa o bocado de carne já meio triturado. Foi um nojo geral.

    — Porco! gritou Rita, arredando-se.

    — Pois se o bruto quer socar tudo ao mesmo tempo! disse Porfiro. Parece que nunca viu comida, este animal!

    E notando que ele continuava ainda mais sôfrego por ter perdido um instante: — Espere um pouco, lobo! Que diabo! A comida não foge! Há muito aí com que te fartares por uma vez! Com efeito!



Disponível em: www.pt.wikisource.org Acesso:21/02/2020. 01

Em relação ao texto acima use V - verdadeiro e F - falso:



( ) O texto aponta que os personagens principais são pessoas humildes da sociedade.


( ) A animalização de Libório pode ser observada pela descrição do modo como ele se alimenta.


( ) Os adjetivos usados no texto contribuem para descrever os traços físicos de Libório e seus gestos grotescos e caricaturescos.


( ) A avareza de Libório fez com que ele fosse convidado para se alimentar na casa da mulata Rita.



Respectivamente, a ordem correta é: 

Alternativas
Q4334709 Odontologia
Assinale a alternativa incorreta no que diz respeito à limpeza e desinfecção do consultório odontológico:
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Q4334708 Odontologia

Os movimentos desempenhados pelo Cirurgião-Dentista podem ser classificados em 5 classes de acordo com a extensão do movimento, como demonstra a Tabela abaixo. Com a utilização do trabalho de um auxiliar do dentista, que, trabalhando de forma correta, podem ser eliminados os movimentos. 



Imagem associada para resolução da questão

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Q4334707 Odontologia
A International Standards Organization e Federation Dentaire Internacionale (ISO-FDI) classificaram numericamente as posições a serem adotadas pelo CirurgiãoDentista e seu auxiliar durante o atendimento odontológico. Normalmente, o profissional destro posiciona-se em:
Alternativas
Q4334706 Radiologia
É necessário medir a temperatura do revelador antes da revelação, pois quanto mais alta for a temperatura do revelador menor será o tempo de processamento e, que podem ocasionar imagens com erros, temperaturas acima de: 
Alternativas
Q4334705 Odontologia
O Auxiliar de Saúde Bucal exerce diferentes funções dentro de um consultório odontológico, sendo as mais importantes regulamentadas pelas Normas do Conselho Federal de Odontologia. Não é uma atribuição do Auxiliar de Saúde Bucal:
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Q4334704 Odontologia
De acordo com a classificação dos resíduos de serviços de saúde, o mesmo deve ter manejo, segregação, acondicionamento, transporte interno, armazenamento e transporte externo adequado, até seu destino final. Os resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade, estão classificados no grupo: 
Alternativas
Q4334703 Biologia
Os vírus são considerados partículas ou fragmentos celulares capazes de se cristalizar até alcançar o novo hospedeiro. Sobre os vírus é incorreto afirmar que: 
Alternativas
Q4334702 Saúde Pública
Os elementos básicos da cadeia de transmissão das infecções parasitárias são o hospedeiro, o agente infeccioso e o meio ambiente. Meio ambiente é o espaço constituído pelos fatores físicos, químicos e biológicos, por cujo intermédio são influenciados o parasito e o hospedeiro. Como exemplo de um fator químico, podemos citar:
Alternativas
Q4334701 Odontologia
Entre as diretrizes básicas da radioproteção para o auxiliar odontológico e para demais profissionais da saúde está a blindagem com: 
Alternativas
Respostas
701: C
702: C
703: A
704: A
705: A
706: C
707: C
708: D
709: E
710: D
711: A
712: E
713: E
714: A
715: C
716: D
717: B
718: B
719: A
720: C