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Homem de 40 anos chega ao ambulatório de Neurologia referindo cefaleia desde a adolescência, com piora progressiva ao longo dos anos, estando diária há mais de 6 meses. Refere que, além do aumento da frequência das dores, tem dores intensas muito frequentes, com idas aos prontos-socorros cerca de uma vez na semana. As dores localizam-se na região frontotemporal, são unilaterais alternas, de caráter pulsátil, acompanhadas de náuseas, vômitos, foto e fonofobia, piorando muito com esforços habituais, com poucas horas sem dor ao longo dos dias. Ele fazia uso diário de dipirona, paracetamol, isolados ou associados à cafeína e isometepteno, chegando a usar 4 comprimidos ao dia. Trouxe TC de Crânio contrastada normal.
Diante das principais hipóteses diagnósticas para esse caso, qual é a conduta adequada?
Paciente refere que, durante punção venosa na fossa cubital para coleta de sangue, apresentou sensação de choque, seguida de parestesias no antebraço. O exame neurológico, realizado em consulta posterior, demonstrou região de hipoestesia tátil e dolorosa na face anterolateral do antebraço.
O nervo lesado é uma continuação de qual ramo terminal do plexo braquial?
Mulher de 40 anos chega ao pronto-socorro com história de cefaleia holocraniana intensa há menos de 3 horas, com descrição de dificuldade na visão do olho direito logo em seguida à dor, referindo “inchaço” nesse olho. Refere que a dor se instalou e evoluiu rapidamente, atingindo intensidade descrita com nota 10 em segundos, sendo a pior dor de sua vida, mantendo-se até a consulta. O exame físico demonstrava uma ptose palpebral direita, estrabismo divergente nesse olho, além de midríase ipsilateral.
Qual é o diagnóstico mais provável para esse caso?
Paciente masculino de 30 anos, previamente hígido, apresenta acidente automobilístico por capotamento, com fratura de clavícula, além de traumas craniano e cervical leves, com escoriações locais. No segundo dia de internação ele evoluiu com hemiparesia direita e afasia de expressão leve. A TC de crânio demonstrou a presença de área de infarto frontal esquerda.
Qual é o diagnóstico mais provável para esse caso?