Questões de Concurso
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Texto 4A1-I
Durante su infancia, hace algunas décadas, muchos cubanos solían acompañar a sus padres en paseos en coche hasta el malecón de La Habana. A orillas del mar, pasaban horas observando los barcos que entraban en la bahía, un espectáculo que transmitía tranquilidad y una sensación de esperanza que, con el paso del tiempo, fue perdiéndose. Aquella imagen, asociada a un momento de relativa estabilidad, contrasta hoy con la experiencia cotidiana de quienes regresan al mismo lugar en circunstancias muy distintas.
En la actualidad, ya adultos, los habitantes de la capital continúan yendo al malecón, aunque no en automóvil. El trayecto lo realizan a pie, a pesar de que deben recorrer varios kilómetros para llegar al emblemático muro que se extiende a lo largo de la costa norte de la ciudad. La falta de transporte público y de combustible ha transformado la movilidad urbana, y las calles, antes transitadas, aparecen ahora casi vacías. La escasez, convertida en un rasgo permanente, forma parte del paisaje diario.
Esta situación se ha agravado en los últimos meses tras una serie de decisiones políticas que han tenido un impacto directo en la economía de la isla. En un período breve, Cuba perdió a su principal proveedor de petróleo, Venezuela, lo que profundizó las dificultades energéticas del país. A ello se sumaron nuevas medidas anunciadas por el gobierno estadounidense, orientadas a imponer sanciones económicas a los países que mantuvieran relaciones comerciales con La Habana en el sector energético.
Según diversos especialistas, el objetivo de estas acciones sería ejercer presión económica para debilitar al gobierno cubano. Mientras tanto, las autoridades de la isla han reiterado su disposición al diálogo con Washington, aunque insisten en que cualquier negociación debería producirse sin condiciones previas. En este contexto, el margen de maniobra del país resulta limitado, y la población enfrenta una etapa marcada por la incertidumbre y la persistencia de carencias estructurales.
Internet: <https://cnnespanol.cnn.com>
Texto 4A1-I
Durante su infancia, hace algunas décadas, muchos cubanos solían acompañar a sus padres en paseos en coche hasta el malecón de La Habana. A orillas del mar, pasaban horas observando los barcos que entraban en la bahía, un espectáculo que transmitía tranquilidad y una sensación de esperanza que, con el paso del tiempo, fue perdiéndose. Aquella imagen, asociada a un momento de relativa estabilidad, contrasta hoy con la experiencia cotidiana de quienes regresan al mismo lugar en circunstancias muy distintas.
En la actualidad, ya adultos, los habitantes de la capital continúan yendo al malecón, aunque no en automóvil. El trayecto lo realizan a pie, a pesar de que deben recorrer varios kilómetros para llegar al emblemático muro que se extiende a lo largo de la costa norte de la ciudad. La falta de transporte público y de combustible ha transformado la movilidad urbana, y las calles, antes transitadas, aparecen ahora casi vacías. La escasez, convertida en un rasgo permanente, forma parte del paisaje diario.
Esta situación se ha agravado en los últimos meses tras una serie de decisiones políticas que han tenido un impacto directo en la economía de la isla. En un período breve, Cuba perdió a su principal proveedor de petróleo, Venezuela, lo que profundizó las dificultades energéticas del país. A ello se sumaron nuevas medidas anunciadas por el gobierno estadounidense, orientadas a imponer sanciones económicas a los países que mantuvieran relaciones comerciales con La Habana en el sector energético.
Según diversos especialistas, el objetivo de estas acciones sería ejercer presión económica para debilitar al gobierno cubano. Mientras tanto, las autoridades de la isla han reiterado su disposición al diálogo con Washington, aunque insisten en que cualquier negociación debería producirse sin condiciones previas. En este contexto, el margen de maniobra del país resulta limitado, y la población enfrenta una etapa marcada por la incertidumbre y la persistencia de carencias estructurales.
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Santos et al. Tradição e modernidade na Luta Marajoara. In: Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 2024 (com adaptações).
Com base no espaço entre os oponentes, a Luta Marajoara classifica-se como
1 handebol e basquetebol;
2 tênis de mesa e badminton;
3 atletismo (provas de pista e campo);
4 slackline e escalada esportiva em estrutura artificial;
5 beisebol adaptado (t-ball).
Considerando a classificação pedagógica dos esportes baseada em suas estruturas e dinâmicas, a seleção do professor é
I Baseando-se na teoria comportamental de B.F. Skinner, um professor que utiliza sistematicamente reforços positivos (como elogios ou pontos por participação) após a execução correta de um fundamento do voleibol está aplicando o princípio do condicionamento operante, entendendo a aprendizagem motora como uma modificação de comportamento moldada por consequências.
II À luz do construtivismo com bases em Piaget e Vygotsky, uma aula que propõe desafios motores em forma de problemas a serem resolvidos em grupo ― por exemplo, como transportar todos os colegas de um lado para o outro da quadra usando apenas três colchonetes ― valoriza a construção ativa do conhecimento pelos estudantes, a interação social e a operação na zona de desenvolvimento proximal.
III A teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner justifica a oferta de uma gama diversificada de conteúdos na educação física (como dança, esportes, produção de textos sobre táticas e organização de eventos), pois reconhece que os estudantes podem expressar suas compreensões e habilidades através de diferentes canais, como o cinestésico-corporal, o interpessoal e o espacial, para além do lógico-matemático.
Assinale a opção correta.
A professora Ana, ao planejar uma unidade sobre jogos coletivos para o 5.º ano do ensino fundamental, tem como objetivos pedagógicos desenvolver a compreensão tática e a capacidade de interagir positivamente em grupo. Para isso, ela estruturou as aulas com atividades que exigem comunicação e ajuda mútua para alcançar um objetivo comum, antes de introduzir qualquer forma de disputa com placar e vencedores.
Nessa situação, a estratégia de ensino prioriza inicialmente o desenvolvimento da
I A abordagem crítico-superadora, associada principalmente aos autores do Coletivo de Autores (1992), propõe o ensino do conteúdo escolar (jogos, ginásticas, esportes, lutas e danças) com o objetivo de levar o aluno à sistematização do conhecimento da cultura corporal, visando sua transformação social.
II A Abordagem crítico-emancipatória, desenvolvida por Elenor Kunz, defende que o foco central do ensino deve ser a práxis pedagógica do movimento, priorizando a vivência intencional de situações de jogo e esporte em sua lógica interna, como meio para a emancipação por meio da ação reflexiva e do diálogo.
III Ambas as abordagens partem de uma crítica à educação física tradicional, centrada no rendimento e na aptidão física, mas divergem radicalmente: a crítico-superadora rejeita totalmente o ensino do esporte, enquanto a crítico-emancipatória o adota como único conteúdo válido.
Assinale a opção correta.
I A BNCC, ao tratar da unidade temática esporte na educação física, enfatiza que a prática esportiva escolar deve servir primordialmente como base para a formação de atletas de alto rendimento, justificando assim seu papel para a saúde nacional.
II A BNCC estabelece ações de promoção da atividade física e práticas corporais, reconhecendo a escola como um espaço privilegiado para a formação de hábitos saudáveis, atuando de forma preventiva sobre fatores de risco como o sedentarismo.
III Na BNCC, a saúde é abordada na educação física de forma transversal e crítica, superando uma visão apenas prescritiva, para compreender os determinantes sociais da saúde e os significados culturais das práticas corporais.
Assinale a opção correta
Um professor de educação física, ao elaborar o planejamento anual para o ensino fundamental II (6.º a 9.º anos), tem como meta garantir que os alunos vivenciem e compreendam a diversidade de manifestações da cultura corporal de movimento, conforme preconizam os documentos norteadores da área. Para isso, ele organizou um projeto com os seguintes quatro módulos.
Módulo Coletivo: futebol, basquetebol e ultimate frisbee
Módulo Individual: atletismo (corrida, salto, arremesso) e ginástica artística
Módulo Aventura: escalada em boulder e orientação (com bússola e mapa)
Módulo Raquete e Taco: tênis de mesa, badminton e cricket
Considerando a organização dos conteúdos da educação física na educação básica, assinale a opção que avalia corretamente a abrangência e a adequação do projeto do referido professor.
Considerando-se a relação entre cultura, sociedade e educação física, abordagem adotada pelo referido professor
Considerando-se as teorias do crescimento e desenvolvimento, é correto afirmar que a decisão de João está fundamentada na