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Q3469130 Português

        Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.


        Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.


        O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?


        Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.


        O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.


        Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.


Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.

Internet: (com adaptações).

Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue o seguinte item. 


Entende-se da leitura do texto que a criatividade é fruto da combinação entre os pensamentos convergente e divergente. 

Alternativas
Q3469129 Português

        Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.


        Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.


        O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?


        Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.


        O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.


        Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.


Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.

Internet: (com adaptações).

Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue o seguinte item. 


No quinto parágrafo, os termos “aquele” (primeiro período) e “Ele” (segundo período) têm o mesmo referente. 

Alternativas
Q3469127 Português

        Imaginar é um dom comum a todos os seres humanos — e também uma daquelas características que nos diferenciam dos outros animais, incapazes de atingir esse nível de abstração. Apesar disso, a criatividade parece a muitos de nós algo inacessível, difícil de cultivar, restrita apenas àqueles que já nasceram com aptidões artísticas ou inventivas.


        Isso não é verdade. Nas últimas décadas, a psicologia e a neurociência começaram a desvendar o processo de surgimento de ideias originais no nosso cérebro — e descobriram estratégias que qualquer um pode adotar para aperfeiçoar a própria capacidade criativa, mesmo que você se considere desprovido desse traquejo.


        O que se pode chamar de estudo científico da criatividade começou só na década de 1950, quando o psicólogo americano J. P. Guilford publicou as bases desse campo de pesquisa. Ele se interessou em responder uma pergunta essencial: de onde vêm as ideias criativas?


        Para isso, Guilford propôs que o raciocínio humano se divide em dois tipos: o convergente e o divergente. Ambos podem ser usados para resolver problemas ou chegar a conclusões após uma análise, mas funcionam de maneira bem diferentes.


        O pensamento convergente é aquele que busca uma única solução para um impasse específico. Ele segue uma ordem estruturada, avançando e refinando uma mesma ideia em vez de experimentar várias resoluções diferentes. Pense, por exemplo, numa questão de uma prova de matemática. Pode até haver várias maneiras de se chegar ao resultado, mas o mais fácil (e comum) é escolher um único método e seguir com ele até o final.


        Já o pensamento divergente é mais fluido e caótico: ele explora diversas ideias diferentes ao mesmo tempo, muitas vezes misturando as soluções e conectando-as de maneiras pouco óbvias. É o raciocínio típico dos brainstormings, por exemplo. Segundo Guilford, a criatividade é um produto direto da nossa capacidade de pensar de forma divergente. Ao fazer conexões entre coisas aparentemente desconexas, criamos ideias inéditas. Até hoje, essa explicação é a mais aceita pelos cientistas.


Bruno Carbinatto. Penso, logo crio. In: Revista Superinteressante, jan./2025.

Internet: (com adaptações).

Em relação às ideias veiculadas no texto precedente, bem como a seus aspectos linguísticos, julgue o seguinte item. 


É opcional o emprego do acento indicativo de crase no vocábulo “àqueles” (último período do primeiro parágrafo). 


Alternativas
Q3468249 Banco de Dados

Julgue o próximo item, acerca de soluções de suporte à decisão. 


Um data warehouse é um repositório de dados integrados de múltiplas fontes, processados para armazenamento em um modelo multidimensional. 

Alternativas
Q3468248 Banco de Dados

Julgue o próximo item, acerca de soluções de suporte à decisão. 


No processo de exploração de dados, a funcionalidade drilldown retira os dados filtrados por valor ou intervalo.  

Alternativas
Q3468247 Banco de Dados

Julgue o próximo item, acerca de soluções de suporte à decisão. 


A tabela de fatos de um modelo dimensional descreve as dimensões com sua semântica e a finalidade dos fatos analisados. 

Alternativas
Q3468246 Banco de Dados

Julgue o seguinte item, que versa sobre administração de banco de dados.  


Considere que os comandos SQL a seguir tenham sido executados de forma bem-sucedida. 

CREATE TABLE TABELA_TESTE (a integer, b varchar);

INSERT INTO TABELA_TESTE (a) VALUES (5);

INSERT INTO TABELA_TESTE (b) VALUES ('FUB');

INSERT INTO TABELA_TESTE (a) VALUES (7);


Nessa situação, o resultado da execução da consulta SELECT COUNT(a), AVG(a) FROM TABELA_TESTE; será o apresentado a seguir.  



count | avg
 ------+-----
     3       4 

Alternativas
Q3468245 Banco de Dados

Julgue o seguinte item, que versa sobre administração de banco de dados.  


A cláusula HAVING opera em um único conjunto de dados de entrada, sem agregação.  

Alternativas
Q3468244 Banco de Dados

Julgue o seguinte item, que versa sobre administração de banco de dados.   


Um esquema de relação estará na segunda forma normal (2FN) quando existir uma dependência lógica entre as tuplas correlacionadas. 

Alternativas
Q3468243 Banco de Dados

Julgue o seguinte item, que versa sobre administração de banco de dados.  


Em um sistema de gerenciamento de banco de dados, uma tabela pode ter inúmeras chaves candidatas, mas somente uma chave primária. 

Alternativas
Q3468242 Banco de Dados

Julgue o seguinte item, que versa sobre administração de banco de dados.  


A cardinalidade em modelagem de dados define a relação entre duas entidades, indicando quantos elementos (máximos e mínimos) de uma entidade podem estar relacionados com elementos de outra entidade.  

Alternativas
Q3468241 Banco de Dados

Julgue o item seguinte, relativo aos conceitos de administração de dados.


A execução do código SQL a seguir retornará 10. 


CREATE TABLE TABELA (a integer);

INSERT INTO TABELA VALUES (null);

SELECT a+10 FROM TABELA;  

Alternativas
Q3468240 Banco de Dados

Julgue o item seguinte, relativo aos conceitos de administração de dados.


Os metadados são dados que fornecem informações sobre outros dados e resumem informações básicas sobre dados, facilitando a localização e o trabalho com instâncias específicas de dados.  

Alternativas
Q3468239 Banco de Dados

Julgue o item seguinte, relativo aos conceitos de administração de dados.


O comando SQL MODIFY é utilizado para alterar tabelas de um SGBD. 

Alternativas
Q3468238 Banco de Dados

Julgue o item seguinte, relativo aos conceitos de administração de dados.


O resultado de um produto cartesiano em um banco de dados relacional terá todos os atributos de todas as relações na cláusula de FROM.

Alternativas
Q3468237 Banco de Dados

Julgue o item seguinte, relativo aos conceitos de administração de dados.


No modelo relacional de dados, uma relação entre n valores é representada matematicamente por um n-tupla de valores.  

Alternativas
Q3468236 Banco de Dados

Julgue o item seguinte, relativo aos conceitos de administração de dados.


Conhecimento tácito é adquirido por meio de experiências, como habilidades prontas ou insights

Alternativas
Q3468235 Banco de Dados

Julgue o item seguinte, relativo aos conceitos de administração de dados.


Informação é uma unidade básica de dado que pode ser medida, registrada ou armazenada sem que esteja associada a um significado ou conhecimento, ao passo que dado é uma informação dotada de significado que pode ser usada para a geração de conhecimento ou a tomada de decisões. 

Alternativas
Q3468234 Banco de Dados

Julgue o item a seguir, a respeito dos conceitos de dado, informação, conhecimento e inteligência.


Um banco de dados representa aspectos do mundo real, é projetado, construído e povoado por dados e atende a uma proposta específica. 

Alternativas
Q3468233 Banco de Dados

Julgue o item a seguir, a respeito dos conceitos de dado, informação, conhecimento e inteligência.


A abstração no nível de visualização de um sistema de banco de dados apresenta as informações de forma simples, de modo que um usuário leigo é capaz de utilizar um sistema complexo.  

Alternativas
Respostas
12981: E
12982: C
12983: E
12984: C
12985: E
12986: E
12987: E
12988: E
12989: E
12990: C
12991: C
12992: E
12993: C
12994: E
12995: C
12996: C
12997: C
12998: E
12999: C
13000: C