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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
“Ecoam nesta sala as reivindicações das ruas. A Nação quer mudar. A Nação deve mudar. A Nação vai mudar.
[...]
Chegamos! Esperamos a Constituição como o vigia espera a aurora.
A Nação nos mandou executar um serviço. Nós o fizemos com amor, aplicação e sem medo.
A Constituição certamente não é perfeita. Ela própria o confessa, ao admitir a reforma.
Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca. Traidor da Constituição é traidor da Pátria.
Conhecemos o caminho maldito: rasgar a Constituição, trancar as portas do Parlamento, garrotear a liberdade, mandar os patriotas para a cadeia, o exílio e o cemitério.
Quando, após tantos anos de lutas e sacrifícios, promulgamos o Estatuto do Homem, da Liberdade e da Democracia, bradamos por imposição de sua honra: temos ódio à ditadura. Ódio e novo.”
GUIMARÃES, Ulysses. Discurso feito no dia 05 de outubro de 1988, em
Brasília, DF, sessão de promulgação da Constituição Cidadã. In: BURNET,
Andrew (org.). 50 discursos que marcaram o mundo moderno. Porto Alegre:
L&PM Editores, 2019.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
“Ecoam nesta sala as reivindicações das ruas. A Nação quer mudar. A Nação deve mudar. A Nação vai mudar.
[...]
Chegamos! Esperamos a Constituição como o vigia espera a aurora.
A Nação nos mandou executar um serviço. Nós o fizemos com amor, aplicação e sem medo.
A Constituição certamente não é perfeita. Ela própria o confessa, ao admitir a reforma.
Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca. Traidor da Constituição é traidor da Pátria.
Conhecemos o caminho maldito: rasgar a Constituição, trancar as portas do Parlamento, garrotear a liberdade, mandar os patriotas para a cadeia, o exílio e o cemitério.
Quando, após tantos anos de lutas e sacrifícios, promulgamos o Estatuto do Homem, da Liberdade e da Democracia, bradamos por imposição de sua honra: temos ódio à ditadura. Ódio e novo.”
GUIMARÃES, Ulysses. Discurso feito no dia 05 de outubro de 1988, em
Brasília, DF, sessão de promulgação da Constituição Cidadã. In: BURNET,
Andrew (org.). 50 discursos que marcaram o mundo moderno. Porto Alegre:
L&PM Editores, 2019.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
“Ecoam nesta sala as reivindicações das ruas. A Nação quer mudar. A Nação deve mudar. A Nação vai mudar.
[...]
Chegamos! Esperamos a Constituição como o vigia espera a aurora.
A Nação nos mandou executar um serviço. Nós o fizemos com amor, aplicação e sem medo.
A Constituição certamente não é perfeita. Ela própria o confessa, ao admitir a reforma.
Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca. Traidor da Constituição é traidor da Pátria.
Conhecemos o caminho maldito: rasgar a Constituição, trancar as portas do Parlamento, garrotear a liberdade, mandar os patriotas para a cadeia, o exílio e o cemitério.
Quando, após tantos anos de lutas e sacrifícios, promulgamos o Estatuto do Homem, da Liberdade e da Democracia, bradamos por imposição de sua honra: temos ódio à ditadura. Ódio e novo.”
GUIMARÃES, Ulysses. Discurso feito no dia 05 de outubro de 1988, em
Brasília, DF, sessão de promulgação da Constituição Cidadã. In: BURNET,
Andrew (org.). 50 discursos que marcaram o mundo moderno. Porto Alegre:
L&PM Editores, 2019.
Observe a imagem a seguir.

A compreensão do referido texto dá-se por meio da
presença de
Observe a figura a seguir.

A linguagem não verbal permite, neste caso, considerar que
a intenção do cartunista era de
Observe a figura a seguir.

Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/483714816224363750/>. Acesso
em: 04 set. 2024.
A leitura das duas representações presentes na questão
permite afirmar que a intertextualidade é
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem-feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura. Nem estimam de cobrir ou de mostrar suas vergonhas; e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto. Ambos traziam os beiços de baixo furados e metidos neles seus ossos brancos e verdadeiros, de comprimento duma mão travessa, da grossura dum fuso de algodão, agudos na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita como roque de xadrez, ali encaixado de tal sorte que não os molesta, nem os estorva no falar, no comer ou no beber. [...] Então estiraram-se de costas na alcatifa, a dormir, sem buscarem maneira de cobrirem suas vergonhas, as quais não eram fanadas; e as cabeleiras delas estavam bem rapadas e feitas [...] E uma daquelas moças era toda tingida, de baixo a cima daquela tintura; e certo era tão bem-feita e tão redonda, e sua vergonha tão graciosa, que a muitas mulheres da nossa terra, vendo-lhe tais feições, fizera vergonha, por não terem a sua como ela. Nenhum deles era fanado, mas, todos assim como nós. E com isto nos tornamos e eles foram-se. [...]
CAMINHA, Pero Vaz de. Carta a El Rey Dom Manuel. 5. ed. São Paulo:
Global, 2019.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem-feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura. Nem estimam de cobrir ou de mostrar suas vergonhas; e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto. Ambos traziam os beiços de baixo furados e metidos neles seus ossos brancos e verdadeiros, de comprimento duma mão travessa, da grossura dum fuso de algodão, agudos na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita como roque de xadrez, ali encaixado de tal sorte que não os molesta, nem os estorva no falar, no comer ou no beber. [...] Então estiraram-se de costas na alcatifa, a dormir, sem buscarem maneira de cobrirem suas vergonhas, as quais não eram fanadas; e as cabeleiras delas estavam bem rapadas e feitas [...] E uma daquelas moças era toda tingida, de baixo a cima daquela tintura; e certo era tão bem-feita e tão redonda, e sua vergonha tão graciosa, que a muitas mulheres da nossa terra, vendo-lhe tais feições, fizera vergonha, por não terem a sua como ela. Nenhum deles era fanado, mas, todos assim como nós. E com isto nos tornamos e eles foram-se. [...]
CAMINHA, Pero Vaz de. Carta a El Rey Dom Manuel. 5. ed. São Paulo:
Global, 2019.
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Texto 1
A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem-feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura. Nem estimam de cobrir ou de mostrar suas vergonhas; e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto. Ambos traziam os beiços de baixo furados e metidos neles seus ossos brancos e verdadeiros, de comprimento duma mão travessa, da grossura dum fuso de algodão, agudos na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço; e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita como roque de xadrez, ali encaixado de tal sorte que não os molesta, nem os estorva no falar, no comer ou no beber. [...] Então estiraram-se de costas na alcatifa, a dormir, sem buscarem maneira de cobrirem suas vergonhas, as quais não eram fanadas; e as cabeleiras delas estavam bem rapadas e feitas [...] E uma daquelas moças era toda tingida, de baixo a cima daquela tintura; e certo era tão bem-feita e tão redonda, e sua vergonha tão graciosa, que a muitas mulheres da nossa terra, vendo-lhe tais feições, fizera vergonha, por não terem a sua como ela. Nenhum deles era fanado, mas, todos assim como nós. E com isto nos tornamos e eles foram-se. [...]
CAMINHA, Pero Vaz de. Carta a El Rey Dom Manuel. 5. ed. São Paulo:
Global, 2019.
If those who declare that there is no best method are asked why, the most immediate and frequent answer is likely to be "Because it all depends," meaning that what is best depends on whom the method is for, in what circumstances, for what purpose, and so on. That there is no best method therefore means that no single method is best for everyone, as there are important variations in the teaching context that influence what is best. The variations are of several kinds, relating to social situation, educational organization, teacher-related factors, and learner-related factors. There have been several attempts to categorize such variables systematically and comprehensively, but even the brief and random listing above shows that they are at different levels of generality, as well as of discreteness and tangibility.
PRABHU, N. S. There Is No Best Method-Why? TESOL Quarterly, Vol. 24, No. 2. (Summer, 1990), p. 161-176. [Adapted].
According to the text, the main reason why there is no best method in teaching is because
Observe the images below.

The cartoons refer to two different theoretical views
regarding language acquisition/learning that serve as the
base for some well-known methods of language teaching.
Comparing both images, what can be affirmed about these
two theories?