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Paciente de 32 anos de idade, do sexo feminino, procura
atendimento médico devido a quadro de cefaleia. Durante a
anamnese, relata cefaleia hemicraniana direita, com piora
gradual, tipo pulsátil, de intensidade forte, que piora com
atividade física e, associada à fotofobia, melhora quando em um
local escuro e silencioso. Também relata ter esses episódios de
cefaleia 13 dias por mês, que impactam a sua qualidade de vida.
Reporta, ainda, que, por vezes, precedendo a dor, surgem
escotomas cintilantes, com duração de até 60 minutos e
reversíveis após esse intervalo, além de reportar que sente
dificuldade de formular frases.
Tendo como referência o caso clínico precedente, julgue o item que se segue.
A cefaleia apresentada no caso em tela tem como fenômeno fisiopatológico descrito a depressão alastrante de Leão, caracterizada por uma onda neuronal e despolarização glial que se alastra pelo córtex cerebral, causando a aura, a ativação de aferentes do trigêmeo e alterando a barreira hematoencefálica por meio da ativação de mieloproteinases e aumento da regulação.
Paciente de 32 anos de idade, do sexo feminino, procura
atendimento médico devido a quadro de cefaleia. Durante a
anamnese, relata cefaleia hemicraniana direita, com piora
gradual, tipo pulsátil, de intensidade forte, que piora com
atividade física e, associada à fotofobia, melhora quando em um
local escuro e silencioso. Também relata ter esses episódios de
cefaleia 13 dias por mês, que impactam a sua qualidade de vida.
Reporta, ainda, que, por vezes, precedendo a dor, surgem
escotomas cintilantes, com duração de até 60 minutos e
reversíveis após esse intervalo, além de reportar que sente
dificuldade de formular frases.
Tendo como referência o caso clínico precedente, julgue o item que se segue.
As crises de cefaleia, nesse caso, podem ser desencadeadas por diversos gatilhos, tais como estímulo visual, jejum, menstruação, privação de sono, uso de álcool, estresse e mudanças no tempo.
Paciente de 32 anos de idade, do sexo feminino, procura
atendimento médico devido a quadro de cefaleia. Durante a
anamnese, relata cefaleia hemicraniana direita, com piora
gradual, tipo pulsátil, de intensidade forte, que piora com
atividade física e, associada à fotofobia, melhora quando em um
local escuro e silencioso. Também relata ter esses episódios de
cefaleia 13 dias por mês, que impactam a sua qualidade de vida.
Reporta, ainda, que, por vezes, precedendo a dor, surgem
escotomas cintilantes, com duração de até 60 minutos e
reversíveis após esse intervalo, além de reportar que sente
dificuldade de formular frases.
Tendo como referência o caso clínico precedente, julgue o item que se segue.
O diagnóstico principal para o quadro apresentado é de cefaleia em salvas, que apresenta piora gradual e lenta, tem duração de 15 minutos a 3 horas, podendo apresentar, além dos sintomas relatados, lacrimejamento, olho vermelho e rinorreia.
Paciente de 32 anos de idade, do sexo feminino, procura
atendimento médico devido a quadro de cefaleia. Durante a
anamnese, relata cefaleia hemicraniana direita, com piora
gradual, tipo pulsátil, de intensidade forte, que piora com
atividade física e, associada à fotofobia, melhora quando em um
local escuro e silencioso. Também relata ter esses episódios de
cefaleia 13 dias por mês, que impactam a sua qualidade de vida.
Reporta, ainda, que, por vezes, precedendo a dor, surgem
escotomas cintilantes, com duração de até 60 minutos e
reversíveis após esse intervalo, além de reportar que sente
dificuldade de formular frases.
Tendo como referência o caso clínico precedente, julgue o item que se segue.
No caso em questão, uma opção terapêutica para tratamento preventivo das crises de cefaleia consiste no uso, a cada 15 dias, de erenumab, um anticorpo monoclonal que se liga ao receptor CGRP e o estimula, sendo capaz de modular efetivamente a transmissão da dor trigeminovascular e inflamação neurogênica.
Paciente do sexo feminino, de 45 anos de idade, relata, em
consulta médica, fadiga e intolerância ao exercício, cefaleia,
queda de cabelo e pagofagia com início há alguns meses. Nega
qualquer comorbidade quando questionada. Ao exame físico,
observam-se quilate angular e glossite atrófica, sem outros
achados anormais. O médico solicitou a realização de
hemograma, ferritina e contagem de reticulócitos. Hemoglobina:
9,8g/dL (12-16g/dL); eritrócitos 3,8 milhões/mm3 (4,5-6
milhões/mm3); VCM 72fL (80-100fL); HCM 22pg (27-32pg);
CHCM 28g/dL (32-36g/dL), RDW 17% (11,5-14,5%), leucócitos
totais 7800/mm3 (4000-10000/mm3), plaquetas 450000/mm3
(150000-450000/mm3). Presença de células em alvo. Contagem
de reticulócitos (porcentagem): 0,4% (0,5-1,5%). Ferritina:
10ng/ml(12-240ng/ml).
A partir do caso clínico precedente, julgue o próximo item.
No caso em questão, seriam esperados, em relação ao perfil do ferro, os seguintes achados: saturação de transferrina baixa e TIBC aumentado.
Paciente do sexo feminino, de 45 anos de idade, relata, em
consulta médica, fadiga e intolerância ao exercício, cefaleia,
queda de cabelo e pagofagia com início há alguns meses. Nega
qualquer comorbidade quando questionada. Ao exame físico,
observam-se quilate angular e glossite atrófica, sem outros
achados anormais. O médico solicitou a realização de
hemograma, ferritina e contagem de reticulócitos. Hemoglobina:
9,8g/dL (12-16g/dL); eritrócitos 3,8 milhões/mm3 (4,5-6
milhões/mm3); VCM 72fL (80-100fL); HCM 22pg (27-32pg);
CHCM 28g/dL (32-36g/dL), RDW 17% (11,5-14,5%), leucócitos
totais 7800/mm3 (4000-10000/mm3), plaquetas 450000/mm3
(150000-450000/mm3). Presença de células em alvo. Contagem
de reticulócitos (porcentagem): 0,4% (0,5-1,5%). Ferritina:
10ng/ml(12-240ng/ml).
A partir do caso clínico precedente, julgue o próximo item.
A presença de valores abaixo do limite de referência da hemoglobina e da contagem total de células vermelhas, microcitose, hipocromia e células em alvo no esfregaço de sangue periférico, associada a um RDW aumentado, são alterações esperadas na anemia por deficiência de ferro, diagnóstico mais provável para o caso em questão.
Paciente do sexo feminino, de 45 anos de idade, relata, em
consulta médica, fadiga e intolerância ao exercício, cefaleia,
queda de cabelo e pagofagia com início há alguns meses. Nega
qualquer comorbidade quando questionada. Ao exame físico,
observam-se quilate angular e glossite atrófica, sem outros
achados anormais. O médico solicitou a realização de
hemograma, ferritina e contagem de reticulócitos. Hemoglobina:
9,8g/dL (12-16g/dL); eritrócitos 3,8 milhões/mm3 (4,5-6
milhões/mm3); VCM 72fL (80-100fL); HCM 22pg (27-32pg);
CHCM 28g/dL (32-36g/dL), RDW 17% (11,5-14,5%), leucócitos
totais 7800/mm3 (4000-10000/mm3), plaquetas 450000/mm3
(150000-450000/mm3). Presença de células em alvo. Contagem
de reticulócitos (porcentagem): 0,4% (0,5-1,5%). Ferritina:
10ng/ml(12-240ng/ml).
A partir do caso clínico precedente, julgue o próximo item.
No caso em questão, a paciente deve ser questionada ativamente, na anamnese, quanto à possibilidade de perda sanguínea, perdas menstruais aumentadas e cirurgia bariátrica prévia.
Paciente do sexo feminino, de 45 anos de idade, relata, em
consulta médica, fadiga e intolerância ao exercício, cefaleia,
queda de cabelo e pagofagia com início há alguns meses. Nega
qualquer comorbidade quando questionada. Ao exame físico,
observam-se quilate angular e glossite atrófica, sem outros
achados anormais. O médico solicitou a realização de
hemograma, ferritina e contagem de reticulócitos. Hemoglobina:
9,8g/dL (12-16g/dL); eritrócitos 3,8 milhões/mm3 (4,5-6
milhões/mm3); VCM 72fL (80-100fL); HCM 22pg (27-32pg);
CHCM 28g/dL (32-36g/dL), RDW 17% (11,5-14,5%), leucócitos
totais 7800/mm3 (4000-10000/mm3), plaquetas 450000/mm3
(150000-450000/mm3). Presença de células em alvo. Contagem
de reticulócitos (porcentagem): 0,4% (0,5-1,5%). Ferritina:
10ng/ml(12-240ng/ml).
A partir do caso clínico precedente, julgue o próximo item.
O caso em questão, tem como diagnóstico mais provável uma talassemia, caracterizada pela redução na produção da alfa-globina e beta-globina, e que, apresenta uma contagem de células vermelhas baixa, VCM baixo e um RDW aumentado, assim como no caso descrito.
Paciente do sexo feminino, de 45 anos de idade, relata, em
consulta médica, fadiga e intolerância ao exercício, cefaleia,
queda de cabelo e pagofagia com início há alguns meses. Nega
qualquer comorbidade quando questionada. Ao exame físico,
observam-se quilate angular e glossite atrófica, sem outros
achados anormais. O médico solicitou a realização de
hemograma, ferritina e contagem de reticulócitos. Hemoglobina:
9,8g/dL (12-16g/dL); eritrócitos 3,8 milhões/mm3 (4,5-6
milhões/mm3); VCM 72fL (80-100fL); HCM 22pg (27-32pg);
CHCM 28g/dL (32-36g/dL), RDW 17% (11,5-14,5%), leucócitos
totais 7800/mm3 (4000-10000/mm3), plaquetas 450000/mm3
(150000-450000/mm3). Presença de células em alvo. Contagem
de reticulócitos (porcentagem): 0,4% (0,5-1,5%). Ferritina:
10ng/ml(12-240ng/ml).
A partir do caso clínico precedente, julgue o próximo item.
Na análise do resultado da ferritina, seus níveis devem ser interpretados com cautela, pois algumas situações podem reduzi-la, tais como inflamação, doença hepática e hemossiderose pulmonar idiopática.
Julgue o seguinte item, relativo a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
Em casos de vertigem aguda, a presença de nistagmo puramente vertical é sugestiva de uma causa central, como um acidente vascular cerebral, e não periférica, como uma labirintopatia.
Julgue o seguinte item, relativo a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
A neurite vestibular, diferentemente da labirintite, caracteriza-se clinicamente pela ausência de sintomas cocleares, como perda auditiva ou zumbido.
Julgue o seguinte item, relativo a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
A audiometria tonal avalia a audição em diferentes frequências, sendo as frequências mais altas, como a de 4 kHz, menos relevantes para a detecção de perdas auditivas precoces.
Julgue o seguinte item, relativo a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
A perda auditiva induzida por ruído é uma forma comum de perda auditiva de mecanismo neurossensorial, geralmente irreversível e caracterizada por danos cocleares.
Julgue o seguinte item, relativo a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
O tratamento inicial da labirintite viral consiste em hidratação e repouso, podendo a vertigem ser tratada por períodos longos, de até meses de duração, com anti histamínicos seletivos, como a betaistina, que são seguros no que se refere à inibição da compensação vestibular.
Julgue o seguinte item, relativo a patologias do ouvido e aspectos correlatos.
O zumbido é um sintoma diretamente relacionado a uma disfunção da cóclea ou do labirinto, não podendo ser causado por disfunções de outros sistemas orgânicos.
Julgue o próximo item, a respeito de distúrbios do sono.
Questionários como o de Berlin e a escala de sonolência de Epworth com pontuações alteradas são suficientes para o diagnóstico de apneia do sono.
Julgue o próximo item, a respeito de distúrbios do sono.
A apneia obstrutiva do sono é uma doença exclusiva de indivíduos obesos.
Julgue o próximo item, a respeito de distúrbios do sono.
A idade avançada é fator de risco para a apneia obstrutiva do sono, entretanto a percepção de que os distúrbios do sono surgem em decorrência do envelhecimento pode dificultar o diagnóstico de apneia em indivíduos idosos.
Julgue o próximo item, a respeito de distúrbios do sono.
A terapia com pressão positiva noturna é um dos pilares do tratamento da apneia do sono, sendo o uso do CPAP uma das principais formas terapêuticas, e o do BiPAP, contraindicado.
Um paciente de 45 anos de idade apresenta histórico de lesões cutâneas recorrentes há 5 anos, caracterizadas por placas eritematosas e descamativas localizadas nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Refere prurido ocasional e melhora dos sintomas durante o verão. Ao exame físico, observam-se eritema bem delimitado e descamação prateada nas áreas afetadas.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o item que se segue.
Uma síndrome paraneoplásica é um diagnóstico diferencial a ser considerado para o caso clínico em tela.