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A ênfase em conhecimentos socialmente descontextualizados compromete a aprendizagem significativa e colabora para a perda de sentido e a desarticulação com a vida social.
O currículo deve-se ater, somente, aos conteúdos significativos e socialmente relevantes, compreendendo o professor como agente de transmissão dos valores culturais, o que privilegia a didática na construção da aprendizagem.
A participação de todos os atores envolvidos no cotidiano organizacional nos processos decisórios garante um processo de planejamento baseado em critérios coletivos.
Responsabilidades claramente definidas, plano de comunicação estabelecido e capacitação da equipe para as soluções e as tomadas de decisões são exigências de um planejamento bem-sucedido.
O rodízio de pessoas e a distribuição de papéis distintos à equipe executora e à planejadora são fundamentais para o sucesso de um planejamento participativo.
Equipes alinhadas com as metas organizacionais e que influenciem na formulação das soluções para os problemas mapeados inibem o raciocínio criativo e aumentam a resistência à mudança organizacional.
A organização de um grupo maior em pequenos grupos e a promoção de discussões para o mapeamento dos problemas da organização facilitam o desenvolvimento do copertecimento e o engajamento coletivo na solução criativa dos problemas identificados.
A construção de um planejamento participativo requer conhecimento do contexto sócio-histórico e cultural da comunidade local e do ambiente organizacional.
O planejamento participativo constitui um instrumento meramente técnico que responde às exigências institucionais contemporâneas com vistas à articulação de órgãos, segmentos e trabalhadores para o alcance de resultados organizacionais centrada na participação dos líderes.
O acompanhamento do planejamento permite que se realizem alterações nas estratégias ou ações previstas durante a execução para corrigir o rumo do processo, visando o alcance dos objetivos.
Quanto maior for o grupo, maiores serão a interação grupal e o alcance de resultados rápidos, uma vez que há diversidade de talentos e maior distância entre os seus membros, o que facilita a dedicação, a confiança e a abertura de comunicação.
A cooperação entre os membros de um grupo pressupõe reciprocidade nas relações que ocorrem em diferentes papéis e funções e implica negociações em torno de objetivos comuns.
Um exercício de liderança marcado pela abertura, flexibilidade e percepção de que a realidade é dinâmica e mutável contribui para a gestão democrática de uma organização e facilita a integração do grupo.
Na liderança do tipo laissez faire, os membros da organização assumem responsabilidades conjuntas pelo seu desenvolvimento e pela realização de objetivos e criam um ambiente que deixa as pessoas à vontade para expressar ideias e pensamentos, experimentar novas ações e criar novos projetos.
Liberdade e ausência de direcionamento externo à organização ou ao grupo, prevalência de vontade, ritmo, dinâmica, interesse e autonomia do grupo, uma vez que seus membros têm as competências necessárias para a sua atuação, são características da liderança democrática.
A liderança autocrática caracteriza-se por centralização da tomada de decisão, dissociação entre planejamento e execução, associação de poder e autoridade ao cargo e respectivo nível hierárquico na organização.
Em situações de crise, quando são exigidas decisões rápidas e ações emergenciais, sem hesitação ou demora, o líder autocrático torna-se mais adequado à organização.
O reconhecimento, pelo líder, da presença de forças contraditórias de conflito e de cooperação nas organizações dificulta o exercício da liderança democrática e compromete a mobilização e a motivação das pessoas para o alcance dos objetivos organizacionais.
Cabem ao planejamento educativo as seguintes funções: diagnóstico e análise da realidade; definição de objetivos e metas, compatibilizando a política e as diretrizes do sistema; determinação de atividades e tarefas a serem desenvolvidas em função de prioridades.
Em uma classificação dos meios e recursos didáticos feitos por um critério temporal, computadores e filmes são colocados como recursos de terceira geração devido ao grau de tecnologia neles empregada.