Questões de Concurso
Para cespe / cebraspe e fub
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A incorporação do trabalhador, como sujeito e protagonista, ao desenvolvimento do campo de produção de conhecimentos e de intervenção é reconhecida como um dos avanços em relação aos conceitos clássicos da medicina do trabalho.
A expressão saúde do trabalhador e as referências técnico-científicas sobre a relação saúde-trabalho surgiram na década de 50 do século passado sob forte influência da saúde coletiva.
O aparecimento de quadros paranoides não psicóticos em trabalhadores que sofrem ameaça e perseguição no cotidiano de trabalho, em decorrência de um clima de desconfiança, incerteza e intimidação, sugere transtorno mental vinculado à violência contida na precarização social e do trabalho.
Os profissionais submetidos tanto de forma esporádica como continuada ao work-stress não se enquadram nos critérios para classificação de riscos para doenças físicas, por ser essa uma patologia essencialmente psicossomática.
Análises sobre a saúde e os processos causadores das mudanças no perfil patológico dos trabalhadores apontam que tanto as alterações cognitivas como as tentativas de suicídio nos locais de trabalho são patologias decorrentes da cada vez maior sobrecarga de trabalho.
A saúde do trabalhador, compreendida como um campo complexo e permeado por conflitos e disputas entre os trabalhadores acerca dos diversos aspectos relativos ao processo de trabalho, exige uma direção exclusivamente técnica para garantir a neutralidade que o campo requer.
As informações a respeito dos usuários, como sexo, ocupação, composição familiar, condição habitacional, são importantes para a condução das atividades profissionais, no entanto, há necessidade de problematizá-las, procurando compreender os possíveis significados, ancorados na busca de alternativas à realidade dos usuários.
Possuir uma visão global da dinâmica social concreta e encontrar as principais mediações que vinculam o problema específico às expressões gerais da questão social e às várias políticas sociais são momentos que permitem ao profissional desenvolver uma atitude investigativa compatível com o espírito do método de Marx.
A concepção dialética assume a qualidade dos fatos e das relações sociais como de sua propriedade inerente e considera que as abordagens quantitativas e qualitativas são interdependentes.
Na pesquisa, as hipóteses caracterizam-se como afirmações provisórias sobre o problema e, para alguns estudiosos, podem surgir também da intuição do pesquisador.
Os pressupostos da pesquisa qualitativa são contrários ao modelo experimental, o pesquisador é integrante do processo de conhecimento e interpreta os fenômenos, atribuindo-lhes um significado, e o objeto não é considerado um dado inerte e neutro.
é efetuado, exclusivamente, pela alta administração da organização e direcionado para resultados em curto prazo.
como ferramenta do processo de administração estratégica valoriza a centralização e verticalização das decisões e enfatiza as funções de controle.
define-se como um processo gerencial, com enfoque sistêmico e com potencial para estimular a convergência de esforços.
Os métodos de planejamento tradicionais reconhecem a importância da variável política e descartam a dicotomia existente na frase “planejar é uma coisa, fazer é outra".
Quanto mais complexo o objeto do planejamento, menor número de variáveis deve ser considerado para o cálculo futuro; além disso, exige-se conhecer, controlar e estabelecer relações causais entre todas as variáveis.
As primeiras elaborações teóricas e sistematizadas sobre planejamento referem-se à organização da produção industrial nos primórdios da administração científica, quando Henry Fayol coloca a previsão (projeção) como um dos elementos da administração.
O planejamento é conceituado como um processo contínuo que pode ser desenvolvido para alcançar uma situação desejada de modo mais eficiente, eficaz e efetivo.
A avaliação de planos e projetos sociais deve ter como principal preocupação a escolha de técnicas que melhor se adequem à finalidade da avaliação, pois, do contrário, corre-se o risco de se ter uma avaliação superficial, que não indicará as necessidades de mudanças na relação custo-benefício.
A avaliação tradicional de políticas sociais, em geral, utiliza exclusivamente instrumentos qualitativos para análise das estruturas dos programas.