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Paciente de 60 anos, com antecedente de lesão medular em T12, evoluindo com paraplegia. Apresenta lesão por pressão em região sacral com exposição de tecido subcutâneo, músculo e tendão e em região calcânea direita com formação de bolha local.
Considerando a descrição, a lesão poderá ser classificada como
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Paciente feminina, 14 anos, foi internada apresentando história de icterícia há 1 mês e desconforto em hipocôndrio direito. Possui antecedente pessoal de diabetes mellitus tipo 1. Ao exame físico apresentava ictérica ++/4, com hepatomegalia, sem sinais de ascite. Exames laboratoriais: TGO 700, TGP 850, FA 315, gamaGT 400, bilirrubinas totais = 7,0. Anti HCV negativo, HBsAg negativo, anti-HBc negativo, Anti-HBs positivo, anti LKM1 positivo 1/160, FAN negativo, eletroforese de proteínas com elevação de gamaglobulinas. Realizada biópsia hepática, identificando-se infiltrado linfoplasmocitário intenso invadindo a placa limitante do espaço porta (Hepatite de interface), além de septos de fibrose esboçando nódulos de regeneração.
A principal hipótese diagnóstica é
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Paciente masculino, 56 anos, portador de Cirrose de etiologia metabólica, deu entrada no pronto socorro relatando episódio de hematêmese volumosa há cerca de 12 horas, seguido por vários episódios de melena. Trouxe resultado de endoscopia realizada há 3 meses, que mostrava varizes esofágicas de grosso calibre, com múltiplos sinais vermelhos, época em que iniciou uso profilático de propranolol. O paciente encontra-se orientado, lúcido, descorado, levemente ictérico, com ascite moderada, PA 90/50 mmHg, FC 110 bpm. Os primeiros exames revelam Hb 8,1 mg/dl e plaquetas 42.000.
Qual é a conduta mais apropriada que deve ser adotada pelo médico da emergência?
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Paciente de 37 anos deu entrada no pronto-socorro devido a quadro de traumatismo cranioencefálico após acidente automobilístico. Tomografia computadorizada de crânio, sem evidência de hemorragia ou qualquer lesão relacionada ao trauma, porém com presença de lesão de 5mm em região selar, compatível com adenoma hipofisário.
Considerando as diretrizes da Endocrine Society, a condução do paciente, diante de um incidentaloma hipofisário, deve ser a avaliação
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Paciente do sexo masculino, 57 anos, hipertenso de longa data, com quadro clínico de poliúria e polidipsia há vários meses. Procurou serviço de clínica médica para avaliação. Apresentava glicemia de jejum de 201 mg/dl, hemoglobina glicada de 7,9%, clearence de creatinina calculado (ckd-epi) de 41 ml/min/1,73 m2 e albuminúria de 251mg/g de creatinina.
De acordo com as diretrizes da Associação Americana de Diabetes, qual classe de medicamento hipoglicemiante seria indicado como terapia inicial preferencial, isolado ou em associação?
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Paciente de 34 anos, acompanhada no serviço de endocrinologia devido a quadro de hipotireoidismo primário, em uso de levotiroxina, na dose de 75 microgramas/dia, uso regular. Há 3 meses com queixa de falta de apetite, perda de peso e adinamia. Solicitados exames de função tireoidiana, com resultados normais, porém com hipercalemia, que gerou a necessidade da avaliação do eixo adrenocorticotrófico, com dosagem de cortisol matinal de 1,8 mcg/dL associado a níveis elevados de ACTH, confirmando insuficiência adrenal primária e síndrome poliglandular autoimune tipo 2.
Na insuficiência adrenal primária, a monitorização da adequacidade do tratamento deve ser feita principalmente pelo(a)
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O tratamento oncológico (principalmente a cirurgia oncológica, a quimioterapia e a radioterapia) depende do apoio de uma estrutura hospitalar de alta complexidade, com maior densidade tecnológica, especialmente preparada para confirmar o diagnóstico, realizar o estadiamento e promover o tratamento, a reabilitação e os cuidados paliativos, que podem ser organizados, na rede de serviços de saúde, de forma integrada com a Atenção Primária e a Média Complexidade.
BRASIL, Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. ABC do câncer: abordagens básicas para o controle do câncer. 6. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: INCA, 2020.
Esse tipo de manejo refere-se ao tema de
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Para o Brasil, a estimativa para o triênio de 2023 a 2025 aponta que ocorrerão 704 mil casos novos de câncer, 483 mil se excluídos os casos de câncer de pele não melanoma. Este é estimado como o mais incidente, com 220 mil casos novos (31,3%), seguido pelos cânceres de mama, com 74 mil (10,5%); próstata, com 72 mil (10,2%); cólon e reto, com 46 mil (6,5%); pulmão, com 32 mil (4,6%); e estômago, com 21 mil (3,1%) casos novos.
BRASIL, Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2022.
O fator de risco mais importante para o câncer de mama é
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O risco de câncer individual é influenciado não somente pela genética, mas também pela contribuição de fatores ambientais e patogênicos. O mecanismo da indução do câncer por estes fatores é complexo e o desenvolvimento primário do câncer depois da exposição a toxinas ambientais é o desenvolvimento de mutações no genoma, algumas das quais são favoráveis para progressão tumoral. Algumas patologias hereditárias apresentam fatores de risco significativos para o desenvolvimento de câncer, devendo ser acompanhadas regularmente.
A patologia hereditária que já configura um diagnóstico de câncer é
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Paciente de 60 anos, tabagista, chagásico e cardiopata, vem ao pronto atendimento com dor abdominal difusa e intensa de início há 12 horas associada à parada de eliminação flatos e hiporexia. Ao exame físico, apresenta abdome flácido e depressível, algo doloroso à palpação profunda, porém sem sinais de irritação peritoneal.
A partir do caso apresentado, qual é a conduta ideal?