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O orçamento participativo na saúde é uma estratégia que permite à população decidir diretamente sobre a alocação de parte dos recursos financeiros da secretaria de saúde.
A territorialização é uma etapa do planejamento que permite a organização dos serviços de saúde com base na lógica da proximidade e das necessidades da população adstrita.
O polo base é a unidade de referência na rede de serviços do DSEI, sendo responsável por coordenar a assistência das equipes multidisciplinares de saúde indígena (EMSI) dentro das aldeias.
As casas de saúde indígena (CASAI) são unidades destinadas à internação de longa permanência para pacientes que não possuem rede familiar na cidade.
O distrito sanitário especial indígena (DSEI) é a unidade de gestão territorializada do SASISUS, definida por critérios étnicos, geográficos e linguísticos, e não por divisões político-administrativas estaduais ou municipais.
O princípio da atenção diferenciada autoriza a oferta de serviços de saúde com menor rigor técnico e científico em áreas indígenas, devido à dificuldade de acesso.
O agente indígena de saúde (AIS) e o agente indígena de saneamento (AISAN) devem, preferencialmente, pertencer à própria comunidade em que atuam.
Na gestão do SUS, a equidade manifesta-se na priorização de recursos financeiros para regiões com piores indicadores socioeconômicos e epidemiológicos.
O atendimento integral obriga que o Estado forneça qualquer tratamento disponível no mundo, independentemente de protocolos clínicos ou evidências científicas nacionais.
O princípio da integralidade não abrange a assistência farmacêutica e o transporte sanitário, considerados componentes acessórios.
O Cartão Nacional de Saúde (CNS) permite a identificação do usuário em qualquer ponto da rede, viabilizando a concretização do princípio da universalidade.
O princípio da universalidade implica que o Estado deve garantir o acesso a todos os níveis de assistência, sendo a porta de entrada preferencial a atenção primária.
Em um projeto arquitetônico, um eixo deve ser representado por linha com a seguinte denominação: traço e dois pontos estreita.
O corte é uma representação gráfica realizada a partir de um plano secante vertical que divide o edifício ou outro objeto em uma parte, no sentido longitudinal.
Nos projetos de arquitetura, o uso de linhas com a denominação tracejada estreita é indicado para arestas e contornos não visíveis.
Uma planta de implantação deve conter a localização, as dimensões da edificação — conjunto edificado ou espaços não edificados — e do edifício isolado no lote ou na área de intervenção, indicando, em escala compatível, as dimensões do terreno, recuos, projeção das coberturas e áreas permeáveis e impermeáveis.
BIM é um modelo digital de construção que também funciona como uma espécie de enciclopédia digital do empreendimento, pois fornece informações detalhadas e precisas para facilitar a operação e a manutenção de cada elemento ao longo do ciclo de vida da edificação.
Nas licitações de obras e serviços de engenharia e arquitetura, é obrigatória a adoção do modelo BIM ou de tecnologias e processos integrados similares ou mais avançados que venham a substituí-lo.
A busca de formas urbanas mais favoráveis à otimização do ambiente e à sustentabilidade da malha urbana dispensa a análise do conjunto de geometrias urbanas, das dimensões variadas dos edifícios, bem como do espaçamento entre eles.
Um urbanismo que projeta entornos indutores da comunidade não é considerado sustentável, porque os espaços públicos abertos não atuam, dessa forma, como catalisadores da comunidade.