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Q3202360 Matemática
Um título de valor nominal de R$ 10.000 foi descontado 4 meses antes de seu vencimento a uma taxa de desconto comercial simples de 5% ao mês. Qual taxa de juros simples deve incidir sobre o valor recebido na operação de desconto para que, depois de 4 meses, a aplicação retorne aos R$ 10.000?
Alternativas
Q3202359 Matemática
Em uma padaria, 3 funcionários trabalharam por 4 dias em uma jornada de 5 horas diárias e produziram 300 bolos. Se 1 funcionário saiu de férias, qual a jornada diária que os outros 2 funcionários devem cumprir para produzir 600 bolos em 5 dias?
Alternativas
Q3202353 Português

Leia o Texto 4 para responder a questão.


Texto 4


Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios


Por Luna D’Alama

Início

Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.

Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.


Inspiração

Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.


Investimentos

A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.


Otimismo

Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.



Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

No trecho “Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas”, a relação sintáticosemântica estabelecida entre as orações é de 
Alternativas
Q3202352 Português

Leia o Texto 4 para responder a questão.


Texto 4


Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios


Por Luna D’Alama

Início

Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.

Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.


Inspiração

Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.


Investimentos

A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.


Otimismo

Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.



Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

No trecho “A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos”, ao fazer uso de “a gente”, Rebeca visa
Alternativas
Q3202351 Português

Leia o Texto 4 para responder a questão.


Texto 4


Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios


Por Luna D’Alama

Início

Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.

Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.


Inspiração

Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.


Investimentos

A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.


Otimismo

Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.



Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

Ao longo do texto, há o uso do sinal gráfico denominado de colchete. Nesse texto relativo ao depoimento de Rebeca Andrade, a utilização dos colchetes indica

Alternativas
Q3202350 Português

Leia o Texto 4 para responder a questão.


Texto 4


Rebeca Andrade compartilha suas motivações para superar os desafios


Por Luna D’Alama

Início

Comecei por meio de um projeto social, então entendo como isso é importante. No [Ginásio] Bonifácio Cardoso [em Guarulhos], foi a minha primeira oportunidade da vida e eu soube aproveitá-la. A ginástica veio como uma surpresa. Minha tia trabalhava no ginásio, onde fariam os testes. Fiz o meu primeiro e passei.

Estou com o Chico [o treinador Francisco Porath] desde os meus 7, 8 anos. E foi muito importante ter tido bons profissionais que me ajudaram a conquistar tudo o que eu gostaria dentro do esporte, para me tornar uma atleta de alto rendimento.


Inspiração

Eu me inspirei demais na Dai [Daiane dos Santos, ex-ginasta gaúcha, nove vezes medalha de ouro em campeonatos mundiais] para continuar na ginástica. Foi com quem me identifiquei, sendo mulher preta, explosiva, tendo aquela energia e alegria. Me sentia muito parecida com ela. É muito bom quando você tem referências. E eu, como mulher e mulher preta, poder ser referência para meninas e meninos, adolescentes, pretos e não pretos é algo muito grandioso. Quando faço eventos e as crianças contam que começaram a fazer ginástica depois que me viram, é muito legal. As pessoas veem aquela luz no fim do túnel.


Investimentos

A gente vê como a ginástica está crescendo no Brasil. Incentivo e investimento nunca são demais. A gente ainda precisa, sim, ter mais esportes – não só a ginástica – em lugares públicos. Eu comecei a ginástica através de um projeto social. Se tivesse que pagar para estar no ginásio, não teria conseguido me manter. Então, quanto mais opções públicas houver, mais possibilidades a gente vai encontrar, porque muitas vezes a gente perde talentos no Brasil porque o pai ou a mãe não tem condições de manter o filho naquele esporte, por ser caro demais. E não é só pagar o lugar, mas a condução, ou não tem quem leve [e busque]. É tudo muito difícil, começa a acumular muita coisa. Então, quanto mais acessível for, mais fácil será. A gente teria muitos talentos.


Otimismo

Sempre falo sobre acreditar [apesar das dificuldades], saber que é possível, que a gente vai escutar muitos “nãos” na vida. Muita gente quis me aposentar depois das lesões [no joelho]. Se eu tivesse parado de treinar, não teria conquistado minhas medalhas, não teria tido esse orgulho de ter pódios olímpicos e mundiais. Então é [preciso] acreditar no processo, nos profissionais que estão com você. Tento mostrar o que vivi da melhor maneira possível, [porque] tudo depende de como você enxerga as coisas. Com as minhas lesões, eu poderia ter desistido, ficado lá embaixo, mas preferi me levantar, me reerguer e ser positiva. O esporte é difícil, a vida é difícil, mas os resultados, quando acontecem, valem muito a pena. Sou grata por tudo que passei, por todas as cirurgias e dificuldades, porque as minhas alegrias são imensuráveis. Me mantenho otimista porque sei que tenho objetivos a alcançar. Tenho todo um planejamento e acredito em ir um dia de cada vez. Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra, então a gente precisa ir com calma para chegar ao resultado final.



Disponível em: <https://www.sescsp.org.br/editorial/salto-de-ouro-depoimento-da-ginasta-e-medalhista-olimpica-rebeca-andrade/>. Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

No depoimento, Rebeca Andrade defende que 
Alternativas
Q3202349 Português
Leia o Texto 3 para responder a questão.

Texto 3 



Disponível em: <https://redeclima.ccst.inpe.br/wp-content/uploads/2017/10/Cartilha-semiarido-ISSUU-23-jun.pdf>. Acesso em: 11 set. 2024.
No trecho “Vi na televisão que a chuva ainda vai demorar”, a palavra “ainda” expressa uma
Alternativas
Q3202348 Português
Leia o Texto 3 para responder a questão.

Texto 3 



Disponível em: <https://redeclima.ccst.inpe.br/wp-content/uploads/2017/10/Cartilha-semiarido-ISSUU-23-jun.pdf>. Acesso em: 11 set. 2024.
A HQ acima funciona para veicular a ideia de que os
Alternativas
Q3202347 Português

Leia o Texto 2 para responder a questão.


Texto 2


Odisseia espacial 2024: não apenas para astronautas


2023 foi um ano único para o Espaço, com os Starlinks ganhando destaque no uso militar e o ISRO da Índia colocando o Chandrayaan 3 no Polo Sul da Lua. O espaço não é mais apenas para astronautas, privilegiados ou apenas para homens; é a nova fronteira para o comércio. EUA e China estão em um confronto cósmico, com serviços como imagens de satélite se tornando tão comuns quanto seu café da manhã. Esqueça “o céu é o limite” – em 2024, o céu é apenas o começo. A paisagem espacial está pronta para uma transformação dramática à medida que tecnologias emergentes convergem para revolucionar o comércio espacial. Serviços de satélite, exploração espacial e atividades em órbita se tornarão comuns, impulsionados por uma fusão de cooperação internacional e competição estratégica. E não esqueçamos, que em 2024 podemos ter Lauren Sanchez, parceira de Jeff Bezos, liderando uma tripulação totalmente feminina em um voo espacial, a bordo do foguete New Shepard, da Blue Origin.


Disponível em: <https://www.somosicev.com/blogs/page/2/> . Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

O trecho “em 2024 podemos ter Lauren Sanchez, parceira de Jeff Bezos, liderando uma tripulação totalmente feminina em um voo espacial” funciona no texto como um recurso 
Alternativas
Q3202346 Português

Leia o Texto 2 para responder a questão.


Texto 2


Odisseia espacial 2024: não apenas para astronautas


2023 foi um ano único para o Espaço, com os Starlinks ganhando destaque no uso militar e o ISRO da Índia colocando o Chandrayaan 3 no Polo Sul da Lua. O espaço não é mais apenas para astronautas, privilegiados ou apenas para homens; é a nova fronteira para o comércio. EUA e China estão em um confronto cósmico, com serviços como imagens de satélite se tornando tão comuns quanto seu café da manhã. Esqueça “o céu é o limite” – em 2024, o céu é apenas o começo. A paisagem espacial está pronta para uma transformação dramática à medida que tecnologias emergentes convergem para revolucionar o comércio espacial. Serviços de satélite, exploração espacial e atividades em órbita se tornarão comuns, impulsionados por uma fusão de cooperação internacional e competição estratégica. E não esqueçamos, que em 2024 podemos ter Lauren Sanchez, parceira de Jeff Bezos, liderando uma tripulação totalmente feminina em um voo espacial, a bordo do foguete New Shepard, da Blue Origin.


Disponível em: <https://www.somosicev.com/blogs/page/2/> . Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].

Qual é a tese defendida nesse texto?
Alternativas
Q3202345 Português

Leia o Texto 1 para responder a questão.


Texto 1


Um Brasileiro em Terras Portuguesas


Prefácio à presente edição


Cláudia Castelo


Este talvez seja um prefácio pouco convencional. Não nos interessa fazer tão só uma apreciação da obra e dos méritos do autor; não nos limitamos a lidar com a gênese e o conteúdo do livro. Mais do que o texto, pretendemos abordar o contexto, fornecendo ao leitor uma série de elementos resultantes da nossa pesquisa e que podem contribuir para uma inteligibilidade do que está no e para além do texto. Um Brasileiro em Terras Portuguesas é um dos resultados editoriais da visita de Gilberto Freyre a Portugal, às colônias portuguesas da África e à Índia portuguesa, entre agosto de 1951 e fevereiro de 1952.


Disponível em:<

https://www.academia.edu/7077565/Gilberto_Freyre_Um_brasileiro_em_terr

as_portuguesas_Pref%C3%A1cio>. Acesso em: 20 ago. 2024.

De acordo com as informações do texto, o prefácio é um gênero textual de
Alternativas
Q3202344 Português

Leia o Texto 1 para responder a questão.


Texto 1


Um Brasileiro em Terras Portuguesas


Prefácio à presente edição


Cláudia Castelo


Este talvez seja um prefácio pouco convencional. Não nos interessa fazer tão só uma apreciação da obra e dos méritos do autor; não nos limitamos a lidar com a gênese e o conteúdo do livro. Mais do que o texto, pretendemos abordar o contexto, fornecendo ao leitor uma série de elementos resultantes da nossa pesquisa e que podem contribuir para uma inteligibilidade do que está no e para além do texto. Um Brasileiro em Terras Portuguesas é um dos resultados editoriais da visita de Gilberto Freyre a Portugal, às colônias portuguesas da África e à Índia portuguesa, entre agosto de 1951 e fevereiro de 1952.


Disponível em:<

https://www.academia.edu/7077565/Gilberto_Freyre_Um_brasileiro_em_terr

as_portuguesas_Pref%C3%A1cio>. Acesso em: 20 ago. 2024.

A intenção da autora ao escrever o texto é
Alternativas
Q3200137 Pedagogia
Leia o texto a seguir.

Em contexto de aprendizagem, a escrita é uma dessas técnicas auxiliares usadas para fins psicológicos; a escrita constitui o uso funcional de linhas, pontos e outros signos para recordar e transmitir ideias e conceitos. Aliado a isso, a escrita pode ser considerada uma forma de simbolismo e inserção e relações cultural e social. Em vista disso a necessidade de, em contexto escolar, ter um professor no processo de aprendizagem é uma condição inerente à aprendizagem e à construção social.
VIGOTSKI, L. S. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem: 8 ed. São Paulo: Ícone, 2001, p. 46. [Adaptado].

Para Vygotsky, no desenvolvimento da escrita, o papel do professor possibilita o estudante à inserção social. Isso ocorre em vista 
Alternativas
Q3200136 Pedagogia
Leia o texto a seguir.

É um conjunto de avaliações externas em larga escala que permite ao Instituto Nacional de Estudos e de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realizar um diagnóstico da educação básica brasileira e de fatores que podem interferir no desempenho do estudante. Por meio de testes e questionários, aplicados a cada dois anos na rede pública e em uma amostra da rede privada, reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelos estudantes avaliados, explicando esses resultados a partir de uma série de informações contextuais. Ele permite que as escolas e as redes municipais e estaduais de ensino avaliem a qualidade da educação oferecida aos estudantes. O resultado da avaliação é um indicativo da qualidade do ensino brasileiro e oferece subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas educacionais com base em evidências. As médias de desempenho dos estudantes, apuradas, juntamente com as taxas de aprovação, reprovação e abandono, apuradas no Censo Escolar, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Disponível em: <https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais>. Acesso em: 22 fev. 2024. [Adaptado].

A definição foi adaptada do site do Instituto Nacional de Pesquisa em Educação – INEP sobre a avaliação em Educação. De acordo com o que foi apresentado, o tipo de avaliação institucional mencionado é o(a) 
Alternativas
Q3200135 Pedagogia
Leia trecho a seguir.

Pretende que a sua didática seja um processo seguro e excelente de instituir, em todas as comunidades de qualquer reino cristão, cidades, aldeias, escolas tais que toda a juventude de um ou outro sexo, sem excetuar ninguém em parte alguma, possa ser formada nos estudos, educada nos bons costumes, impregnada de piedade, e, desta maneira, possa ser, nos anos da puberdade, instruída em tudo o que diz respeito à vida presente e à futura, com economia de tempo e de fadiga, com agrado e com solidez.
PIMENTA, S. G.; ANASTASIOU, L. C. G. Docência no Ensino Superior. 4 ed. São Paulo: Cortez, 2010.

O trecho se refere a uma proposta educacional e didática de um pedagogo do século XVI-XVII que também é conhecido por “pai da didática moderna”. O referido autor e a obra mais conhecida são, respectivamente: 
Alternativas
Respostas
10761: D
10762: C
10763: A
10764: C
10765: B
10766: D
10767: B
10768: B
10769: A
10770: C
10771: D
10772: A
10773: C
10774: A
10775: C
10776: C
10777: D
10778: D
10779: A
10780: D