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Q2576804 Pedagogia

Leia o texto a seguir.


Em seu livro "A arte de resolver problemas" (1945), o matemático George Polya (1887-1985) apresenta 4 fases para a resolução de um problema, intituladas:


1. Compreensão do problema;

2. Estabelecimento de um plano;

3. Execução do plano;

4. Retrospecto.



Caso o resolvedor não consiga, de imediato, encontrar uma conexão entre os dados apresentados no problema e a incógnita, Polya sugere que se procure "problemas correlatos", auxiliares nesse processo.



Elaborado pelo(a) autor(a). 



Procurar “problemas correlatos”, auxiliares no processo de resolução de um problema, é uma estratégia que, segundo sugere o matemático citado no texto, deve ocorrer na fase

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Q2576802 Pedagogia
Segundo a Teoria dos Registros de Representação Semiótica, semiósis refere-se à apreensão ou a produção de uma representação semiótica e noésis, à apreensão conceitual. De acordo com essa teoria, há três atividades cognitivas fundamentais inerentes a semiósis, especificamente, a
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Q2576771 Libras
Com relação ao processo de escolarização das pessoas surdas e em conformidade com a Lei nº 14.191/2021, a oferta de educação bilíngue de surdos terá início 
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Q2576770 Libras
No Estado de Sergipe, foi instituído, por meio da Lei nº 4.656/2002, o dia “Estadual dos Surdos”, a ser comemorado em
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Q2576769 Libras
A criação do Instituto de Surdos-Mudos, atual Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES, em 1857, marcou a história da educação de surdos no Brasil, tornando-se referência no que diz respeito à educação de surdos no país. A consolidação dessa instituição se deu com a chegada do professor francês
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Q2576766 Libras
Leia o texto a seguir.

Cultura surda é o jeito de o sujeito surdo entender o mundo e de modificá-lo a fim de torná-lo acessível e habitável, ajustandoo com as suas percepções visuais, que contribuem para a definição das identidades surdas e das ‘almas’ das comunidades surdas. Isso significa que abrange a língua, as ideias, as crenças, os costumes e os hábitos do povo surdo.

STROBEL, Karin Lilian. As imagens do outro sobre a cultura surda. Editora da UFSC. Florianópolis: 2008.

Com base nessa autora, a cultura surda é
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Q2576765 Libras
Visando garantir a acessibilidade comunicacional e informacional às pessoas surdas, o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGISP), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) criaram uma ferramenta utilizada na tradução automática do Português para a Libras. Essa ferramenta, geralmente vinculada a portais de serviços públicos, é o 
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Q2576764 Libras
A Lei nº 13.146/2015, conhecida como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, considera como tecnologia assistiva ou ajuda técnica os produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivem promover a funcionalidade relacionada à atividade e à participação da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, visando à sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. Com base nessa definição, constitui tecnologia assistiva, capaz de promover a acessibilidade linguística da pessoa surda
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Q2576763 Libras
A abordagem educacional da comunicação total advoga o uso de todos os meios que possam facilitar a comunicação, desde a fala sinalizada, passando por uma série de sistemas artificiais, até os sinais (Capovilla, 2000). Constitui-se, portanto, característica dessa abordagem educacional a
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Q2576762 Libras
O ensino de português escrito como segunda língua para surdos (PSLS), conforme consta na Proposta Curricular para o Ensino de Português Escrito como Segunda Língua para Estudantes Surdos, visa, em qualquer nível, etapa e modalidade de ensino, à literacia 
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Q2576761 Libras
Com relação ao ensino da modalidade escrita da Língua Portuguesa como segunda língua para pessoas surdas, o Decreto nº 5.626/2005 estabelece que este deve ser incluído como disciplina curricular nos cursos de formação de professores para a educação infantil e para os anos iniciais do ensino fundamental, de nível médio e superior, bem como
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Q2576760 Libras
Conforme consta nos Referenciais para o ensino de Língua Brasileira de Sinais como primeira língua na Educação Bilíngue de Surdos, além da educação básica, alunos surdos, surdocegos, pessoas surdas com outras deficiências associadas e pessoas com deficiência auditiva que se comunicam por meio da Libras têm o direito de acesso aos conteúdos acadêmico-científicos no âmbito do Ensino Superior em Libras. Nessa perspectiva, a proposta de Libras como L1, para esse público, tem como função 
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Q2576759 Libras
Na Libras, assim como em outras línguas de sinais, os classificadores são formas linguísticas representadas por configurações de mãos que retratam objetos, pessoas e animais, e servem como marcadores de concordância. Com relação à sua tipologia, uma representação mimética ou visual-geométrica mostrando o objeto sendo manipulado denomina-se classificador
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Q2576758 Libras
No sistema de flexão verbal da Libras, há o parâmetro direcionalidade, que é um marcador de flexão de pessoa do discurso. Por exemplo, quando se diz em Libras “1sPERGUNTAR2s”, a direção do movimento marca quem é o emissor e quem é o receptor, que, nesse caso, é:
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Q2576757 Libras
A datilologia utilizada para soletrar nomes próprios ou palavras que não tenham sinais, geralmente funciona como um “coringa” para os ouvintes que estão aprendendo a Libras, e, por isso, deve ser trabalhada pelo professor tanto na sua forma produtiva (expressiva) como na receptiva (compreensão). Em contextos de ensino de Libras como segunda língua para ouvintes, deve-se
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Q2576755 Libras
As metodologias ativas são métodos de ensino que incentivam o aluno a ter papel mais ativo na sua própria aprendizagem. Nesse sentido, para o ensino de Libras como segunda língua para alunos ouvintes, é necessário
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Q2576753 Libras
Leia o caso a seguir.

Uma escola da rede regular de ensino recebe uma criança surda de cinco anos que apresenta surdez bilateral congênita de grau profundo. Trata-se de uma criança surda de pais ouvintes e que não adquiriu a língua de sinais como primeira língua.

Elaborado pelo(a) autor(a). 


Para iniciar o processo de escolarização dessa criança, a escola deverá
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Q2576752 Libras
Os aspectos linguísticos da Libras contam com elementos que constituem os parâmetros da língua, a saber: configuração de mão, ponto de articulação, orientação da palma da mão, movimento, expressão corporal e/ou facial. Os parâmetros da Libras estão adequados em: 
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Q2576751 Libras
Para a inclusão de pessoas surdas, o Decreto nº 5.626/2005 propõe a
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Q2576750 Libras
A Tecnologia Assistiva é um conjunto de ferramentas, serviços, estratégias e práticas que possibilitam às pessoas com deficiência ter o acesso a atividades do dia a dia, promovendo mais autonomia para o usuário. Tal tecnologia é garantida pela Lei nº 13.146/2015, ou Lei Brasileira de Inclusão (LBI). É exemplo de Tecnologia Assistiva para alunos surdos no ambiente escolar:
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Respostas
11401: B
11402: A
11403: D
11404: B
11405: C
11406: A
11407: C
11408: B
11409: D
11410: A
11411: C
11412: A
11413: D
11414: B
11415: C
11416: B
11417: B
11418: C
11419: A
11420: D