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A estimativa de vazões futuras deve incorporar cenários de crescimento populacional e variações sazonais de demanda.
O planejamento deve prever etapas de licenciamento ambiental compatíveis com o porte e o impacto da obra.
O registro sistemático de ocorrências técnicas favorece o planejamento de intervenções futuras.
O armazenamento estratégico de peças críticas pode mitigar impactos de interrupções no fornecimento de água.
A manutenção corretiva é suficiente para garantir o funcionamento contínuo desses sistemas em áreas remotas.
O reservatório de distribuição não interfere na qualidade da água, pois o tratamento já foi concluído na estação.
A cloração é desnecessária quando a água apresenta aparência límpida após o processo de filtração.
A operação e manutenção de sistemas de saneamento exigem capacitação técnica local para garantir continuidade do serviço.
A construção de banheiros individuais elimina completamente a transmissão de doenças relacionadas ao saneamento.
A instalação de poço artesiano dispensa avaliação da qualidade físico-química da água captada.
A disposição inadequada de resíduos sólidos pode impactar corpos hídricos utilizados para consumo e atividades rituais.
Tecnologias de saneamento inadequadas ao contexto sociocultural podem resultar em baixa adesão da comunidade e subutilização das estruturas instaladas.
Em um projeto arquitetônico, um eixo deve ser representado por linha com a seguinte denominação: traço e dois pontos estreita.
O corte é uma representação gráfica realizada a partir de um plano secante vertical que divide o edifício ou outro objeto em uma parte, no sentido longitudinal.
Nos projetos de arquitetura, o uso de linhas com a denominação tracejada estreita é indicado para arestas e contornos não visíveis.
Uma planta de implantação deve conter a localização, as dimensões da edificação — conjunto edificado ou espaços não edificados — e do edifício isolado no lote ou na área de intervenção, indicando, em escala compatível, as dimensões do terreno, recuos, projeção das coberturas e áreas permeáveis e impermeáveis.
BIM é um modelo digital de construção que também funciona como uma espécie de enciclopédia digital do empreendimento, pois fornece informações detalhadas e precisas para facilitar a operação e a manutenção de cada elemento ao longo do ciclo de vida da edificação.
Nas licitações de obras e serviços de engenharia e arquitetura, é obrigatória a adoção do modelo BIM ou de tecnologias e processos integrados similares ou mais avançados que venham a substituí-lo.
A busca de formas urbanas mais favoráveis à otimização do ambiente e à sustentabilidade da malha urbana dispensa a análise do conjunto de geometrias urbanas, das dimensões variadas dos edifícios, bem como do espaçamento entre eles.
Um urbanismo que projeta entornos indutores da comunidade não é considerado sustentável, porque os espaços públicos abertos não atuam, dessa forma, como catalisadores da comunidade.